Resumo de WWW.OSLODTVM.COM (WWW.OSLODTVM.COM)
O criptoativo WWW.OSLODTVM.COM (WWW.OSLODTVM.COM) está sendo negociado a R$ 0,00 nesta data, acumulando uma variação de +0.00% nas últimas 24 horas.
Selo de Investimento: Cripto Sólida
⚠️ AtençãoO criptoativo WWW.OSLODTVM.COM atingiu 0 de 7 critérios (0.0%), ficando abaixo do mínimo de 5/7 exigido para o Selo Cripto Sólida. Exige cautela reforçada devido a risco de volatilidade, menor liquidez ou tokenomics frágil.
Checklist de Robustez & Tokenomics (7 Critérios Essenciais)
Alta Liquidez Global (Volume > R$ 200M/dia)
Não atendeCapacidade de negociação institucional com alta profundidade no book e baixo slippage
Maturidade da Rede (> 4 anos)
Não atendeHistórico comprovado atravessando múltiplos ciclos de mercado e halvings
Segurança de Consenso Comprovada
Não atendeArquitetura de rede com algoritmo de consenso descentralizado e auditado
Utilidade & Infraestrutura Real
Não atendeAtuação em setores produtivos do ecossistema cripto (exclui memecoins e tokens especulativos)
Grande Porte (Large Cap > U$ 3 Bi)
Não atendeCapitalização robusta com aceitação institucional e dominância de mercado
Política Monetária Rígida / Deflacionária
Não atendeProteção contra hiperinflação de tokens através de teto de emissão ou queima de taxas
Resiliência de Preço & Estabilidade 24h
Não atendeComportamento de preços sem quedas abruptas atípicas superiores a 30% em 24 horas
Oscilação dos Últimos 12 Meses
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Mina de bitcoin nas montanhas mexicanas deixa cartéis sob suspeita
⚡ ECO Fast As autoridades mexicanas descobriram uma instalação clandestina de mineração de criptoativos em Tlaola, investigando suspeitas de branqueamento de capitais e furto de eletricidade. A operação revelou 300 GPUs e 80 terminais de média tensão, indicando uma rede bem financiada e sofisticada, com um padrão de atividades recorrentes na região. O aumento das transações de criptomoedas ligadas ao crime pode levar a novos recordes de atividades ilícitas, apesar das melhorias nas ferramentas de rastreamento das autoridades. Numa estrada de terra batida pouco usada no meio das montanhas verdejantes do centro do México, o zumbido constante e mecânico de centenas de máquinas ligadas 24 horas por dia acabou por denunciar o que ali se escondia. Foi esse ruído, associado a um consumo de eletricidade muito acima do que qualquer aldeia da Sierra Norte de Puebla poderia justificar, que levou a polícia até uma instalação clandestina dedicada à mineração de criptoativos, agora sob investigação por suspeitas de branqueamento de capitais ligado ao crime organizado. Escolha o ECO como fonte preferida no Google Escolher › No município de Tlaola, as autoridades encontraram 300 unidades de processamento gráfico (GPU), 80 terminais de média tensão e oito antenas de internet via satélite, um conjunto de equipamento que aponta para uma operação bem financiada e tecnicamente sofisticada, de acordo com o comunicado das autoridades mexicanas. A Procuradoria-Geral da República, a Marinha e a Secretaria de Segurança Pública do Estado de Puebla participaram na operação conjunta, depois de a Comissão Federal de Eletricidade ter apresentado queixa por suspeita de furto de energia junto de uma barragem hidroelétrica da região. Trata-se já da quarta quinta com esta atividade detetada na zona desde o início do ano passado, sugerindo um padrão de instalações recorrentes ligadas à mesma rede. As transações ligadas a criptomoedas associadas a atividade criminosa mais do que duplicaram no ano passado, atingindo cerca de 154 mil milhões de dólares em 2025, segundo dados da empresa Chainalysis. Na América Latina, a mineração de criptoativos não é ilegal e no México nenhuma lei proíbe esta atividade. O que está a ser investigado pelas autoridades mexicanas é o furto de eletricidade, prática conhecida localmente como “huachicoleo” de energia, além da possibilidade de os ativos digitais gerados terem servido para dar aparência de legalidade a fundos provenientes de atividades ilícitas. Francisco Sánchez González, responsável pela Secretaria de Segurança Pública de Puebla, explicou em conferência de imprensa que o elevado consumo energético e o ruído produzido pelos equipamentos obrigam os operadores a procurar locais isolados, precisamente o que