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PMIS11 PARAMIS HEDGE FUND FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO - FII – Cotação Hoje

🏢 FII Fundo Imobiliário (FII)

PARAMIS HEDGE FUND FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO - FII

Preço Atual
R$ 7,48
+0.13%
Cotação oficial B3 em tempo real
Análise de Fundos Imobiliários • Geração de Renda Passiva

Selo de Investimento:

⚠️ Atenção

Atende a 1 de 11 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.

Pontuação dos Critérios 1/11 (9.1%)
Mínimo Renda Sólida: 7/10 Status: Atenção

Checklist Fundamentalista de 11 Critérios

Critérios de consistência e valuation auditados
Dividend Yield > 6% a.a.
Dividend Yield não disponível

Retorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano

Distribuição Mensal Consistente
0 meses com distribuição registrada nos últimos 12 meses

Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses

P/VP até 1.10 (Sem ágio excessivo)
P/VP não disponível

Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial

P/VP acima de 0.70
P/VP não disponível

Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito

Estabilidade nos Proventos
Histórico insuficiente para cálculo trimestral

Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente

Patrimônio > R$ 500 Milhões
Patrimônio Líquido não disponível

Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência

Liquidez Diária > R$ 500 mil
Volume médio diário: R$ 0 mil

Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book

Segmento Consolidado
Segmento: Fundo Imobiliário (FII)

Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária

Mais de 3 anos na Bolsa
Data de IPO/listagem não mapeada

Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos

DY Sustentável (≤ 18% a.a.)
Dividend Yield não disponível

Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias

Vacância Física < 10%
Vacância Física: 0.0% (Abaixo de 10%)

Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)

ℹ️ Análise algorítmica de FIIs calculada em tempo real com base em dados de proventos e patrimônio B3/CVM. Não constitui recomendação de compra ou venda.
🏢
Valuation de Rendimentos

Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)

Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.

ℹ️ Informação indisponível Histórico de rendimentos insuficiente para cálculo do Preço Teto.
Ajustar parâmetros na Calculadora de Preço Teto
Fórmula: Rendimento Anual ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.
🏗️
CVM Oficial Data-base: 2026-06-30

Composição da Carteira & Ativos do Fundo

📊 Alocação por Classe de Ativo

Outros 0,00%
Outros 0,00%
Outros 0,00%
Outros 0,00%

Principais Títulos & CRIs em Carteira

BARIGUI SECURITIZADORA S.A. - 24C1693601 CRI • Taxa: N/D
R$ 3,39 mi
CANAL COMPANHIA DE SECURITIZACAO - 23I2111365 CRI • Taxa: N/D
R$ 547.277,90
CANAL COMPANHIA DE SECURITIZACAO - 23I2111373 CRI • Taxa: N/D
R$ 2,27 mi
CANAL COMPANHIA DE SECURITIZACAO - 23K2617033 CRI • Taxa: N/D
R$ 2,75 mi
CANAL COMPANHIA DE SECURITIZACAO - 24E2453531 CRI • Taxa: N/D
R$ 3,92 mi
CANAL COMPANHIA DE SECURITIZACAO - 24I2268708 CRI • Taxa: N/D
R$ 2,51 mi
📑 Relatório Mensal CVM & Informes Estruturados

Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do PMIS11.

Acessar Relatório CVM Completo →
Fonte: Informes Periódicos Trimestrais CVM via Brapi.dev Atualização automática a cada novo informe registrado

O ativo PMIS11 (PARAMIS HEDGE FUND FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO - FII) está sendo negociado hoje a R$ 7,48, acumulando uma variação de +0.13% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 7,33 e a máxima de R$ 8,87. O fundo atua no segmento de Fundo Imobiliário (FII), registrando um Dividend Yield (12M) de 0,00% e indicador P/VP de 1,00x.

