BBGO11 – Cotação BB Fundo de Investimento de Credito Fiagro Imobiliario
Fundos ImobiliáriosBB Fundo de Investimento de Credito Fiagro Imobiliario
CNPJ: 42592257000120
Resumo Fundamentalista de BBGO11
O ativo BBGO11 (BB Fundo de Investimento de Credito Fiagro Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 61,95, acumulando uma variação de -0.27% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 61,15 e a máxima de R$ 80,35. A companhia está inserida no setor de Fundos Imobiliários, atuando no segmento de Outros. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores de Valuation
Sobre a BBGO11
O BB FUNDO DE INVESTIMENTO DE CRÉDITO FIAGRO-IMOBILIÁRIO (BBGO11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Outros, com gestão Ativa.
Dividendos
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Alto e sempre: as ações com dividendo de mais de 14% com consistência
Estudo mostra as empresas que pagaram bons retornos não apenas nos últimos 12 meses e apresentam mais consistência ao longo dos anos Publicidade Os juros básicos devem continuar altos por um bom tempo, um ambiente adverso para as ações, especialmente para empresas com dívida pesada em CDI e modelos de negócio que dependem de crédito barato. Nesse cenário, os investidores em bolsa costumam buscar empresas pagadoras de dividendos, e crescem os olhos para opções que oferecem ganhos até superiores aos do juro Selic, hoje de 14% ao ano. Mas nem sempre elas serão um bom negócio. Diante da tentação, é importante analisar se esse dividendo gordo é um movimento ocasional ou um resultado regular, alerta a analista de Research da Rico Investimentos Maria Giulia Figueiredo. A analista pesquisou as empresas que apresentam retornos em dividendos superiores a 14% ao ano nos últimos 12 meses, mas foi além e levantou também as que tiveram esse desempenho na média dos últimos três anos, 2023, 2024, 2025. “O critério privilegia a consistência da política de dividendos em vez do retrato de um único ano”, diz a analista em relatório. Foram consideradas ações que integram o Índice Bovespa, o Índice de Dividendos IDIV e o o IBRX-100 e o valor da ação para cálculo do dividend yield (retorno apenas do dividendo) foi o do fechamento de 7 de agosto. O estudo revelou seis empresas com dividend yield médio acima de 14% ao ano de 2023 a 2025: Grendene, Vulcabrás, Petrobras (ordinárias e preferenciais), Metal Leve e Bradespar. Os retornos médios vão de 14,02% até 21,68% (ver tabela). As maiores pagadoras de dividendos de 2023 a 2025: Empresa Código DY médio 23/25 Grendene GRND3 21,68% Vulcabras VULC3 17,38% Petrobras PN PETR4 17,29% Petrobras ON PETR3 16,22% Metal Leve LEVE3 15,64% Bradespar PN BRAP4 14,02% Fonte: Rico Investimentos e Economática. Dados até 7 de agosto de 2026. Ações integram o Ibovespa, o Índice de Dividendos IDIV e o IBRX-100. O Dividend Yield médio foi calculado com média simples e considera a compra do papel na data do levantamento comparado aos dividendos e juros sobre capital dos 12 meses anteriores. Comparando as duas listas, apenas Grendene e Vulcabras aparecem também na lista dos maiores dividendos dos últimos 12 meses. As demais posições do topo da lista de 12 meses “não se sustentam quando se olha o histórico de três anos, sinal de que o yield elevado tem origem pontual”, diz a analista. Já Petrobras e Bradespar, que não aparecem na lista de 12 meses recentes, mostram tendência histórica, mas distribuíram menos nos últimos meses do que sua própria média. As maiores pagadoras de dividendos dos últimos 12 meses: Empresa Código DY 12 meses SYN Prop Tech SYNE3 64,53% Grendene GRND3 43,19% Vulcabras VULC3 32,62% Log Com. Prop. LOGG3 27,54% LAVVI Empreend. LAVV3 27,26% Marcopolo POMO3 22,42% União Pet Part AUAU3 21,06% Marcopolo POMO4 20,89% Even EVEN3 20,09% Moura Dubeux Eng MDNE3 19,13% MBRF Global Foods MBRF3 17,49% BB Seguridade BBSE3 16,98% Unipar Carbocloro UNIP6 16,92% Tegma Gestão TGMA3 14,87% Azzas 2154 AZZA3 14,55% Fonte: Rico Investimentos e Economática. Dados até 7 de agosto de 2026. Ações integram o Ibovespa, o Índice de Dividendos IDIV e o IBRX-100. O Dividend Yield médio foi calculado com média simples e considera a compra do papel na data do levantamento comparado aos dividendos e juros sobre capital dos 12 meses