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LINK

Criptomoeda

ChainLink

Atualizado: 08/11/2026

Preço Atual
R$ 60,41
-1.42%
Cotação de Criptoativo em tempo real

Resumo de ChainLink (LINK)

O criptoativo ChainLink (LINK) está sendo negociado a R$ 60,41 nesta data, acumulando uma variação de -1.42% nas últimas 24 horas. O intervalo de negociação no período oscilou entre a mínima de R$ 59,78 e a máxima de R$ 61,42.

Variação (R$)
R$ -0,87
Cotação: BRL
Variação Dia
Mín: R$ 59,78
Máx: R$ 61,42
Volume Diário
37.518.268
Transações em 24h
🪙

Selo de Investimento: Cripto Sólida

🪙 Cripto Sólida

O criptoativo LINK atende a 6 de 7 critérios estruturais (85.7%), demonstrando maturidade de rede, alta liquidez global, consenso seguro e política monetária controlada.

Pontuação dos Critérios 6/7 (85.7%)
Mínimo Cripto Sólida: 5/7 Status: Aprovado

Checklist de Robustez & Tokenomics (7 Critérios Essenciais)

Alta Liquidez Global (Volume > R$ 200M/dia)

Não atende

Capacidade de negociação institucional com alta profundidade no book e baixo slippage

📌 Volume diário 24h: R$ 37.5 milhões

Maturidade da Rede (> 4 anos)

Atende

Histórico comprovado atravessando múltiplos ciclos de mercado e halvings

📌 Rede em operação desde 2017 (9 anos de histórico)

Segurança de Consenso Comprovada

Atende

Arquitetura de rede com algoritmo de consenso descentralizado e auditado

📌 Mecanismo: Rede Descentralizada de Oráculos (PoS/PoR)

Utilidade & Infraestrutura Real

Atende

Atuação em setores produtivos do ecossistema cripto (exclui memecoins e tokens especulativos)

📌 Setor: Infraestrutura de Dados & Oráculos

Grande Porte (Large Cap > U$ 3 Bi)

Atende

Capitalização robusta com aceitação institucional e dominância de mercado

📌 Valor de mercado estimado: ~U$ 10.0 bilhões

Política Monetária Rígida / Deflacionária

Atende

Proteção contra hiperinflação de tokens através de teto de emissão ou queima de taxas

📌 Política: Hard Cap rígido de 1 Bilhão de tokens LINK com Staking v0.2

Resiliência de Preço & Estabilidade 24h

Atende

Comportamento de preços sem quedas abruptas atípicas superiores a 30% em 24 horas

📌 Variação 24h: -1.42% (Sem colapso imediato de liquidez)
🛡️ Análise quantitativa e estrutural baseada em dados públicos de rede e mercado. Não constitui recomendação direta de investimento.
Simular Investimentos →

Histórico de Cotação: ChainLink (LINK)

