Resumo de Cardano (ADA)
O criptoativo Cardano (ADA) está sendo negociado a R$ 0,91 nesta data, acumulando uma variação de +0.12% nas últimas 24 horas. O intervalo de negociação no período oscilou entre a mínima de R$ 0,90 e a máxima de R$ 0,93.
Oscilação dos Últimos 12 Meses
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Bitcoin cai em direção a US$ 62.800 enquanto o rally pós-CPI não se materializa
Bitcoin cai em direção a US$ 62.800 enquanto o rally pós-CPI não se materializa O bitcoin caiu em direção a US$ 62.800 em 15 de agosto de 2026, pois a esperada recuperação de mercado após os dados do CPI não se concretizou. O principal ativo caiu 0,92% em 24 horas e 3,34% semanalmente. Saídas de ETFs e fluxos institucionais invertidos seguiram o relatório do CPI de julho. Ethereum, XRP e Cardano também caíram, enquanto Chainlink liderou as altcoins para acompanhar esta semana. O cripto está negociando em baixa generalizada em uma sessão tranquila de fim de semana em 15 de agosto de 2026, ampliando uma correção que vem se acumulando desde o relatório de inflação desta semana. Bitcoin está em US$ 62.812,32, com queda de 0,92% nas últimas 24 horas e 3,34% na última semana, enquanto o mercado mais amplo se desloca em direção ao limite inferior da faixa que tem limitado o BTC desde o início de agosto. Por que o rally pós-CPI nunca aconteceu O relatório do CPI de julho, divulgado na quarta-feira, ficou exatamente conforme o esperado: os preços ao consumidor aumentaram 0,1% na base mensal e 3,4% na base anual, com a inflação subjacente subindo 0,2% mensalmente e 2,5% anualmente. Em um ciclo típico, um dado de inflação em linha e em desaceleração como esse apoiaria uma rally de alívio. Não foi o que aconteceu. Os fluxos institucionais não conseguiram sustentar qualquer continuidade após o lançamento. Os ETFs de bitcoin à vista nos EUA registraram uma sessão significativa de saída nos dias imediatamente após o CPI, uma reversão acentuada em relação à semana de entrada de aproximadamente US$ 854 milhões que abriu agosto. A estratégia também aumentou a pressão de venda com mais vendas de BTC durante o mesmo período. Alguns analistas agora argumentam que a antiga relação mecânica entre dados de inflação em desaceleração e compra de ETFs enfraqueceu: os fluxos cada vez mais seguem a momentum de preço em vez de lançamentos macroeconômicos, o que significa que um relatório CPI positivo não garante mais nova demanda institucional da maneira que costumava fazer. Ação de Preço de Hoje Bitcoin (BTC): $62.812,32, queda de 0,92% no dia e 3,34% na semana, ainda limitado abaixo da zona de ponto de equilíbrio, onde muitos compradores recentes procuram sair ao custo. Ethereum (ETH): $1.877,57, queda de 0,47% e 1,89% nos mesmos períodos, mantendo-se ligeiramente melhor que o bitcoin em uma base semanal. XRP: $0,9976, queda de 0,99% no dia e 2,54% na semana, caindo ligeiramente abaixo do nível de $1,00 que vinha defendendo nesta semana. Zcash (ZEC): $490,16, alta de 0,93% nas últimas 24 horas, mas queda de 4,19% na semana, recuperando mais um trecho de sua alta de agosto. Cardano (ADA): o claramente atrasado da semana entre as grandes captações, com queda de mais de 11% em sete dias. Chainlink (LINK): o destaque que superou as demais, com alta de cerca de 9% na semana, mesmo enquanto a maioria das principais criptomoedas recuaram. O que isso significa para os dias que virão Com o bitcoin ainda em faixa e a demanda por ETFs esfriando em vez de acelerar, o mercado parece preso entre vendedores exaustos abaixo e compradores hesitantes acima. Uma ruptura decisiva em qualquer direção provavelmente precisa de um novo catalisador, seja o retorno de fluxos sustentados de ETFs ou um sinal mais claro do lado regulatório, onde o impulso também estagnou esta semana.
