SPUB11 Safra ETF Ibovespa Empresas Estatais Fundo de Indice Responsabilidade Limitada – Cotação Hoje
Safra ETF Ibovespa Empresas Estatais Fundo de Indice Responsabilidade Limitada
Resumo Fundamentalista de SPUB11
O ativo SPUB11 (Safra ETF Ibovespa Empresas Estatais Fundo de Indice Responsabilidade Limitada) está sendo negociado hoje a R$ 60,48, acumulando uma variação de -0.53% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 49,03 e a máxima de R$ 70,11.
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O que está por trás dos ETFs mais rentáveis da B3? Tecnologia e Brasil explicam os destaques
Duas grandes teses de investimento ajudam a explicar os ETFs que aparecem entre os de maior rentabilidade na B3 em 2026: de um lado, a alta tecnologia, notadamente com a corrida global pela inteligência artificial; de outro, o Brasil, beneficiado pelo interesse do capital estrangeiro e pelo desempenho de setores que têm peso importante na economia local, como estatais e commodities. Os ETFs são bastante diferentes entre si, mas os rankings do acumulado do ano e de julho, compilados pela Quantum Finance, mostram como essas duas histórias se espalharam por diferentes classes de ativos. Entre os investimentos internacionais aparecem fundos ligados a semicondutores, S&P 500, Nasdaq e Ethereum. Do lado brasileiro, ganham espaço ETFs de estatais, boi gordo e ações de companhias produtoras de commodities. Tecnologia vai de chips a Ethereum A expressão mais evidente da tese de tecnologia no acumulado do ano é o CHIP11, da Investo, que acompanha 25 empresas de semicondutores listadas nos Estados Unidos e lidera o ranking de rentabilidade. Pedro Claudino, analista de fundos da Empiricus, explica que o principal vetor é a continuidade do ciclo de investimentos em inteligência artificial. A expansão dos data centers elevou a demanda por chips de alta performance, memória, processamento e toda a infraestrutura de semicondutores, movimento que vem se traduzindo em resultados corporativos fortes e revisão das expectativas de lucro para o setor. Matheus Portela, economista e diretor da VLGI Asset, classifica o momento como um “superciclo estrutural”. Ele lembra que os chips não atendem somente à inteligência artificial: estão presentes em veículos elétricos, eletrônicos e diversas outras indústrias, criando diferentes fontes de demanda. A força da tecnologia aparece ainda na presença de produtos ligados aos grandes índices americanos entre os ETFs de maior retorno, como QQQQ11, referenciado no Nasdaq 100, e SPXR11 e SPBZ11, ligados ao S&P 500, que vem renovando recordes associados ao desempenhos das ações de IA. ETFs mais rentáveis em 2026 - janeiro a julho Nome Código Gestão Rentabilidade INVESTO SEMICONDUCTOR 25 CHIP11 Investo 37,34% SAFRA IBOVESPA ESTATAIS SPUB11 Safra Asset Management 22,55% BB ÍNDICE FUTURO DE BOI GORDO BBOI11 BB Asset Management 21,83% SAFRA MULHERES NA LIDERANÇA ELAS11 Safra Asset Management 15,94% BTG PACTUAL COMMODITIES CMDB11 BTG Pactual Asset Management 15,16% IT NOW S&P 500 FUTURES QUANTO BRL SPXR11 Itaú Asset Management 14,80% BTG S&P 500 FUTURES QUANTO BRL SPBZ11 BTG Pactual Asset Management 14,50% BUENA VISTA NASDAQ-100 HIGH BETA QQQQ11 Buena Vista Asset Management 12,06% IT NOW PIBB IBRX-50 PIBB11 Itaú Asset Management 11,66% SAFRA IBOVESPA BOVS11 Safra Asset Management 10,92% Em julho, porém, essa tese ganhou outro protagonista. Cinco dos seis ETFs de maior rentabilidade no mês têm exposição ao criptoativo Ethereum: XETH11, da XP Asset Management; ETHE11, da Hashdex; EETH11, do BTG Pactual Asset Management; ETHE11, da Buena Vista Asset Management; e QETH11, da QR Asset Management. O Ethereum entra nessa história