despertou as suspeitas das autoridades junto da barragem de Necaxa. Segundo a Chainalysis, uma empresa especializada em análise de blockchain, as transações ligadas a criptomoedas associadas a atividade criminosa mais do que duplicaram no ano passado, atingindo cerca de 154 mil milhões de dólares em 2025 face aos 59 mil milhões registados no ano anterior. Caio Motta, especialista da empresa para a América Latina, revela à Reuters que os cartéis procuram locais com eletricidade barata ou sob influência do crime organizado, onde conseguem furtar energia e instalar infraestrutura de grande escala sem custos operacionais relevantes. O custo da eletricidade é, aliás, o principal fator económico da mineração de bitcoin. De acordo com o índice de consumo energético da Universidade de Cambridge, produzir uma única unidade da criptomoeda mais utilizada no mundo custa atualmente cerca de 45 mil dólares, valor que ainda assim garante uma margem considerável face aos preços atuais, próximos dos 78 mil dólares. Casos semelhantes já foram identificados no Brasil, nos EUA e no sudeste asiático, incluindo uma vasta operação de mineração desmantelada na Tailândia que abrangia cinco províncias. E até em Portugal, se bem que numa dimensão mais reduzida, como sucedeu este ano, com a GNR a deter um homem no Bombarral por furto de energia para minerar. A investigação em Tlaola deverá alastrar-se a outros municípios da região. Francisco Sánchez González confirmou que a Secretaria de Segurança Pública de Puebla vai coordenar-se com estados vizinhos para localizar outras instalações com o mesmo perfil, depois de as três quintas anteriores terem sido descobertas junto à mesma barragem de Necaxa. Para as autoridades mexicanas, o objetivo passa por determinar se existe uma rede organizada por detrás destas operações ou se se trata de iniciativas isoladas que exploram a mesma vulnerabilidade na rede elétrica. Caio Motta, da Chainalysis, adverte que o crescimento da adoção de criptoativos a nível global deverá traduzir-se em novos recordes de crime associado a este setor nos próximos anos, à medida que os ativos digitais se tornam mais acessíveis a qualquer utilizador, incluindo redes criminosas. Ao mesmo tempo, o especialista sublinha que as autoridades têm hoje mais ferramentas para rastrear transações em blockchain do que há apenas alguns anos, o que reduz a margem de manobra de quem tenta esconder a origem dos fundos através da mineração ou da compra de criptoativos.
Blockstream recusa pagar resgate para devolução de US$ 47 milhões em Bitcoin do ataque à Liquid: “É roubo”
Com 598,5 BTC ainda pendentes, a empresa afirma que acionará as autoridades caso os fundos não sejam devolvidos A Blockstream recusou-se a pagar pela devolução dos US$ 47 milhões em Bitcoin ainda desaparecidos da Liquid Network, abandonando dias de negociação com as pessoas que os levaram. “Pegar ativos sem autorização e reter sua devolução é um crime, não uma divulgação responsável”, a empresa disse na sexta-feira. “Não é uma atividade de ‘white-hat’. É roubo.” Cerca de 4.000 BTC foram drenados da sidechain no domingo, avaliados em cerca de US$ 320 milhões. Os invasores devolveram 3.400 BTC na segunda-feira, deixando 598,5 BTC no endereço para o qual foram retirados, onde permanecem intocados. Uma falha na forma como os nós da Liquid armazenam em cache as verificações de prova de alcance permitiu que os invasores cunhassem L-BTC sem lastro e o trocassem por Bitcoin de reserva através da SideSwap, um membro da federação detentor de uma chave de autorização de saque. A reserva caiu para 197 BTC. A Blockstream corrigiu os nós da ponte em dez horas e lançou o Elements v23.3.4 na quarta-feira. A Liquid retomou a produção de blocos e o processamento de transações na quinta-feira, embora os saques permaneçam desativados como precaução enquanto “a fase final de recuperação” continua. Ela alertou separadamente sobre golpistas que visam operadores de nós com sites de atualização falsos. O relatório de incidente de terça-feira da Liquid adotou um tom diferente, dizendo que estava coordenando “com o hacker ‘white hat’” para reiniciar a rede. Sua participação nessas negociações “não deve ser confundida com aceitação das ações tomadas nem dos termos exigidos”, disse a Blockstream. Esses termos eram públicos. Em uma transação de