DA

DAMT11 – Cotação Diamante Fundo Investimento Imobiliario

Fundos Imobiliários

Diamante Fundo Investimento Imobiliario

CNPJ: 26642727000166

Preço Atual
R$ 13,00
-6.88%

Resumo Fundamentalista de DAMT11

O ativo DAMT11 (Diamante Fundo Investimento Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 13,00, acumulando uma variação de -6.88% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 7,08 e a máxima de R$ 23,23. A companhia está inserida no setor de Fundos Imobiliários, atuando no segmento de Shoppings. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.

Abertura
R$ 13,00
Fec. Ant: R$ 13,00
Variação Dia
Min: R$ 13,00
Max: R$ 13,00
52 Semanas
Mín: R$ 7,08
Máx: R$ 23,23
Volume
2
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

0.96
R$ 14,56
Enterprise Value
R$ 0,00 Mi

Sobre a DAMT11

Setor
Fundos Imobiliários
Indústria
Shoppings
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O DIAMANTE FII RL (DAMT11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Shoppings, com gestão Definida.

Administrador do Fundo
Nome
BTG PACTUAL SERVICOS FINANCEIROS S.A. DISTRIBUIDOR
CNPJ
59281253000123
Telefone
55 11 3383-3102
Endereço
Praia de Botafogo, 501 - 6º Andar, Botafogo — Rio de Janeiro/RJ - CEP 22.250-040

Dividendos

RENDIMENTO R$ 0,5825
Pagamento: 02/02/2026
RENDIMENTO R$ 0,4008
Pagamento: 01/08/2025
RENDIMENTO R$ 0,0425
Pagamento: 02/01/2024
RENDIMENTO R$ 0,0548
Pagamento: 01/12/2023
RENDIMENTO R$ 0,0542
Pagamento: 01/11/2023
RENDIMENTO R$ 0,0814
Pagamento: 01/09/2023
RENDIMENTO R$ 0,0717
Pagamento: 01/08/2023
RENDIMENTO R$ 0,0819
Pagamento: 03/07/2023
RENDIMENTO R$ 0,0792
Pagamento: 01/06/2023
RENDIMENTO R$ 0,0802
Pagamento: 02/05/2023

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ViaMobilidade pode ser multada em até R$ 4 milhões por descarrilamentos em SP