não apenas como criptoativo. Classificado pelos reguladores americanos como uma commodity digital, ele é também a infraestrutura sobre a qual são desenvolvidas aplicações de finanças descentralizadas e projetos de tokenização de ativos. Os ETFs negociados na B3 seguem índices de referência do mercado americano. O desempenho dos fundos de Ethereum também superou o do EBIT11, de Bitcoin, presente entre os dez primeiros de julho. Para Portela, houve uma rotação do capital institucional: enquanto ETFs de Bitcoin enfrentaram retiradas de recursos em parte do período, fundos de Ethereum tiveram semanas consecutivas de captação maior do que resgates. Há ainda uma característica tecnológica própria do Ethereum que pode ajudar nessa história. Luis Kuniyoshi, analista de criptomoedas da Empiricus, destaca a maior capacidade de coordenação e atualização do protocolo tecnológico da maior rede blockchain do mundo. O avanço da inteligência artificial voltou a colocar em discussão os possíveis riscos que a computação quântica poderá representar, no futuro, para os sistemas de criptografia atuais. Ainda não existe clareza sobre quando ou em que dimensão essa ameaça poderia se materializar, mas Kuniyoshi avalia que a flexibilidade do Ethereum pode permitir uma adaptação mais rápida a mudanças tecnológicas, inclusive no desenvolvimento de soluções resistentes à computação quântica. A tokenização de ativos do mundo real, os chamados RWA, acrescenta outra fonte de demanda pela infraestrutura do Ethereum. Assim, a liderança dos ETFs ligados ao ativo em julho pode ser lida dentro de uma tese tecnológica mais ampla — ainda que com riscos e características bastante diferentes daqueles encontrados nas ações de empresas de tecnologia. ETFs mais rentáveis em julho/2026 Nome Código Gestão Rentabilidade TREND ETHEREUM XETH11 XP Asset Management 17,02% HASHDEX ETHEREUM ETHE11 Hashdex 16,67% BTG PACTUAL ETHEREUM EETH11 BTG Pactual Asset Management 15,55% BUENA VISTA ETHEREUM ETHY11 Buena Vista Asset Management 14,27% QR ETHEREUM QETH11 QR Asset Management 12,99% BTG COMMODITIES CMDB11 BTG Pactual Asset Management 9,31% IT NOW IMAT MATB11 Itaú Asset Management 9,26% HASHDEX DEFI DEFI11 Hashdex 8,95% EMPIRICUS BITCOIN EBIT11 Empiricus Gestão 8,76% BUENA VISTA BITCOIN XBCI11 Buena Vista Asset Management 8,37% Brasil atrai capital com estatais e commodities A segunda história que emerge dos rankings está dentro de casa. O SPUB11, da Safra Asset Management, que acompanha Ibovespa B3 Estatais, uma carteira de ações de empresas sob controle estatal, está entre os ETFs de maior retorno no acumulado do ano e supera produtos que representam fatias mais amplas da bolsa brasileira, como o PIBB11, que acompanha 50 das ações mais negociadas e representativas do mercado, e o BOVS11, que replica o Ibovespa. Claudino aponta o fluxo estrangeiro para a B3 como um dos fatores que favoreceram essas empresas. Parte dos recursos internacionais que chegam à bolsa entra por meio de índices ou se concentra nas companhias de maior capitalização e liquidez, o que beneficia nomes como Petrobras e Banco do Brasil. Essa leitura ajuda a colocar as estatais dentro de uma tese maior de Brasil: em um movimento de diversificação para mercados emergentes, investidores estrangeiros encontraram ações brasileiras negociadas a preços considerados atrativos. O país acumulou forte entrada de capital externo principalmente no início do ano, embora esse fluxo não tenha ocorrido de maneira linear e vem passando por períodos de retirada. Portela acrescenta um componente específico para as estatais: o petróleo. A alta da commodity em meio às tensões geopolíticas favoreceu a Petrobras e ajudou um