DA

DAMT11 Diamante Fundo Investimento Imobiliario – Cotação Hoje

🏢 FII Tijolo - Shoppings

Diamante Fundo Investimento Imobiliario

CNPJ: 26642727000166

Preço Atual
R$ 11,08
+6.44%
Cotação oficial B3 em tempo real
Análise de Fundos Imobiliários • Geração de Renda Passiva

Selo de Investimento:

🏢 Renda Sólida

Atende a 8 de 11 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.

Pontuação dos Critérios 8/11 (72.7%)
Mínimo Renda Sólida: 7/10 Status: Aprovado

Checklist Fundamentalista de 11 Critérios

Critérios de consistência e valuation auditados
Dividend Yield > 6% a.a.
DY 12M atual: 11.67% a.a.

Retorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano

Distribuição Mensal Consistente
17 meses com distribuição registrada nos últimos 12 meses

Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses

P/VP até 1.10 (Sem ágio excessivo)
P/VP atual: 0.75x (Abaixo de 1.10)

Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial

P/VP acima de 0.70
P/VP atual: 0.75x (Acima de 0.70)

Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito

Estabilidade nos Proventos
Variação trimestral estável: +1017.3%

Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente

Patrimônio > R$ 500 Milhões
Patrimônio Líquido: R$ 197.0 milhões

Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência

Liquidez Diária > R$ 500 mil
Volume médio diário: R$ 0 mil

Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book

Segmento Consolidado
Segmento: Tijolo - Shoppings

Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária

Mais de 3 anos na Bolsa
Data de IPO/listagem não mapeada

Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos

DY Sustentável (≤ 18% a.a.)
DY sustentável: 11.67% a.a. (Abaixo de 18%)

Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias

Vacância Física < 10%
Vacância Física: 0.1% (Abaixo de 10%)

Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)

ℹ️ Análise algorítmica de FIIs calculada em tempo real com base em dados de proventos e patrimônio B3/CVM. Não constitui recomendação de compra ou venda.
🏢
Valuation de Rendimentos

Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)

Abaixo do Teto

Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 21,56
Rendimento Anual (12M) R$ 1,29
Margem de Segurança +48.61%
Ajustar parâmetros na Calculadora de Preço Teto
Fórmula: Rendimento Anual ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.
🏗️
CVM Oficial Data-base: 2026-06-30

Portfólio de Imóveis & Vacância Física

Total de Imóveis 2 ativos imobiliários
Área Bruta Locável (ABL) 171.367 m² área total locável
Vacância Ponderada
6,72%
ponderada por ABL
Imóveis com Vacância 2 de 2 imóveis
Imóvel & Tipo Endereço / Cidade Área (ABL) Vacância Part. Receita
Shopping Estacao Curitiba Imóveis para renda acabados Avenida Sete De Setembro, 2775, Sem Complemento, Rebouças, Curitiba/PR, Brasil, 80230-010 130.329 m² 3,01% 65,50%
Shopping Ventura Imóveis para renda acabados Rua Itacolomi, 292, Sem Complemento, Portão, Curitiba/PR, Brasil, 81070-150 41.038 m² 18,50% 34,50%

📊 Alocação por Classe de Ativo

Outros 0,00%
Outros 0,00%

Principais Títulos & CRIs em Carteira

Banco BTG Pactual S.A. CRI • Taxa: N/D
R$ 15,45 mi
📑 Relatório Mensal CVM & Informes Estruturados

Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do DAMT11.

Acessar Relatório CVM Completo →
Fonte: Informes Periódicos Trimestrais CVM via Brapi.dev Atualização automática a cada novo informe registrado

O ativo DAMT11 (Diamante Fundo Investimento Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 11,08, acumulando uma variação de +6.44% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 7,10 e a máxima de R$ 36,00. O fundo atua no segmento de Tijolo - Shoppings, registrando um Dividend Yield (12M) de 11.67% e indicador P/VP de 0.75x.

