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LTMG11 LETO IDEX CDI MARGEM CLASSE DE INDICE - RESPONSABILIDADE LIMITADA – Cotação Hoje

🏢 FII Fundo Imobiliário (FII)

LETO IDEX CDI MARGEM CLASSE DE INDICE - RESPONSABILIDADE LIMITADA

Preço Atual
R$ 100,10
+0.00%
Cotação oficial B3 em tempo real
Análise de Fundos Imobiliários • Geração de Renda Passiva

Selo de Investimento:

⚠️ Atenção

Atende a 2 de 11 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.

Pontuação dos Critérios 2/11 (18.2%)
Mínimo Renda Sólida: 7/10 Status: Atenção

Checklist Fundamentalista de 11 Critérios

Critérios de consistência e valuation auditados
Dividend Yield > 6% a.a.
Dividend Yield não disponível

Retorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano

Distribuição Mensal Consistente
0 meses com distribuição registrada nos últimos 12 meses

Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses

P/VP até 1.10 (Sem ágio excessivo)
P/VP não disponível

Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial

P/VP acima de 0.70
P/VP não disponível

Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito

Estabilidade nos Proventos
Histórico insuficiente para cálculo trimestral

Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente

Patrimônio > R$ 500 Milhões
Patrimônio Líquido não disponível

Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência

Liquidez Diária > R$ 500 mil
Volume médio diário: R$ 15.57 milhões

Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book

Segmento Consolidado
Segmento: Fundo Imobiliário (FII)

Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária

Mais de 3 anos na Bolsa
Data de IPO/listagem não mapeada

Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos

DY Sustentável (≤ 18% a.a.)
Dividend Yield não disponível

Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias

Vacância Física < 10%
Vacância Física: 0.0% (Abaixo de 10%)

Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)

ℹ️ Análise algorítmica de FIIs calculada em tempo real com base em dados de proventos e patrimônio B3/CVM. Não constitui recomendação de compra ou venda.
🏢
Valuation de Rendimentos

Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)

Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.

ℹ️ Informação indisponível Histórico de rendimentos insuficiente para cálculo do Preço Teto.
Ajustar parâmetros na Calculadora de Preço Teto
Fórmula: Rendimento Anual ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.

O ativo LTMG11 (LETO IDEX CDI MARGEM CLASSE DE INDICE - RESPONSABILIDADE LIMITADA) está sendo negociado hoje a R$ 100,10, acumulando uma variação de +0.00% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 100,10 e a máxima de R$ 100,12. O fundo atua no segmento de Fundo Imobiliário (FII), registrando um Dividend Yield (12M) de 0,00% e indicador P/VP de 1,00x.

Abertura
R$ 100,12
Fec. Ant: R$ 100,12
Variação Dia
Min: R$ 100,10
Max: R$ 100,12
52 Semanas
Mín: R$ 100,10
Máx: R$ 100,12
Volume
155.501
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: LTMG11

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)

Patrimônio Líquido
-
Último Rendimento
-
Rendimento Médio (12M)
-
por cota / mês
Rendimento 12M
-
acumulado no ano
Quantidade de Cotas
-
Liquidez Diária
155.501

Sobre a LTMG11

Categoria / Segmento
Fundo Imobiliário (FII)
Tipo de Ativo
Fundo de Investimento Imobiliário (B3)
Market Cap
N/A

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Fundos imobiliários: BRCR11, HGBS11, TRXF11 e outros FIIs trazem novidades nesta semana; confira
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Fundos imobiliários: BRCR11, HGBS11, TRXF11 e outros FIIs trazem novidades nesta semana; confira

