Resumo de SafePal (SFP)
O criptoativo SafePal (SFP) está sendo negociado a R$ 1,26 nesta data, acumulando uma variação de +2.70% nas últimas 24 horas. O intervalo de negociação no período oscilou entre a mínima de R$ 1,22 e a máxima de R$ 1,28.
Oscilação dos Últimos 12 Meses
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Centro-Oeste tem maior avanço na adoção de criptomoedas no Brasil impulsionadas pelo agro
O Centro-Oeste se destacou no avanço da adoção de criptomoedas no Brasil, puxado principalmente pelo agronegócio. É o que aponta a 2ª Pesquisa Nacional de Criptomoedas de 2026, realizada pela Paradigma Education em parceria com o Datafolha. O levantamento mostra que os ativos digitais estão avançando para além dos investimentos e da especulação financeira e começam a ganhar espaço em atividades da economia real. Nesse cenário, o Centro-Oeste apresentou o maior crescimento da adoção entre as regiões brasileiras, segundo a pesquisa. Foto: Reprodução Apesar do destaque regional, o estudo divulgado não informa o percentual específico de moradores do Centro-Oeste que possuem ou já possuíram criptomoedas. Em todo o país, 17,2% da população possui ou já possuiu ativos digitais, o equivalente a quase 29 milhões de brasileiros. A pesquisa ouviu 2.004 pessoas em 137 municípios brasileiros em maio deste ano e foi realizada pela Paradigma Education em parceria com o Datafolha, com patrocínio da Coinbase, ABCripto e Hashdex. Conhecimento sobre criptomoedas cresce Além do aumento da adoção, mais brasileiros afirmam conhecer as criptomoedas. O índice chegou a 66,4% da população, cerca de dois em cada três brasileiros. Em relação à pesquisa anterior, realizada em 2025, houve crescimento de 10,1 pontos percentuais no nível de conhecimento sobre os ativos digitais. O avanço foi maior entre pessoas com apenas o Ensino Fundamental, segundo o levantamento. Ainda assim, o mercado encontra barreiras para conquistar novos investidores. Entre aqueles que conhecem criptomoedas, mas nunca investiram, 77% apontaram a complexidade de utilização da tecnologia como obstáculo. A falta de informação foi mencionada por 42%. Segundo a Paradigma Education, a pesquisa busca dimensionar a participação do Brasil no mercado global de criptomoedas e acompanhar a evolução da adoção da tecnologia no país. Criptomoedas avançam no Centro-Oeste Região teve o maior avanço na adoção de ativos digitais no Brasil, impulsionado principalmente pelo agronegócio. 17,2% dos brasileiros possuem ou já possuíram criptomoedas. 29 milhões de brasileiros já tiveram contato com ativos digitais. 66,4% da população afirma conhecer criptomoedas. 83% dos investidores usam aplicativos de bancos como uma das formas de acessar criptomoedas. 37% dos entrevistados do Centro-Oeste citam o aumento de impostos como preocupação. 29,3% no Centro-Oeste temem um eventual novo confisco do dinheiro guardado. Destaque regional: o Centro-Oeste apresentou o maior avanço na adoção de criptomoedas entre as regiões brasileiras, com crescimento associado principalmente ao agronegócio. Fonte: 2ª Pesquisa Nacional de Criptomoedas de 2026, realizada pela Paradigma Education em parceria com o Datafolha. Foram ouvidas 2.004 pessoas em 137 municípios. Bancos viram principal porta de entrada Outra mudança identificada pela pesquisa está na forma como os brasileiros compram criptomoedas. Entre os investidores, 83% apontaram aplicativos de bancos como uma das formas utilizadas para acessar os ativos digitais. Como a pergunta permitia mais de uma resposta, 26% também mencionaram carteiras próprias e 20% disseram comprar ativos diretamente em exchanges ou corretoras especializadas. O levantamento também identificou potencial para expansão desse mercado. Entre os brasileiros familiarizados com criptomoedas, três em cada dez pretendem investir nos próximos dois anos. Entre quem já possui ativos digitais, a proporção chega a 63%. Quando questionados sobre investimentos de longo prazo com maior potencial de retorno, 43% daqueles que conhecem criptomoedas escolheram ações negociadas em bolsa. A poupança apareceu com 30% e as criptomoedas, com 24%. Centro-Oeste lidera preocupação com impostos O levantamento também investigou as principais preocupações econômicas dos brasileiros. Enquanto a inflação se destaca entre as preocupações no país e chega a 43,1% no Sudeste, o Centro-Oeste registra o maior percentual de entrevistados preocupados com um possível aumento de impostos: 37%. A região também lidera o temor de um eventual novo confisco do dinheiro guardado, preocupação mencionada por 29,3% dos entrevistados do Centro-Oeste. Criptomoedas entram no debate eleitoral A pesquisa também identificou reflexos do crescimento do mercado de ativos digitais sobre o cenário eleitoral. Segundo o levantamento, 65,8% dos eleitores consideram importante votar em candidatos comprometidos com a proteção dos direitos dos usuários de criptomoedas. Para a ABCripto, o aumento da confiança e da utilização dos ativos digitais faz com que os investidores também passem a cobrar representação e posicionamento dos candidatos sobre o setor. FALE COM O PRIMEIRA PÁGINA Para falar com a redação do Primeira Página em Mato Grosso, clique aqui. Curta o nosso Facebook e siga a gente no Instagram.