Bitcoin na quarta-feira, os exploradores escreveram que a Blockstream havia alocado “apenas US$ 1,5 milhão (talvez até 0) para proteger US$ 5 bilhões em ativos”, chamando isso de “uma negligência flagrante de segurança”. Eles queriam 10% “usando seu próprio dinheiro como recompensa por bugs”, ou “vocês causarão a todos os seus detentores uma perda de 15% por sua irresponsabilidade e mesquinhez”. Um precedente que a Blockstream não estabelecerá A Blockstream não será “parte do precedente de que softwares de código aberto desenvolvidos para o bem da comunidade Bitcoin devem sujeitar seus desenvolvedores a pagar um resgate que excede em muito sua participação econômica”, afirmou. Nem cobrirá a escassez para os usuários. “O Bitcoin é dinheiro forte e não pode ser cunhado sem custos”, disse. “O Bitcoin não penaliza os usuários para pagar um resgate.” Em vez disso, a empresa buscará “todas as vias legais” com as autoridades, exchanges e especialistas forenses, caso os fundos não sejam devolvidos. “As transações não desaparecem, e nem as evidências que elas deixam para trás”, alertou, concluindo: “Devolvam o Bitcoin.” * Traduzido e editado com autorização do Decrypt. Quer investir na maior criptomoeda do mundo? No MB, você começa em poucos cliques e de forma totalmente segura e transparente. Não adie uma carteira promissora e faça mais pelo seu dinheiro. Abra sua conta e invista em bitcoin agora!
Ethereum (ETH) vai na contramão do Bitcoin (BTC) e sobe 3% na semana, com Fomc no radar; confira os preços das criptomoedas neste sábado (12) – Money Times
A reação do Bitcoin e das demais moedas digitais deverá depender do tom adotado pelo Fed e das próximas sinalizações. (Imagem iStock - 2189645068) O mercado de criptomoedas opera sem direção única neste sábado (12), enquanto os investidores ajustam as posições antes da decisão de juros do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos). CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O Ethereum (ETH) é negociado a US$ 2.531,43, com valorização de 3,18% nas últimas 24 horas e de 3,18% nos últimos 7 dias. O bitcoin (BTC), por sua vez, avança 0,66% no dia, cotado a US$ 77.303,38, mas acumula queda de 2,95% em sete dias. Entre as principais criptomoedas, BNB e XRP também sobem mais de 3% nas últimas 24 horas. Na semana, contudo, a maior parte dos ativos ainda opera no campo negativo. Confira os preços das principais criptomoedas neste sábado (12): Criptomoeda Preço 1 hora 24 horas 7 dias Bitcoin (BTC) US$ 77.279,55 -0,12% +0,66% -2,95% Ethereum (ETH) US$ 2.531,43 -0,05% +3,13% +3,18% Tether (USDT) US$ 0,9997 +0,01% +0,02% -0,03% BNB (BNB) US$ 736,60 +0,04% +3,63% -2,11% XRP (XRP) US$ 1,37 +0,09% +3,55% -2,33% USDC (USDC) US$ 0,9998 +0,01% 0,00% -0,01% Solana (SOL) US$ 102,01 -0,09% +3,26% -0,36% TRON (TRX) US$ 0,3404 +0,28% +0,97% +2,32% Hyperliquid (HYPE) US$ 79,75 +0,18% +1,20% -5,86% Fonte: Coin Market Cap Criptomoedas de olho no Fomc CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O desempenho ocorre após a recuperação dos índices de Wall Street na sexta-feira (11), favorecida pelo alívio nos preços do petróleo, após a forte alta de 6% da véspera e avanço de 9% na semana. Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq avançaram 0,98%, 0,86% e 0,96%, respectivamente. Na semana, porém, os três índices recuaram, pressionados pela alta dos rendimentos dos títulos do Tesouro norte-americano, os Treasuries, e pela perspectiva de uma política monetária mais restritiva. Leia também Após a divulgação dos índices de preços ao consumidor (CPI) e ao produtor (PPI) dos Estados Unidos, as atenções se voltam para a reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc), marcada para quarta-feira (16). Segundo a ferramenta FedWatch, do CME Group, o mercado atribui probabilidade de 85% a um aumento dos juros, atualmente na faixa entre 3,50% e 3,75% ao ano. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Juros mais elevados tendem a reduzir o apetite por ativos de risco, como ações e criptomoedas, ao aumentar a atratividade dos títulos do Tesouro. Nesse cenário, a reação do Bitcoin e das demais moedas digitais deverá depender do tom adotado pelo Fed e das sinalizações para as próximas reuniões. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
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