Abertura
R$ 10,53
Fec. Ant: R$ 11,08
Variação Dia
Min: R$ 10,53
Max: R$ 11,08
52 Semanas
Mín: R$ 7,10
Máx: R$ 36,00
Volume
9
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: DAMT11

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)

0.75
R$ 13,95
Patrimônio Líquido
R$ 197,00 Mi
Último Rendimento
R$ 0.7109
Pagto: 2026-08-07
Rendimento Médio (12M)
R$ 0.6467
por cota / mês
Rendimento 12M
R$ 1.2934
acumulado no ano
R$ 197,00 Mi
Quantidade de Cotas
17,78 Mi
Liquidez Diária
9

Sobre a DAMT11

Categoria / Segmento
Tijolo - Shoppings
Tipo de Ativo
Fundo de Investimento Imobiliário (B3)
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O DIAMANTE FII RL (DAMT11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Shoppings, com gestão Definida.

Administrador do Fundo
Nome
BTG PACTUAL SERVICOS FINANCEIROS S.A. DISTRIBUIDOR
CNPJ
59281253000123
Telefone
55 11 3383-3102
Endereço
Praia de Botafogo, 501 - 6º Andar, Botafogo — Rio de Janeiro/RJ - CEP 22.250-040
RENDIMENTO R$ 0,7109
Pagamento: 07/08/2026
RENDIMENTO R$ 0,5825
Pagamento: 06/02/2026
RENDIMENTO R$ 0,4008
Pagamento: 07/08/2025
RENDIMENTO R$ 0,0425
Pagamento: 08/01/2024
RENDIMENTO R$ 0,0548
Pagamento: 07/12/2023
RENDIMENTO R$ 0,0542
Pagamento: 08/11/2023
RENDIMENTO R$ 0,0746
Pagamento: 06/10/2023
RENDIMENTO R$ 0,0814
Pagamento: 08/09/2023
RENDIMENTO R$ 0,0717
Pagamento: 07/08/2023
RENDIMENTO R$ 0,0819
Pagamento: 07/07/2023

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De fornecedora a parceira: China ganha espaço na inovação e muda relação com empresas brasileiras
China •

De fornecedora a parceira: China ganha espaço na inovação e muda relação com empresas brasileiras