Chainlink (LINK): Avanço da regulação e entrada no mundo digital deixa criptomoeda 'com desconto' em foco, diz Empiricus – Money Times
(Imagem: Crypto Times) A Chainlink (LINK), rede (blockchain) de oráculos no ambiente das criptomoedas, pode capturar valor com o crescimento da adoção da infraestrutura, segundo a Empiricus em relatório divulgado na véspera (17). CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A Empiricus ressalta que, nos últimos meses, o tema cripto passou a ocupar uma posição cada vez mais relevante na agenda institucional, tratando a infraestrutura blockchain de forma mais estratégica para acompanhar o avanço regulatório nos Estados Unidos. Voltando alguns passos, um dos problemas do mercado de criptomoedas é a aquisição e comunicação das informações. Em outras palavras, trazer os dados do mundo real para o ambiente digital e fazer com que as diferentes redes se comuniquem entre si. “[LINK] está entre os projetos mais próximos desse movimento”, afirma a casa, que cita uma interação direta com órgãos reguladores, participação em discussões sobre o uso de blockchains e integração com iniciativas ligadas ao próprio governo americano. “Essa proximidade institucional se soma a uma posição já consolidada no mercado de oráculos”. Relevância da Chainlink (LINK) atualmente A casa de análise disse que essa migração e integração de informações ganha relevância à medida que ativos tradicionais passam a ser levados para o ambiente on-chain. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Por exemplo, uma ação tokenizada precisa refletir de forma confiável o preço do papel negociado em bolsa. O mesmo vale para stablecoins lastreadas em dólar. A LINK, portanto, se beneficia da expansão do ecossistema cripto, que cria cada vez mais redes e protocolos que precisam trocar informações, segundo o analista Luis Kuniyoshi, que escreveu o relatório ao qual a equipe do Crypto Times teve acesso. Leia também O token gera demanda por meio do pagamento de protocolos e emissores pelos serviços da Chainlink. Já os operadores têm de manter LINK em staking como garantia econômica da qualidade do serviço, retirando parte da oferta de circulação. “O preço, por sua vez, ainda negocia muito abaixo das máximas históricas e voltou a apresentar melhora do lado dos indicadores de momentum. Em um cenário no qual a tese fundamental ganha tração ao mesmo tempo em que o gráfico começa a reagir, a relação entre risco e retorno passa a se tornar cada vez mais interessante”, escreveu Kuniyoshi. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE *Sob supervisão de Renan Sousa. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Como a Inteligência Artificial está ajudando cibercriminosos a construir ataques mais precisos
Dados apresentados pela Fortinet mostram crescimento das atividades de reconhecimento no Brasil e ajudam a entender como IA e automação estão mudando a preparação dos ataques cibernéticos A Inteligência Artificial está mudando uma etapa do cibercrime que normalmente acontece antes de a vítima perceber que está sendo atacada: a escolha do alvo. Em vez de simplesmente disparar milhões de tentativas e esperar que alguma delas funcione, criminosos podem usar automação e recursos de IA para acelerar o reconhecimento de redes, identificar sistemas expostos, procurar vulnerabilidades e selecionar os ambientes que apresentam melhores condições para uma invasão. Essa mudança aparece nos dados apresentados pela Fortinet durante o Fortinet Cybersecurity Summit Brasil 2026. Segundo a empresa, foram registradas 249,3 bilhões de tentativas de ataques e atividades maliciosas contra o Brasil no primeiro semestre de 2026. Mais significativo do que o volume total é o crescimento das ações realizadas antes da invasão propriamente dita. Foram identificadas 9 bilhões de varreduras ativas no período, número 44% superior ao registrado durante todo o ano de 2025, segundo os dados divulgados pela companhia. É justamente aí que a IA pode mudar a dinâmica dos ataques. Antes de atacar, é preciso descobrir onde atacar Reconhecimento é uma das primeiras etapas de uma operação cibernética. O MITRE ATT&CK define essa fase como o conjunto de técnicas utilizadas pelo adversário para reunir informações que possam ser empregadas no planejamento de operações futuras. Isso pode envolver busca por endereços IP, domínios, tecnologias utilizadas pela empresa, sistemas expostos à internet, funcionários, endereços de e-mail e vulnerabilidades que possam ser exploradas. Uma varredura ativa, portanto, não significa necessariamente que uma empresa já tenha sido invadida. Significa que alguém está batendo às portas digitais para descobrir quais delas podem estar abertas. O problema é que a IA permite fazer