BUAE39 BKR MSCI UAEDRE – Cotação Hoje
BKR MSCI UAEDRE
Resumo Fundamentalista de BUAE39
O ativo BUAE39 (BKR MSCI UAEDRE) está sendo negociado hoje a R$ 50,25, acumulando uma variação de +0.00% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 50,25 e a máxima de R$ 55,93.
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Maiores altas e baixas do Ibovespa hoje: Banco do Brasil afunda
Confira o resumo que a LE.IA, a IA do Estadão, fez pra você O Ibovespa fechou em baixa de 0,52% aos 205.835,29 pontos, após alta histórica. Banco do Brasil liderou perdas com queda de 6,42%, enquanto Minerva subiu 7,40%. A queda segue realização de lucros após expectativas de mudanças econômicas com Flávio Bolsonaro liderando eleições. Gabriel Magno e Erich Decat comentam sobre incertezas políticas e econômicas. JPMorgan rebaixou Banco do Brasil e elevou Bradesco. Petrobras e Vale também recuaram. Em Nova York, índices subiram e dólar caiu 0,52% a R$ 4,9756. Abrir o resumo O Ibovespa é o principal índice da B3, a Bolsa de Valores brasileira. Foto: Daniel Teixeira/Estadão O Ibovespa hoje fechou em baixa de 0,52%, aos 205.835,29 pontos, depois de ter saltado 7,7% na última sessão e conquistado o maior nível da sua história. Nesta terça-feira (6), o grande destaque negativo do pregão ficou com o Banco do Brasil (BBAS3), que tombou 6,42% e liderou as perdas do índice. Na outra ponta, a Minerva (BEEF3) registrou a maior alta, ao saltar 7,40%. PUBLICIDADE Na sessão de ontem, a Bolsa brasileira foi impulsionada pela expectativa de mudanças na política econômica a partir de 2027, após o senador Flávio Bolsonaro (PL) ficar à frente no primeiro turno, com 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Agora os dois candidatos se enfrentam no segundo turno, em 25 de outubro. “Acredito que o movimento do Ibovespa seja uma realização de lucro do dia de ontem. Normalmente, após um movimento muito forte de alta, o mercado tende a embolsar parte do lucro e isso é bem saudável. Acredito que nos próximos dias, os investidores ficarão atentos as notícias que virão de Brasília, mas também, aos movimentos bruscos nos ativos”, afirma Gabriel Magno, chefe de alocação de investimentos e sócio da AW Capital. Publicidade Leia também Fontes ouvidas pelo E-Investidor ponderam, no entanto, que a agenda fiscalista pode não ser a prioridade para um governo Flávio em uma eventual vitória dele nessas eleições. “Existe essa preocupação, sobre qual será a prioridade do Flávio nos primeiros seis meses, um ano de mandato. Vai ser a agenda econômica ou vai ser a agenda da anistia, de possível impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).?”, questionou o analista político Erich Decat. Já o economista e ex-diretor do Banco Central (BC), Alexandre Schwartsman, avalia que o mercado financeiro está muito comprado na ideia de que Flávio Bolsonaro irá fazer um grande ajuste fiscal, mas se diz cético em relação a isso. “Eu pago para ver”. Até agora, aponta, o senador tem sido superficial sobre o tema. “Ninguém vai abrir o jogo ou dar munição nesta altura da eleição, mas também é verdade que ele não tem um histórico conhecido nessa área”, disse. Publicidade Hoje, o Ibovespa contrariou o clima positivo da última sessão. Entre os papéis de bancos, que exibiram ganhos de dois dígitos na véspera, o destaque ficou com o Bradesco (BBDC3; BBDC4) nesta tarde, em contraste com o tom negativo do Banco do Brasil. Os papéis BBDC3 subiram 3,25%, enquanto os BBDC4 avançaram 4,40%. O movimento ocorreu após o JPMorgan cortar a recomendação do BB para venda, citando uma perspectiva negativa para os créditos inadimplentes do agronegócio entre julho e agosto, enquanto o risco do El Niño permanece. O banco pontua que, no rali recente, a ação ficou para trás em relação aos papéis ligados ao mercado de capitais. “Em nossa visão, isso sugere um menor apetite dos investidores pelo ativo”, afirma. Por outro lado, o JPMorgan elevou a recomendação do Bradesco para compra, considerando o banco relativamente mais bem posicionado do que o BB. Publicidade Leia também No grupo de ações de grande peso para o Ibovespa, os papéis da Petrobras (PETR3; PETR4) cederam 1,80% nos ordinários e 2,78% nos preferenciais, ao passo que os ativos da Vale (VALE3) recuaram 1,44%. Em Nova York, os sinais são positivos: S&P 500, Dow Jones e Nasdaq avançaram 0,58%, 0,49% e 0,45%, respectivamente, com S&P500 e Nasdaq registrando recorde histórico de fechamento. No câmbio, o dólar hoje fechou em queda de 0,52% cotado a R$ 4,9756, ampliando as perdas de 4% registradas na véspera. Maiores baixas do Ibovespa hoje Maiores altas do Ibovespa hoje Leia também
ETF de Brasil em NY capta US$ 700 milhões em um dia, maior valor da história