Nesta semana, o giro pelos fundos imobiliários traz atualizações aos cotistas sobre FIIs como Hedge Brasil Shopping (HGBS11), Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11), TRX Real Estate (TRXF11) e outros. Confira: BTG Pactual Corporate Office Fund (BRCR11) O BRCR11 concluiu a venda da totalidade do veículo detentor do Edifício Mayrink Veiga 9, localizado no Centro do Rio de Janeiro, com 15,2 mil m² de ABL, por R$ 93,1 milhões, a um cap rate de 10%. O ativo representava cerca de 4% da receita de locação do fundo e concentrava aproximadamente 18% da área vaga do portfólio. Hedge Brasil Shopping (HGBS11) O HGBS11 concluiu a aquisição de 75% do Shopping Jaraguá Araraquara (SP) por R$ 216,3 milhões, sendo R$ 295 mil pagos com recursos do caixa e R$ 216,0 milhões por meio de securitização via CRI da 3ª emissão da B.SEC, com taxas de CDI + 1,50% ao ano e prazo de 15 anos. Com a operação, o fundo passou a deter 100% do shopping, cujo preço ficou em linha com o laudo da Capright e representa cap rate de 9,4%. O guidance de rendimentos para o segundo semestre de 2026 foi mantido em R$ 0,17 por cota. Pátria Recebíveis Imobiliários (HGCR11), Patria Logística (HGLG11), Pátria Escritórios (HGRE11), Patria Renda Urbana (HGRU11) Os fundos informaram que suas administrações fiduciárias foram transferidas, com efeitos a partir de outubro de 2026, para a Genial Investimentos Corretora de Valores Mobiliários S.A., em razão de reorganização societária e operacional do Grupo Genial. A substituição não altera a equipe, os sistemas, os controles, a política de investimento, as taxas nem os direitos e obrigações dos cotistas. Os serviços de custódia, escrituração, controladoria, tesouraria e processamento de ativos passarão a ser prestados pelo novo administrador ou por terceiro por ele contratado, permanecendo o Banco Genial responsável por essas atividades até a atualização cadastral. Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11) O KNCR11 anunciou a aprovação, em AGE, da 13ª emissão de cotas, com oferta de até 24,4 milhões de novas cotas, podendo ser acrescida de lote adicional de até 25% (6,1 milhões de cotas). A emissão poderá ocorrer em até duas séries, admitindo distribuição parcial desde que atingido o montante mínimo de 300 mil cotas. O preço de emissão foi fixado em R$ 102,63 por cota, correspondente ao valor patrimonial em 31 de agosto de 2026; na 2ª série, a integralização ocorrerá pelo valor patrimonial do dia útil anterior, acrescido de taxa de distribuição primária de até 2%. Os cotistas terão direito de preferência pelo fator de proporção de até 0,2277, com possibilidade de cessão a outros cotistas ou a terceiros, além de direito de sobras, e a oferta será coordenada pelo Itaú BBA, sob o regime de melhores esforços. Adicionalmente, o fundo informou que realizará sua 13ª emissão de cotas com oferta pública primária inicial de até R$ 2,5 bilhões, correspondente a até 24,4 milhões de cotas ao preço de R$ 102,63 por cota. A oferta admite lote adicional de até 25% do volume inicial e prevê captação mínima de R$ 30,8 milhões, sendo que os investidores pagarão ainda taxa de distribuição de 2,00% por cota. VBI Logístico (LVBI11) O LVBI11 concluiu a alienação do imóvel logístico localizado em Itapevi (SP), com 60,3 mil m² de terreno e 35,8 mil m² de área construída, pelo valor total de R$ 103,7 milhões. O pagamento será feito em R$ 34,1 milhões à vista, R$ 34,1 milhões em até 6 meses e R$ 35,6 milhões em até 12 meses, com correção pelo IPCA sobre as parcelas vincendas, sendo R$ 1,5 milhão da segunda parcela mantido em conta escrow para custear pendências e retificação de área. A operação gerará lucro em regime de caixa de R$ 14,9 milhões, equivalente a R$ 0,93 por cota, com TIR de 10,3% ao ano e MOIC de 1,77x, e a compradora assumiu a posse indireta do imóvel, passando a receber os aluguéis e demais recebíveis dos contratos de locação vigentes. Pátria Securities (PSEC11) O fundo informou a proposta de reorganização com o RBRX11, que, se