A relação de empresas brasileiras com fabricantes chineses, durante muito tempo, esteve associada principalmente à busca por produtos de menor custo. Esse modelo continua existindo, mas vem ganhando novas possibilidades. Segundo Jessé Guimarães, vice-presidente da Bracham Brazil-China Chamber of Commerce, empresas brasileiras passaram a acessar uma cadeia capaz de participar também de etapas como engenharia, configuração de produtos, prototipagem, desenvolvimento de componentes, software, design industrial e adaptações para o mercado brasileiro. A mudança acontece em um contexto de forte expansão do comércio entre os dois países. As importações brasileiras provenientes da China passaram de US$ 30,7 bilhões em 2015 para US$ 70,9 bilhões em 2025, alta de aproximadamente 131%, segundo dados do Comex Stat, do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços) compilados pelo Ipece (Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará). A participação chinesa nas importações totais do Brasil também aumentou: de 17,7% para 25,3% no período. Mas o dado que ajuda a entender essa relação é a composição das compras. Em agosto de 2026, bens intermediários representaram 65,9% das importações brasileiras provenientes da China e bens de capital, 19,8%. Juntos, os dois grupos responderam por cerca de 85,7% das compras naquele mês. É uma fotografia de agosto, e não uma proporção para todo o ano, mas indica o peso de insumos, componentes, máquinas e equipamentos na relação comercial. Da compra pronta ao desenvolvimento conjunto A diferença está no grau de participação do fabricante. No modelo tradicional, a empresa brasileira escolhe um produto já existente no catálogo e compra. Em uma etapa intermediária, pode recorrer a OEM (original equipment manufacturer ou fabricante de equipamento original), private label (marca própria) ou ODM (original design manufacturer ou fabricante de design original), com alterações de marca, embalagem, componentes, funcionalidades ou configuração. No nível mais avançado, cliente e fabricante discutem as especificações técnicas e desenvolvem o produto em conjunto. “Estamos passando progressivamente de colocar uma marca brasileira em um produto chinês para desenvolver na China um produto pensado para o mercado brasileiro”, afirma Guimarães. Segundo ele, a customização pode envolver itens como motor, bateria, eletrônica, software, materiais, dimensões, moldes, embalagem, conectividade e requisitos regulatórios. VEJA TAMBÉM: Podcast do Associativismo indica como importar da China sem comprometer custos nem qualidade Esse movimento não significa que OEM, ODM e private label sejam novidades. Esses modelos existem na China há décadas, explica Guimarães. O que mudou, segundo ele, foi a escala, a sofisticação e, em alguns setores, o acesso de empresas menores a essas estruturas. Os números ajudam a dimensionar essa abertura. Em 2015, 3.767 microempresas e MEIs brasileiros importaram da China. Em 2025, foram 12.586, mais de três vezes o número registrado dez anos antes. O valor importado por essas empresas passou de aproximadamente US$ 251,5 milhões para US$ 1,033 bilhão no mesmo período. Ou seja, os dados podem não comprovar que essas empresas façam OEM ou private label, mas mostram que o acesso de pequenos negócios à cadeia chinesa aumentou. China no top 10 da inovação A mudança também está relacionada à transformação da própria indústria chinesa. A participação do país asiático na produção manufatureira mundial passou de 2,8%, em 1990, para aproximadamente 32%, em 2024, segundo dados da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (Unido), citados por Guimarães. Para comparação, em 2024 os Estados Unidos respondiam por aproximadamente 15,0%, o Japão por 6,3%, a Alemanha por 4,6% e a Coreia do Sul por 3,3%. O país também investiu RMB 3,926 trilhões (yuans chineses), o equivalente a cerca de R$ 3,048 trilhões, em pesquisa e desenvolvimento em 2025, crescimento de 8,1% sobre 2024, equivalente a 2,80% do PIB chinês. LEIA TAMBÉM: No xadrez global entre China e EUA, Brasil precisa escolher seu jogo O Índice Global de Inovação 2025, elaborado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), reforça esse cenário. A China ficou pela primeira vez entre as dez primeiras economias do ranking, na 10ª posição entre 139 economias. O país se destaca ainda pela produção de conhecimento e tecnologia e concentra 24 dos 100 principais clusters de inovação do mundo. Entre eles está Shenzhen-Hong Kong-Guangzhou, que ocupou a primeira posição entre os clusters em 2025. Para empresas brasileiras, essa concentração pode significar acesso a um ecossistema que reúne fabricantes, fornecedores de componentes, engenharia, ferramental, moldes, prototipagem, laboratórios e logística. Por isso, o preço continua sendo um fator, mas não é necessariamente o único. Qualidade, tecnologia, escala, velocidade, capacidade de