anteriores. Segundo Figueiredo, empresas com geração de caixa estável, baixo endividamento e setores menos sensíveis ao ciclo econômico, como prestadoras de serviços públicos ou utilities, bancos bem capitalizados e concessões, conseguem manter distribuições relevantes de lucros mesmo em ambientes restritivos. A Selic alta, por sua vez, cria um fenômeno interessante, diz a analista: os preços das ações em geral tendem a ser pressionados para baixo pelo custo de oportunidade elevado da renda fixa, o que eleva o retorno em dividendos sem que a distribuição de lucros cresça. “Isso pode representar tanto um ponto de entrada quanto um sinal de alerta”, afirma Figueiredo. Continua depois da publicidade “A diferença está nos fundamentos”, diz, explicando que, em momentos de correção mais forte, mais empresas podem refletir um “dividend yield” mais elevado, mesmo sem uma melhora em seus fundamentos. “A armadilha é a mesma de qualquer ativo de renda: quando o preço cai, o retorno em dividendos sobe, mesmo que o dividendo continue o mesmo”, afirma Figueiredo. “Mas o acionista que entrou antes está com um ativo desvalorizado e, às vezes, com uma empresa em deterioração”, alerta. Por isso, a analista acredita que o retorno em dividendo acima da Selic deve ser o ponto de partida, não a conclusão, e que o investidor deve fazer três perguntas antes de decidir: Se os dividendos pagos no período têm caráter recorrente ou incluem eventos extraordinários, como juros sobre capital acumulados, venda de ativos ou resultado não operacional; Se a queda de preço da ação reflete um problema estrutural da empresa ou um ajuste de mercado que tende a se reverter; Se o nível de endividamento da empresa é compatível com a manutenção dessas distribuições em um ambiente de crédito ainda caro. Figueiredo defende que uma análise do retorno em dividendos médios dos últimos anos, e não de apenas um exercício, costuma complementar bem a leitura do “dividend yield” dos últimos 12 meses. “A Selic elevada pede mais seletividade no curto prazo e foco em empresas de qualidade, resilientes, com boa geração de caixa e menor sensibilidade ao ciclo de juros”, diz.
Grandes bancos se blindam contra cenário econômico turvo e ampliam provisão contra calotes
Aperto no orçamento do brasileiro está cada vez maior 1:23 Depois de pagar as contas básicas e as dívidas, sobre muito pouco para gastar com outras coisas ou fazer algum investimento. Crédito: Edição: Jefferson Perleberg Confira o resumo que a LE.IA, a IA do Estadão, fez pra você Gerando resumo Abrir o resumo Os principais bancos do Brasil reforçaram as estratégias para atravessar o cenário de deterioração do mercado de crédito. Embora o Banco Central tenha dado a largada ao ciclo de corte de juros, os efeitos inflacionários da guerra no Oriente Médio e o desequilíbrio das contas públicas retardam o ritmo do alívio monetário. O resultado é uma Selic ainda restritiva, que eleva o endividamento e o comprometimento de renda das famílias. PUBLICIDADE Para se blindar em um horizonte mais turvo, Banco do Brasil, Bradesco, Itaú Unibanco e Santander separaram R$ 91,082 bilhões em provisões contra devedores duvidosos (PDD) no primeiro semestre. O número representa um crescimento de 23% em relação a igual período do ano passado, em um cálculo que desconta valores recuperados de créditos já baixados. Essa fórmula, que fornece uma visão mais precisa do provisionamento, é conhecida como custo de crédito. Parte importante da piora segue concentrada no agronegócio, que enfrenta uma “tempestade perfeita” de volatilidade nos preços de insumos e agora o impacto de um El Niño severo. No entanto, há sinais de pressão também em carteiras de pessoas físicas, principalmente na baixa renda. O governo promoveu um conjunto de programas para incentivar a renegociação dos débitos, no âmbito do Desenrola, mas as medidas pouco mexeram os ponteiros em termos de qualidade dos ativos. Publicidade Leia também “Estamos vendo movimentos preocupantes em linhas de crédito emergenciais, as taxas rotativas”, afirma o diretor de Economia, Regulação e Produtos da Associação Brasileira de Bancos (ABBC), Everton Gonçalves. “Como a piora está chegando ao emprego e à atividade, isso leva os bancos a ficarem mais cuidadosos na oferta de crédito, porque