HG

HGPO11 Cshg Jhsf Prime Offices Fundo De Investimento Imobiliario – Cotação Hoje

🏢 FII Tijolo - Lajes Corporativas

Cshg Jhsf Prime Offices Fundo De Investimento Imobiliario

CNPJ: 11260134000168

Preço Atual
R$ 0,00
-100.00%
Cotação oficial B3 em tempo real
Análise de Fundos Imobiliários • Geração de Renda Passiva

Selo de Investimento:

⚠️ Atenção

Atende a 6 de 11 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.

Pontuação dos Critérios 6/11 (54.5%)
Mínimo Renda Sólida: 7/10 Status: Atenção

Checklist Fundamentalista de 11 Critérios

Critérios de consistência e valuation auditados
Dividend Yield > 6% a.a.
DY 12M atual: 1.03% a.a.

Retorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano

Distribuição Mensal Consistente
94 meses com distribuição registrada nos últimos 12 meses

Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses

P/VP até 1.10 (Sem ágio excessivo)
P/VP com ágio elevado: 3.04x

Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial

P/VP acima de 0.70
P/VP atual: 3.04x (Acima de 0.70)

Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito

Estabilidade nos Proventos
Variação trimestral estável: -16.5%

Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente

Patrimônio > R$ 500 Milhões
Patrimônio Líquido não disponível

Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência

Liquidez Diária > R$ 500 mil
Dados de volume diário insuficientes

Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book

Segmento Consolidado
Segmento: Tijolo - Lajes Corporativas

Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária

Mais de 3 anos na Bolsa
Data de IPO/listagem não mapeada

Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos

DY Sustentável (≤ 18% a.a.)
DY sustentável: 1.03% a.a. (Abaixo de 18%)

Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias

Vacância Física < 10%
Vacância Física: 0.0% (Abaixo de 10%)

Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)

ℹ️ Análise algorítmica de FIIs calculada em tempo real com base em dados de proventos e patrimônio B3/CVM. Não constitui recomendação de compra ou venda.
🏢
Valuation de Rendimentos

Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)

Abaixo do Teto

Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 1.813,35
Rendimento Anual (12M) R$ 108,80
Margem de Segurança +0.00%
Ajustar parâmetros na Calculadora de Preço Teto
Fórmula: Rendimento Anual ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.
🏗️
CVM Oficial Data-base: 2026-06-30

Composição da Carteira & Ativos do Fundo

📊 Alocação por Classe de Ativo

Outros 0,00%

Principais Títulos & CRIs em Carteira

ITAU SOBERANO RF SIMPLES LP FIC FI CRI • Taxa: N/D
R$ 88,67 mi
📑 Relatório Mensal CVM & Informes Estruturados

Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do HGPO11.

Acessar Relatório CVM Completo →
Fonte: Informes Periódicos Trimestrais CVM via Brapi.dev Atualização automática a cada novo informe registrado

O ativo HGPO11 (Cshg Jhsf Prime Offices Fundo De Investimento Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 0,00, acumulando uma variação de -100.00% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 0,00 e a máxima de R$ 155,48. O fundo atua no segmento de Tijolo - Lajes Corporativas, registrando um Dividend Yield (12M) de 1.03% e indicador P/VP de 3.04x.

Abertura
R$ 0,00
Fec. Ant: R$ 153,41
Variação Dia
Min: R$ 0,00
Max: R$ 0,00
52 Semanas
Mín: R$ 0,00
Máx: R$ 155,48
Volume
0
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: HGPO11

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)

3.04
R$ 50,42
Patrimônio Líquido
-
Último Rendimento
R$ 1.2009
Pagto: 2026-07-08
Rendimento Médio (12M)
R$ 54.4004
por cota / mês
Rendimento 12M
R$ 108.8009
acumulado no ano
Quantidade de Cotas
1,75 Mi
Liquidez Diária
0

Sobre a HGPO11

Categoria / Segmento
Tijolo - Lajes Corporativas
Tipo de Ativo
Fundo de Investimento Imobiliário (B3)
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O PÁTRIA PRIME OFFICES - FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO (HGPO11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Escritórios, com gestão Definida.