essa avaliação de maneira mais rápida e, potencialmente, muito mais seletiva. O relatório global da Fortinet publicado em 2026 aponta que IA e automação estão acelerando etapas como reconhecimento, preparação e execução dos ataques. Em surtos considerados críticos, o intervalo entre a descoberta ou divulgação de uma vulnerabilidade e sua exploração pode chegar a apenas 24 a 48 horas, segundo a telemetria analisada pelo FortiGuard Labs. Isso reduz drasticamente o tempo disponível para que as organizações descubram uma vulnerabilidade, avaliem o risco e façam a correção. Menos tentativas não significa menos perigo Outro dado ajuda a entender essa transformação. Globalmente, a Fortinet identificou uma redução de 22% nas tentativas de força bruta, técnica baseada em testar repetidamente combinações de credenciais. Ao mesmo tempo, a companhia registrou crescimento de 25,49% nas tentativas de exploração. A interpretação apresentada pelo FortiGuard Labs é que os criminosos estão conseguindo realizar menos tentativas contra alvos mais bem selecionados, aumentando potencialmente a eficiência de cada tentativa. É uma mudança relevante. A IA não torna um ataque infalível e tampouco existe, a partir desses dados, fundamento para falar em um “ataque perfeito”. O que ela pode fazer é diminuir parte do trabalho manual necessário para pesquisar uma empresa, analisar informações e encontrar possíveis caminhos de entrada. Ferramentas ofensivas observadas pela Fortinet na dark web já são anunciadas com recursos de IA para geração automatizada de caminhos de ataque, reconhecimento de alvos e análise inteligente de formulários. Segundo o relatório, isso também reduz a necessidade de conhecimentos especializados para algumas atividades e aumenta a velocidade dos fluxos criminosos. Em outras palavras, a Inteligência Artificial pode ajudar o criminoso a responder três perguntas antes de agir: quem atacar, por onde entrar e onde existe maior possibilidade de retorno. O Brasil no radar das varreduras Os números apresentados pela Fortinet para o Brasil reforçam esse movimento. Além das 9 bilhões de varreduras ativas no primeiro semestre, a companhia contabilizou: 406,8 milhões de atividades relacionadas à distribuição de malware 42 milhões de atividades relacionadas a botnets 100 milhões de registros envolvendo trojans 976 mil tentativas de drive-by download 6.932 incidentes de ransomware 238 bilhões de tentativas relacionadas a negação de serviço Segundo os dados divulgados pela empresa, o volume de atividades associadas à distribuição de malware nos primeiros seis meses de 2026 já foi superior ao dobro das 187,5 milhões registradas durante todo o ano de 2025. Os trojans também chamam atenção. Eles passaram de 32 milhões de registros em 2025 para 100 milhões somente no primeiro semestre deste ano, de acordo com a Fortinet. Diferentemente de uma ação cujo objetivo é provocar um impacto imediato, determinados trojans podem ser utilizados para manter acesso ao ambiente comprometido e permitir novas etapas da invasão. Isso torna outra questão especialmente importante: identidade e credenciais. No relatório global da Fortinet, a maioria dos incidentes confirmados em ambientes de nuvem analisados ao longo de 2025 teve origem em credenciais roubadas, expostas ou utilizadas indevidamente, e não diretamente na exploração da infraestrutura. A IA aumenta o valor dos dados roubados Outra transformação observada pela companhia está relacionada ao tipo de informação procurada pelos criminosos. Não se trata mais apenas de obter uma combinação de login e senha. O FortiGuard Labs identificou crescimento na circulação de conjuntos mais completos de informações obtidas por malware do tipo infostealer. Esses registros podem reunir credenciais com dados armazenados no navegador e outros elementos contextuais que facilitam a reprodução da sessão ou a preparação de novas etapas do ataque. Para sistemas automatizados e agentes de IA, quanto mais contexto estiver disponível, maior pode ser a capacidade de analisar o alvo e determinar qual informação utilizar. É mais uma razão para as empresas deixarem de tratar proteção de identidade, autenticação, endpoints e infraestrutura como problemas independentes. E como as empresas podem se defender? O material apresentado pela Fortinet defende que as organizações acelerem suas capacidades de detecção e resposta e utilizem automação e IA também na defesa. A recomendação faz sentido dentro do diagnóstico apresentado pela companhia, mas não depende necessariamente da adoção de uma plataforma ou fornecedor específico. Se o atacante está aumentando sua capacidade de reconhecimento, uma das respostas mais importantes é a própria empresa conhecer melhor do que ele a sua