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LINK

Criptomoeda

ChainLink

Atualizado: 18/08/2026

Preço Atual
R$ 49,79
+0.37%

Resumo de ChainLink (LINK)

O criptoativo ChainLink (LINK) está sendo negociado a R$ 49,79 nesta data, acumulando uma variação de +0.37% nas últimas 24 horas. O intervalo de negociação no período oscilou entre a mínima de R$ 48,80 e a máxima de R$ 50,00.

Variação (R$)
R$ 0,18
Cotação: BRL
Variação Dia
Mín: R$ 48,80
Máx: R$ 50,00
Volume Diário
63.702.951
Transações em 24h

Oscilação dos Últimos 12 Meses

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Chainlink (LINK): Avanço da regulação e entrada no mundo digital deixa criptomoeda 'com desconto' em foco, diz Empiricus – Money Times
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(Imagem: Crypto Times) A Chainlink (LINK), rede (blockchain) de oráculos no ambiente das criptomoedas, pode capturar valor com o crescimento da adoção da infraestrutura, segundo a Empiricus em relatório divulgado na véspera (17). CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A Empiricus ressalta que, nos últimos meses, o tema cripto passou a ocupar uma posição cada vez mais relevante na agenda institucional, tratando a infraestrutura blockchain de forma mais estratégica para acompanhar o avanço regulatório nos Estados Unidos. Voltando alguns passos, um dos problemas do mercado de criptomoedas é a aquisição e comunicação das informações. Em outras palavras, trazer os dados do mundo real para o ambiente digital e fazer com que as diferentes redes se comuniquem entre si. “[LINK] está entre os projetos mais próximos desse movimento”, afirma a casa, que cita uma interação direta com órgãos reguladores, participação em discussões sobre o uso de blockchains e integração com iniciativas ligadas ao próprio governo americano. “Essa proximidade institucional se soma a uma posição já consolidada no mercado de oráculos”. Relevância da Chainlink (LINK) atualmente A casa de análise disse que essa migração e integração de informações ganha relevância à medida que ativos tradicionais passam a ser levados para o ambiente on-chain. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Por exemplo, uma ação tokenizada precisa refletir de forma confiável o preço do papel negociado em bolsa. O mesmo vale para stablecoins lastreadas em dólar. A LINK, portanto, se beneficia da expansão do ecossistema cripto, que cria cada vez mais redes e protocolos que precisam trocar informações, segundo o analista Luis Kuniyoshi, que escreveu o relatório ao qual a equipe do Crypto Times teve acesso. Leia também O token gera demanda por meio do pagamento de protocolos e emissores pelos serviços da Chainlink. Já os operadores têm de manter LINK em staking como garantia econômica da qualidade do serviço, retirando parte da oferta de circulação. “O preço, por sua vez, ainda negocia muito abaixo das máximas históricas e voltou a apresentar melhora do lado dos indicadores de momentum. Em um cenário no qual a tese fundamental ganha tração ao mesmo tempo em que o gráfico começa a reagir, a relação entre risco e retorno passa a se tornar cada vez mais interessante”, escreveu Kuniyoshi. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE *Sob supervisão de Renan Sousa. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

JPMorgan aceita Bitcoin como garantia em empréstimos institucionais
Bitcoin 17/08/2026