São Paulo A concessionária ViaMobilidade pode ser multada em até R$ 4 milhões devido a dois descarrilamentos de trens da linha 8-diamante na semana passada. O caso mais grave ocorreu na última sexta-feira (14), por volta de 17h15, na estação Osasco. Os passageiros tiveram de e caminhar sobre os trilhos até a estação Comandante Sampaio, também na cidade da região metropolitana de São Paulo. A Artesp, agência reguladora de transportes do governo Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou ter pedido com urgência um relatório técnico sobre o problema e questionou quais medidas de prevenção e segurança foram adotadas. Trem da linha 8-diamante, da ViaMobilidade, deixa estação Júlio Prestes, no centro de São Paulo - Fabio Pesarini - 8.dez.25/Folhapress Em nota, a agência diz que fará uma avaliação técnica da documentação e poderá instaurar processo sancionatório para aplicação das penalidades, incluindo multa entre R$ 40 mil e R$ 4 milhões. O descarrilamento de sexta-feira foi o segundo em menos de 24 horas na linha 8-diamante. No dia anterior, outro trem saiu dos trilhos e causou transtorno no transporte público por volta de 17h30, nas proximidades da estação Júlio Prestes, na região central de São Paulo. A composição estava fora de operação e não tinha passageiros. Ela descarrilou após passar por um aparelho de mudança de via. A estação chegou a ficar fechada. Também em nota, a ViaMobilidade diz tratar as ocorrências dos dias 13 e 14 como prioridade. Segundo a concessionária, as causas dos descarrilamentos seguem sob apuração técnica e que irá reportar o resultado à agência reguladora. "Cabe registrar que não houve feridos em nenhum dos dois eventos e que, em ambos, houve pronta atuação da concessionária para liberar os trechos e restabelecer a circulação com a máxima brevidade, minimizando os impactos das ocorrências", diz trecho da nota. A concessionária afirma ter determinado a não utilização da via auxiliar relacionada ao problema do dia 13 enquanto as causas são apuradas. Também diz ter realizado no fim de semana "uma minuciosa inspeção e correção de geometria em ambos os trechos, de forma preventiva, para garantir a integridade estrutural e a segurança da operação". Os dois descarrilamentos serão incluídos em um inquérito civil público aberto pela Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social do Ministério Público de São Paulo. Segundo o promotor Silvio Antonio Marques, responsável pela ação, a inclusão dos problemas deve ocorrer nesta terça-feira (18). O inquérito, o segundo contra a ViaMobilidade, também responsável pela linha 9-esmeralda do trem metropolitano de São Paulo, foi aberto em abril. Entre as queixas, segundo portaria do Ministério Público, estão atrasos constantes e longos intervalos entre os trens —mesmo em horários de pico—, falhas de energia e sinalização, que causam paralisações e superlotação nas estações, além de falta de manutenção em trilhos, que geram insegurança e retirada de passageiros à noite, entre outros. O documento, de 30 de abril, ainda cita o uso do sistema das linhas 8 e 9 para fins comerciais ou eventos, como desfile de modas. Também menciona a presença de trens abandonados e sucateados no pátio Presidente Altino, em Osasco, "causando desperdício de dinheiro público". Além da concessionária, o inquérito cita a Artesp. Na ação, o Ministério Público já investiga um descarrilamento parcial de um trem da linha 9, a morte de um funcionário da ViaMobilidade, que realizava um serviço de manutenção na rede aérea e um trem que teria circulado com porta aberta. Essa é a segunda ação instaurada pela Promotoria para investigar problemas nas linhas da ViaMobilidade. O primeiro inquérito levou cerca de dois anos para ser concluído, de 2021 a 2023. O procedimento terminou com uma indenização de R$ 150 milhões, acordada em um TAC (termo de ajustamento de conduta). O termo propôs a construção de um complexo esportivo no Grajaú, na zona sul paulistana, e uma creche ou escola infantil em cada uma das cidades cortadas pela linha 8 (São Paulo, Osasco, Carapicuíba, Barueri, Itapevi e Jandira), entre outros. A companhia também se comprometeu em antecipar investimentos de R$ 636 milhões previstos ao longo do contrato de concessão. O acordo vem sendo cumprido, segundo o promotor Marques. Por isso, na época ele disse ter ficado surpreso com as novas queixas.

Amiga de Lulinha comprou joias para ex-chefe de gabinete de Lula, aponta PF
UOL - Notícias 18/08/2026