superfície exposta. A Agência de Segurança Cibernética e de Infraestrutura dos Estados Unidos, CISA, recomenda a descoberta e validação contínuas dos ativos voltados para a internet e o uso de varreduras automatizadas para localizar equipamentos e serviços expostos ou desatualizados. Na prática, algumas medidas ganham ainda mais importância nesse cenário: Conhecer o que está exposto à internet Servidores esquecidos, aplicações antigas, equipamentos que chegaram ao fim do suporte, ambientes de teste e serviços que não deveriam estar publicamente acessíveis podem ampliar a superfície disponível para reconhecimento. Corrigir primeiro as vulnerabilidades que realmente estão sendo exploradas A própria CISA recomenda inventariar e localizar equipamentos externos desatualizados como parte da redução da superfície de ataque. Não basta acumular milhares de alertas. O gerenciamento de vulnerabilidades precisa considerar risco e evidências de exploração. A CISA mantém o catálogo Known Exploited Vulnerabilities, criado justamente para ajudar organizações a priorizar vulnerabilidades que já estão sendo utilizadas por atacantes. (CISA) Proteger melhor as identidades Se credenciais roubadas continuam sendo uma importante porta de entrada, senha sozinha é uma defesa insuficiente para contas críticas. A CISA recomenda, sempre que possível, métodos de autenticação multifator resistentes a phishing. Monitorar comportamentos anormais, e não apenas malware A defesa precisa observar acessos incomuns, mudanças de privilégio, tentativas de autenticação fora do padrão e comportamentos que indiquem que uma identidade legítima pode estar sendo utilizada por outra pessoa. Orientações da CISA incluem a validação de contas, desativação de acessos inativos e monitoramento de logins internos e externos. Diminuir o intervalo entre descoberta e resposta Se uma vulnerabilidade pode começar a ser explorada poucas horas depois de se tornar conhecida, processos que dependem de vários dias de análise e aprovação podem não acompanhar a velocidade atual do ataque. O dado da Fortinet sobre exploração em janelas de 24 a 48 horas ajuda a dimensionar esse problema. Cryptomining: quando a invasão vira fonte permanente de receita Os dados brasileiros também mostram outra forma de monetização. Segundo a Fortinet, foram registradas 69 mil tentativas relacionadas a cryptominer no Brasil no primeiro semestre de 2026, número que já ultrapassa o total observado durante todo o ano anterior. Nesse modelo, o objetivo pode não ser paralisar sistemas ou exigir diretamente um resgate. O criminoso procura explorar recursos computacionais de terceiros para realizar mineração de criptomoedas. Alexandre Bonatti, vice-presidente de Engenharia da Fortinet Brasil, observa que esse movimento revela uma lógica de exploração econômica dos ambientes comprometidos: a infraestrutura da vítima passa a ser tratada pelo criminoso como um recurso capaz de gerar retorno ao longo do tempo. Além da utilização indevida da capacidade computacional, esse tipo de comprometimento pode gerar consumo adicional de infraestrutura e indicar que o atacante conseguiu permanecer em um ambiente que deveria estar sob controle da organização. A corrida agora acontece antes da invasão Os dados apresentados pela Fortinet ajudam a deslocar o debate sobre Inteligência Artificial e cibercrime. O risco não está apenas na possibilidade de a IA produzir códigos maliciosos mais rapidamente. Uma de suas capacidades mais relevantes está em processar informação, automatizar reconhecimento e ajudar a selecionar oportunidades de ataque em uma escala difícil de alcançar apenas com trabalho humano. Frederico Tostes, country manager da Fortinet Brasil, afirma que grupos cibercriminosos começam a operar de maneira semelhante a empresas semiautônomas, utilizando diferentes ferramentas, serviços e fornecedores especializados ao longo da cadeia criminosa. Nesse cenário, esperar pela tentativa de invasão para começar a agir é chegar tarde. Se o atacante utiliza automação para descobrir primeiro quais são as portas abertas, a defesa começa por uma tarefa menos sofisticada, mas fundamental: saber exatamente quais portas existem, quem pode atravessá-las e quanto tempo a organização leva para fechá-las quando surge uma vulnerabilidade. O Crypto ID conecta tecnologia, regulação voltada à segurança da informação com inteligência editorial porque acreditamos no poder da informação bem posicionada para orientar decisões. Conheça a coluna Cibersegurança. Somos voz influente no ecossistema brasileiro de segurança da informação e identificação digital, e nosso propósito é contribuir ativamente para a educação e o debate sobre esses temas.
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