customização, certificações e estabilidade do fornecedor também entram na decisão. Quando a fábrica passa a fazer parte da inovação A experiência da Marcopolo ajuda a mostrar como essa relação pode funcionar na prática. A empresa entrou no mercado chinês em 2001 e, ao longo dos anos, criou uma estrutura que passou por transferência de tecnologia, global sourcing, desenvolvimento de fornecedores, centro de desenvolvimento tecnológico e fabricação de componentes, sistemas para carrocerias de ônibus, carrocerias completas e ônibus totalmente montados para exportação. Hoje, a operação chinesa também participa do desenvolvimento de tecnologias e de produtos para exportação. Segundo Hans Jorg Ehlers, Head da Marcopolo China, a unidade contribuiu para o desenvolvimento do primeiro ônibus da empresa movido a hidrogênio (célula a combustível) e da primeira plataforma totalmente elétrica. O centro de engenharia na China também trabalhou, em parceria com o Centro de Tecnologia no Brasil, em modelos de ônibus, sistema de monitoramento do motorista e retrovisores eletrônicos baseados em câmeras. Tecnologias de iluminação desenvolvidas nesse processo já foram incorporadas aos ônibus lançados no Brasil. LEIA TAMBÉM: Marketplaces asiáticos disputam atenção de lojistas brasileiros A divisão de trabalho é feita em mão dupla. A equipe chinesa acompanha tendências e tecnologias no mercado local, enquanto a Marcopolo Brasil define o roteiro tecnológico. A operação chinesa busca e desenvolve fornecedores, e as especificações básicas são definidas no Brasil, com contribuições dos fornecedores incorporadas ao processo. “Esse cenário mudou. Atualmente, a maioria dos produtos adquiridos na China resulta de desenvolvimentos específicos, realizados conforme as especificações da própria empresa”, afirma Ehlers. A operação chinesa é voltada à exportação e representa aproximadamente 2% da receita internacional da Marcopolo. No primeiro semestre deste ano, gerou R$ 28,9 milhões em receita. E as marcas próprias? Para empresas menores, a possibilidade de customizar produtos abre espaço para construir linhas próprias em vez de disputar apenas produtos semelhantes pelo menor preço. É o caminho que Gustavo Braz, CEO do Grupo PMD, identifica em sua experiência com ferramentas diamantadas. Segundo Braz, a relação com fornecedores passou a envolver testes, escolha de materiais, adaptação de desempenho, desenho de embalagens, desenvolvimento de linhas próprias e adequação às características do consumidor brasileiro. “A indústria chinesa deixou de competir apenas pelo menor preço e passou a ocupar espaço como desenvolvedora de produtos, tecnologia e soluções específicas”, afirma. Para o empresário, a possibilidade de discutir composição, desempenho, acabamento e posicionamento muda a natureza da importação. A fábrica deixa de ser apenas o lugar onde a mercadoria é comprada e passa a participar da estratégia de produto. Isso pode ajudar o distribuidor a criar uma linha exclusiva e reduzir a comparação baseada somente em preço. O que avaliar antes de fechar o pedido Quanto maior a customização, maior também a necessidade de controle. A Bracham recomenda verificar se a empresa chinesa é realmente fabricante ou uma trading, visitar ou auditar a fábrica, definir especificações e tolerâncias, aprovar amostras antes do lote comercial e estabelecer critérios de inspeção e qualidade. Também é preciso deixar claro quem será dono dos moldes, desenhos, arquivos técnicos, software e firmware. Marca, patente e desenho industrial devem ser protegidos quando aplicável, e questões como exclusividade, território, assistência técnica, peças de reposição e alterações de componentes precisam ser definidas antes da produção. É justamente nessa etapa que a busca pelo menor preço pode se tornar um problema. Como resume Braz, uma fábrica tecnologicamente avançada não é necessariamente adequada para qualquer operação. Lote mínimo, prazo, qualidade, propriedade dos moldes e capacidade de reposição precisam entrar na conta antes do pedido. A ApexBrasil, consultada sobre a existência de dados específicos sobre empresas brasileiras que utilizam a China para desenvolver produtos sob marca própria, informou não dispor de levantamento ou casos confirmados com esse recorte. O cenário, portanto, não significa que toda pequena empresa deva partir para o desenvolvimento próprio na China, mas mostra que o acesso a fabricantes capazes de participar dessa etapa também se ampliou para empresas médias e, dependendo do setor, para menores também, como resume Guimarães. A decisão, no entanto, passa a depender do produto, da escala, do investimento e, principalmente, da capacidade de administrar uma cadeia internacional de desenvolvimento e produção. LEIA MAIS Índia: a potência que disputa o topo. Mas que país é esse? Vitrine das Américas, feira em Miami emplaca alimentos e bebidas do Brasil para todo o continente IMAGEM: DC