aprovada, resultará na consolidação dos ativos da carteira do PSEC11 no RBRX11, na migração dos cotistas e na posterior liquidação do fundo. A estrutura prevê: (i) oferta pública de cotas do RBRX11 pelo valor patrimonial para viabilizar a aquisição dos ativos; (ii) AGE do PSEC11, por consulta formal, para deliberar sobre a dissolução e liquidação mediante alienação da carteira ao RBRX11; e (iii) liquidação do PSEC11 com entrega proporcional de cotas do RBRX11 e/ou caixa aos cotistas. Após a definição dos termos, serão divulgados o fator de proporção e o valor de liquidação, e, em caso de aprovação, os cotistas deverão informar o custo de aquisição das cotas para fins tributários. Adicionalmente, o fundo convocou consulta formal para deliberar sobre a dissolução e liquidação, mediante alienação da totalidade dos ativos ao RBRX11 pelo valor patrimonial contabilizado no balanço na data da alienação, com subscrição e integralização de cotas do RBRX11 emitidas em oferta destinada a essa finalidade. A liquidação poderá ocorrer mediante entrega aos cotistas de cotas do RBRX11 e/ou moeda corrente, após o pagamento das despesas, e a aprovação exige maioria dos votantes representando no mínimo 25% das cotas emitidas. A votação fica aberta até 21 de outubro de 2026, com resultado até 22 de outubro de 2026, e, se aprovada, as cotas do PSEC11 serão bloqueadas para negociação na B3 até a liquidação. RBR Plus Multiestrategia (RBRX11) O gestor informou a proposta de reorganização envolvendo a aquisição, pelo RBRX11, da totalidade dos ativos do PSEC11 pelo valor patrimonial, seguida da liquidação do PSEC11. Para viabilizar a operação, está prevista oferta pública de cotas do RBRX11 pelo valor patrimonial, a ser divulgada oportunamente, e a conclusão depende da aprovação pelos cotistas do PSEC11 e do encerramento da oferta. Caso implementada, os ativos do PSEC11 passam a integrar a carteira do RBRX11, e os cotistas do PSEC11 poderão receber cotas do RBRX11 na liquidação. TRX Real Estate (TRXF11) O TRXF11 celebrou acordo para aquisição indireta de duas lajes corporativas em São Paulo, por meio do HIRE11, no valor total de R$ 143,8 milhões. A operação envolve o Edifício JFL Rebouças, na Av. Rebouças, nº 3.084, e o Ed. Passarelli, na Rua Pais Leme, nº 524, ambos em Pinheiros, com ABL adquirida de 9.690,88 m² e taxa de ocupação de 100%. O pagamento será feito com R$ 82,6 milhões na data de fechamento, R$ 8,7 milhões em moeda corrente e R$ 52,5 milhões em três parcelas pagas em até 24 meses. Adicionalmente, o fundo celebrou os documentos definitivos de venda de 15 imóveis ao BRC Renda Urbana FII, com transmissão da posse na mesma data. O portfólio inclui ativos locados a Americanas/Dasa, Caixa Econômica Federal, Extra (CBD) e o Stripmall Grande Center, entre outros, e o preço total foi de R$ 207,3 milhões, quitado por compensação com créditos de subscrição e integralização de cotas do BRC. O lucro estimado é de aproximadamente R$ 0,51 por cota, com TIR aproximada de 38,49% ao ano (cerca de 107% do CDI no período), e o valor de venda está em linha com os últimos laudos, a um cap rate de 8,13% ao ano sobre os aluguéis vigentes. Por fim, o fundo encerrou a 13ª emissão de cotas, com a subscrição e integralização de 33,5 milhões de novas cotas, equivalentes a R$ 3,16 bilhões no preço de subscrição de R$ 94,39 por cota. Vinci Logística (VILG11) O VILG11 concluiu a aquisição do Multimodal Campinas, condomínio logístico AAA em Campinas (SP), por R$ 140,0 milhões, equivalente a aproximadamente R$ 3.024/m² de ABL. O pagamento será feito em três parcelas, sendo R$ 56,0 milhões à vista, R$ 42,0 milhões em 6 meses corrigidos pelo IPCA e R$ 42,0 milhões em 12 meses corrigidos pelo IPCA. Considerando o fluxo de pagamento a valor presente, a operação reflete cap rate de entrada de 9,9% e yield médio estimado de 18,5% no primeiro ano, com a vendedora prestando garantia de renda mínima por até 12 meses; o ativo possui 46.296 m² de ABL e conta com cinco locatários, incluindo Shopee e Grupo MBRF.