JPMorgan aceita Bitcoin como garantia em empréstimos institucionais

JPMorgan aceita BTC e ETH como garantia para empréstimos em dólar via plataforma Kinexys Deságio aplicado varia de 30% a 50% sobre o valor do Bitcoin depositado Custódia fica com Fidelity Digital Assets e Coinbase Custody, fora do balanço do banco O JPMorgan Chase passou a aceitar Bitcoin e Ethereum como colateral para empréstimos em dólar destinados a clientes institucionais. O programa entrou no ar em março de 2026 pela plataforma Kinexys, antiga Onyx, e coloca as duas criptomoedas no mesmo cronograma de garantias que já contempla Treasuries, ações blue chip e ouro. Os tokens dados em garantia não entram no balanço do banco. Ficam sob custódia de terceiros, principalmente Fidelity Digital Assets e Coinbase Custody. O JPMorgan recebe apenas um recibo custodial, registra o penhor no blockchain permissionado da Kinexys e libera o crédito em dólar. A infraestrutura já processa mais de US$ 5 bilhões por dia em volume transacional. CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE Deságio de 30% a 50% define o tamanho do crédito A régua do banco reconhece a volatilidade do ativo sem torná-lo impraticável. Um cliente que deposita US$ 1 milhão em Bitcoin recebe entre US$ 500 mil e US$ 700 mil em financiamento. O intervalo depende do rating de crédito, do prazo e das condições de mercado no momento do penhor. Para efeito de comparação, Treasuries costumam sofrer deságio de 1% a 5%, títulos corporativos de grau de investimento ficam entre 5% e 15% e o ouro varia de 10% a 25%. Quando o Goldman Sachs simulou operações semelhantes em estruturas tri-party repo há poucos anos, os modelos internos indicavam corte de até 70%. A compressão para uma média de 40% acompanha a queda da volatilidade realizada do Bitcoin e a maturação da custódia institucional. Feeds de preço em tempo real da Chainlink atualizam a marcação a mercado de forma contínua. Se a garantia perde valor além do limite pactuado, a chamada de margem é automática e a liquidação, se necessária, roda diretamente no custodiante — sem passar pelo ciclo de batch da mesa tradicional. Jamie Dimon saiu do ‘pet rock’ para o cronograma de garantias O contraste com a retórica pública do CEO é gritante. Jamie Dimon chamou o Bitcoin de fraude, comparou-o à mania das tulipas e ameaçou demitir funcionários que negociassem a moeda. Enquanto isso, o time de tecnologia contratava engenheiros de blockchain, registrava patentes e construía a base do que virou a Kinexys. É o mesmo descolamento entre discurso e engenharia que marcou a adoção de derivativos nos anos 1980 e do trading eletrônico nos 1990. Eric Trump resumiu o giro no Consensus Miami 2026: o banco passou de detrator para credor lastreado em cripto em cerca de 18 meses. Para o mercado brasileiro, o efeito é indireto mas relevante. Se o maior banco dos Estados Unidos trata Bitcoin como colateral bancável, a discussão no Banco Central e na CVM sobre custódia qualificada de criptoativos ganha tração — o mesmo racional que empurrou o Bradesco a lançar compra e custódia própria deve pressionar Itaú e BTG a seguirem. JPMorgan lançou notas estruturadas ligadas ao IBIT da BlackRock O programa de colateral não veio sozinho. O JPMorgan já registrou notas estruturadas atreladas ao IBIT, ETF de Bitcoin à vista da BlackRock, com retorno alavancado de até 1,5x e ganho potencial de 16% se o fundo atingir metas até dezembro de 2026. Goldman Sachs, Citigroup e Bank of America montam em paralelo uma rede de depósitos tokenizados prevista para o primeiro semestre de 2027. Existe ainda uma arbitragem óbvia dentro do próprio menu do banco. Cotas de IBIT em contrato padrão de securities lending podem sair com deságio próximo a 10%, contra 40% no Bitcoin depositado direto. Enquanto o corte não convergir, boa parte da demanda por crédito lastreado em cripto deve migrar para o wrapper de ETF, replicando o padrão visto nos fluxos de fundos soberanos para o IBIT. Risco de liquidação em cascata cresce com institucionalização O outro lado da tese preocupa. Cripto como colateral cria uma nova classe de vendedores forçados. Uma queda abrupta que dispare chamadas de margem no JPMorgan e nos concorrentes pode amplificar vendas em uma escala que o mercado ainda não testou. A volatilidade realizada do Bitcoin em 30 dias ultrapassou 100% no crash de março de 2020 e 80% na venda de maio de 2021. A tese só se sustenta se, nos próximos 18 meses, nenhum banco globalmente sistêmico suspender o programa por perdas ou ordem regulatória. Segundo o material institucional publicado pela própria Kinexys, o desenho separa banco, custodiante e oráculo justamente para evitar contágio entre camadas. O primeiro drawdown superior a 20% com colateral em volume relevante dirá se a arquitetura funciona.