muda a percepção de risco”, explica. A abordagem cautelosa responde também à escalada da inadimplência, que já atinge as instituições financeiras. No Santander, que abriu a temporada de balanços, o indicador que considera atrasos acima de 90 dias fechou junho em 3,3%, um aumento de 0,7 ponto porcentual ante igual período do ano passado. A instituição tem promovido uma rotação no perfil da carteira em direção a linhas mais seguras e com foco na alta renda, mas esse movimento só deve se traduzir em uma melhora na qualidade a partir do ano que vem, na visão de analistas. Publicidade Santander e BB sob pressão Durante teleconferência de resultados, o próprio diretor financeiro do Santander, Carlos Muñiz, apresentou um diagnóstico bem franco da situação. Segundo ele, mudanças contábeis ajudam a explicar o avanço das despesas com PDD, que saltaram 11,5% no comparativo anual do trimestre, para R$ 7,7 bilhões. Mas o executivo também reconheceu o impacto do ambiente macroeconômico mais apertado. A reorganização do mix de crédito ainda deve manter as provisões elevadas, pelo menos ao longo deste ano, admitiu. “Eu pessoalmente não estou otimista”, comentou. “Se tivesse de colocar uma data (para a melhora na PDD), provavelmente essa data está no começo de 2027, mais do que no final de 2026”, acrescentou Muñiz, que liderou a tele no lugar do recém-chegado novo CEO, Gilson Finkelsztain, ex-B3. O quadro também é desafiador no Banco do Brasil, que ainda passa por dificuldades em sua maior carteira, a rural. A inadimplência seguiu em trajetória ascendente e fechou junho em 5,61%, ainda puxada pelos atrasos no agro. Publicidade Segundo o vice-presidente de Gestão Financeira e Relações com Investidores (CFO) do BB, Geovanne Tobias, as discussões sobre a Medida Provisória de repactuação de R$ 100 bilhões em débitos rurais incentivaram parte dos produtores a suspenderem os pagamentos na esperança de condições mais favoráveis à frente. É o que a literatura econômica chama de “risco moral”. Com isso, o banco público desembolsou R$ 18,5 bilhões em provisões contra calotes no segundo trimestre, uma expansão de 16,1% em base anual, em termos líquidos. A expectativa é de que, com a MP em operação, esses volumes arrefeçam no segundo semestre e convirjam para o guidance entre R$ 65 bilhões e R$ 70 bilhões, de acordo com Tobias. “Mas não vai cair pela metade”, alertou. Além do agro, o BB registrou uma degradação também na pessoa física. Em cartões de crédito, a inadimplência deu um pulo de mais de 7 pontos porcentuais na passagem trimestral, a 14,58%. Muitos produtores do agro também são clientes PF, então o aperto acaba “migrando” nas carteiras. Mas o banco também admite ter observado um movimento crescente de reparcelamento de faturas em um público mais amplo. Publicidade Itaú e Bradesco mais resilientes O Bradesco também teve revés na inadimplência PF, mas em um grau consideravelmente menor que o do BB. Em meio ao plano de transformação estratégica capitaneado pelo CEO Marcelo Noronha, o Banco da Cidade de Deus continuou o processo de montagem de uma carteira mais resistente às intempéries econômicas. Como efeito, as linhas com garantias já representam 61% do total. Expectativa é de aumento da inadimplência Foto: Rmcarvalhobsb - stock.adobe.com O Bradesco até elevou os gastos com provisões e viu os atrasos aumentarem, mas em parte devido ao comportamento dos programas de crédito para micro, pequenas e médias empresas (PME) com garantia do governo. Como essas linhas contam com período de carência, algumas safras começam a aparecer só agora nos indicadores de calotes. “Mas isso não preocupa”, comentou Noronha. Dinâmica semelhante ocorreu no Itaú Unibanco, que manteve a inadimplência acima de 90 dias estacionada em 1,9% por mais um trimestre. Em MPMEs, o indicador subiu para 2% e o banco indicou que deve aumentar mais no terceiro trimestre, antes de estabilizar. Para além disso, o Itaú indicou que as métricas de qualidade devem evoluir sem sobressaltos. Publicidade Para o líder de research da Genial Investimentos, Eduardo Nishio, o conjunto dos balanços aponta para uma piora no ciclo. A inflação, ainda forte, pressiona as famílias, enquanto as empresas são afetadas pelos juros elevados. “O cenário de crédito está pior”, diz.