Administrador do Fundo
Nome
BANCO GENIAL S.A.
CNPJ
45246410000155
Telefone
(11) 3524-8888
Endereço
Praia de Botafogo, 228 - 9 ANDAR, Botafogo — Rio de Janeiro/RJ - CEP 222050-906
RENDIMENTO R$ 1,2009
Pagamento: 08/07/2026
AMORTIZAÇÃO R$ 49,2224
Pagamento: 08/07/2026
RENDIMENTO R$ 107,6000
Pagamento: 15/06/2026
AMORTIZAÇÃO R$ 57,0500
Pagamento: 14/11/2024
RENDIMENTO R$ 130,4000
Pagamento: 14/11/2024
RENDIMENTO R$ 1,7500
Pagamento: 14/10/2024
RENDIMENTO R$ 1,7000
Pagamento: 13/09/2024
RENDIMENTO R$ 1,7000
Pagamento: 14/08/2024
RENDIMENTO R$ 1,7000
Pagamento: 12/07/2024
RENDIMENTO R$ 1,7000
Pagamento: 14/06/2024

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Dólar a R$ 4,86? O que as eleições, o Chile, a Colômbia e o Peru têm a ver com isso?
Fundos Imobiliários Brasileiros •

Dólar a R$ 4,86? O que as eleições, o Chile, a Colômbia e o Peru têm a ver com isso?

