GA

GARE11

Fundos Imobiliários

Fundo de Investimento Imobiliario Guardian Real Estate

CNPJ: 37295919000160

Preço Atual
R$ 8,15
+0.00%
Abertura
R$ 8,15
Fec. Ant: R$ 8,16
Variação Dia
Min: R$ 8,13
Max: R$ 8,17
52 Semanas
Mín: R$ 8,07
Máx: R$ 9,24
Volume
1.001.632
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

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Indicadores de Valuation

Dividend Yield
11.00%
P/VP
0.89
VPA
R$ 9,19
Enterprise Value
R$ 0,00 Mi
Valor de Mercado
R$ 0,00 Mi

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

Indicadores de Eficiência

Indicadores de Rentabilidade

Indicadores de Crescimento

Sobre a GARE11

Setor
Fundos Imobiliários
Indústria
Multicategoria
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O FII GUARDIAL LOGISTICA (GARE11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.

Administrador do Fundo
Nome
.BANCO DAYCOVAL S/A
CNPJ
62232889000190
Telefone
0300 111 0500
Endereço
Avenida Paulista, 1793 - 2º Andar, Bela Vista — São Paulo/SP - CEP 01311200

Dividendos

RENDIMENTO R$ 0,0830
Pagamento: 07/07/2026
RENDIMENTO R$ 0,0830
Pagamento: 08/06/2026
RENDIMENTO R$ 0,0830
Pagamento: 08/05/2026
RENDIMENTO R$ 0,0830
Pagamento: 08/04/2026
RENDIMENTO R$ 0,0830
Pagamento: 06/03/2026
RENDIMENTO R$ 0,0830
Pagamento: 06/02/2026
RENDIMENTO R$ 0,0830
Pagamento: 08/01/2026
RENDIMENTO R$ 0,0830
Pagamento: 05/12/2025
RENDIMENTO R$ 0,0830
Pagamento: 07/11/2025
RENDIMENTO R$ 0,0830
Pagamento: 07/10/2025