Ethereum ou “Matadores de Ethereum”: conheça as rivais da segunda maior cripto
A blockchain Ethereum, lançada em julho de 2015, representou um marco para o universo cripto. Isso porque, diferente do bitcoin (BTC), que tem como principal função ser uma moeda digital, o Ethereum também funciona como uma espécie de base para desenvolvedores criarem seus próprios projetos – quase como uma loja de aplicativos de celular. Nos primeiros anos, essa diferença ajudou a rede a conquistar espaço. Com o tempo, no entanto, outras plataformas com propostas parecidas ganharam vida. E, ao contrário de criptos que tentaram seguir os passos do bitcoin e não conseguiram tanto espaço, essas novas redes fizeram certo barulho. No mercado, elas ganharam o apelido “carinhoso” de Ethereum Killers (Matadoras do Ethereum, na tradução para o português). Mas será que alguma delas realmente tem chance de destronar a vice-líder? E, mais importante, o que essa disputa significa para os investidores? As Ethereum Killers Hoje, há três principais concorrentes da rede que sustenta a segunda maior criptomoeda do mercado: a Cardano (ADA), lançada em 2017 e cofundada por Charles Hoskinson, que, detalhe, também foi um dos cofundadores do Ethereum; a Solana (SOL), criada em 2020 e criada pelo engenheiro Anatoly Yakovenko; e a Avalanche (AVAX), desenvolvida pelo cientista da computação Emin Gün Sirer, que também colocada no mercado em 2020. As quatro redes permitem o uso de contratos inteligentes – programas que executam regras automaticamente e servem de base para a criação de aplicações, serviços e produtos. Cardano No caso da Cardano, segundo Mychel Mendes, CFO da Tokeniza, a rede tem uma engenharia muito séria e um processo de pesquisa revisado e baseado fortemente em matemática. O problema, diz, é que ela não cresceu. “Às vezes me parece que a Cardano está muito à frente do tempo dela. Basicamente é como se beleza, tudo está bonito e preparado para a festa, mas não chegou ninguém para a festa e a festa ficou sem graça”, diz. Entre as três matadoras, é a segunda com maior valor de mercado, de cerca de US$ 6,65 bilhões. No entanto, seu ecossistema de aplicações descentralizadas é pequeno na comparação com os outros protocolos. Segundo dados da plataforma DeFiLlama, o valor total bloqueado na rede (TVL, uma medida do capital depositado em protocolos de DeFi) é de US$ 66,56 milhões. Para efeito de comparação, o Ethereum tem TVL de cerca de US$ 40,91 bilhões, a Solana, de US$ 4,83 bilhões, e a Avalanche, de US$ 416 milhões. Avalanche A Avalanche é compatível com a Ethereum Virtual Machine (EVM), o ambiente de execução usado pelo Ethereum. Isso significa que desenvolvedores conseguem adaptar ou portar aplicações e contratos inteligentes feitos na rede do ETH para a Avalanche com relativa facilidade, algo que não ocorre da mesma forma em Cardano e Solana, que têm arquiteturas próprias. “A Avalanche é uma rede EVM tecnicamente sólida, com consenso diferenciado e velocidade superior à mainnet do ETH (ou seja, consegue, em determinadas métricas, processar e confirmar transações mais rapidamente que a rede principal da Ethereum)”, diz Paulo Eduardo de Camargo, analista de mercado parceiro da OKX. Seu ponto fraco, segundo o especialista, é competitivo. “Com o amadurecimento das L2s (blockchains que rodam em cima de outras) da Ethereum, a proposta de valor da AVAX ficou espremida: quem quer EVM tende a ficar no ecossistema Ethereum, e quem quer alta performance olha para Solana.” Solana E aí vem a Solana. Entre as matadoras de plantão, é a que, segundo os especialistas, mais se aproxima de destronar o Ethereum. Por quê? Segundo Camargo, a rede entrega, na prática, o que a indústria vem buscando há anos: taxas baixas, alta velocidade e uma experiência de usuário competitiva com a de fintechs tradicionais. “É a única das três que vem crescendo em métricas que importam: atividade on-chain (na blockchain), receita da rede, atenção do varejo e, mais recentemente, tração institucional em um território que sempre foi cativo do Ethereum”, diz. Mendes, da Tokeniza, tem visão semelhante. A rede criada pelo engenheiro Anatoly Yakovenko, segundo ele, entrega uma melhor experiência para o usuário, tem custo mais baixo e um ciclo de desenvolvimento de produtos mais rápido. “Você pode desenvolver uma aplicação muito grande dentro da Solana que precisa rodar lá dentro, e você consegue, porque ela é veloz e barata, então você tem os dois extremos”, diz. Mas sempre tem um