Chainlink sobe 13%: análise do motivo real e previsão de preço
Criptomoedas 17/08/2026

Chainlink sobe 13%: análise do motivo real e previsão de preço

As Seis Sessões que Separam Alvo e Fluxo Data O que aconteceu O que LINK fez Segunda, 10 de agosto Standard Chartered inicia cobertura do LINK com alvo de US$ 200 para final de 2030 Próximo à faixa de US$ 8, sem bids sustentadas Quarta, 12 de agosto Nosso artigo sobre a não reação é publicado Ainda lateralizado Sexta, 14 de agosto Relatado fluxo semanal de ~US$ 1,5 milhão no ETF Chainlink da Bitwise Começa a virada Sábado, 15 de agosto Volume spot de US$ 515,84 milhões, alta de 114,89% no dia +8,2% para US$ 9,47 Domingo, 16 de agosto Sem sessão dos EUA e sem criações de ETF US$ 9,37 na nossa checagem independente Os US$ 1,5 Milhão Que Fizeram o Que Uma Meta de US$ 200 Não Fez Por Que Uma Meta de Preço Não Move o Preço Kendrick Mantém US$ 200 para LINK e US$ 28 para XRP — Ambos para 2030 Degrau Standard Chartered LINK Standard Chartered XRP Primeiro (final de 2026) US$ 13 US$ 2,80 Segundo US$ 41 US$ 7,00 (2027) Terceiro US$ 82 US$ 12,60 (2028) Quarto US$ 133 US$ 19,60 (2029) Final (final de 2030) US$ 200 US$ 28 O Que Invalida Esta Leitura Perguntas Frequentes Resumo Na quarta-feira, 12 de agosto, este blog publicou um artigo intitulado “Por que Chainlink Mal se Moveu Após o Alvo de US$ 200 do Standard Chartered”. Três dias depois, no sábado, 15 de agosto, LINK registrou um ganho de 8,2% em uma única sessão, chegando a US$ 9,47, e fechou a semana com valorização de 13,48% — a melhor entre as quinze maiores criptomoedas por valor de mercado. O fundamento do artigo anterior se sustentou. O título, não. A diferença entre essas duas afirmações é a verdadeira lição. O que movimentou LINK não foi o alvo de preço. O Standard Chartered divulgou sua projeção de US$ 200 na segunda-feira, 10 de agosto, e o token passou as duas sessões seguintes praticamente estável, que é exatamente o cenário documentado no artigo de 12 de agosto. A virada veio após sexta-feira, 14 de agosto, quando dados de fluxo mostraram o ETF spot Chainlink da Bitwise recebendo cerca de US$ 1,5 milhão em entradas líquidas na semana. Esse valor é pequeno, e justamente aí está o ponto. Uma meta de preço é uma opinião com uma data atrelada. Um fluxo de fundo é uma compra realizada com liquidação por trás. Só um desses aspectos altera realmente quantos tokens alguém de fato precisa comprar.Listar a sequência por data faz quase todo o trabalho analítico, pois as duas explicações alternativas se situam em dias diferentes.Consultamos o LINK em duas corretoras independentes às 12:04 UTC de domingo, 16, e encontramos US$ 9,374 e US$ 9,375, com abertura da sessão em US$ 9,461 e faixa de US$ 9,317 a US$ 9,501. O token devolveu parte do ganho de sábado num fim de semana sem lance institucional ativo, o que é o detalhe mais instrutivo de toda análise.em 14 de janeiro de 2026, com taxa de administração de 0,34%. O fundo acumula retorno de aproximadamentee tem cerca de US$ 20 milhões sob gestão, ou seja, quem comprou na estreia está bastante no prejuízo. Esse contexto torna o fluxo relevante: dinheiro entrou em um produto quase 50% abaixo do IPO, durante uma semana em que a maioria dos majors ficou abaixo de 4%. Traders queleem tal padrão como acúmulo, não como caça a momentum, e se posicionam de acordo. Mas US$ 1,5 milhão não move sozinho