BRCO11 – Cotação Bresco - Fundo de Investimento Imobiliario
Fundos ImobiliáriosBresco - Fundo de Investimento Imobiliario
CNPJ: 20748515000181
Resumo Fundamentalista de BRCO11
O ativo BRCO11 (Bresco - Fundo de Investimento Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 109,90, acumulando uma variação de +0.16% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 107,11 e a máxima de R$ 124,00. A companhia está inserida no setor de Fundos Imobiliários, atuando no segmento de Logística. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores de Valuation
Sobre a BRCO11
O BRESCO LOGISTICA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO (BRCO11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Logística, com gestão Ativa.
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Fundo imobiliário fecha contrato com Mercado Livre e avalia impacto na cota; Ifix recua – Money Times
(Imagem: Divulgação/Mercado Livre) O Bresco Logística (BRCO11) fechou um contrato de locação com o Mercado Livre para ocupar 100% da área bruta locável (ABL) do imóvel Bresco Resende, no Rio de Janeiro. O contrato contempla uma área de 25.487,73 metros quadrados e terá prazo de cinco anos, com início na data de assinatura. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Com a nova locação, o imóvel passa a operar com vacância física zero, enquanto a vacância física do portfólio do fundo cai para 1,6%. O ativo representa 4,3% da ABL total do BRCO11. Segundo o fato relevante, após o encerramento do período de descontos previsto no contrato, o aluguel corresponderá a R$ 0,034 por cota do fundo ao mês, valor 25% superior ao aluguel do contrato anterior para o imóvel. O acordo também prevê regras para uma eventual rescisão antecipada. Nesse caso, o Mercado Livre deverá comunicar a devolução do imóvel com pelo menos cinco meses de antecedência e pagar uma indenização equivalente a três vezes o aluguel vigente, proporcional ao prazo restante do contrato e corrigida pelo IPCA. Caso a rescisão ocorra até o 36º mês, a locatária também deverá devolver integralmente os descontos concedidos, corrigidos pelo índice de inflação. A partir do 37º mês, essa restituição será proporcional ao prazo remanescente. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Para o fundo, a entrada do Mercado Livre reforça a ocupação do portfólio e melhora a receita potencial do ativo, além de reduzir a exposição à vacância. Ifix recua mais uma vez O IFIX, principal índice da indústria na bolsa de valores brasileira (B3), encerrou a segunda-feira (18) aos 3.654,70 pontos, com queda de 0,86%, no sexto pregão consecutivo de baixa. Com isso, desde o início de agosto, o indicador acumula desvalorização de 4,33%, enquanto, desde janeiro, recua 3,22%. Entre as maiores altas dos FIIs, o destaque ficou com o Kilima Volcano Recebíveis (KIVO11), que avançou 1,98%, a R$ 53,69. Na sequência, o Itaú Crédito Imobiliário IPCA (ICRI11) subiu 1,79%, para R$ 88,86, enquanto o WHG Real Estate (WHGR11) teve alta de 1,69%, a R$ 8,44. Ticker Variação Último KIVO11 +1,98% R$ 53,69 ICRI11 +1,79% R$ 88,86 WHGR11 +1,69% R$ 8,44 CACR11 +0,86% R$ 14,12 HFOF11 +0,82% R$ 6,12 CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Entre as maiores quedas, o BB Premium Malls (BBPO11) liderou as perdas, recuando 4,72%, a R$ 4,64. Na sequência, o HSI Logística (HSLG11) caiu 4,35%, para R$ 79,80, enquanto o HSI Ativos Financeiros (HSAF11) registrou baixa de 3,57%, a R$ 72,08. Ticker Variação Último BBPO11 -4,72% R$ 4,64 HSLG11 -4,35% R$ 79,80 HSAF11 -3,57% R$ 72,08 ZAVT11 -2,99% R$ 9,09 VGHF11 -2,98% R$ 4,88 CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
B3 lista 164 novos ativos, incluindo Fundos imobiliários e BDRs
A B3 ampliou de 34 para 198 ativos disponíveis no mercado a termo, com a inclusão de 99 FIIs e 65 BDRs não patrocinados. O mercado a termo já movimentou mais de R$ 12 bilhões em 2026, com ticket médio de R$ 189 mil; investidores institucionais respondem por 73% dos negócios. Entre os novos ativos estão BDRs de Berkshire Hathaway, Coca-Cola, Disney, Oracle, Palantir, TSMC e Visa, além de FIIs como BRCO11, GGRC11 e KNSC11. A partir desta segunda-feira (17), a B3 passa a disponibilizar 164 novos ativos para negociação no Mercado a Termo. A ampliação contempla 99 Fundos Imobiliários (FIIs) e 65 BDRs Não Patrocinados. Até então, a quantidade de FIIs e BDRs era restrita. Eram 20 FIIs e 14 BDRs não patrocinados. O mercado a termo já movimentou mais de R$ 12 bilhões em volume acumulado em 2026, com ticket médio de R$ 189 mil. De acordo com informações compartilhadas