Maior navio bate-estacas do mundo deixa China com destino ao Brasil
China •

Maior navio bate-estacas do mundo deixa China com destino ao Brasil

Equipamento será usado na construção da Ponte Salvador-Itaparica; viagem deve durar 45 dias O maior navio bate-estacas do mundo partiu neste domingo (27) do Porto de Lusi, na província de Jiangsu, na China, com destino ao Brasil para atuar na construção da Ponte Salvador-Itaparica, na Bahia. A embarcação Tiejian Daqiao Zhuang 1 será utilizada na execução das fundações da estrutura, que terá 12,4 quilômetros sobre a Baía de Todos-os-Santos e investimento de R$ 11,6 bilhões. A viagem até o Brasil deve durar cerca de 45 dias. Segundo a agência chinesa Xinhua, a rota passa pelo Estreito de Malaca, contorna o Cabo da Boa Esperança e segue pelo Atlântico Sul. A previsão é que a embarcação chegue inicialmente pelo Recife (PE). Construído pelo China Railway Construction Bridge Engineering Bureau Group, o navio tem uma torre de cravação de 156 metros e capacidade para içar estacas de até 700 toneladas. A embarcação também pode operar em profundidades de até 70 metros e foi projetada para trabalhos em águas profundas e áreas com condições geológicas complexas. Essas características serão utilizadas na implantação das fundações dos principais pilares da ponte. No trecho de maior profundidade, a lâmina d’água chega a 64 metros. As fundações serão executadas com grandes estacas metálicas cravadas por um sistema flutuante. Na sequência, será feita a escavação interna das estacas, a instalação de armaduras pré-montadas e a concretagem submersa. A Ponte Salvador-Itaparica terá um vão central estaiado de 682 metros, ampliado em relação aos 482 metros previstos inicialmente para permitir a passagem de navios de carga, cruzeiros e petroleiros pela Baía de Todos-os-Santos. A estrutura terá duas torres em formato de diamante, com 248 metros de altura cada. A construção será realizada em 34 segmentos sucessivos, utilizando formas trepantes hidráulicas. As obras começaram oficialmente em 1º de julho de 2026. A construção e o gerenciamento estão sob responsabilidade da CCCC Second Harbor Brazil (SHEC BR), empresa da China Communications Construction Company (CCCC), uma das acionistas da concessionária responsável pelo projeto, ao lado da China Railway Construction Corporation (CRCC). Além do navio bate-estacas, a obra utiliza uma plataforma de trabalho sobre o mar desenvolvida com tecnologia chinesa. Segundo a concessionária, a estrutura, instalada pela primeira vez na América Latina, deverá reduzir em cerca de 70% a necessidade de embarcações de apoio durante a construção. A plataforma servirá como base operacional ao longo de grande parte do traçado da ponte. Tecnologia semelhante foi empregada na construção da Ponte da Baía de Hangzhou, na China. O projeto também utiliza a metodologia BIM para o gerenciamento digital da obra e conta com uma central de concreto instalada entre os pilares P5 e P6, para abastecer diretamente as frentes de trabalho. A Ponte Salvador-Itaparica está inserida no Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e tem conclusão prevista para 2031. A estrutura deverá ligar Salvador à Ilha de Itaparica e terá capacidade projetada para cerca de 28 mil veículos por dia. O governo da Bahia estima a geração de aproximadamente 7 mil empregos durante os seis anos de construção. A projeção é que a nova ligação reduza em cerca de 45 minutos o tempo de deslocamento entre Salvador e Vera Cruz e em até duas horas o trajeto até o Baixo Sul do estado.