um market cap de US$ 7,09 bilhões, e fingir o contrário é má aritmética. O volume spot só no sábado foi de US$ 515,84 milhões, então o movimento via ETF equivale a menos de 0,3% do giro de um único dia. O tamanho veio do mercado de futuros. O open interest fechou sábado em, cerca de US$ 89 milhões em novas posições — quase 60 vezes o fluxo do ETF — e o volume futuro foi de US$ 973,04 milhões, alta de 140%. Ambos os dados estão na. O mecanismo é simples: a impressão do ETF foi o gatilho — pequena, pública e fácil de checar — e o posicionamento alavancado em futuros foi o amplificador que realmente moveu o preço.Pense numa meta de preço como uma previsão do tempo e um fluxo de fundo como alguém andando na rua com guarda-chuva. A previsão altera expectativas; o guarda-chuva mostra o que já está ocorrendo. Uma meta para 2030 não tem função de obrigatoriedade embutida. Ninguém é forçado a negociar em determinada data, não existe mandato que rebalanceie com base nela, e clientes institucionais que recebem esse tipo de pesquisa normalmente não podem assumir posições em cripto spot para 5 anos dentro de um livro marcado trimestre a trimestre. O relatório é lido, arquivado e citado em manchetes — nada disso consome oferta. Uma criação de ETF funciona ao contrário: entra capital no fundo, o participante autorizado compra o ativo subjacente e cada dólar líquido vira token removido da circulação. É uma compra mecânica, não discricionária, documentada em tabela pública. Abordamos essa assimetria quando. É justo argumentar que a nota dos US$ 200 preparou o sentimento e o fluxo apenas acionou um movimento já carregado. É defensável. Mas a sequência argumenta o contrário: duas sessões sem nada após a nota, e a virada só chegou após o dado de fluxo, não com a pesquisa.Geoff Kendrick, chefe global de pesquisa de ativos digitais do Standard Chartered, assina ambas as projeções, tornando-as um bom case para calibrar o que de fato significa um alvo bancário. O modelo dele para LINK prevê cinco degraus: US$ 13 no final de 2026 até US$ 200 em 2030, passando por US$ 41, US$ 82 e US$ 133. Os pressupostos são mais importantes que o resultado final. Ativos tokenizados on-chain precisam crescer 12x, para US$ 4 trilhões até final de 2028 (hoje cerca de US$ 340 bilhões), e o valor travado emdeve subir 37x, para US$ 2,7 trilhões até 2030. Sem isso, o alvo de US$ 200 fica vazio.Os degraus do XRP trazem anos explícitos na revisão pública do banco. Para LINK, apenas os extremos têm ano, os três do meio são ordem de sequência. Ambas as escadas resultam do modelo do Standard Chartered, não são nosso forecast. A coluna do XRP mostra o problema do horizonte temporal. Kendrickem fevereiro de 2026 (redução de 65%) e, no mesmo ajuste, elevou o degrau de 2028 para US$ 12,60 e deixou 2030 em US$ 28. O XRP, desde então, negociou abaixo de US$ 1,00 — um artigo separado cobre isso em detalhes na mesma data. Chamar isso de “previsão ruim” erra o que foi dito. Um preço para 2030 não está invalidado por uma cotação de agosto de 2026. O degrau de curto prazo em XRP está sob pressão, o de LINK não — nada disso diz algo sobre 2030. Projeção e preço de tela operam em prazos que não se cruzam, por isso o título dos US$ 200 pôde ficar intocado duas sessões, enquanto US$ 1,5 milhão de fluxo fez diferença.O RSI fechou sábado em 71,89 — sobrecomprado, segundo qualquer leitura técnica. Só