DO

DOT

Criptomoeda

Polkadot

Atualizado: 18/08/2026

Preço Atual
R$ 3,92
-1.58%

Resumo de Polkadot (DOT)

O criptoativo Polkadot (DOT) está sendo negociado a R$ 3,92 nesta data, acumulando uma variação de -1.58% nas últimas 24 horas. O intervalo de negociação no período oscilou entre a mínima de R$ 3,78 e a máxima de R$ 4,00.

Variação (R$)
R$ -0,06
Cotação: BRL
Variação Dia
Mín: R$ 3,78
Máx: R$ 4,00
Volume Diário
23.169.471
Transações em 24h

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Notícias relacionadas

Grayscale desiste de ETF de Polkadot e DOT perde US$ 0,80
Altcoins 14/08/2026

Grayscale desiste de ETF de Polkadot e DOT perde US$ 0,80

Grayscale retirou pedido do Polkadot Trust ETF junto à SEC em 7 de agosto DOT rompeu suporte de US$ 0,80 e opera perto de US$ 0,774 Volume cresce na queda e OBV indica compradores enfraquecidos A Polkadot (DOT) perdeu o piso técnico de US$ 0,80 nesta semana, após a Grayscale desistir do pedido de listagem do Polkadot Trust ETF nos Estados Unidos. O token era negociado a US$ 0,774 em 13 de agosto, ampliando o recuo iniciado no começo do mês. A gestora protocolou o pedido de retirada junto à Securities and Exchange Commission em 7 de agosto, informando que não seguiria adiante com a distribuição das cotas do trust. O registro estava ativo desde agosto de 2025, mas o produto nunca chegou ao mercado. CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE Grayscale abandona produto sem explicação Nenhuma justificativa foi apresentada no filing. A SEC não rejeitou o veículo: foi a própria Grayscale que optou por encerrar o processo antes que qualquer cota fosse emitida ou vendida. O movimento acompanhou a retirada simultânea de outros produtos propostos pela gestora, o que reduz o peso interpretativo de uma sinalização negativa específica contra o DOT. Ainda assim, o efeito prático é claro. Investidores dos EUA perdem uma via regulada de exposição ao ativo. Não há, por ora, indicação pública de que outro emissor pretenda avançar com um ETF spot de Polkadot. Concorrentes como 21Shares e Bitwise chegaram a protocolar produtos similares, mas nenhum obteve aprovação até o momento. O contexto pesa contra o ativo. Enquanto Bitcoin e Ethereum consolidam bilhões em fluxo institucional via ETFs spot, altcoins que dependiam desse mesmo canal para atrair capital novo enfrentam frustração. O ETF de XRP da 21Shares, por exemplo, já perdeu 54% dos ativos sob gestão desde a estreia, evidenciando que o simples lançamento de um produto não garante demanda sustentada. DOT perde suporte e OBV confirma fraqueza No gráfico diário, a última tentativa de recuperação do DOT parou em US$ 0,87. A partir daí, os vendedores retomaram o controle e empurraram o token para baixo da faixa de US$ 0,79–US$ 0,80, região que anteriormente segurava correções. A perda desse patamar deixa o cenário técnico mais frágil. O volume de negociações aumentou justamente na virada de tendência do início de agosto, sinal típico de distribuição. O indicador On-Balance Volume (OBV) segue em queda, confirmando que o interesse comprador enfraqueceu junto com o preço. Quando OBV e preço caem em conjunto, dificilmente há sustentação para reversão imediata. O próximo suporte relevante está em US$ 0,75. Se os compradores defenderem essa faixa, o DOT ganha fôlego para tentar novo ataque a US$ 0,80. Perder o nível abre caminho para US$ 0,70, mínima que voltaria ao radar rapidamente. Do lado oposto, uma recuperação acima de US$ 0,80 ainda precisaria vencer a resistência entre US$ 0,86 e US$ 0,90, onde ficou registrada a última onda vendedora. Peso local: DOT líquido em BRL segue disponível em exchanges nacionais Para o investidor brasileiro, a cotação atual corresponde a aproximadamente R$ 4,01 por DOT, considerando o dólar em R$ 5,1811. O ativo permanece listado em Mercado Bitcoin, Foxbit e Binance, com liquidez concentrada nos pares BRL e USDT. A ausência de um ETF spot nos EUA não altera a operação local, mas remove um gatilho de demanda global que poderia beneficiar o preço em todos os mercados. O caso da Polkadot também expõe uma tendência mais ampla: gestoras estão limpando pipelines de produtos que não geraram tração comercial. A Grayscale, que defende publicamente a tese de adoção do Bitcoin, prioriza agora veículos com demanda comprovada. Altcoins de segunda linha, como DOT, ficam dependentes de catalisadores próprios — atualizações técnicas do ecossistema, novos casos de uso ou fluxo especulativo — para retomar valorização. No mesmo período, tokens de camada 1 concorrentes como Cardano e Solana também enfrentaram pressão vendedora, mas com magnitudes distintas. A Polkadot acumula queda superior a 90% desde o topo histórico de novembro de 2021, quando chegou a US$ 55.