Huawei Mate 90 estreia com câmera de encaixar e até 3 linhas ativas
Canaltech •

Huawei Mate 90 estreia com câmera de encaixar e até 3 linhas ativas

A Huawei apresentou a nova linha Mate 90 com mudanças importantes em câmeras, desempenho e conectividade. O principal destaque fica para o Mate 90 Pro Max Collector's Edition, que aceita uma câmera externa com zoom óptico contínuo de 10x e transforma o celular em um sistema fotográfico modular. Continua após a publicidade A série também estreia a tecnologia Quad-SIM Triple-Standby, com suporte para até quatro chips entre SIM físico e eSIM e três linhas disponíveis simultaneamente em standby. O catálogo inclui Mate 90, Mate 90 Pro, Mate 90 Pro Max, Pro Max Collector's Edition e o Mate 90 RS Ultimate Design. Mate 90 ganha câmera externa com zoom óptico de 10x O Canaltech está no WhatsApp! Entre no canal e acompanhe notícias e dicas de tecnologia WhatsApp Continua após a publicidade A grande novidade da geração é o Huawei Ruiying Z10, um módulo de câmera que pode ser acoplado ao Mate 90 Pro Max Collector's Edition pelo sistema HyperClick. O acessório tem câmera própria Red Maple de terceira geração e cobre distâncias focais equivalentes de 24 mm a 240 mm. Na prática, isso entrega zoom óptico contínuo de 10x, com abertura máxima variável entre f/2.0 e f/4.5. A Huawei também oferece perfis de cores inspirados em câmeras clássicas e suporte para filtros externos. A proposta é aproximar o celular de uma câmera dedicada sem depender apenas das lentes e sensores instalados no aparelho. Vale destacar que o Ruiying Z10 não acompanha toda a linha Mate 90, e a compatibilidade foi anunciada para a edição Collector's Edition do Mate 90 Pro Max. Câmeras chegam a 200 MP no Mate 90 Pro Max Mesmo sem o módulo externo, a Huawei trouxe mudanças importantes para as câmeras da família. Toda a série usa a terceira geração da tecnologia Red Maple Primary Color, que promete uma precisão de cores 37% maior. O Mate 90 básico tem câmera principal RYYB de 50 MP, sensor de 1/1,56 polegada e abertura variável contínua entre f/1.4 e f/4.0. O conjunto ainda inclui telefoto de 50 MP com zoom óptico de 4x e ultrawide de 40 MP. Continua após a publicidade Já o Mate 90 Pro aumenta o sensor principal para 1/1,28 polegada e mantém a resolução de 50 MP e a abertura variável. A telefoto também tem 50 MP, mas adiciona recursos para fotografia macro. O Mate 90 Pro Max vai além. A principal de 50 MP traz tecnologia LOFIC e alcance dinâmico anunciado de 18 EV, enquanto a telefoto sobe para 200 MP. O zoom óptico permanece em 4x, com opção de 8x em qualidade óptica. Tela chega a 12.000 nits O Mate 90 e o Mate 90 Pro têm telas planas de 6,75 polegadas, enquanto o Pro Max aumenta o tamanho para 6,9 polegadas. Todos os modelos contam com reconhecimento facial 3D por ToF. Continua após a publicidade Nos modelos Pro e Pro Max, a Huawei usa a segunda geração da tela Linglong, com arquitetura Tandem OLED de duas camadas. O painel trabalha em conjunto com o chip dedicado Zhuque e traz otimização de imagem por IA em nível de pixel. Segundo a fabricante, o pico de brilho pode chegar a 12.000 nits. No Pro Max, o painel Full-Color Linglong ainda oferece suporte à gama de cores BT.2020. A proteção também recebeu atenção especial. Toda a família usa a terceira geração do Kunlun Glass e conta com certificações IP68 e IP69. A Huawei afirma que os aparelhos resistem a imersões de até 6 metros, além de jatos de água sob alta pressão e temperatura. Continua após a publicidade Novos chips Kirin equipam toda a linha A Huawei dividiu a família Mate 90 entre diferentes versões dos novos chipsets Kirin, que passam a adotar a designação τ (tau). O Mate 90 usa o Kirin 9030 Flagship τ. Segundo números da própria Huawei, ele tem CPU 13% mais rápida, GPU 54% superior e NPU 13% mais potente que o Kirin 9020. O Mate 