com o Bitnotícias, em 2025, o volume total transacionado no mercado a termo foi de R$ 22,9 bilhões. Outras classes de ativos disponíveis para negociação são ações, units, BDRs Patrocinados e ETFs. Os investidores institucionais são responsáveis por 73% dos negócios. Por outro lado, pessoas físicas representam cerca de 17% das negociações. CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE “A ampliação do número de ativos disponíveis no mercado a termo da B3 oferece ao investidor mais possibilidades para negociar de acordo com seus objetivos e com o momento de mercado. A entrada de novos FIIs e BDRs traz ainda mais alternativas de exposição ao mercado imobiliário e internacional, utilizando uma modalidade que permite combinar diferentes horizontes e estratégias”, afirma Renato Munhoz, gerente de produtos de Equities da B3. Entre os novos ativos elegíveis estão os BDRs vinculados a empresas globais como Berkshire Hathaway (BERK34), Coca-Cola (COCA34), Disney (DISB34), Goldman Sachs (GSGI34), JP Morgan Chase (JPMC34), Micron Technology (MUTC34), Oracle (ORCL34), Palantir Technologies (P2LT34), Taiwan Semiconductor (TSMC34) e Visa (VISA34). Já entre os fundos imobiliários que passam a integrar o mercado a termo estão BRCO11 (Bresco), GGRC11 (Zagros Capital), GSFI11 (Capitânia Investimentos), IRIM11 (Iridium Gestão de Recursos), KNSC11 (Kinea), MCCI11 (Mauá Capital Real Estate) e PMLL11 (Patria Investimentos). Leia também: Brasil precisa de stablecoins em real para sobreviver no mundo onchain A lista de ativos disponíveis para negociação a termo de BDRs pode ser consultada na página Termo de BDRs da B3. Já a lista de fundos imobiliários está disponível na página Termo de Fundo de Investimento Imobilário da B3. O que é o mercado a termo? No mercado a termo, comprador e vendedor combinam o preço de determinado ativo para que a liquidação da operação aconteça em uma data futura previamente definida. Diferentemente de uma compra tradicional no mercado à vista, em que a liquidação financeira ocorre dois dias depois da negociação, no termo as condições da operação são definidas previamente, e a liquidação ocorre no prazo acordado. Essas condições possibilitam aos investidores realizarem diferentes estratégias, tanto para proteção de carteira (hedge) quanto para busca de lucros. Além disso, é possível utilizar simultaneamente posições no mercado a termo e no mercado à vista com operações com Contratos Futuros ou Opções. “É uma ferramenta que amplia as possibilidades de planejamento do investidor. O mercado a termo pode ser utilizado tanto para uma visão direcional sobre determinado ativo quanto como parte de estratégias mais sofisticadas de proteção, financiamento ou gestão de caixa. E, como toda operação que envolve exposição a mercado e garantias, é importante que o investidor conheça bem o funcionamento do produto e avalie sua adequação ao próprio perfil”, explica Renato
FII cai quase 5% com temor sobre Casas Bahia; fundo tem 31% da receita exposta
Publicidade O fundo imobiliário HSLG11 (HSI Logística) recua 4,69% nesta segunda-feira (17), a R$ 79,52, em meio às preocupações do mercado com os possíveis efeitos da recuperação judicial da Casas Bahia sobre os fundos imobiliários que possuem imóveis alugados à companhia. O movimento colocou o fundo entre os principais pontos de atenção do segmento logístico diante da exposição relevante ao varejista. De acordo com dados apresentados pelo fundo, a Casas Bahia responde diretamente por 27,6% da receita contratada, enquanto as sublocações relacionadas à companhia representam outros 3,3%. Com isso, a exposição chega a aproximadamente 30,9% da receita contratada do HSLG11. Para Otmar Schneider, analista de valores mobiliários da Nord Investimentos, essa concentração faz do HSLG11 o caso mais sensível entre os fundos imobiliários logísticos diante da situação da varejista. Ao mesmo tempo, ele ressalta que o risco enfrentado pelo FII é diferente daquele assumido pelos acionistas da companhia. “O FII mais exposto é o HSLG11, em torno de 30% da carteira de imóveis alugados para Casas Bahia. O contrato típico e o atípico são dois imóveis, de um total de seis. Então ele é o mais impactado. Lógico que Casas Bahia é uma empresa muito grande, então outros fundos imobiliários também têm pequenas participações, como, por exemplo, o XPLG11 (XP Malls), em torno de 3% a 4%”, comenta Schneider. A própria estrutura da carteira do HSLG11, contudo, pode reduzir parte dessa exposição no futuro. O material do fundo indica um potencial de redução de aproximadamente 12 