Abertura
R$ 7,46
Fec. Ant: R$ 7,48
Variação Dia
Min: R$ 7,46
Max: R$ 7,48
52 Semanas
Mín: R$ 7,33
Máx: R$ 8,87
Volume
10
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: PMIS11

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)

Patrimônio Líquido
-
Último Rendimento
-
Rendimento Médio (12M)
-
por cota / mês
Rendimento 12M
-
acumulado no ano
Quantidade de Cotas
-
Liquidez Diária
10

Sobre a PMIS11

Categoria / Segmento
Fundo Imobiliário (FII)
Tipo de Ativo
Fundo de Investimento Imobiliário (B3)
Market Cap
N/A

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Fundos imobiliários (FIIs): Veja 12 para ter na carteira em outubro, segundo o Itaú BBA – Money Times

Fundos imobiliários (FIIs): Veja 12 para ter na carteira em outubro, segundo o Itaú BBA (Imagem: MicroStockHub/iStock) O Itaú BBA optou por manter inalterada sua carteira recomendada de fundos imobiliários (FIIs) para o mês de outubro, que segue composta por 12 veículos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Em relatório, os analistas Fausto Menezes e Larissa Gatti Nappo afirmaram que mantêm a preferência por FIIs de papel (crédito), devido ao cenário que “permanece favorável no curto prazo”. “Nossa visão é baseada na projeção de pausa do atual ciclo de cortes de juros, no qual a expectativa é de uma Selic de 13,75% ao ano ao fim de 2026, o que favorece os rendimentos dos fundos [de papel] indexados ao CDI”, escreveram. “Já para os FIIs [de papel] atrelados ao IPCA, seguimos com a projeção de inflação de 5,1% para 2026, sendo que os dados correntes apontam uma janela benigna no curto prazo, mas com alimentos e serviços reacelerando no quarto trimestre, o que tende a beneficiar esses fundos, reforçando a tese de que podem representar alternativas relevantes dentro de diferentes cenários de investimento”, acrescentaram. Quanto aos fundos de tijolo, a dupla afirmou que, ao analisar os fundamentos da classe, observa bases sólidas e ciclos positivos. Apesar disso, pontuou que a continuidade desse desempenho depende, em parte, da evolução da atividade econômica. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE “Caso as condições financeiras permaneçam restritivas por um período prolongado, a tendência positiva atualmente observada poderá perder força. Vale notar que já observamos sinais de desaceleração econômica, mas ainda sem reflexos relevantes para o mercado de fundos imobiliários”, disseram Menezes e Nappo. “Além disso, esses fundos [de tijolo] são mais sensíveis à reprecificação das curvas de juros, o que pode aumentar a volatilidade diante do cenário atual. Ainda assim, enxergamos espaço para valorização adicional, sustentada pelo desconto remanescente e pelo bom momento operaciona”, prosseguiram. Carteira recomendada do Itaú BBA Com isso, a distribuição por segmento da carteira recomendada de FIIs do BBA segue da seguinte forma: Recebíveis (ativos financeiros): 32% 32% Logística: 21% 21% Multiestratégia: 17% 17% Shoppings: 15% 15% Lajes corporativas: 11% 11% Varejo: 5% Em setembro, o portfólio escolhido pelo banco registrou queda de 0,3%, ante recuo de 0,23% do IFIX, principal índice de fundos imobiliários da bolsa de valores (B3). CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE No acumulado de 2026, porém, o desempenho da carteira é positivo em 2,1%, contra desvalorização de 0,53% do indicador referencial (benchmark). Segundo o BBA, o mês passado foi marcado pela continuidade do ambiente de cautela no mercado de fundos imobiliários. Entre os fatores que contribuíram para esse cenário, o banco citou tensões geopolíticas globais, o período eleitoral e os juros elevados. “Esse contexto manteve a pressão sobre o IFIX, fazendo com que o índice encerrasse mais um mês no negativo. Além disso, o aumento dos pedidos de recuperação judicial tem chamado a atenção no noticiário e, em nossa avaliação, pode ter contribuído para uma postura mais cautelosa dos investidores”, afirmou a casa. “O aumento dos pedidos de recuperação judicial ganha relevância para a indústria imobiliária, especialmente pelos potenciais impactos sobre o pagamento de aluguéis, a ocupação dos ativos e as garantias […] Até o momento, contudo, não identificamos evidências suficientes de uma deterioração generalizada dos fundamentos do setor”, acrescentou. Confira os FIIs recomendados pelo Itaú BBA para outubro: Fundo (ticker) Setor Peso HGRU11 Varejo 5,00% HSML11 Shopping center 7,50% XPML11 Shopping center 7,50% BRCO11 Logístico 8,50% BTLG11 Logístico 8,50% KNRI11 Híbrido 8,50% PVBI11 Lajes corporativas 6,50% ITRI11 Multiestratégia 5,00% KNHF11 Multiestratégia 11,50% KNIP11 Ativos financeiros (Papel) 11,50% KNUQ11 Ativos financeiros (Papel) 10,00% KNCR11 Ativos financeiros (Papel) 10,00% CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Veja quais são as propostas dos candidatos à Presidência para o crédito da casa própria
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Veja quais são as propostas dos candidatos à Presidência para o crédito da casa própria