Fundo também teve o maior volume negociado desde sua criação, há 25 anos, e ficou atrás apenas de ETFs de S&P500 e Nasdaq, com mercado em euforia após o primeiro turno Publicidade O EWZ, fundo com cotas negociadas na Bolsa de Nova York que replica o índice MSCI Brasil, negociou na segunda-feira (5) US$ 8,2 bilhões, o maior volume diário em seus 25 anos de existência, após o resultado do primeiro turno da eleição presidencial. O resultado, que mostra o interesse internacional pela bolsa brasileira, veio em meio a uma euforia que tomou conta do mercado após Flávio Bolsonaro (PL) ficar à frente do presidente Lula (PT) no pleito. O segundo turno acontece no dia 25. O volume negociado do EWZ, que reúne as principais ações da B3 e fechou em alta de 12,54%, foi o terceiro maior do dia entre todos os ETFs negociados no mercado, atrás apenas dos que replicam o S&P 500 e o Nasdaq, dois dos principais índices de ações americanos. Além do forte volume negociado, o fundo EWZ captou US$ 700 milhões (cerca de R$ 3,5 bilhões) em novos recursos, também a maior entrada diária de sua história. O último recorde de negociação ocorreu em 2018, quando Jair Bolsonaro foi eleito presidente, segundo Eric Balchunas, especialista em ETFs da Bloomberg Intelligence. Hoje, o EWZ está praticamente estável, recuando apenas 0,1%, para US$ 42,94. Parte do movimento de ontem reflete o elevado volume de opções em aberto, que já apontava para um movimento explosivo após o primeiro turno. Com o resultado das urnas, muitos investidores exercerem as opções e pressionaram mais o mercado à vista. Segundo Luciano Sousa, especialista em opções, havia concentração de opções de compra em EWZ a US$ 42 e US$ 43. O fundo chegou a ser negociado ontem a US$ 43,90, permitindo o exercício de um grande volume de opções de compra, fechando em US$ 42,98. Muitos fundos locais também fazem operações com o EWZ por conta da maior liquidez do mercado externo. O aumento dos negócios com EWZ acompanhou o do mercado local, com o volume de negócios da B3 somando R$ 103,3 bilhões, ante uma média de R$ 32,6 bilhões por dia no ano.
Paraísos fiscais baixam dólar e sobem a B3
Publicado em 06/10/2026 às 13:40 Alterado em 06/10/2026 às 13:40 "Lucro numa deu prejuízo a ninguém". Essa máxima, dos tempos que em os pregões das Bolsas de Valores tinham operadores físicos, continua válida nos tempos de transações eletrônicas, em que cada corretora ou distribuidora de valores ou até os terminais dos que operam em casa. Por isso, depois do "rally de alta do primeiro turno" a segunda-feira à tarde foi tempo de realização de lucros e o ambiente segue a mesma toada nesta terça-feira. Depois de exalar pessimismo em 28 de setembro, quando o Ibovespa fechou a 182.991 pontos, em reação a pesquisas que apontavam Lula à frente no primeiro turno e com alguma chance de vitória já em 4 de outubro, o dólar fechou no mesmo dia a R$ 5,2255. Entretanto, as indicações dos "tracks" das instituições financeiras apontando o avanço de Flávio Bolsonaro animaram os operadores e investidores. Sexta-feira, 2 de outubro, o Ibovespa fechou a 192.115 pontos (uma valorização de 4,98% na semana). Já o dólar, ao fechar sexta-feira, a R$ 5,2133, encerrou a semana em baixa de 2,33%, prenunciando o otimismo do mercado, que prefere Flávio a Lula. De onde veio a enxurrada de dólares? Anunciada a vitória de Flávio Bolsonaro no primeiro turno no domingo à noite, o que explica que o dólar já tenha aberto a manhã de segunda-feira em baixa de 4,546%, cotado a R$ 4,9763? Os chamados "investidores estrangeiros" não têm suficiente agilidade para perceber a mudança da biruta. Na verdade, quando se examinam os fluxos dos investimentos estrangeiros diretos no país (IDP) do Banco Central, os Estados Unidos continuam com o maior estoque de investimentos, mas o fluxo dos capitais voláteis que fazem uso dos paraísos fiscais "off-shores" predomina. E o CPF dos investidores é predominantemente de brasileiros. Só isso explica por que desde 28 de setembro, a taxa do dólar (negociado a R$ 4,9711, às 12:25 desta terça-feira, com baixa de 0,44%) tenha acumulado baixa de 4,86% no período. Os bancos estrangeiros só emitiram pareceres favoráveis ao Brasil no fim do dia 5 de outubro (fizeram suas posições, mas sem tempo de mudança dos investidores). Já a gangorra, ou melhor, montanha-russa do Ibovespa foi mais elástica. Entre a maior e a menor cotação do índice Bovespa (que roçou abaixo dos 210 mil pontos ontem e hoje), houve ganhos de 14,545%. Dados históricos - Ibovespa O peso dos paraísos fiscais Para os que duvidam do entra e sai de recursos de brasileiros sediados em paraísos fiscais, apresento os dados do Censo de Capitais Estrangeiros do Banco Central até 2025. O ano passado fechou com IDP no capital (o item mais volátil das transações do Balanço de Pagamentos) de US$ 488,116 bilhões. Apenas seis países respondiam por 82,3% do montante registrado e os Países Baixos (vale dizer, incluídos os paraísos fiscais caribenhos como Aruba, Curaçau e Bonaire que integram a Holanda) lideram a lista com US$ 99,331 bilhões (20,3%), seguido pelas Ilhas Virgens Britânicas (US$ 96,873 bilhões ou 19,8%), que é o paraíso mais próximo de Miami. Os EUA são o sexto maior investidor em capital (US$ 24,276 bilhões, com apenas 5%).
Perguntas Frequentes sobre BUAE39
Qual é a cotação de BUAE39 hoje na B3?
Quanto a BUAE39 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de BUAE39?
O que significa o P/L e o P/VP de BUAE39?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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