Você se lembra da última vez que o dólar foi cotado a R$ 4,87? Foi há mais de dois anos, em janeiro de 2024. Na ocasião, a moeda norte-americana recuou pelo segundo pregão consecutivo, após a divulgação de dados de inflação no Brasil e nos Estados Unidos. Você se lembra da última vez que o dólar foi cotado a R$ 4,87? Foi há mais de dois anos, em janeiro de 2024. Na ocasião, a moeda norte-americana recuou pelo segundo pregão consecutivo, após a divulgação de dados de inflação no Brasil e nos Estados Unidos. Agora, com o primeiro turno das eleições presidenciais marcado para domingo (4), podemos estar prestes a ver o câmbio neste patamar novamente. E três países vizinhos ajudam a entender de onde vem essa possibilidade. Agora, com o primeiro turno das eleições presidenciais marcado para domingo (4), podemos estar prestes a ver o câmbio neste patamar novamente. E três países vizinhos ajudam a entender de onde vem essa possibilidade. Chile, Colômbia e Peru. Nos três, o comportamento das moedas foi de apreciação frente ao dólar, depois de eleições presidenciais que resultaram em alternância de governo. Diante desse cenário, os analistas da Empiricus Research fizeram a seguinte pergunta: “Quanto o real poderia se valorizar caso uma eventual mudança de governo no Brasil viesse acompanhada de redução relevante do prêmio de risco doméstico?” Na visão dos analistas, a cotação convergiria para uma região próxima de R$ 4,94 a R$ 4,87 por dólar. E parte desse movimento poderia começar a ser precificado antes mesmo de o resultado definitivo das eleições ser conhecido. VEJA MAIS: confira as principais recomendações da Empiricus, DE GRAÇA, até o fim do segundo turno das eleições O real pode estar no mesmo caminho das moedas do Chile, da Colômbia e do Peru? A Empiricus Research analisou três eleições presidenciais recentes na América Latina: a vitória de José Antonio Kast no Chile, em dezembro de 2025; de Abelardo de la Espriella na Colômbia, em junho de 2026; e de Keiko Fujimori no Peru, proclamada presidente eleita em julho. Nos 42 pregões posteriores ao segundo turno, período equivalente a aproximadamente dois meses, todas as moedas apresentaram valorização frente ao dólar: O peso chileno se valorizou 6,5%; O peso colombiano avançou 9%; e O sol peruano, 0,6%. O ponto destacado pelos analistas não está apenas na dimensão da valorização. No Chile e na Colômbia, por exemplo, “a reprecificação não terminou quando o vencedor passou a ser conhecido”, apontam. Segundo o relatório, isso acontece porque o resultado da eleição não encerra necessariamente a formação de preços. Depois das urnas, o mercado passa a observar fatores como: composição do governo, relação com o Legislativo, credibilidade das primeiras sinalizações econômicas e possibilidade de implementação das políticas anunciadas. Mas de que maneira esse movimento observado nos países vizinhos se relaciona com o Brasil neste momento? O objetivo foi avaliar quanto o real poderia se apreciar diante de uma eventual alternância de governo no Brasil. Nesse sentido, estamos a um dia do primeiro turno das eleições e as pesquisas mostram empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro nos dois turnos. De acordo com o portal Polling Data, o agregado das últimas pesquisas indicavam Lula com 40% e Flávio com 38% no primeiro turno. Em uma eventual disputa entre os dois no segundo turno, Flávio aparecia numericamente à frente, com 45% contra 44%. Assim, o estudo da Empiricus aponta que, caso haja uma alternância política, acompanhada de melhores perspectivas fiscais e econômicas, o real pode se valorizar frente ao dólar. De R$ 5,21 para até R$ 4,87: Até onde o câmbio pode chegar com as eleições? No estudo, a Empiricus trabalhou com a possibilidade de uma apreciação do real frente ao dólar em três cenários: no caso-base, a pesquisa ajusta os movimentos das moedas pela volatilidade. O resultado encontrado sugere uma valorização média de 6,7%. Já nos dois cenários mais conservadores, a análise considera primeiramente a volatilidade existente na época de cada uma das eleições estudadas. Nesse exercício, a valorização estimada para o real cai para aproximadamente 5,2%. No segundo cenário, o estudo desconsidera dos movimentos das moedas a parcela associada ao comportamento global do dólar, medido pelo DXY (US Dollar Index) — índice que mede o desempenho do dólar norte-americano em relação a uma cesta de moedas —, antes de aplicar o ajuste pela volatilidade. O resultado foi uma valorização estimada de cerca de 5,4% para o real. Assim, considerado o fechamento de 1º de outubro (R$ 5,21), nos cenários conservadores o câmbio poderia ficar entre R$ 4,93 e R$ 4,94. Contudo, o cenário-base aponta para a possibilidade de um dólar a R$ 4,87 nos próximos pregões. A resposta não é uma previsão de que o dólar chegará neste preço. Mas, de acordo com a Empiricus, o movimento observado em outros países é um bom indicativo do que podemos ver no Brasil. E um detalhe importante: o câmbio não necessariamente espera a definição das urnas para começar a se movimentar. SAIBA MAIS: E se o dólar realmente cair? Quais são os melhores investimentos para ter na carteira? Valorização do real poderia começar já nos próximos dias: veja como se posicionar para uma eventual mudança no câmbio “O fato de uma eventual alternância já possuir alguma probabilidade incorporada aos preços dos ativos nas últimas semanas não implica que toda a reprecificação potencial tenha necessariamente ocorrido”, explicam os analistas da Empiricus. No estudo, os analistas mostram que parte da movimentação das moedas aconteceu antes mesmo da votação decisiva. NaColômbia, o peso já havia se valorizado aproximadamente 7% nos 30 dias anteriores ao segundo turno. Usando o primeiro turno como referência, a apreciação acumulada chegou a cerca de 12,2% em dois meses. O Chile apresentou comportamento semelhante. Tomando o primeiro turno como ponto inicial, a valorização da moeda em dois meses foi de aproximadamente 5,2%. Isso mostra que parte do movimento já estava em curso antes da vitória de Kast no segundo turno. No caso brasileiro, o primeiro turno acontece neste domingo (4). Por isso, os pregões após a votação já podem mostrar o mercado precificando as novas informações sobre a disputa eleitoral, entre elas uma possível valorização do real frente ao dólar. Ou seja, depois do primeiro turno, muita coisa pode acontecer antes de você decidir como se posicionar e, portanto, hoje pode ser o melhor dia para conhecer os ativos que podem ganhar com uma possível virada do real. Por isso, você, que está lendo esta matéria, tem até 31/10/2026 para acessar os conteúdos da Empiricus de graça. A casa está liberando o acesso à Empiricus+, “streaming” de investimentos da casa. Assim, você já confere quais são os melhores ativos para comprar antes dos resultados das eleições. Na Empiricus+ você terá acesso às 11 principais carteiras da casa, de graça e, além disso: Análises e relatórios que vão te ajudar a entender como os principais acontecimentos políticos afetam os mercados; que vão te ajudar a entender como os principais acontecimentos políticos afetam os mercados; As estratégias que os analistas consideram mais adequadas para proteger e aproveitar oportunidadesem um ambiente de maior incerteza; que os analistas consideram mais adequadas para proteger e aproveitar oportunidadesem um ambiente de maior incerteza; Recomendações para investir em ações, renda fixa, fundos imobiliários, estratégias alternativas, entre outros. Para liberar o seu acesso gratuito à Empiricus+ é simples. Basta clicar no botão abaixo:

Fundos imobiliários (FIIs): Veja 12 para ter na carteira em outubro, segundo o Itaú BBA – Money Times
Fundos Imobiliários Brasileiros •

Fundos imobiliários (FIIs): Veja 12 para ter na carteira em outubro, segundo o Itaú BBA – Money Times

Fundos imobiliários (FIIs): Veja 12 para ter na carteira em outubro, segundo o Itaú BBA (Imagem: MicroStockHub/iStock) O Itaú BBA optou por manter inalterada sua carteira recomendada de fundos imobiliários (FIIs) para o mês de outubro, que segue composta por 12 veículos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Em relatório, os analistas Fausto Menezes e Larissa Gatti Nappo afirmaram que mantêm a preferência por FIIs de papel (crédito), devido ao cenário que “permanece favorável no curto prazo”. “Nossa visão é baseada na projeção de pausa do atual ciclo de cortes de juros, no qual a expectativa é de uma Selic de 13,75% ao ano ao fim de 2026, o que favorece os rendimentos dos fundos [de papel] indexados ao CDI”, escreveram. “Já para os FIIs [de papel] atrelados ao IPCA, seguimos com a projeção de inflação de 5,1% para 2026, sendo que os dados correntes apontam uma janela benigna no curto prazo, mas com alimentos e serviços reacelerando no quarto trimestre, o que tende a beneficiar esses fundos, reforçando a tese de que podem representar alternativas relevantes dentro de diferentes cenários de investimento”, acrescentaram. Quanto aos fundos de tijolo, a dupla afirmou que, ao analisar os fundamentos da classe, observa bases sólidas e ciclos positivos. Apesar disso, pontuou que a continuidade desse desempenho depende, em parte, da evolução da atividade econômica. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE “Caso as condições financeiras permaneçam restritivas por um período prolongado, a tendência positiva atualmente observada poderá perder força. Vale notar que já observamos sinais de desaceleração econômica, mas ainda sem reflexos relevantes para o mercado de fundos imobiliários”, disseram Menezes e Nappo. “Além disso, esses fundos [de tijolo] são mais sensíveis à reprecificação das curvas de juros, o que pode aumentar a volatilidade diante do cenário atual. Ainda assim, enxergamos espaço para valorização adicional, sustentada pelo desconto remanescente e pelo bom momento operaciona”, prosseguiram. Carteira recomendada do Itaú BBA Com isso, a distribuição por segmento da carteira recomendada de FIIs do BBA segue da seguinte forma: Recebíveis (ativos financeiros): 32% 32% Logística: 21% 21% Multiestratégia: 17% 17% Shoppings: 15% 15% Lajes corporativas: 11% 11% Varejo: 5% Em setembro, o portfólio escolhido pelo banco registrou queda de 0,3%, ante recuo de 0,23% do IFIX, principal índice de fundos imobiliários da bolsa de valores (B3). CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE No acumulado de 2026, porém, o desempenho da carteira é positivo em 2,1%, contra desvalorização de 0,53% do indicador referencial (benchmark). Segundo o BBA, o mês passado foi marcado pela continuidade do ambiente de cautela no mercado de fundos imobiliários. Entre os fatores que contribuíram para esse cenário, o banco citou tensões geopolíticas globais, o período eleitoral e os juros elevados. “Esse contexto manteve a pressão sobre o IFIX, fazendo com que o índice encerrasse mais um mês no negativo. Além disso, o aumento dos pedidos de recuperação judicial tem chamado a atenção no noticiário e, em nossa avaliação, pode ter contribuído para uma postura mais cautelosa dos investidores”, afirmou a casa. “O aumento dos pedidos de recuperação judicial ganha relevância para a indústria imobiliária, especialmente pelos potenciais impactos sobre o pagamento de aluguéis, a ocupação dos ativos e as garantias […] Até o momento, contudo, não identificamos evidências suficientes de uma deterioração generalizada dos fundamentos do setor”, acrescentou. Confira os FIIs recomendados pelo Itaú BBA para outubro: Fundo (ticker) Setor Peso HGRU11 Varejo 5,00% HSML11 Shopping center 7,50% XPML11 Shopping center 7,50% BRCO11 Logístico 8,50% BTLG11 Logístico 8,50% KNRI11 Híbrido 8,50% PVBI11 Lajes corporativas 6,50% ITRI11 Multiestratégia 5,00% KNHF11 Multiestratégia 11,50% KNIP11 Ativos financeiros (Papel) 11,50% KNUQ11 Ativos financeiros (Papel) 10,00% KNCR11 Ativos financeiros (Papel) 10,00% CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Veja quais são as propostas dos candidatos à Presidência para o crédito da casa própria
UOL - Notícias •