Amiga de Lulinha comprou joias para ex-chefe de gabinete de Lula, aponta PF

Brasília A empresária Roberta Luchsinger comprou joias de diamantes e presenteou Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, ex-chefe de gabinete do presidente Lula (PT), segundo diálogos obtidos pela Polícia Federal. As investigações integram o material desdobrado das supostas fraudes do INSS. As informações foram publicadas inicialmente pelo portal Metrópoles e confirmadas pela Folha. Marcola teria ajudado a escolher as peças por meio de imagens trocadas entre eles. As joias seriam para o Dia das Mães, celebrado, em 2024, ano dos diálogos, em 12 de maio. O valor estaria em cerca de R$ 9.000. Roberta é amiga de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, também alvo de apurações da PF. As equipes responsáveis pela apuração também identificaram diálogos entre o filho do presidente e Roberta nos quais ele a orienta a emitir notas para cobrar o pagamento de um empresário alvo de investigações. Em uma das conversas, a empresária diz a Lulinha que "nosso futuro é Suíça", ao fazer referência ao trabalho de ambos. Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha - Greg Salibian - 31.mai.10/Folhapress As investigações também apontam uma relação mais próxima entre os dois e de reuniões que envolveram também Marcola e o então secretário-executivo do Ministério da Saúde, Swedenberger Barbosa, conhecido como Berger. Procurado, Berger não se manifestou. A reportagem procurou Marcola e Roberta Luchsinger para comentar o assunto, mas não houve resposta até a publicação deste texto. Após a divulgação de reportagens sobre o caso, nesta segunda (17), a defesa de Lulinha passou a questionar a autenticidade das mensagens, diante de possível quebra da chamada cadeia de custódia dos elementos de prova. Ou seja, quando não é possível demonstrar, de maneira confiável, como e em que condições uma prova foi coletada e apresentada à Justiça. De acordo com as conversas encontradas pela PF, Lulinha orientou Roberta a emitir uma nota fiscal para cobrar Cleber Ribas de Oliveira, sócio de uma empresa chamada 3STRUCTURE IT. O relatório da PF cita que o empresário Cleber Ribas teria bancado ao menos uma viagem de Lulinha em troca de receber favores no governo. Ao site Metrópoles a defesa de Cleber Ribas disse que não tem como comentar "supostas mensagens extraídas de arquivos aos quais não teve acesso integral". Também disse que a relação dele com o filho do presidente é de amizade, "sem qualquer vínculo profissional". As mensagens levaram os investigadores a considerar que a relação entre Lulinha e Roberta ia além da amizade e que os dois mantinham negócios em conjunto. O filho do presidente teria conhecimento da dinâmica de atuação da lobista e, além disso, coordenava algumas das agendas e participava de reuniões. A atuação da empresa de Cleber Ribas de Oliveira é abordada em um dos três inquéritos que envolvem Lulinha e que tiveram a abertura autorizada pelo STF (Supremo Tribunal Federal) nas últimas semanas. No fim de julho, o ministro André Mendonça havia dado aval para o início da investigação sobre suspeitas de tráfico de influência por parte de Lulinha em atuação junto à Dataprev (Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência), vinculada ao Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos. Antes, Mendonça já havia autorizado a abertura de investigação sobre suposta atuação de Lulinha junto ao Ministério da Saúde e ao gabinete da Presidência, na tentativa de obter aval para a comercialização de cannabis medicinal. Em 4 de agosto, o ministro Flávio Dino, do STF, autorizou a abertura de um terceiro inquérito contra o filho do presidente também para apurar suspeitas de tráfico de influência. Assim como as duas primeiras, a terceira investigação envolve a suspeita de atuação da empresária Roberta Luchsinger em favor de uma empresa junto a um órgão público, segundo pessoas a par do caso e ouvidas reservadamente pela Folha. Os processos tramitam em sigilo na corte. Nesta segunda, o advogado Marco Aurélio de Carvalho, coordenador do grupo Prerrogativas e integrante da defesa de Lulinha, telefonou ao ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, e ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, para tratar do tema. Nas conversas, ele cobrou uma ação enérgica dos órgãos sobre o que chama de vazamentos seletivos e criminosos. Ele também pretende procurar, segundo disse, ministros do STF responsáveis pelos processos. Para o advogado, Lula devolveu independência e autonomia às instituições, que agora precisam atuar com responsabilidade. Ele classificou como "uma esculhambação" a atuação de setores da PF e afirmou estar preocupado com esse tipo de conduta. Outra queixa é a falta de acesso do material, que ultrapassa 300 páginas, às equipes de defesa, mas que têm sido compartilhado, em trechos, à imprensa. Por fim, segundo a equipe, há um indiscutível fishing expedition —uma investigação especulativa para pescar qualquer elemento contra uma pessoa específica—, o que levaria à anulação de todos os processos que envolvem Lulinha. Marco Aurélio de Carvalho afirma que uma eleição não pode ser definida por setores da PF e não pelo voto. Ainda, que esses grupos têm instrumentalizado a corporação a serviço de interesses políticos No fim de julho, Lula afirmou que seu filho não terá privilégios e precisará provar sua inocência no processo. "Ele vai ter que provar que é inocente como eu provei, vai ter que provar. E se for culpado, vai ter que pagar o que todo mundo paga quando erra", disse. Em dezembro passado, Roberta foi alvo de buscas na Operação Sem Desconto, que investiga um esquema de débitos não autorizados em aposentadorias e pensões. Segundo a apuração, a fraude teria descontado mais de R$ 6 bilhões de beneficiários do INSS. No último dia 3, o ex-chefe de gabinete Marcola afirmou ter recebido pagamentos de Roberta Luchsinger referentes a um empréstimo feito com a empresária. "Nunca tive nenhuma relação que caracterize qualquer ilegalidade no exercício de minha função", disse em nota. O ex-chefe de gabinete de Lula é um dos assessores mais próximos do petista e deixou o cargo em julho para atuar na coordenação da campanha à reeleição. Sua atribuição é cuidar da agenda do candidato em parceria com o ex-ministro Gilberto Carvalho, como ocorreu em 2022.