índice com forte presença de energia, petróleo e saneamento a se distanciar de indicadores mais amplos da bolsa, que carregam também varejo, construção e outros setores mais dependentes da atividade doméstica. As commodities reforçam essa segunda tese por outros caminhos. O BBOI11, do BB Asset Management, que acompanha contratos futuros de boi gordo, está entre os primeiros colocados no acumulado do ano. O CMDB11, do BTG Pactual Asset Management, investe em ações de empresas brasileiras ligadas a commodities e aparece tanto entre os destaques do ano quanto novamente no ranking de julho. A permanência desses produtos entre os destaques ajuda a mostrar que a história brasileira não se resume a um movimento geral do Ibovespa. O desempenho esteve concentrado justamente em setores que têm grande peso na estrutura econômica e exportadora do país e que também são bastante acompanhados pelo investidor estrangeiro. O ranking mostra a tese, não o próximo vencedor Olhar os ETFs dessa maneira também evita uma armadilha: interpretar a lista dos fundos mais rentáveis como um cardápio de recomendações. “O ETF é um instrumento de investimento, não uma classe de ativos”, ressalta Claudino. Um fundo de semicondutores, um de estatais, outro de boi gordo e um de Ethereum podem ser comprados da mesma maneira na bolsa, mas carregam fontes de retorno e riscos completamente diferentes. Por isso, antes de investir, é preciso entender qual índice o ETF busca reproduzir, sua composição e os riscos da exposição. Um retorno elevado pode significar tanto a continuidade de uma tendência quanto a recuperação de perdas anteriores. O próprio veículo também precisa ser analisado. Claudino recomenda observar taxa de administração, patrimônio líquido, volume de negociação, presença de formador de mercado e a capacidade do ETF de acompanhar seu índice de referência. O que está por trás dos ETFs mais rentáveis da B3? Tecnologia e Brasil explicam os destaques — Foto: Getty Images
12 índices da B3 subiram mais que o Ibovespa no 1S26; veja lista
Ibovespa é o índice mais conhecido da B3, já que reúne as ações de maior liquidez do mercado brasileiro. Porém, nem sempre é o que entrega mais ganhos para os investidores da Bolsa. 📊 No primeiro semestre deste ano, por exemplo, o Ibovespa subiu 6,76%, mas outros índices da B3 chegaram a subir cerca de 16%. Por isso, o IBOV ficou apenas na 13ª colocação no ranking dos índices que mais se valorizaram na Bolsa brasileira. De acordo com a B3, os maiores ganhos ficaram com índices ligados ao agronegócio , às estatais e aos segmentos considerados mais defensivos da Bolsa. O destaque foi do Índice Futuro Boi Gordo (IFBO), que avançou 16,38% devido à menor disponibilidade de animais para abate no campo e à consequente alta dos preços da carne bovina O índice que reúne as ações das estatais listadas na B3, o Ibov B3 Estatais ou IBEE, também subiu quase 16% no acumulado do primeiro semestre. Já o Índice de Utilidade Pública (UTIL B3), composto por empresas dos segmentos de energia elétrica, saneamento e gás , registrou a terceira maior alta do período: 10,89%. O índice da B3 que acompanha os preços das 💲 Índices ligados à renda fixa também se destacaram, em meio à manutenção de juros elevados e à busca dos investidores por ativos de menor risco.O índice da B3 que acompanha os preços das debêntures , por exemplo, subiu 7,64%. Já os índices que acompanham o rendimento do Tesouro Selic avançaram 7,05%. Por outro lado, alguns índices de maior conhecimento dos investidores ficaram de fora da lista de maiores valorizações da B3 desta vez. É o caso do IFIX , que acompanha o desempenho dos FIIs (Fundos de Investimento Imobiliário) Veja os índices da B3 que subiram mais que o IBOV no 1S26: ETFs facilitam investimento Vale lembrar que muitos dos índices da B3 servem de referência para ETFs (fundos de índice) , facilitando a vida dos investidores que estão de olho nessas oportunidades. 