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Leia mais IFIX fecha praticamente estável, em leve queda de 0,03% GARE11 conclui compra de galpão logístico em Itapevi por R$ 119,8 milhões GGRC11 anuncia dividendos com yield de 1%; veja quem recebe XPCI11 eleva resultado e entrega dividendos de 14,3% ao ano; veja valores SNEL11: China acelera transição energética e amplia espaço para renováveis Confira os destaques do mercado de fundos imobiliários: GARE11 conclui compra de galpão logístico em Itapevi por R$ 119,8 milhões O fundo imobiliário GARE11 (Guardian Real Estate) concluiu, por meio do Guardian Prime Log FII, a aquisição de um galpão logístico localizado em Itapevi (SP) pelo valor de R$ 119,81 milhões, reforçando a estratégia de ampliar sua exposição ao segmento logístico. A operação foi estruturada com pagamento parcelado. A primeira parcela, de R$ 101,7 milhões, foi quitada na assinatura da escritura. O saldo será pago em julho de 2028, com correção pelo IPCA. De acordo com a Guardian, a aquisição deverá proporcionar uma rentabilidade média ponderada de dois dígitos nos cinco primeiros anos, já descontados os custos da operação. A gestora afirma ainda que o retorno esperado supera o guidance atual de dividendos do fundo, sem considerar eventuais reajustes reais nos aluguéis do imóvel. O impacto da aquisição sobre a estrutura de capital do GARE11 será limitado, restando apenas uma obrigação futura de aproximadamente R$ 18 milhões. Leia mais GARE11 conclui compra de galpão logístico em Itapevi por R$ 119,8 milhões GGRC11 anuncia dividendos com yield de 1%; veja quem recebe O GGRC11 anunciou a distribuição de R$ 0,10 por cota em rendimentos aos seus cotistas, conforme comunicado divulgado ao mercado. Terão direito ao provento os investidores que estavam posicionados no fundo ao encerramento do pregão de 3 de agosto, data-base definida para a distribuição. O pagamento dos dividendos será realizado em 10 de agosto de 2026. Considerando o preço de fechamento da cota em 31 de julho, de R$ 10,03, o rendimento corresponde a um dividend yield mensal de aproximadamente 1%. O fundo imobiliário GGRC11 finalizou junho com uma série de movimentações em seu portfólio, incluindo a conclusão de quatro aquisições de galpões logísticos, um acordo para venda de imóveis, reavaliação patrimonial positiva e avanços em sua estratégia institucional. No mês, o GGRC11 registrou resultado de R$ 23,37 milhões. Leia mais GGRC11 anuncia dividendos com yield de 1%; veja quem recebe XPCI11 eleva resultado e entrega dividendos de 14,3% ao ano; veja valores O fundo imobiliário XPCI11 apurou resultado de R$ 8,588 milhões em junho, alta de 3% sobre maio. As receitas totais somaram R$ 9,210 milhões, enquanto as despesas ficaram em R$ 622 mil no período. A distribuição foi de R$ 0,95 por cota, paga em 14 de julho de 2026 aos detentores de cotas em 30 de junho. Sobre a cotação de fechamento do mês, de R$ 84,82, os rendimentos do XPCI11 representam um dividend yield anualizado de 14,30%, ou 17,01% considerando o gross-up de 15% de impostos. Os rendimentos e ganhos de capital apurados em regime de caixa somaram R$ 0,99 por cota, o equivalente a R$ 8,59 milhões. O book de CRIs foi a principal fonte, com R$ 8,23 milhões, enquanto a carteira de FIIs gerou R$ 0,48 milhão. O fundo imobiliário XPCI11 encerrou junho com reserva acumulada de correção monetária de R$ 5,86 milhões, ou R$ 0,67 por cota, cota patrimonial de R$ 87,11 e base de 83.392 cotistas. Leia mais XPCI11 eleva resultado e entrega dividendos de 14,3% ao ano; veja valores SNEL11: China acelera transição energética e amplia espaço para renováveis A China decidiu elevar o ritmo da transição energética e tornou obrigatórias as metas de expansão das fontes renováveis até o fim da década. 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IFIX recua 0,06%, fechando novamente em leve queda
Fundos Imobiliários Brasileiros 05/08/2026