Veja quais são as propostas dos candidatos à Presidência para o crédito da casa própria

São Paulo A compra da casa própria continua movimentando um dos maiores mercados de crédito do país. Mesmo com os juros em patamar elevado, o financiamento imobiliário mantém trajetória de expansão, sustentado principalmente pelo Minha Casa, Minha Vida (MCMV). O programa, que se consolida como o principal vetor de crescimento do setor, expandiu seu alcance nos últimos anos para atender famílias com renda de até R$ 13 mil, combinando recursos do FGTS, do Fundo Social e juros abaixo dos praticados pelo mercado. O protagonismo do MCMV cresceu à medida que o financiamento tradicional com recursos da caderneta de poupança perdeu fôlego. Para as incorporadoras, a oferta de subsídios públicos e de funding direcionado tem garantido o ritmo de lançamentos e vendas em um momento em que a Selic (taxa básica de juros) torna o crédito livre proibitivo para boa parte das famílias. Skyline da Radial Leste na altura do metrô Belém - Zanone Fraissat -19.jun.26/Folhapress A partir de 2027, quem ocupar o Palácio do Planalto enfrentará o desafio de combater o déficit habitacional enquanto se redesenha o financiamento do setor diante de juros altos, capital mais disputado e mudanças no funding imobiliário. A leitura dos planos de governo protocolados no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) mostra que os 12 candidatos à Presidência divergem sobre quem deve carregar o risco do financiamento habitacional, quanto subsídio deve ser oferecido e se o Estado deve escolher o imóvel ou apenas financiar a família. LULA PROPÕE AMPLIAÇÃO DO MINHA CASA, MINHA VIDA O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defende o modelo vigente do Minha Casa, Minha Vida. O documento afirma que o MCMV será mantido e ampliado para todas as faixas de renda, preservando o foco nas famílias de menor renda. A proposta de reeleição também prevê novos instrumentos para ampliar o acesso ao programa, entre eles a Compra Assistida, que permite, em situações específicas, a aquisição de imóveis prontos; e a utilização de terrenos e imóveis da União, inclusive em áreas centrais e valorizadas, para projetos habitacionais, além da criação de instrumentos como o Fundo Imobiliário da União. Faz parte da estratégia ainda ampliar o Reforma Casa Brasil e manter a urbanização de favelas e a regularização fundiária por meio do Periferia Viva. FLÁVIO PROMETE VOLTAR AO CASA VERDE E AMARELA Flávio Bolsonaro (PL) propõe retomar o Casa Verde e Amarela, programa criado no governo Jair Bolsonaro para substituir o Minha Casa, Minha Vida. O plano de governo de Bolsonaro estabelece uma meta de 2,5 milhões de residências e promete a menor taxa de juros possível para o financiamento. Também prevê regularização fundiária, urbanização de áreas degradadas e parcerias público-privadas que combinem moradia e infraestrutura. A proposta condiciona a redução dos juros do financiamento da casa própria à queda da dívida pública e da taxa básica de juros via política macroeconômica. A Caixa Econômica Federal passa a ser desenhada como o Banco da Prosperidade, funcionando como centralizadora de crédito, orientação financeira e regularização de imóveis. O plano estabelece o programa Ganha-Ganha, no qual ações do cidadão (como fazer cursos de capacitação, formalizar o trabalho e manter pagamentos em dia) geram pontuação positiva para garantir juros menores e acesso facilitado ao crédito imobiliário. O projeto defende também a criação de Parcerias Público-Privadas (PPPs) que integrem, em um mesmo contrato, a construção das moradias e a execução da infraestrutura urbana. A proposta prevê acelerar concessões e parcerias privadas com base no Marco Legal do Saneamento para universalizar o acesso à água tratada e à coleta de esgoto. CAIADO LIGA CRÉDITO BARATO AO AJUSTE FISCAL E RISCO-PAÍS Ronaldo Caiado (PSD) projeta o alívio nas taxas de financiamento como consequência direta da consolidação fiscal e da queda do risco-país. Seu plano defende que o barateamento