EUA
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13/08/2026
Galapagos lança novo ETF para investir em ações dos EUA e fugir da concentração do S&P 500
Confira o resumo que a LE.IA, a IA do Estadão, fez pra você Gerando resumo Abrir o resumo
A Galapagos Capital lança nesta quinta-feira (13) um novo Exchange Traded Fund (ETF) para investir no mercado americano, o EUAT11. O ativo vai investir em cotas do ETF Vanguard Morningstar Total Stock Market (VTI), da gestora internacional Vanguard. No exterior, a estratégia soma US$ 2,3 trilhões e permite exposição ampla ao mercado de ações dos Estados Unidos.
PUBLICIDADE O EUAT11 contempla mais de 3,2 mil empresas no portfólio, dando acesso a mid e small caps que ficam de fora de outros índices acionários. O S&P 500, por exemplo, é limitado às 500 ações das empresas americanas com maior valor de mercado, o que nos últimos tempos tornou o índice mais concentrado em temas e setores específicos, como tecnologia.
Na visão da Galapagos, a estratégia oferece uma representação mais ampla da economia americana, além do potencial de crescimento de nomes que podem ser as “blue chips do futuro”. Ao fazer essa alocação via um ETF, o investidor brasileiro consegue acessar um número grande de empresas, com um único produto, diretamente da B3.
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“O investidor brasileiro ainda concentra boa parte da carteira em um mercado com poucas empresas e setores. O EUAT11 amplia essa diversificação ao oferecer exposição a mais de 3 mil companhias americanas de diferentes portes, em um único investimento e sem abrir mão de liquidez“, afirma Bruno Stein, responsável pela área de ETFs da Galapagos Capital.
Bruno Stein, responsável pela área de ETFs da Galapagos Capital. Foto: Divulgação/Galapagos Capital
O produto estreia hoje na B3, com custo total de 0,18% ao ano – 0,15% da taxa global e 0,03% do ETF de referência. É a menor taxa entre os ETFs de renda variável da casa.
Este é o 7º lançamento da Galapagos este ano, que agora conta com 10 ETFs na prateleira entre estratégias de renda fixa e renda variável. Juntos, os ativos somam R$ 660 milhões em patrimônio líquido e 5,4 mil cotistas.
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Dois ativos para investir no mundo inteiro
A novidade complementa uma estratégia de renda variável que a gestora de ETFs da Galapagos já tem na prateleira, o GXUS11. Um de seus primeiros produtos, lançado ainda em 2025, o ativo oferece acesso a mais de 8,5 mil ações de empresas de 47 países, com exceção dos EUA. O índice de referência é o FTSE Global All Cap ex US Index.
O objetivo do GXUS11 é suprir a demanda de alocadores por uma exposição internacional ampla e que não fosse concentrada no mercado americano, hoje com peso representativo grande em boa parte dos índices globais. O EUAT11 vem com a estratégia oposta e, portanto, complementar.
Para a Galapagos, com os dois ETFs, o investidor consegue montar uma alocação internacional diversificada, ponderando o quanto prefere direcionar ao mercado americano e ao resto do mundo pelo peso de cada um na carteira.
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“A combinação oferece flexibilidade para ajustar a exposição aos EUA e aos demais mercados de acordo com a estratégia de investimento, sem depender da composição de um índice global. Com isso, o investidor brasileiro pode construir sua exposição global com a mesma lógica adotada por muitos investidores americanos”, diz Stein.
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