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
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Depois de manter os juros entre 3,75% e 4% ao ano em outubro, o Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) só volta a decidir sobre as taxas em dezembro. Antes disso, os investidores acompanham os indicadores de emprego e inflação, além dos desdobramentos das eleições legislativas americanas. O ataque à Binance, no fim do mês passado, acrescentou outra preocupação: a segurança das plataformas de negociação. Para Julián Colombo, diretor sênior de Políticas Públicas e Estratégia para a América do Sul na Bitso, o episódio ainda é recente demais para determinar seus efeitos sobre o mercado. "É um fator novo, que merece atenção nas próximas semanas, porém como o episódio é muito recente, ainda é cedo para dizer se ele vai marcar um novo ponto de inflexão neste ciclo." Bitcoin: a resistência depois da queda O Bitcoin, primeira e principal representante do segmento, chega a novembro com uma vantagem sobre seus concorrentes: embora tenha encerrado outubro no vermelho, sofreu perdas menores que boa parte do setor. Segundo Pedro Fontes, analista do Mercado Bitcoin (MB), o desempenho reforça uma característica recorrente nos períodos de instabilidade, quando os investidores tendem a concentrar recursos nos ativos mais conhecidos e negociados. A recuperação dos investimentos institucionais também sustenta as expectativas. Depois de duas semanas consecutivas de retiradas, os ETFs (fundos de índice negociados em bolsa) de Bitcoin nos Estados Unidos voltaram a receber recursos, com cerca de US$ 300 milhões na semana encerrada em 23 de outubro. "Em momentos de estresse, o capital tende a se concentrar no Bitcoin antes de voltar para as altcoins (todas as demais criptos)", destaca Fontes. Luis Kuniyoshi, analista de criptomoedas da Empiricus, observa que o Bitcoin passou a responder cada vez mais diretamente às decisões dos grandes investidores, à medida que fundos e empresas ampliaram suas posições. "Isso aproxima o Bitcoin da dinâmica dos mercados globais e faz dele o primeiro destino do capital que decide se expor ao setor." Marcelo Person, diretor da Foxbit, aponta a política monetária americana como determinante para o desempenho do ativo. "O mês também será importante para avaliar a reação dos investidores aos novos dados de inflação dos Estados Unidos e às perspectivas para os juros em dezembro", afirma. Já Vinícius Bazan, CEO da Underblock, enxerga que a desvalorização recente “traz uma oportunidade de compra no momento” para os investidores dispostos a enfrentar a volatilidade. Ethereum: menos unidades disponíveis e mais aplicações financeiras O Ethereum, segundo maior criptoativo do mercado e uma das principais infraestruturas para serviços financeiros baseados em blockchain, permanece entre os favoritos apesar da queda de 16% em outubro. A aposta dos especialistas está menos em uma recuperação imediata e mais na expansão de aplicações como stablecoins (as criptos lastreadas a ativos reais, principalmente dólar), tokenização de ativos e finanças descentralizadas. Um dos argumentos está na quantidade de tokens (unidades) disponíveis para negociação. Segundo o MB, mais de 43 milhões de ETH estão em staking, mecanismo pelo qual investidores "travam" suas moedas com a validação das transações da rede em troca de remuneração, similar a uma renda fixa, no mercado tradicional. O volume representa 36% de toda a oferta de Ethereum em circulação. Com menos unidades disponíveis, uma eventual recuperação da demanda pode favorecer os preços, embora isso não seja garantido. "É sobre a rede Ethereum que grande parte do sistema financeiro tradicional vem construindo suas primeiras pontes com o mercado cripto", afirma Kuniyoshi, da Empiricus. O analista cita fundos tokenizados, títulos públicos digitais e “criptos de dólar” como exemplos de aplicações que utilizam a infraestrutura da rede. O desenvolvimento tecnológico também permanece no radar, mas perdeu força como catalisador imediato. A atualização Glamsterdam, destinada a aumentar a capacidade de processamento da rede, teve uma nova etapa de testes adiada em outubro para a investigação de questões de segurança, ainda sem data confirmada para a retomada. Para Guilherme Fais, diretor financeiro da Bybit para a América Latina, a evolução da infraestrutura continua sendo relevante, mas não basta para assegurar a valorização. "O desenvolvimento dos projetos nem sempre se traduz em valorização imediata de seus tokens", pondera. Hyperliquid: a aposta na negociação de ativos tradicionais O HYPE, token da Hyperliquid, plataforma descentralizada especializada em contratos futuros perpétuos, voltou ao pódio das indicações depois de ficar fora dos três primeiros lugares em outubro. Esses contratos permitem apostar na alta ou na queda dos preços de ativos, muitas vezes com recursos emprestados, e não possuem uma data fixa de vencimento. A principal novidade é a aproximação com o mercado financeiro tradicional. A Intercontinental Exchange (ICE), controladora da Bolsa de Nova York (Nyse), anunciou uma parceria com a Trade[XYZ], empresa que desenvolve mercados de derivativos sobre a infraestrutura da Hyperliquid. O objetivo é levar a negociação desses produtos ao mercado americano, embora o projeto ainda dependa de aprovações regulatórias. "A proposta não é 'cripto entrando no mercado tradicional' — é o mercado tradicional migrando para infraestrutura cripto porque ela resolve um problema que os sistemas legados não conseguem mais ignorar", afirma Kuniyoshi, da Empiricus. O crescimento da atividade na plataforma também pode beneficiar diretamente o token. Isso porque parte das receitas obtidas com as negociações é utilizada para recomprar HYPE no mercado, reduzindo a quantidade disponível. Segundo o MB, foram destinados US$ 64 milhões às recompras nos últimos 30 dias. A expansão para mercados como ações, índices, ouro e petróleo amplia as possibilidades de receita da plataforma Hyperliquid, especialmente em períodos de maior oscilação dos preços. Mas a concorrência e a necessidade de aprovação regulatória para novos produtos continuam sendo riscos. Bazan, da Underblock, destaca ainda uma característica que ganhou relevância após o ataque à Binance: a Hyperliquid permite negociar sem deixar os ativos sob a custódia de uma empresa centralizada. "E o hack da Binance joga a favor: a Hyperliquid é uma plataforma descentralizada, onde o usuário não deixa o dinheiro sob custódia de uma empresa", afirma. Confira a íntegra dos destaques para novembro de cada casa Bitso Ativo Código Bitcoin BTC Solana SOL Ethereum ETH USD Coin USDC Chainlink LINK Boost Ativo Código Bitcoin BTC Hyperliquid HYPE Ethereum ETH Bybit Ativo Código Bitcoin BTC Ethereum ETH Solana SOL Ondo Finance ONDO Hyperliquid HYPE Empiricus Ativo Código Bitcoin BTC Hyperliquid HYPE Zcash ZEC USD Coin USDC Ethereum ETH Foxbit Ativo Código Bitcoin BTC Ethereum ETH Solana SOL Aave AAVE XRP XRP MB Ativo Código Bitcoin BTC Ethereum ETH Hyperliquid HYPE Near Protocol NEAR Uniswap UNI Underblock Ativo Código Bitcoin BTC Hyperliquid HYPE Zcash ZEC Monero XMR — Foto: Christopher Muschitz/Pixabay