Amiga de Lulinha comprou joias para ex-chefe de gabinete de Lula, aponta PF
Folha - Poder 18/08/2026

Amiga de Lulinha comprou joias para ex-chefe de gabinete de Lula, aponta PF

Brasília A empresária Roberta Luchsinger comprou joias de diamantes e presenteou Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, ex-chefe de gabinete do presidente Lula (PT), segundo diálogos obtidos pela Polícia Federal. As investigações integram o material desdobrado das supostas fraudes do INSS. As informações foram publicadas inicialmente pelo portal Metrópoles e confirmadas pela Folha. Marcola teria ajudado a escolher as peças por meio de imagens trocadas entre eles. As joias seriam para o Dia das Mães, celebrado, em 2024, ano dos diálogos, em 12 de maio. O valor estaria em cerca de R$ 9.000. Roberta é amiga de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, também alvo de apurações da PF. As equipes responsáveis pela apuração também identificaram diálogos entre o filho do presidente e Roberta nos quais ele a orienta a emitir notas para cobrar o pagamento de um empresário alvo de investigações. Em uma das conversas, a empresária diz a Lulinha que "nosso futuro é Suíça", ao fazer referência ao trabalho de ambos. Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha - Greg Salibian - 31.mai.10/Folhapress As investigações também apontam uma relação mais próxima entre os dois e de reuniões que envolveram também Marcola e o então secretário-executivo do Ministério da Saúde, Swedenberger Barbosa, conhecido como Berger. Procurado, Berger não se manifestou. A reportagem procurou Marcola e Roberta Luchsinger para comentar o assunto, mas não houve resposta até a publicação deste texto. Após a divulgação de reportagens sobre o caso, nesta segunda (17), a defesa de Lulinha passou a questionar a autenticidade das mensagens, diante de possível quebra da chamada cadeia de custódia dos elementos de prova. Ou seja, quando não é possível demonstrar, de maneira confiável, como e em que condições uma prova foi coletada e apresentada à Justiça. De acordo com as conversas encontradas pela PF, Lulinha orientou Roberta a emitir uma nota fiscal para cobrar Cleber Ribas de Oliveira, sócio de uma empresa chamada 3STRUCTURE IT. O relatório da PF cita que o empresário Cleber Ribas teria bancado ao menos uma viagem de Lulinha em troca de receber favores no governo. Ao site Metrópoles a defesa de Cleber Ribas disse que não tem como comentar "supostas mensagens extraídas de arquivos aos quais não teve acesso integral". Também disse que a relação dele com o filho do presidente é de amizade, "sem qualquer vínculo profissional". As mensagens levaram os investigadores a considerar que a relação entre Lulinha e Roberta ia além da amizade e que os dois mantinham negócios em conjunto. O filho do presidente teria conhecimento da dinâmica de atuação da lobista e, além disso, coordenava algumas das agendas e participava de reuniões. A atuação da empresa de Cleber Ribas de Oliveira é abordada em um dos três inquéritos que envolvem Lulinha e que tiveram a abertura autorizada pelo STF (Supremo Tribunal Federal) nas últimas semanas. No fim de julho, o ministro André Mendonça havia dado aval para o início da investigação sobre suspeitas de tráfico de influência por parte de Lulinha em atuação junto à Dataprev (Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência), vinculada ao Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos. Antes, Mendonça já havia autorizado a abertura de investigação