Criptomoedas: 122 projetos fecharam ou faliram em 2026
Criptomoedas 12/08/2026

Criptomoedas: 122 projetos fecharam ou faliram em 2026

Mercado de criptomoedas vive onda de falências e 122 projetos já foram encerrados em 2026 O cenário não é atribuído a um único acontecimento, como ocorreu em grandes crises anteriores A indústria de criptomoedas atravessa uma das maiores fases de reestruturação de sua história. Mais de 100 projetos encerraram as atividades ou entraram com pedido de falência apenas em 2026, em um movimento que vem sendo comparado ao colapso da bolha das empresas de tecnologia no início dos anos 2000. Mercado de criptomoedas 2026 passa por onda de falências e forte reestruturação. Fotos: Pexels O cenário não é atribuído a um único acontecimento, como ocorreu em grandes crises anteriores do mercado cripto. Analistas apontam que a atual onda de encerramentos resulta principalmente da combinação entre a falta de modelos de negócios capazes de gerar receitas consistentes, a queda das criptomoedas alternativas e um processo de reorganização do próprio mercado. Segundo uma lista de projetos encerrados em 2026, divulgada em 10 de agosto pela empresa de análise de dados RootData, 122 projetos declararam falência ou encerraram permanentemente as operações entre 20 de março e 6 de agosto. Entre os projetos que deixaram o mercado estão plataformas de automação Web3, empresas de jogos, mercados de NFTs, serviços de recuperação de criptomoedas, exchanges, protocolos de empréstimos e redes blockchain. Encerramentos atingem diferentes áreas do mercado A onda de fechamento não está concentrada em um único segmento. Projetos como Spark, Triple O Games, xHaven, Vite e Unciphered estão entre os que encerraram as operações. O movimento também atingiu exchanges descentralizadas e centralizadas, protocolos de empréstimos, serviços de finanças descentralizadas (DeFi), mercados de NFTs e redes de blockchain. Um dos casos citados é o da Moonbeam, que encerrou definitivamente os serviços em 31 de julho. A rede, que anteriormente funcionava como uma parachain do ecossistema Polkadot, deixou de operar, e usuários que não haviam transferido seus ativos previamente ficaram sem acesso aos valores depositados em determinados protocolos. Redes Ethereum também passam por consolidação Um dos segmentos mais afetados pela reestruturação é o das redes Layer 2 do Ethereum. Essas soluções ganharam espaço principalmente depois dos avanços tecnológicos de 2023, que reduziram significativamente os custos das transações. Com a expansão do setor, surgiram diversas redes de uso geral oferecendo serviços semelhantes. Agora, muitas delas estão sendo encerradas por não conseguirem apresentar diferenciais suficientes ou conquistar uma base de usuários capaz de sustentar as operações. Crise atual é diferente da onda de falências de 2022 A atual fase de encerramentos apresenta diferenças em relação aos colapsos da Terra-Luna e da FTX, ocorridos em 2022. Naquele período, acontecimentos específicos desencadearam uma reação em cadeia que atingiu diversas empresas do setor. Agora, os encerramentos estão ocorrendo simultaneamente em diferentes áreas, sem que exista um único evento responsável pela crise. Para analistas, o momento representa uma espécie de seleção do mercado. Projetos que cresceram sem apresentar modelos sustentáveis de geração de receita estão desaparecendo, enquanto empresas capazes de gerar fluxo de caixa real e manter usuários ativos têm conseguido atravessar o período de baixa. Queda das criptomoedas afetou reservas das empresas Outro fator importante para explicar a onda de encerramentos é a forma como muitos projetos financiavam suas próprias operações. Diversas empresas utilizavam seus próprios tokens para pagar funcionários, incentivar liquidez e financiar auditorias de segurança. Com a queda de 70% a 90% de várias altcoins durante o recente mercado de baixa, as reservas denominadas nesses ativos perderam grande parte do valor. Projetos que ainda tinham usuários e movimentação relevante acabaram sem recursos suficientes para manter as operações. Entre os exemplos estão a Tally, plataforma de ferramentas para organizações autônomas descentralizadas (DAOs) que chegou a oferecer suporte de governança para mais de 500 protocolos (incluindo Uniswap e Arbitrum); a Step Finance, voltada ao acompanhamento de ativos na rede Solana; e a Everclear, protocolo de liquidação entre diferentes blockchains que já havia registrado mais de US$ 500 milhões em volume mensal de transações. Mesmo com a utilização dos serviços, os projetos acabaram encerrando