São Paulo A compra da casa própria continua movimentando um dos maiores mercados de crédito do país. Mesmo com os juros em patamar elevado, o financiamento imobiliário mantém trajetória de expansão, sustentado principalmente pelo Minha Casa, Minha Vida (MCMV). O programa, que se consolida como o principal vetor de crescimento do setor, expandiu seu alcance nos últimos anos para atender famílias com renda de até R$ 13 mil, combinando recursos do FGTS, do Fundo Social e juros abaixo dos praticados pelo mercado. O protagonismo do MCMV cresceu à medida que o financiamento tradicional com recursos da caderneta de poupança perdeu fôlego. Para as incorporadoras, a oferta de subsídios públicos e de funding direcionado tem garantido o ritmo de lançamentos e vendas em um momento em que a Selic (taxa básica de juros) torna o crédito livre proibitivo para boa parte das famílias. Skyline da Radial Leste na altura do metrô Belém - Zanone Fraissat -19.jun.26/Folhapress A partir de 2027, quem ocupar o Palácio do Planalto enfrentará o desafio de combater o déficit habitacional enquanto se redesenha o financiamento do setor diante de juros altos, capital mais disputado e mudanças no funding imobiliário. A leitura dos planos de governo protocolados no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) mostra que os 12 candidatos à Presidência divergem sobre quem deve carregar o risco do financiamento habitacional, quanto subsídio deve ser oferecido e se o Estado deve escolher o imóvel ou apenas financiar a família. LULA PROPÕE AMPLIAÇÃO DO MINHA CASA, MINHA VIDA O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defende o modelo vigente do Minha Casa, Minha Vida. O documento afirma que o MCMV será mantido e ampliado para todas as faixas de renda, preservando o foco nas famílias de menor renda. A proposta de reeleição também prevê novos instrumentos para ampliar o acesso ao programa, entre eles a Compra Assistida, que permite, em situações específicas, a aquisição de imóveis prontos; e a utilização de terrenos e imóveis da União, inclusive em áreas centrais e valorizadas, para projetos habitacionais, além da criação de instrumentos como o Fundo Imobiliário da União. Faz parte da estratégia ainda ampliar o Reforma Casa Brasil e manter a urbanização de favelas e a regularização fundiária por meio do Periferia Viva. FLÁVIO PROMETE VOLTAR AO CASA VERDE E AMARELA Flávio Bolsonaro (PL) propõe retomar o Casa Verde e Amarela, programa criado no governo Jair Bolsonaro para substituir o Minha Casa, Minha Vida. O plano de governo de Bolsonaro estabelece uma meta de 2,5 milhões de residências e promete a menor taxa de juros possível para o financiamento. Também prevê regularização fundiária, urbanização de áreas degradadas e parcerias público-privadas que combinem moradia e infraestrutura. A proposta condiciona a redução dos juros do financiamento da casa própria à queda da dívida pública e da taxa básica de juros via política macroeconômica. A Caixa Econômica Federal passa a ser desenhada como o Banco da Prosperidade, funcionando como centralizadora de crédito, orientação financeira e regularização de imóveis. O plano estabelece o programa Ganha-Ganha, no qual ações do cidadão (como fazer cursos de capacitação, formalizar o trabalho e manter pagamentos em dia) geram pontuação positiva para garantir juros menores e acesso facilitado ao crédito imobiliário. O projeto defende também a criação de Parcerias Público-Privadas (PPPs) que integrem, em um mesmo contrato, a construção das moradias e a execução da infraestrutura urbana. A proposta prevê acelerar concessões e parcerias privadas com base no Marco Legal do Saneamento para universalizar o acesso à água tratada e à coleta de esgoto. CAIADO LIGA CRÉDITO BARATO AO AJUSTE FISCAL E RISCO-PAÍS Ronaldo Caiado (PSD) projeta o alívio nas taxas de financiamento como