90 Pro sobe para o Kirin 9035 Flagship τ, com ganhos anunciados de 11% em CPU, 10% em GPU e 51% em NPU sobre o Kirin 9030. Continua após a publicidade Já o Mate 90 Pro Max usa o Kirin 9050 Pro Logic Folding τ. A Huawei destaca uma densidade de 238 milhões de transistores por mm², 28% acima da geração anterior. A versão do Pro Max com 12 GB de RAM, porém, traz o Kirin 9050 sem o sufixo Pro. Huawei permite usar até quatro chips Outro diferencial do Mate 90 Pro Max é o chamado Quad-SIM Triple-Standby. A tecnologia aceita quatro chips entre opções físicas e eSIM e mantém até três linhas em standby ao mesmo tempo. A Huawei também adicionou uma antena que combina conexões Wi-Fi e celular, além de um sistema de comunicação colaborativa entre vários dispositivos e um novo modo voltado para atividades ao ar livre. Continua após a publicidade No Pro Max, a bateria chega a 6.800 mAh. O aparelho ainda traz uma tecnologia para chamadas mais discretas, com estrutura de áudio de triplo diafragma criada para reduzir o vazamento do som durante conversas. HarmonyOS 7 traz mais recursos de IA A família estreia com o HarmonyOS 7 e amplia a presença da assistente Xiaoyi. Entre os recursos estão um assistente para anotações, ferramentas inteligentes na galeria e o Air Transfer, que permite transferir conteúdos por gestos. O sistema também recebeu melhorias no Huawei Share, transferência remota de fotografias e comunicação entre aparelhos com sistemas diferentes. Continua após a publicidade Na segurança, a Huawei adicionou detecção de páginas maliciosas e identificação de chamadas redirecionadas do exterior. Mate 90 RS Ultimate Design aposta em titânio No topo da família está o Huawei Mate 90 RS Ultimate Design. A versão tem visual próprio, com acabamento inspirado em diamante, microtextura em relevo e estrutura unibody feita em titânio polido. Continua após a publicidade O aparelho herda grande parte do hardware do Pro Max Collector's Edition, como o Kirin 9050 Pro, as câmeras avançadas, o Quad-SIM Triple-Standby e a compatibilidade com o Ruiying Z10. O RS também oferece comunicação via satélite Tiantong e mensagens por Beidou. A Huawei retirou a opção de 20 GB de RAM disponível na geração anterior, mas agora oferece armazenamento de até 2 TB. Preços da linha Huawei Mate 90 O Huawei Mate 90 parte de ¥ 5.999, cerca de R$ 4.633 em conversão direta. O modelo mais caro da família chega a ¥ 18.999, aproximadamente R$ 14.672. Até o momento não há informações sobre a estreia fora da China. Veja os preços locais de cada variante: Continua após a publicidade Modelo Versão Preço Conversão direta Mate 90 12 GB + 256 GB ¥ 5.999 R$ 4.633 Mate 90 12 GB + 512 GB ¥ 6.999 R$ 5.405 Mate 90 12 GB + 1 TB ¥ 8.499 R$ 6.564 Mate 90 Pro 12 GB + 256 GB ¥ 6.999 R$ 5.405 Mate 90 Pro 12 GB + 512 GB ¥ 7.999 R$ 6.177 Mate 90 Pro 16 GB + 512 GB ¥ 8.499 R$ 6.564 Mate 90 Pro 16 GB + 1 TB ¥ 9.999 R$ 7.722 Mate 90 Pro Max 12 GB + 512 GB ¥ 9.499 R$ 7.336 Mate 90 Pro Max 16 GB + 512 GB ¥ 9.999 R$ 7.722 Pro Max Collector's Edition 16 GB + 512 GB ¥ 10.999 R$ 8.494 Pro Max Collector's Edition 16 GB + 1 TB ¥ 12.999 R$ 10.039 Pro Max Collector's Edition Kit completo ¥ 19.499 R$ 15.059 Ruiying Z10 Encaixe H1 ou H2 ¥ 5.999 R$ 4.633 Mate 90 RS Ultimate Design 16 GB + 512 GB ¥ 12.999 R$ 10.039 Mate 90 RS Ultimate Design 16 GB + 1 TB ¥ 14.999 R$ 11.583 Mate 90 RS Ultimate Design 16 GB + 2 TB ¥ 18.999 R$ 14.672

Perguntas Frequentes sobre DAMT11

Qual é a cotação de DAMT11 hoje na B3?
A cotação de DAMT11 hoje está em R$ 11,08. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 10,53 e máxima de R$ 11,08.
Quanto a DAMT11 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de DAMT11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de DAMT11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de DAMT11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.