sobre suposta atuação de Lulinha junto ao Ministério da Saúde e ao gabinete da Presidência, na tentativa de obter aval para a comercialização de cannabis medicinal. Em 4 de agosto, o ministro Flávio Dino, do STF, autorizou a abertura de um terceiro inquérito contra o filho do presidente também para apurar suspeitas de tráfico de influência. Assim como as duas primeiras, a terceira investigação envolve a suspeita de atuação da empresária Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha, em favor de uma empresa junto a um órgão público, segundo pessoas a par do caso e ouvidas reservadamente pela Folha. Os processos tramitam em sigilo na corte. Nesta segunda, o advogado Marco Aurélio de Carvalho, coordenador do grupo Prerrogativas e integrante da defesa de Lulinha, telefonou ao ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, e ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, para tratar do tema. Nas conversas, ele cobrou uma ação enérgica dos órgãos sobre o que chama de vazamentos seletivos e criminosos. Ele também pretende procurar, segundo disse, ministros do STF responsáveis pelos processos. Para o advogado, Lula devolveu independência e autonomia às instituições, que agora precisam atuar com responsabilidade. Ele classificou como "uma esculhambação" a atuação de setores da PF e afirmou estar preocupado com esse tipo de conduta. Outra queixa é a falta de acesso do material, que ultrapassa 300 páginas, às equipes de defesa, mas que têm sido compartilhado, em trechos, à imprensa. Por fim, segundo a equipe, há um indiscutível fishing expedition —uma investigação especulativa para pescar qualquer elemento contra uma pessoa específica—, o que levaria à anulação de todos os processos que envolvem Lulinha. Marco Aurélio de Carvalho afirma que uma eleição não pode ser definida por setores da PF e não pelo voto. Ainda, que esses grupos têm instrumentalizado a corporação a serviço de interesses políticos No fim de julho, Lula afirmou que seu filho não terá privilégios e precisará provar sua inocência no processo. "Ele vai ter que provar que é inocente como eu provei, vai ter que provar. E se for culpado, vai ter que pagar o que todo mundo paga quando erra", disse. Em dezembro passado, Roberta foi alvo de buscas na Operação Sem Desconto, que investiga um esquema de débitos não autorizados em aposentadorias e pensões. Segundo a apuração, a fraude teria descontado mais de R$ 6 bilhões de beneficiários do INSS. No último dia 3, o ex-chefe de gabinete Marcola afirmou ter recebido pagamentos de Roberta Luchsinger referentes a um empréstimo feito com a empresária. "Nunca tive nenhuma relação que caracterize qualquer ilegalidade no exercício de minha função", disse em nota. O ex-chefe de gabinete de Lula é um dos assessores mais próximos do petista e deixou o cargo em julho para atuar na coordenação da campanha à reeleição. Sua atribuição é cuidar da agenda do candidato em parceria com o ex-ministro Gilberto Carvalho, como ocorreu em 2022.

Perguntas Frequentes sobre DAMT11

Qual é a cotação de DAMT11 hoje na B3?
A cotação de DAMT11 hoje está em R$ 13,00. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 13,00 e máxima de R$ 13,00.
Quanto a DAMT11 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de DAMT11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de DAMT11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de DAMT11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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