consequência direta da consolidação fiscal e da queda do risco-país. Seu plano defende que o barateamento do crédito depende do equilíbrio das contas públicas, da estabilização da relação Dívida/PIB e da coordenação entre as políticas fiscal e monetária, respeitando a autonomia do Banco Central para permitir queda de juros sem inflação ou estresse fiscal. Para alongar os prazos do financiamento imobiliário e de infraestrutura, o candidato propõe aprofundar o uso de instrumentos privados, como títulos incentivados, securitização e fundos de investimento. Defende o aprimoramento de garantias públicas e mecanismos de compartilhamento de risco para dar previsibilidade às instituições financeiras. O plano de Caiado sugere a eliminação de entraves regulatórios e tributários para permitir que investidores institucionais (como fundos de previdência e seguradoras) aloquem capital de longo prazo em projetos de desenvolvimento urbano e infraestrutura social por decisão de mercado e sob governança técnica. ZEMA DEFENDE CORTAR IOF PARA REDUZIR JUROS DA CASA Romeu Zema (Novo) mantém o MCMV, mas exige que os projetos fiquem em áreas com infraestrutura já instalada. Ele propõe reduzir gradualmente programas de crédito direcionado e linhas subsidiadas para setores considerados prioritários pelo governo, aumentando a concorrência entre bancos. O documento defende a ampliação do Open Finance para simplificar a portabilidade das dívidas imobiliárias e empréstimos pessoais. O candidato também propõe a redução gradual de tributos incidentes sobre operações financeiras, a começar pelo IOF, para tentar baratear o crédito ao mutuário. O plano prevê ainda a modernização da legislação sobre alienação fiduciária, do sistema de garantias e das regras de recuperação de crédito em casos de inadimplência. A tese do plano é que, ao reduzir a incerteza e o risco de calote para os credores, as instituições financeiras têm margem para oferecer juros menores no financiamento habitacional de longo prazo. RENAN QUER USAR O MCMV PARA 'DESFAVELIZAR O PAÍS' Renan Santos (Missão) propõe transformar áreas hoje classificadas como favelas em bairros formais em um horizonte de dez anos. A estratégia é direcionar a verba para financiar a compra de imóveis já prontos em áreas centrais e estruturadas e custear a infraestrutura de "desfavelização". A proposta é criar o Título de Desfavelização, uma linha de financiamento no formato de hipoteca com prazo de amortização de 50 anos e juros subsidiados. O valor da parcela mensal é desenhado para ficar entre R$ 200 e R$ 500. De acordo com o plano de governo, a carteira composta por essas hipotecas será securitizada no mercado financeiro para antecipar recursos ao fundo habitacional e financiar a continuidade das obras. O plano estima custo total de R$ 1,2 trilhão a R$ 1,5 trilhão em dez anos e calcula custo líquido ao Tesouro de R$ 50 bilhões a R$ 85 bilhões anuais. Folha Mercado Receba no seu email o que de mais importante acontece na economia; aberta para não assinantes. Carregando... CURY PROPÕE REGULARIZAR 5 MILHÕES DE MORADIAS EM DEZ ANOS Augusto Cury (Avante) propõe o projeto Comunidades Empreendedoras, focado na regularização fundiária de até 5 milhões de moradias em dez anos, estabelecendo a blindagem regulatória para que imóveis titulados não sejam exigidos como garantia em microcréditos produtivos. O plano prevê ainda alterar as regras do sistema financeiro para considerar o histórico de adimplência do tomador. A proposta é corrigir o que o candidato chama distorções de custos que afetam especialmente as mulheres, além de incentivar o cooperativismo de crédito (Brasil Cooperativismo) como alternativa de menor custo aos grandes bancos. GRASSI DEFENDE ALUGUEL COMO HISTÓRICO PARA FINANCIAR A CASA Wilson Grassi (Democrata) propõe transformar o histórico de pagamento de aluguel