Fundo imobiliário fecha contrato com Mercado Livre e avalia impacto na cota; Ifix recua – Money Times
(Imagem: Divulgação/Mercado Livre) O Bresco Logística (BRCO11) fechou um contrato de locação com o Mercado Livre para ocupar 100% da área bruta locável (ABL) do imóvel Bresco Resende, no Rio de Janeiro. O contrato contempla uma área de 25.487,73 metros quadrados e terá prazo de cinco anos, com início na data de assinatura. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Com a nova locação, o imóvel passa a operar com vacância física zero, enquanto a vacância física do portfólio do fundo cai para 1,6%. O ativo representa 4,3% da ABL total do BRCO11. Segundo o fato relevante, após o encerramento do período de descontos previsto no contrato, o aluguel corresponderá a R$ 0,034 por cota do fundo ao mês, valor 25% superior ao aluguel do contrato anterior para o imóvel. O acordo também prevê regras para uma eventual rescisão antecipada. Nesse caso, o Mercado Livre deverá comunicar a devolução do imóvel com pelo menos cinco meses de antecedência e pagar uma indenização equivalente a três vezes o aluguel vigente, proporcional ao prazo restante do contrato e corrigida pelo IPCA. Caso a rescisão ocorra até o 36º mês, a locatária também deverá devolver integralmente os descontos concedidos, corrigidos pelo índice de inflação. A partir do 37º mês, essa restituição será proporcional ao prazo remanescente. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Para o fundo, a entrada do Mercado Livre reforça a ocupação do portfólio e melhora a receita potencial do ativo, além de reduzir a exposição à vacância. Ifix recua mais uma vez O IFIX, principal índice da indústria na bolsa de valores brasileira (B3), encerrou a segunda-feira (18) aos 3.654,70 pontos, com queda de 0,86%, no sexto pregão consecutivo de baixa. Com isso, desde o início de agosto, o indicador acumula desvalorização de 4,33%, enquanto, desde janeiro, recua 3,22%. Entre as maiores altas dos FIIs, o destaque ficou com o Kilima Volcano Recebíveis (KIVO11), que avançou 1,98%, a R$ 53,69. Na sequência, o Itaú Crédito Imobiliário IPCA (ICRI11) subiu 1,79%, para R$ 88,86, enquanto o WHG Real Estate (WHGR11) teve alta de 1,69%, a R$ 8,44. Ticker Variação Último KIVO11 +1,98% R$ 53,69 ICRI11 +1,79% R$ 88,86 WHGR11 +1,69% R$ 8,44 CACR11 +0,86% R$ 14,12 HFOF11 +0,82% R$ 6,12 CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Entre as maiores quedas, o BB Premium Malls (BBPO11) liderou as perdas, recuando 4,72%, a R$ 4,64. Na sequência, o HSI Logística (HSLG11) caiu 4,35%, para R$ 79,80, enquanto o HSI Ativos Financeiros (HSAF11) registrou baixa de 3,57%, a R$ 72,08. Ticker Variação Último BBPO11 -4,72% R$ 4,64 HSLG11 -4,35% R$ 79,80 HSAF11 -3,57% R$ 72,08 ZAVT11 -2,99% R$ 9,09 VGHF11 -2,98% R$ 4,88 CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Perguntas Frequentes sobre BBGO11
Qual é a cotação de BBGO11 hoje na B3?
Quanto a BBGO11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de BBGO11?
O que significa o P/L e o P/VP de BBGO11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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