Fundo imobiliário desembolsa R$ 140 milhões por complexo logístico locado à MBRF (MBRF3) e Shopee – Money Times
Fundos Imobiliários Brasileiros •

Fundo imobiliário desembolsa R$ 140 milhões por complexo logístico locado à MBRF (MBRF3) e Shopee – Money Times

Fundo imobiliário desembolsa R$ 140 milhões por complexo logístico locado à MBRF (MBRF3) e Shopee (Foto: Divulgação) O fundo imobiliário Vinci Logística (VILG11) concluiu a aquisição do Multimodal Campinas, condomínio logístico localizado em Campinas, no interior de São Paulo, por R$ 140 milhões. A operação havia sido anunciada inicialmente em agosto. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Segundo fato relevante divulgado ao mercado, o valor equivale a aproximadamente R$ 3 mil por metro quadrado (m²) de área bruta locável (ABL), já que o complexo possui 46,3 mil m² de ABL. Do total, R$ 56 milhões, correspondentes a 40% do preço, foram pagos no fechamento da transação, enquanto os 60% restantes serão quitados em duas parcelas. A primeira, de R$ 42 milhões, será paga em seis meses e corrigida pela variação do IPCA. Já a segunda, também de R$ 42 milhões, será quitada em 12 meses, igualmente ajustada pela inflação. Considerando o fluxo de pagamento das parcelas a valor presente, a aquisição representa um cap rate (taxa de capitalização) de entrada de 9,9%, de acordo com o VILG11. O fundo estima ainda um yield médio de 18,5% no primeiro ano. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Como proteção adicional, a parte vendedora prestará ao FII uma garantia de renda mínima (RMG) por até 12 meses a partir do fechamento. A medida assegura a manutenção do fluxo de receita mensal atualmente contratado em caso de eventual desocupação parcial ou total do ativo. Condomínio logístico Multimodal Campinas (Imagem: divulgação/ VILG11) O complexo logístico O Multimodal Campinas está localizado no km 87 da Rodovia Anhanguera (SP-330), um dos principais corredores logísticos do país, e próximo ao Aeroporto Internacional de Viracopos. O empreendimento conta com especificações técnicas de padrão AAA, incluindo 13 módulos, pé-direito mínimo de 12 metros e piso com capacidade para 6 toneladas por m². CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Atualmente, o complexo possui cinco locatários. Entre eles estão a Shopee e o Grupo MBRF (MBRF3), que, juntos, representam mais de 75% da receita de locação do ativo. Segundo o VILG11 , a aquisição reforça a estratégia de investimento em imóveis logísticos localizados em mercados consolidados, com geração de renda e potencial de valorização no médio e longo prazo. Portfólio do VILG11 pós-transação (Imagem: divulgação/ VILG11) CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Lula ou Flávio Bolsonaro: O que esperar dos fundos imobiliários (FIIs) sob o novo presidente – Money Times
Fundos Imobiliários Brasileiros •

Lula ou Flávio Bolsonaro: O que esperar dos fundos imobiliários (FIIs) sob o novo presidente – Money Times