pontos percentuais após novas comercializações, levando a participação da Casas Bahia para algo próximo de 19% da receita contratada. Procurada pelo InfoMoney, a HSI, gestora do HSLG11, não respondeu aos pedidos de comentário até o fechamento desta matéria. O espaço permanece aberto. Leia Mais: Liga de FIIs completa 5 anos: o que o investidor aprendeu – e ainda precisa aprender Risco para os FIIs é diferente do risco para acionistas das Casas Bahia Schneider explica que, em uma recuperação judicial, é importante separar os aluguéis já vencidos daqueles que ainda serão pagos no futuro. Eventuais valores em atraso podem entrar no processo de recuperação, enquanto os contratos de locação que permanecem vigentes seguem outra dinâmica. “Os fundos imobiliários são muito menos impactados do que a própria empresa. Então o acionista da empresa acaba muito exposto a um pedido de recuperação judicial. No caso do fundo imobiliário, esse pedido de recuperação judicial ocorre de duas formas. Os créditos, ou seja, se aquela empresa atrasou aluguéis, então isso vai entrar como um crédito concursal, o fundo imobiliário vai ter que pleitear isso na Justiça dentro da recuperação judicial, então é mais complexo de receber”, explica o analista. Continua depois da publicidade Segundo o analista, os aluguéis a vencer não entram automaticamente na recuperação judicial. Caso a companhia deixe de pagar os valores futuros, o proprietário do imóvel pode buscar medidas previstas no contrato, inclusive a retomada do ativo. Isso significa que, embora exista risco de inadimplência, o fundo mantém mecanismos para reagir à deterioração do crédito do locatário. “Estando em dia esse aluguel, que é o caso aí na maioria dos fundos imobiliários, os aluguéis a vencer, ou seja, os aluguéis que vão vir nos próximos meses, eles não entram na recuperação judicial. Então, se a empresa não paga esses aluguéis, ela pode ser retirada do imóvel”, acrescenta. O histórico recente do mercado também mostra que uma recuperação ou renegociação financeira não necessariamente significa interrupção imediata dos pagamentos de aluguel. Schneider cita o caso do GPA, que passou por um processo de recuperação extrajudicial e também tinha exposição relevante em fundos imobiliários. Continua depois da publicidade Leia Mais: O que Cyrela e empresas de shopping revelam sobre a “nova carteira” do FII TRXF11? Varejo é um ponto de alerta para os FIIs Gabriel Pereira, head de fundos imobiliários da AVIN, coloca o HSLG11 como o principal caso de atenção no segmento logístico, mas alerta que a análise não deve se limitar à participação direta da Casas Bahia. Para Pereira, é necessário observar também a exposição dos fundos ao varejo como um todo. Um fundo pode ter pouca receita proveniente da Casas Bahia, mas ainda assim concentrar parte importante de sua carteira em outros grandes varejistas, criando um risco mais amplo caso haja deterioração do setor. Continua depois da publicidade “Nos outros grandes fundos logísticos, como XPLG11 (XP Log), BRCO11 (Bresco Logística), BTLG11 (BTG Pactual Logística), VILG11 (Vinci Logística) e HGLG11 (Patria Log), eu não olharia apenas para a participação da Casas Bahia, mas também para a exposição agregada ao varejo, pensando em um eventual problema estrutural no segmento.” Pereira comenta ainda que dois fundos com a mesma exposição percentual a determinado locatário podem apresentar riscos completamente diferentes. O tipo de contrato, prazo remanescente, multas de rescisão, garantias e, principalmente, a facilidade de encontrar um novo inquilino para o imóvel são fatores determinantes. “A mesma exposição de 10% da receita pode representar riscos completamente diferentes dependendo de ser um contrato típico ou atípico, do prazo remanescente, das multas de rescisão e, principalmente, da especificidade do imóvel. Um galpão construído sob medida para a Casas Bahia, por exemplo, pode ser muito mais difícil de recolocar do que um imóvel logístico padrão. Portanto, para medir o impacto efetivo, eu cruzaria concentração de receita, prazo contratual, tipo de contrato, garantias e facilidade de reposição do imóvel”, conclui. Continua depois da publicidade Leia Mais: Crescimento do mercado de FIIs está menos dependente do ciclo de juros, diz B3
Perguntas Frequentes sobre BRCO11
Qual é a cotação de BRCO11 hoje na B3?
Quanto a BRCO11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de BRCO11?
O que significa o P/L e o P/VP de BRCO11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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