do crédito depende do equilíbrio das contas públicas, da estabilização da relação Dívida/PIB e da coordenação entre as políticas fiscal e monetária, respeitando a autonomia do Banco Central para permitir queda de juros sem inflação ou estresse fiscal. Para alongar os prazos do financiamento imobiliário e de infraestrutura, o candidato propõe aprofundar o uso de instrumentos privados, como títulos incentivados, securitização e fundos de investimento. Defende o aprimoramento de garantias públicas e mecanismos de compartilhamento de risco para dar previsibilidade às instituições financeiras. O plano de Caiado sugere a eliminação de entraves regulatórios e tributários para permitir que investidores institucionais (como fundos de previdência e seguradoras) aloquem capital de longo prazo em projetos de desenvolvimento urbano e infraestrutura social por decisão de mercado e sob governança técnica. ZEMA DEFENDE CORTAR IOF PARA REDUZIR JUROS DA CASA Romeu Zema (Novo) mantém o MCMV, mas exige que os projetos fiquem em áreas com infraestrutura já instalada. Ele propõe reduzir gradualmente programas de crédito direcionado e linhas subsidiadas para setores considerados prioritários pelo governo, aumentando a concorrência entre bancos. O documento defende a ampliação do Open Finance para simplificar a portabilidade das dívidas imobiliárias e empréstimos pessoais. O candidato também propõe a redução gradual de tributos incidentes sobre operações financeiras, a começar pelo IOF, para tentar baratear o crédito ao mutuário. O plano prevê ainda a modernização da legislação sobre alienação fiduciária, do sistema de garantias e das regras de recuperação de crédito em casos de inadimplência. A tese do plano é que, ao reduzir a incerteza e o risco de calote para os credores, as instituições financeiras têm margem para oferecer juros menores no financiamento habitacional de longo prazo. RENAN QUER USAR O MCMV PARA 'DESFAVELIZAR O PAÍS' Renan Santos (Missão) propõe transformar áreas hoje classificadas como favelas em bairros formais em um horizonte de dez anos. A estratégia é direcionar a verba para financiar a compra de imóveis já prontos em áreas centrais e estruturadas e custear a infraestrutura de "desfavelização". A proposta é criar o Título de Desfavelização, uma linha de financiamento no formato de hipoteca com prazo de amortização de 50 anos e juros subsidiados. O valor da parcela mensal é desenhado para ficar entre R$ 200 e R$ 500. De acordo com o plano de governo, a carteira composta por essas hipotecas será securitizada no mercado financeiro para antecipar recursos ao fundo habitacional e financiar a continuidade das obras. O plano estima custo total de R$ 1,2 trilhão a R$ 1,5 trilhão em dez anos e calcula custo líquido ao Tesouro de R$ 50 bilhões a R$ 85 bilhões anuais. Folha Mercado Receba no seu email o que de mais importante acontece na economia; aberta para não assinantes. Carregando... CURY PROPÕE REGULARIZAR 5 MILHÕES DE MORADIAS EM DEZ ANOS Augusto Cury (Avante) propõe o projeto Comunidades Empreendedoras, focado na regularização fundiária de até 5 milhões de moradias em dez anos, estabelecendo a blindagem regulatória para que imóveis titulados não sejam exigidos como garantia em microcréditos produtivos. O plano prevê ainda alterar as regras do sistema financeiro para considerar o histórico de adimplência do tomador. A proposta é corrigir o que o candidato chama distorções de custos que afetam especialmente as mulheres, além de incentivar o cooperativismo de crédito (Brasil Cooperativismo) como alternativa de menor custo aos grandes bancos. GRASSI DEFENDE ALUGUEL COMO HISTÓRICO PARA FINANCIAR A CASA Wilson Grassi (Democrata) propõe transformar o histórico de pagamento de aluguel em comprovação de capacidade de pagamento para obter financiamento habitacional. Pela proposta, quem comprovar que paga aluguel regularmente poderá acessar uma operação cuja parcela inicial fosse equivalente ao aluguel já pago. O comprador também poderia escolher o imóvel, novo ou usado, dentro dos parâmetros