🥩 Quem quer apostar na alta do boi gordo, por exemplo, não precisa necessariamente operar o contrato futuro da commodity, pois o Índice Futuro Boi Gordo é referência para o fundo de índice BBOI11 Já o SPUB11 acompanha o índice das estatais da B3 e o UTIL11 replica o desempenho do índice de utilidade pública da Bolsa, enquanto o Ibovespa serve de referência para oito ETFs diferentes. Dos 10 índices que mais subiram na B3 no primeiro semestre, apenas o MidLarge Cap, índice que acompanha a cotação das empresas de médio e grande porte da B3, não tem um ETF para chamar de seu. Veja os ETFs atrelados a esses índices:
12 índices da B3 subiram mais que o Ibovespa no 1S26; veja lista
Ibovespa é o índice mais conhecido da B3, já que reúne as ações de maior liquidez do mercado brasileiro. Porém, nem sempre é o que entrega mais ganhos para os investidores da Bolsa. 📊 No primeiro semestre deste ano, por exemplo, o Ibovespa subiu 6,76%, mas outros índices da B3 chegaram a subir cerca de 16%. Por isso, o IBOV ficou apenas na 13ª colocação no ranking dos índices que mais se valorizaram na Bolsa brasileira. De acordo com a B3, os maiores ganhos ficaram com índices ligados ao agronegócio , às estatais e aos segmentos considerados mais defensivos da Bolsa. O destaque foi do Índice Futuro Boi Gordo (IFBO), que avançou 16,38% devido à menor disponibilidade de animais para abate no campo e à consequente alta dos preços da carne bovina O índice que reúne as ações das estatais listadas na B3, o Ibov B3 Estatais ou IBEE, também subiu quase 16% no acumulado do primeiro semestre. Já o Índice de Utilidade Pública (UTIL B3), composto por empresas dos segmentos de energia elétrica, saneamento e gás , registrou a terceira maior alta do período: 10,89%. O índice da B3 que acompanha os preços das 💲 Índices ligados à renda fixa também se destacaram, em meio à manutenção de juros elevados e à busca dos investidores por ativos de menor risco.O índice da B3 que acompanha os preços das debêntures , por exemplo, subiu 7,64%. Já os índices que acompanham o rendimento do Tesouro Selic avançaram 7,05%. Por outro lado, alguns índices de maior conhecimento dos investidores ficaram de fora da lista de maiores valorizações da B3 desta vez. É o caso do IFIX , que acompanha o desempenho dos FIIs (Fundos de Investimento Imobiliário) Veja os índices da B3 que subiram mais que o IBOV no 1S26: ETFs facilitam investimento Vale lembrar que muitos dos índices da B3 servem de referência para ETFs (fundos de índice) , facilitando a vida dos investidores que estão de olho nessas oportunidades. 🥩 Quem quer apostar na alta do boi gordo, por exemplo, não precisa necessariamente operar o contrato futuro da commodity, pois o Índice Futuro Boi Gordo é referência para o fundo de índice BBOI11 Já o SPUB11 acompanha o índice das estatais da B3 e o UTIL11 replica o desempenho do índice de utilidade pública da Bolsa, enquanto o Ibovespa serve de referência para oito ETFs diferentes. Dos 10 índices que mais subiram na B3 no primeiro semestre, apenas o MidLarge Cap, índice que acompanha a cotação das empresas de médio e grande porte da B3, não tem um ETF para chamar de seu. Veja os ETFs atrelados a esses índices:
Perguntas Frequentes sobre SPUB11
Qual é a cotação de SPUB11 hoje na B3?
Quanto a SPUB11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de SPUB11?
O que significa o P/L e o P/VP de SPUB11?
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