Presidente Lula e senador Flávio Bolsonaro (Marcelo Camargo/Agência Brasil e Jefferson Rudy Agência Senado) A eleição presidencial que bate à porta pode ter impacto relevante sobre o mercado de fundos imobiliários em 2027, principalmente por meio da política fiscal do futuro mandatário e de seus efeitos sobre a curva de juros, segundo analistas consultados pelo Money Times. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Ainda assim, o cenário não aponta para uma escolha simples entre FIIs de papel ou de tijolo. As duas classes podem continuar tendo espaço nas carteiras independentemente do resultado do pleito, mas com diferentes perfis de risco e potenciais vetores de retorno, de acordo com os especialistas. À reportagem, Arthur Bonifácio, analista da Eleven Financial, afirmou que evitaria uma escolha binária entre os segmentos – embora tenha citado diferenças entre os dois – justamente porque o principal ponto para o próximo ano será a combinação entre juros, inflação e risco fiscal. “Em um ambiente de juros ainda elevados, os fundos de papel tendem a preservar maior capacidade de geração de renda, enquanto uma eventual queda das taxas pode favorecer mais os fundos de tijolo via compressão de cap rate [taxa de capitalização] e valorização das cotas”, disse. Caio Araujo, analista da Empiricus Research, segue uma linha semelhante. Para ele, os FIIs de tijolo tendem a se enquadrar de forma mais positiva em um cenário de ajuste fiscal crível, com potencial de ganho de capital. Já os de papel também podem se beneficiar de uma menor inclinação da curva de juros, embora em “menor magnitude”. Se Lula vencer, como ficam os FIIs? CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Considerando os dois candidatos mais bem posicionados nas pesquisas de intenção de voto, em um eventual novo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), os analistas não apontam uma migração automática para uma das duas classes. A avaliação de Araujo é de que, nesse cenário, a alocação em FIIs continuaria pertinente, mas com uma postura mais cautelosa. O especialista cita fundos de papel high grade (com menor risco de crédito) e fundos de tijolo “de qualidade” como opções para geração de renda ou preservação de capital em relação à inflação. “Para o cenário de vitória do incumbente, que implica em menor comprometimento com as contas públicas, a alocação em FIIs continua pertinente, mas em nível mais conservador”, afirmou. “Fundos de crédito high grade e tijolo de qualidade seguem como alternativa.” Já um gestor de FIIs ouvido pela reportagem avaliou que não seria adequado considerar os veículos de papel como uma espécie de proteção contra um cenário de juros elevados. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE “Se o Lula ganhar, os dois tipos [de fundos imobiliários], como qualquer ativo com risco, vão apanhar”, afirmou. O executivo argumentou que os FIIs de papel, embora estejam posicionados como credores em operações imobiliárias, continuam expostos à saúde financeira dos projetos e das empresas que estão na ponta das operações. “O fundo de papel só está financiando o projeto imobiliário. Se o juro está alto, se os projetos estão dando prejuízo, se as incorporadoras estão falindo, FII de papel, no final, vai apanhar também”, disse. “Esses fundos são só camadas diferentes na estrutura de capital. Ou é o equity, via tijolo, ou é dívida, via papel, mas os projetos no final são os mesmos. Então, o juro alto machuca todo mundo de forma parecida.” E se Flávio Bolsonaro vencer? CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Para um eventual governo de Flávio Bolsonaro (PL), a variável mais importante para os FIIs também seria a condução fiscal e sua influência sobre a curva de juros, segundo os analistas. Isso porque, como acontece com qualquer ativo de renda variável, os juros influenciam o desempenho dos FIIs, e isso inclui tanto os juros presentes (a taxa Selic) quanto os juros futuros (os DIs). São indicadores ligados ao cenário macroeconômico que podem deixar o investidor com mais ou menos apetite por ativos de risco como os FIIs e, como consequência, mexer com os preços das cotas. Nesse contexto, Bonifácio ponderou que, caso haja melhora da percepção fiscal e queda nas taxas, os fundos de tijolo poderiam capturar uma reprecificação mais forte. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE “Também dependeria [caso Flávio ganhe a eleição] principalmente da condução fiscal e da resposta da curva de juros”, afirmou. “Se houver melhora, os FIIs de tijolo podem capturar uma reprecificação mais forte, enquanto os FIIs de papel continuariam interessantes pela previsibilidade dos recebíveis”, prosseguiu. Já o gestor ouvido pelo Money Times vê a possibilidade de uma reação inicialmente positiva dos mercados em uma eventual vitória do senador. “Acho que, pelo menos num primeiro momento, vai melhorar para todos, porque o juro vai cair. Governo novo acaba tendo uma certa lua de mel inicial, independentemente das decisões que vai tomar [depois]”, disse o executivo. Situação fiscal brasileira CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A avaliação dos analistas ocorre em um contexto de preocupação do mercado com a situação fiscal brasileira. Em relatório recente, porém, o Goldman Sachs afirmou que nem Lula nem Flávio Bolsonaro apresentaram, até o momento, uma estratégia fiscal clara e detalhada para o próximo mandato. “Embora os investidores continuem concentrados nas vulnerabilidades fiscais brasileiras, nenhum dos dois principais candidatos apresentou uma estratégia fiscal clara e detalhada para o próximo mandato presidencial”, escreveram os economistas Alberto Ramos e Panteleymon Semka. Apesar da ausência de uma estratégia detalhada, o Goldman enxerga caminhos distintos para a condução da economia em cada governo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Em um eventual quarto mandato de Lula, o banco espera, no máximo, medidas modestas para conter o crescimento dos gastos primários — despesas que não incluem os juros da dívida — e iniciativas para elevar a carga tributária. Já em uma Presidência de Flávio Bolsonaro, os analistas aguardam menor risco fiscal e uma agenda mais favorável ao setor privado e às reformas. O Money Times também fez uma matéria mostrando as diferentes propostas dos candidatos à Presidência para o assunto. Os riscos e as oportunidades nos FIIs Os fundos de papel têm como principal característica a exposição a ativos de crédito imobiliário, especialmente por meio dos Certificados de Recebíveis (CRIs). Nesse segmento, Bonifácio explica que a qualidade dos devedores e das garantias pode ser tão importante quanto o nível dos juros. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O principal risco, segundo o analista, está no aumento da inadimplência e na deterioração da qualidade do crédito. Já entre as oportunidades, estão spreads elevados e uma gestão eficiente da carteira. Independentemente do resultado eleitoral, Bonifácio recomenda observar alguns fatores para investir bem. “Em papel, eu olharia principalmente qualidade dos devedores, garantias, concentração, indexadores, duration, LTV (relação entre dívida e valor das garantias) e histórico de inadimplência”, afirmou. Já entre os fundos de tijolo, o analista da Eleven destaca logística e shopping centers como setores que podem apresentar fundamentos favoráveis em 2027, independentemente do cenário eleitoral. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE No caso dos galpões, Bonifácio cita a demanda por ocupação. Nos centros de compra, aponta a recuperação operacional, o crescimento das vendas e a capacidade de repasse dos aluguéis. “Em tijolo, olharia principalmente localização, qualidade e idade dos imóveis, vacância, concentração de locatários, prazo dos contratos, capacidade de reajuste e qualidade da gestão”, afirmou. “Em ambos [papel ou tijolo], preço de entrada e sustentabilidade do rendimento são fundamentais”, prosseguiu. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Perguntas Frequentes sobre LTMG11

Qual é a cotação de LTMG11 hoje na B3?
A cotação de LTMG11 hoje está em R$ 100,10. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 100,10 e máxima de R$ 100,12.
Quanto a LTMG11 paga de dividendos?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker LTMG11. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de LTMG11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de LTMG11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de LTMG11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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