porém. No caso da Solana, o risco apontado pelo especialista está na estabilidade da rede, tendo em vista seu nível de centralização – ou seja, na concentração do poder de validação em um número relativamente menor de participantes. Além disso, a rede sofreu várias interrupções desde seu lançamento, o que acabou manchando um pouco sua reputação. O que isso significa para o investidor? Para o investidor, hoje, segundo os especialistas, Ethereum e Solana são as duas grandes representantes desse setor que permite a criação de projetos sobre blockchain. Tanto que as duas, ao lado do bitcoin, costumam aparecer nas carteiras mensais recomendadas por analistas. Avalanche e Cardano, no entanto, vez ou outra também aparecem em sugestões de analistas, mas são vistas como mais arriscadas. Marcelo Person, diretor de tesouraria e mercado cripto da Foxbit, por exemplo, citou na carteira da exchange deste mês que a Avalanche vem conquistando presença entre os projetos voltados para tokenização. Veja as cotações das principais criptomoedas às 8h30. Bitcoin (BTC): -0,74%, US$ 62.830,35 Ethereum (ETH): +0,10%, US$ 1.876,61 BNB (BNB): -0,49%, US$ 604,37 XRP (XRP): -0,16%, US$ 1,00 Solana (SOL): -0,08%, US$ 75,45 Outros destaques do mercado cripto Estamos falhando com a tokenização. Para que a tokenização avance ainda mais no Brasil, é preciso trazer mais participantes para a conversa – e, principalmente, fazê-los entender de fato como esse mercado funciona. Por enquanto, no entanto, estamos “falhando” nisso. Essa é a visão do superintendente nacional de Habitação da Caixa, Marlon Machado. Segundo ele, seria preciso, por exemplo, incluir agentes de cartório nas discussões, já que o financiamento imobiliário é um dos setores que podem se beneficiar da tokenização. R$ 20 bi em tokens imobiliários. E falando em imóveis… a tokenização imobiliária já movimentou cerca de R$ 20 bilhões em Valor Geral de Vendas (VGV), com aproximadamente 450 incorporadoras utilizando esse modelo, segundo dados da Associação Brasileira de Tokenização e Ativos Digitais (ABToken). Só para contextualizar: um token imobiliário é, basicamente, uma representação digital de um direito ou ativo relacionado a um imóvel. Ele fica registrado em uma blockchain, a tecnologia por trás das criptos. Reserva de bitcoin no Brasil. O papo sobre criar uma reserva de bitcoin no Brasil, que vez ou outra aparece em projetos na Câmara dos Deputados ou nas conversas dos bitcoiners (termo usado para identificar os apaixonados pela cripto), agora entrou na disputa presidencial. O candidato do Missão à Presidência da República, Renan Santos, defendeu, durante um evento no Rio de Janeiro, a criação de uma reserva de BTC no Brasil. Ele também falou em transformar a bela cidade do Rio de Janeiro em um local mais “cripto friendly”.
Idosa perde R$ 50 mil após cair em falso investimento em criptomoedas
Uma aposentada de 69 anos perdeu cerca de R$ 50 mil após cair no golpe do falso investimento em criptomoedas, em Araçatuba (SP). A vítima denunciou o crime no Plantão Policial na noite de terça-feira (11), após perceber que os valores aplicados em ativos digitais não retornavam para sua conta e que os lucros prometidos nunca foram pagos. De acordo com o boletim de ocorrência, a abordagem ocorreu no dia 22 de junho, enquanto a idosa navegava pelo Facebook e visualizou a propaganda de uma suposta plataforma de investimentos. Após demonstrar interesse na publicação, ela passou a ser contatada via WhatsApp por uma mulher que se apresentava como funcionária da empresa. Durante os contatos, a golpista enviou vídeos explicativos sobre o mercado de Bitcoin e instruiu a vítima a baixar um aplicativo no celular. Sob orientação constante da suspeita, a idosa realizou diversas operações financeiras envolvendo criptomoedas, como Bitcoin (BTC), Ethereum (ETH) e Cardano (ADA). Para concretizar os aportes, a aposentada efetuou sucessivas transferências em dólares e ativos digitais utilizando o sistema de “copia e cola” de chaves encaminhadas pela interlocutora, totalizando o prejuízo de R$ 50 mil. Investigação Policial O caso foi registrado como estelionato e encaminhado para investigação pela Polícia Civil. A aposentada foi orientada pelas autoridades a apresentar, em até 15 dias, os comprovantes bancários, os endereços das carteiras digitais e o histórico completo das conversas mantidas com os estelionatários para auxiliar na identificação dos golpistas.
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