IFIX recua 0,06%, fechando novamente em leve queda

IFIX recua 0,06%, fechando novamente em leve queda O IFIX encerrou o pregão desta quarta-feira (5) em 3.781,99 pontos, queda de 0,06%, equivalente a recuo de 2,39 pontos em relação ao fechamento anterior. O indicador chegou a operar em alta nas primeiras horas do dia, mas perdeu força ao longo da sessão e terminou no campo negativo. Ao longo do pregão, o índice de fundos imobiliários variou entre a mínima de 3.780,08 pontos e a máxima de 3.793,25 pontos. A abertura ocorreu em 3.784,41 pontos, ligeiramente acima do fechamento da véspera, que havia sido de 3.784,38 pontos, antes de a referência migrar para o terreno negativo. Na terça-feira (4), o IFIX já havia mostrado pouca variação, fechando praticamente estável, em leve queda de 0,03%. O comportamento desta quarta-feira (5) confirma uma sessão marcada por oscilações moderadas, com tentativa de alta pela manhã e ajuste no fim do dia. Como principal termômetro do mercado de fundos imobiliários listados, o índice consolida o desempenho de uma cesta de ativos elegíveis conforme critérios de liquidez e presença em Bolsa. Dessa forma, a dinâmica intradiária costuma refletir movimentos de realização e reprecificação ao longo do dia, a depender do fluxo de ordens e do apetite dos investidores. A amplitude registrada entre máxima e mínima ilustra um pregão de variações contidas, no qual prevaleceu a cautela. Ainda assim, a referência manteve trajetória de negociações distribuídas entre diferentes estratégias do segmento, do tijolo aos recebíveis, sem movimentos bruscos. GGRC11 lidera negócios Entre os fundos mais negociados da sessão, o GGRC11 (GGR Covepi Renda) movimentou 1,99 milhão de cotas e caiu 1,02%. Na sequência apareceram o MXRF11 (Maxi Renda), com volume de 1,1 milhão de cotas e baixa de 0,21%; e o VGHF11 (Valora Hedge Fund), com 1,04 milhão de cotas e alta de 1,94%. Outros destaques do pregão foram o GARE11 (Guardian Real Estate), com 993,28 mil cotas negociadas e avanço de 0,12%; e o AZPL11 (AZPL Fundo de Investimento Imobiliário), com 685,62 mil cotas e recuo de 0,41%. O volume concentrado em nomes tradicionais do segmento reforçou a liquidez dos componentes mais acompanhados do índice. Entre as maiores valorizações do dia, o CACR11 (Cartesia Recebíveis Imobiliários) liderou os ganhos ao avançar 4,49%, encerrando o dia cotado a R$ 13,74. A segunda maior alta foi registrada pelo BROF11 (Bresco Office), que subiu 3,01% e fechou negociado a R$ 60,18. Os movimentos de preço entre as principais altas e baixas do pregão evidenciam a diversidade de estratégias presentes na carteira do índice, que contempla fundos com perfis distintos. Em dias de maior seletividade, os volumes se distribuem entre ativos de grande base de cotistas e nomes que reagem a fatores específicos de cada fundo. No agregado, a sessão desta quarta-feira (5) manteve o foco na negociação dos fundos mais líquidos, enquanto o índice refletiu ajustes pontuais após a abertura ligeiramente acima do fechamento anterior. O desempenho do IFIX, com leve recuo ao fim do dia, reforça um ambiente de variações contidas, sem alterações relevantes na tendência de curto prazo apresentada na véspera.

IFIX fecha novamente em leve queda, com recuo de 0,06% -
Fundos Imobiliários Brasileiros 05/08/2026

IFIX fecha novamente em leve queda, com recuo de 0,06% -

IFIX fecha novamente em leve queda, com recuo de 0,06% Marcelo Monteiro 05/08/2026 às 19:00 1 minuto de leitura Atualizado em: 05/08/2026 às 19:00 O IFIX encerrou o pregão desta quarta-feira (5) em 3.781,99 pontos, com queda de 0,06%, recuo de 2,39 pontos em relação ao fechamento anterior. O indicador chegou a operar em alta durante a manhã, mas perdeu força ao longo da sessão e terminou o dia no campo negativo. Durante o pregão, o índice de fundos imobiliários oscilou entre a mínima de 3.780,08 pontos e a máxima de 3.793,25 pontos. A abertura ocorreu em 3.784,41 pontos, enquanto o fechamento da véspera havia sido de 3.784,38 pontos. Na terça-feira (4), o IFIX fechou praticamente estável, em leve queda de 0,03%. GGRC11 lidera negócios Entre os fundos mais negociados da sessão, o GGRC11 (GGR Covepi Renda) movimentou 1,99 milhão de cotas e caiu 1,02%. Na sequência apareceram o MXRF11 (Maxi Renda), com volume de 1,1 milhão de cotas e baixa de 0,21%; e o VGHF11 (Valora Hedge Fund), com 1,04 milhão de cotas e alta de 1,94%. Outros destaques do pregão foram o GARE11 (Guardian Real Estate), com 993,28 mil cotas negociadas e avanço de 0,12%; e o AZPL11 (AZPL Fundo de Investimento Imobiliário), com 685,62 mil cotas e recuo de 0,41%. O CACR11 (Cartesia Recebíveis Imobiliários) liderou as altas do pregão ao avançar 4,49%, encerrando o dia cotado a R$ 13,74. A segunda maior valorização foi registrada pelo BROF11 (Bresco Office), que subiu 3,01% e fechou negociado a R$ 60,18.