em comprovação de capacidade de pagamento para obter financiamento habitacional. Pela proposta, quem comprovar que paga aluguel regularmente poderá acessar uma operação cuja parcela inicial fosse equivalente ao aluguel já pago. O comprador também poderia escolher o imóvel, novo ou usado, dentro dos parâmetros de renda e valor estabelecidos. A proposta de Grassi é mudar as regras atuais de concessão de crédito e subsídio do programa habitacional. O candidato defende que, em vez de o governo decidir a localização, o Estado conceda o poder de compra e o beneficiário escolha o imóvel (novo ou usado), em qualquer município, dentro dos limites de valor do regulamento. Outra frente seria uma garantia pública parcial para quem tem histórico de aluguel, mas não dispõe de entrada. A proposta ainda prevê a criação de incentivos tributários para colocar no mercado imóveis retomados, estoques parados e patrimônio da União sem destinação, além de prioridade para requalificar áreas urbanas que já possuem infraestrutura básica instalada, evitando a expansão contínua para periferias desprovidas de serviços. CLARIANA BARÃO PREVÊ FIM DO CRÉDITO IMOBILIÁRIO TRADICIONAL Clariana Barão (DC) prevê a substituição do crédito imobiliário tradicional pela desapropriação sem indenização de grandes propriedades e terrenos ociosos, destinando o patrimônio subutilizado da União. A proposta da candidata é destinar esses espaços para a produção pública direta de moradias gerida pelo Estado, com prioridade para famílias de baixa renda, mulheres chefes de família e população em situação de rua, aliada a obras estatais de urbanização e infraestrutura nas periferias. SAMARA MARTINS QUER ESTATIZAR FINANÇAS PARA BANCAR MORADIA Samara Martins (UP) propõe a estatização do sistema financeiro e a criação de uma instituição pública única sob controle dos trabalhadores, sustentando que os juros e o pagamento da dívida pública drenam recursos da habitação popular. A proposta prevê a suspensão do serviço da dívida e o uso das reservas internacionais para financiar Frentes Emergenciais de Trabalho —canalizando investimentos diretos para a construção de 12,5 milhões de moradias—, além da expropriação sem indenização de imóveis ociosos que não cumpram função social. RUI PIMENTA REJEITA CRÉDITO PRIVADO NA POLÍTICA HABITACIONAL Rui Costa Pimenta (PCO) propõe a criação de um banco estatal único sob gestão operária, a redução imediata das taxas de juros e o cancelamento de dívidas com grandes credores. De acordo com a proposta do candidato, a expansão habitacional seria executada por meio de um plano nacional de obras públicas gerido pelo Estado e controlado pelos trabalhadores, combinado à expropriação de imóveis vagos pertencentes a grandes proprietários. EDMILSON COSTA QUER CRÉDITO SOB CONTROLE ESTATAL Edmilson Costa (PCB) condiciona a resolução do déficit habitacional à estatização do sistema financeiro para direcionar o crédito às necessidades da classe trabalhadora. Seu plano propõe uma reforma agrária urbana baseada na desapropriação sem indenização de terrenos e imóveis ociosos ou destinados à especulação. No modelo proposto, a construção de moradias populares é realizada diretamente pelo setor público, com a transferência de títulos em pequenos lotes e a proibição expressa da revenda das unidades no mercado imobiliário comercial. HERTZ DIAS APRESENTA PLANO HABITACIONAL SEM BANCOS Hertz Dias (PSTU) propõe a exclusão dos agentes financeiros privados da concessão de crédito habitacional, substituindo-os por linhas públicas direcionadas, com juros baixos ou nulos e sem mecanismos de endividamento das famílias. Segundo a proposta do candidato, a execução das obras ficaria a cargo de uma empresa pública criada para a construção massiva de moradias e infraestrutura periférica, apoiada na expropriação de imóveis urbanos abandonados.