de renda e valor estabelecidos. A proposta de Grassi é mudar as regras atuais de concessão de crédito e subsídio do programa habitacional. O candidato defende que, em vez de o governo decidir a localização, o Estado conceda o poder de compra e o beneficiário escolha o imóvel (novo ou usado), em qualquer município, dentro dos limites de valor do regulamento. Outra frente seria uma garantia pública parcial para quem tem histórico de aluguel, mas não dispõe de entrada. A proposta ainda prevê a criação de incentivos tributários para colocar no mercado imóveis retomados, estoques parados e patrimônio da União sem destinação, além de prioridade para requalificar áreas urbanas que já possuem infraestrutura básica instalada, evitando a expansão contínua para periferias desprovidas de serviços. CLARIANA BARÃO PREVÊ FIM DO CRÉDITO IMOBILIÁRIO TRADICIONAL Clariana Barão (DC) prevê a substituição do crédito imobiliário tradicional pela desapropriação sem indenização de grandes propriedades e terrenos ociosos, destinando o patrimônio subutilizado da União. A proposta da candidata é destinar esses espaços para a produção pública direta de moradias gerida pelo Estado, com prioridade para famílias de baixa renda, mulheres chefes de família e população em situação de rua, aliada a obras estatais de urbanização e infraestrutura nas periferias. SAMARA MARTINS QUER ESTATIZAR FINANÇAS PARA BANCAR MORADIA Samara Martins (UP) propõe a estatização do sistema financeiro e a criação de uma instituição pública única sob controle dos trabalhadores, sustentando que os juros e o pagamento da dívida pública drenam recursos da habitação popular. A proposta prevê a suspensão do serviço da dívida e o uso das reservas internacionais para financiar Frentes Emergenciais de Trabalho —canalizando investimentos diretos para a construção de 12,5 milhões de moradias—, além da expropriação sem indenização de imóveis ociosos que não cumpram função social. RUI PIMENTA REJEITA CRÉDITO PRIVADO NA POLÍTICA HABITACIONAL Rui Costa Pimenta (PCO) propõe a criação de um banco estatal único sob gestão operária, a redução imediata das taxas de juros e o cancelamento de dívidas com grandes credores. De acordo com a proposta do candidato, a expansão habitacional seria executada por meio de um plano nacional de obras públicas gerido pelo Estado e controlado pelos trabalhadores, combinado à expropriação de imóveis vagos pertencentes a grandes proprietários. EDMILSON COSTA QUER CRÉDITO SOB CONTROLE ESTATAL Edmilson Costa (PCB) condiciona a resolução do déficit habitacional à estatização do sistema financeiro para direcionar o crédito às necessidades da classe trabalhadora. Seu plano propõe uma reforma agrária urbana baseada na desapropriação sem indenização de terrenos e imóveis ociosos ou destinados à especulação. No modelo proposto, a construção de moradias populares é realizada diretamente pelo setor público, com a transferência de títulos em pequenos lotes e a proibição expressa da revenda das unidades no mercado imobiliário comercial. HERTZ DIAS APRESENTA PLANO HABITACIONAL SEM BANCOS Hertz Dias (PSTU) propõe a exclusão dos agentes financeiros privados da concessão de crédito habitacional, substituindo-os por linhas públicas direcionadas, com juros baixos ou nulos e sem mecanismos de endividamento das famílias. Segundo a proposta do candidato, a execução das obras ficaria a cargo de uma empresa pública criada para a construção massiva de moradias e infraestrutura periférica, apoiada na expropriação de imóveis urbanos abandonados.

Perguntas Frequentes sobre HGPO11

Qual é a cotação de HGPO11 hoje na B3?
A cotação de HGPO11 hoje está em R$ 0,00. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 0,00 e máxima de R$ 0,00.
Quanto a HGPO11 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de HGPO11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de HGPO11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de HGPO11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

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