as atividades diante da dificuldade de construir modelos de receita sustentáveis. Ataques hackers também atingem o setor Além das falências e encerramentos, o mercado enfrenta uma forte onda de ataques cibernéticos. Segundo levantamento da Blockaid, as perdas provocadas por ataques em aplicações de blockchain chegaram a US$ 1,1 bilhão (cerca de R$ 6 bilhões) apenas no primeiro semestre de 2026. O valor já supera as perdas registradas durante todo o ano de 2025. Abril foi apontado como o mês com o maior número de ataques da história do mercado de criptomoedas. Entre os casos de maior repercussão estão o roubo de US$ 293 milhões da Kelp DAO e outro ataque que provocou perdas de US$ 285 milhões no protocolo Drift. No caso do Drift, hackers ligados à Coreia do Norte passaram cerca de seis meses realizando ações de engenharia social para se infiltrar na plataforma baseada em Solana. O ataque não exigiu a alteração de uma única linha do código dos contratos inteligentes. A empresa de análise TRM Labs estima que grupos ligados à Coreia do Norte foram responsáveis por 66% de todas as perdas provocadas por ataques hackers contra criptomoedas no primeiro semestre de 2026. Projetos abandonados podem continuar oferecendo riscos Outro problema é que o encerramento de uma empresa ou a saída da equipe responsável não significa necessariamente que os contratos digitais utilizados pelo projeto deixam de funcionar. Contratos inteligentes já implantados em blockchain podem continuar ativos mesmo depois que os desenvolvedores abandonam o projeto. Um ataque de US$ 6 milhões (cerca de R$ 33 milhões), ocorrido em julho contra o Lazy Summer Protocol, foi relacionado a um código não resolvido do Stream Finance, projeto que havia entrado em colapso em novembro de 2025. No caso da Moonbeam, a interrupção da produção de novos blocos fez com que ativos depositados em determinados protocolos, como o Moonwell, ficassem inacessíveis. Pesquisadores de segurança alertam que contratos abandonados podem continuar apresentando vulnerabilidades que deixam de ser corrigidas. Além disso, auditorias de segurança não garantem proteção permanente, já que normalmente são válidas apenas para uma versão específica do código em determinado momento. Projetos de criptomoedas com receita real conseguem resistir em 2026 Em meio à onda de encerramentos, empresas e protocolos que conseguem gerar receitas diretamente em dinheiro ou stablecoins vêm apresentando maior resistência. A exchange descentralizada de contratos futuros Hyperliquid ultrapassou US$ 1 bilhão (aproximadamente R$ 5,5 bilhões) em taxas acumuladas até 30 de junho. A plataforma atualmente concentra cerca de 70% do mercado de contratos perpétuos descentralizados. O protocolo de empréstimos DeFi Aave, por sua vez, mantinha cerca de US$ 12 bilhões (aproximadamente R$ 66 bilhões) em depósitos em julho. A plataforma conseguiu manter as operações mesmo depois de registrar uma saída de US$ 8,4 bilhões em depósitos após o ataque contra a Kelp DAO em abril. Outro exemplo é a Ether.fi, plataforma de liquid restaking que expandiu seu negócio de cartões de débito vinculados a criptomoedas. A atividade já representa aproximadamente metade da receita da empresa. No segundo trimestre, as taxas de transação da Ether.fi chegaram ao recorde de US$ 2,72 milhões (cerca de R$ 15 milhões), enquanto o valor total bloqueado (TVL) na plataforma estava em aproximadamente US$ 7,8 bilhões (ou R$ 43 bilhões). Mercado deve ficar mais concentrado Para Lorenzo Valente, diretor de pesquisa da Ark Invest, os projetos considerados mais sólidos, com usuários ativos e capacidade de gerar fluxo de caixa, estão em posição mais favorável para atravessar a atual fase de reorganização. Entre os exemplos estão Aave, Ethereum e Uniswap. Apesar de terem registrado quedas superiores a 70% em relação aos maiores valores históricos, esses projetos continuam apresentando fundamentos considerados mais sólidos. A avaliação é de que a atual crise pode resultar em um mercado de criptomoedas menor e mais concentrado, no qual projetos sem receitas sustentáveis ou uma base de usuários consolidada terão cada vez mais dificuldade para sobreviver. 📲 O Google pode parar de mostrar o portal Banda B. Clique aqui para ver nossas notícias.

Aviso Legal e Educacional sobre Criptoativos: As informações, cotações e análises exibidas nesta página possuem caráter estritamente informativo e educacional. Criptomoedas são ativos digitais de alta volatilidade. Rentabilidade passada não representa garantia de retorno futuro. O Cotações Hoje não realiza recomendações de investimento.