Apetite por risco, fundos imobiliários e ETFs; veja destaques da semana
Fundos Imobiliários Brasileiros •

Apetite por risco, fundos imobiliários e ETFs; veja destaques da semana

Publicidade Nesta semana, uma nova edição da pesquisa com assessores da XP Investimentos destaca uma forte recuperação do otimismo com a Bolsa em setembro, ao mesmo tempo em que os riscos fiscais e a instabilidade política continuam gerando cautela. Nesse cenário, tentar acertar o momento de entrar ou sair dos fundos imobiliários pode prejudicar o retorno, já que os ciclos de alta costumam acontecer rapidamente. Para enfrentar essas incertezas sem perder oportunidades, o relatório apresenta como os ETFs podem ser usados para proteger o patrimônio contra a inflação e manter a flexibilidade diante dos movimentos do mercado. O impacto de perder os melhores dias dos FIIs Tentar acertar o momento exato de compra e venda em fundos imobiliários tende a gerar perdas expressivas de rentabilidade. Nos últimos dez anos, ficar fora de apenas três das maiores altas diárias do IFIX reduziria o retorno acumulado em 20,1%, enquanto perder os trinta melhores pregões — que representam apenas 1,21% do período — resultaria em um impacto negativo de 68,8% no resultado final. Continua depois da publicidade Leia mais: Poucos pregões, grande impacto: o custo de ficar de fora dos FIIs Recuperação do apetite por ações entre os assessores A intenção de elevar a fatia de renda variável na carteira dos clientes saltou para 29% na pesquisa com assessores, atingindo o patamar mais alto desde março de 2026, ao passo que o sentimento médio em relação ao mercado acionário subiu de 5,7 para 6,8. A estimativa para o Ibovespa no encerramento do ano foi reajustada de 172 mil para 188 mil pontos. Contudo, as incertezas no ambiente fiscal doméstico e o cenário político-eleitoral permanecem apontados como as maiores fontes de receio para a classe de ativos, com 75% dos participantes relatando ajustes nas posições motivados pela proximidade do pleito de outubro. Leia mais: Pesquisa com assessores XP: Apetite por risco volta ao maior nível desde março Continua depois da publicidade Alocação em ETFs para proteção do poder de compra Proteger o patrimônio contra a inflação exige alinhar o prazo dos investimentos, a liquidez desejada e o nível de tolerância à marcação a mercado. Os ETFs oferecem um caminho prático e transparente para construir essa exposição diretamente em bolsa, seja por meio de carteiras diversificadas ou de estratégias focadas em prazos específicos. Com essa estrutura, torna-se possível combinar diferentes vencimentos e calibrar a sensibilidade dos ativos de acordo com o objetivo da alocação. Leia mais: Por que ETFs?: Proteção Contra a Inflação Recomendação de compra e fundamentos para o S&P 500 O início da cobertura do S&P 500 traz recomendação de compra ancorada na combinação de crescimento, rentabilidade e qualidade das empresas norte-americanas. A tese é fundamentada na continuidade da expansão dos lucros impulsionada pelos avanços em inteligência artificial, na sustentação dos múltiplos com base nos retornos das companhias e no elevado retorno sobre o capital investido garantido pela monetização das infraestruturas digitais. Continua depois da publicidade Leia mais: S&P 500: Lucros sustentam perspectiva positiva O impacto da NuCel A consolidação do Nubank no mercado de telecomunicação antecipou os impactos competitivos no setor, alterando a dinâmica do mercado antes mesmo de a operação atingir a projeção inicial de assinantes. O avanço da NuCel levou as operadoras estabelecidas a reajustarem suas estratégias, redefinindo as perspectivas para a expansão da base de usuários, a rentabilização dos serviços e a disputa de mercado no cenário atual. Leia mais: Relatório temático | A ascensão do cisne roxo – XP Investimentos Continua depois da publicidade Datas de pagamento de dividendos no mês de outubro Acompanhar o cronograma de proventos é fundamental para estratégias voltadas ao recebimento de renda passiva na B3. O calendário das companhias abertas para o mês reúne os pagamentos programados de dividendos e juros sobre capital próprio, com destaques para os repasses de Lojas Renner (LREN3), Ambev (ABEV3), Totvs (TOTS3) e Itaú Unibanco (ITUB4). Leia mais: Ações: confira o calendário de dividendos de outubro de 2026

Perguntas Frequentes sobre PMIS11

Qual é a cotação de PMIS11 hoje na B3?
A cotação de PMIS11 hoje está em R$ 7,48. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 7,46 e máxima de R$ 7,48.
Quanto a PMIS11 paga de dividendos?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker PMIS11. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de PMIS11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de PMIS11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de PMIS11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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