que sobrecompra isolada não é sinal de venda, e traders que tratam assim frequentemente perdem em mercados de tendência. Significa apenas que a parte “sem atrito” desse movimento ficou para trás. O próximo topo estrutural é— cerca de 16% acima do patamar dos US$ 9,37, não trivial para quem já subiu 13% em seis sessões. A verdadeira fraqueza da tese está no fim de semana. Domingo, 16 de agosto, não teve criações de ETF nem sessão dos EUA; LINK caiu da abertura em US$ 9,461 para US$ 9,374 na nossa coleta e nada que iniciou esse movimento estava ativo para sustentá-lo. A invalidação é mecânica, não interpretativa. Se o fluxo semanal do CLNK para a semana que começa em 17 de agosto vier neutro ou negativo, e se o open interest em futuros recuar abaixo do patamar de US$ 685,97 mi do sábado, acabou o motor e o teste de US$ 10,87 não acontece. A demanda por oráculos de mercados DeFi comodá suporte para LINK, mas os fundamentos definem a faixa e os fluxos decidem onde nela o token negocia.Não. A nota saiu na segunda, 10 de agosto, e LINK ficou praticamente parado nas duas sessões seguintes. A mudança veio só após o fluxo do ETF divulgado na sexta, dia 14 — essa ordem dos fatores é que diferencia as explicações.Não pode, e nem moveu. O fluxo do ETF foi um gatilho, não magnitude; a pressão compradora real veio dos futuros, com open interest subindo cerca de US$ 89 milhões em 15 de agosto, frente àquele US$ 1,5 milhão.Rendeu cerca de -47,60% desde o lançamento em 14 de janeiro de 2026. Então, performance não é argumento. O importante para traders é o fluxo, pois as criações forçam compras spot, que aparecem em relatórios públicos.Esse número é do Standard Chartered, não nosso. Tecnicamente, são necessários cerca de 39% de alta sobre os US$ 9,37 para o resto de 2026. Estruturalmente, precisa que o crescimento em tokenização do modelo do banco se traduza em demanda paga por oráculos, e não fique apenas na projeção.exibe preços spot e volume agregado, ecobrem o lado do fundo. Consulte ambos diretamente, não confie em nenhum número dentro de artigo — incluindo este.O valor de US$ 1,5 milhão é o dado mais útil na fita de LINK justamente porque é pequeno e fácil de checar. Observe o fluxo semanal do CLNK na semana a partir de 17 de agosto, e acompanhe o open interest de futuros em relação aos US$ 685,97 milhões reportados no sábado — ambos são o motor do movimento. Se os dois segurarem, US$ 10,87 define a continuidade e a meta de US$ 13 deixa de ser pura teoria. Se o fluxo estagnar e o open interest encolher, o preço recua para a região dos US$ 9,30 que segurou até 16 de agosto — e o título dos US$ 200 seguirá inalterado, como na primeira vez: sem efeito prático. O histórico do Standard Charteredé o lembrete de que o número do título é a parte menos durável de qualquer relatório de research.Este artigo tem fins informativos e não constitui recomendação financeira ou de investimento. A negociação de criptomoedas envolve risco elevado. Sempre faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões de trade.

Aviso Legal e Educacional sobre Criptoativos: As informações, cotações e análises exibidas nesta página possuem caráter estritamente informativo e educacional. Criptomoedas são ativos digitais de alta volatilidade. Rentabilidade passada não representa garantia de retorno futuro. O Cotações Hoje não realiza recomendações de investimento.