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Depois de manter os juros entre 3,75% e 4% ao ano em outubro, o Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) só volta a decidir sobre as taxas em dezembro. Antes disso, os investidores acompanham os indicadores de emprego e inflação, além dos desdobramentos das eleições legislativas americanas. O ataque à Binance, no fim do mês passado, acrescentou outra preocupação: a segurança das plataformas de negociação. Para Julián Colombo, diretor sênior de Políticas Públicas e Estratégia para a América do Sul na Bitso, o episódio ainda é recente demais para determinar seus efeitos sobre o mercado. "É um fator novo, que merece atenção nas próximas semanas, porém como o episódio é muito recente, ainda é cedo para dizer se ele vai marcar um novo ponto de inflexão neste ciclo." Bitcoin: a resistência depois da queda O Bitcoin, primeira e principal representante do segmento, chega a novembro com uma vantagem sobre seus concorrentes: embora tenha encerrado outubro no vermelho, sofreu perdas menores que boa parte do setor. Segundo Pedro Fontes, analista do Mercado Bitcoin (MB), o desempenho reforça uma característica recorrente nos períodos de instabilidade, quando os investidores tendem a concentrar recursos nos ativos mais conhecidos e negociados. A recuperação dos investimentos institucionais também sustenta as expectativas. Depois de duas semanas consecutivas de retiradas, os ETFs (fundos de índice negociados em bolsa) de Bitcoin nos Estados Unidos voltaram a receber recursos, com cerca de US$ 300 milhões na semana encerrada em 23 de outubro. "Em momentos de estresse, o capital tende a se concentrar no Bitcoin antes de voltar para as altcoins (todas as demais criptos)", destaca Fontes. 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Ethereum: menos unidades disponíveis e mais aplicações financeiras O Ethereum, segundo maior criptoativo do mercado e uma das principais infraestruturas para serviços financeiros baseados em blockchain, permanece entre os favoritos apesar da queda de 16% em outubro. A aposta dos especialistas está menos em uma recuperação imediata e mais na expansão de aplicações como stablecoins (as criptos lastreadas a ativos reais, principalmente dólar), tokenização de ativos e finanças descentralizadas. Um dos argumentos está na quantidade de tokens (unidades) disponíveis para negociação. Segundo o MB, mais de 43 milhões de ETH estão em staking, mecanismo pelo qual investidores "travam" suas moedas com a validação das transações da rede em troca de remuneração, similar a uma renda fixa, no mercado tradicional. O volume representa 36% de toda a oferta de Ethereum em circulação. Com menos unidades disponíveis, uma eventual recuperação da demanda pode favorecer os preços, embora isso não seja garantido. "É sobre a rede Ethereum que grande parte do sistema financeiro tradicional vem construindo suas primeiras pontes com o mercado cripto", afirma Kuniyoshi, da Empiricus. O analista cita fundos tokenizados, títulos públicos digitais e “criptos de dólar” como exemplos de aplicações que utilizam a infraestrutura da rede. O desenvolvimento tecnológico também permanece no radar, mas perdeu força como catalisador imediato. A atualização Glamsterdam, destinada a aumentar a capacidade de processamento da rede, teve uma nova etapa de testes adiada em outubro para a investigação de questões de segurança, ainda sem data confirmada para a retomada. Para Guilherme Fais, diretor financeiro da Bybit para a América Latina, a evolução da infraestrutura continua sendo relevante, mas não basta para assegurar a valorização. "O desenvolvimento dos projetos nem sempre se traduz em valorização imediata de seus tokens", pondera. Hyperliquid: a aposta na negociação de ativos tradicionais O HYPE, token da Hyperliquid, plataforma descentralizada especializada em contratos futuros perpétuos, voltou ao pódio das indicações depois de ficar fora dos três primeiros lugares em outubro. Esses contratos permitem apostar na alta ou na queda dos preços de ativos, muitas vezes com recursos emprestados, e não possuem uma data fixa de vencimento. A principal novidade é a aproximação com o mercado financeiro tradicional. A Intercontinental Exchange (ICE), controladora da Bolsa de Nova York (Nyse), anunciou uma parceria com a Trade[XYZ], empresa que desenvolve mercados de derivativos sobre a infraestrutura da Hyperliquid. O objetivo é levar a negociação desses produtos ao mercado americano, embora o projeto ainda dependa de aprovações regulatórias. 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Perguntas Frequentes sobre ChainLink (LINK)

Qual é o preço de ChainLink (LINK) hoje em BRL?
A cotação de ChainLink (LINK) hoje está em R$ 60.41, com variação de -1.42% nas últimas 24 horas.
Qual a máxima e mínima de LINK nas últimas 24 horas?
Nas últimas 24 horas, ChainLink registrou a mínima de R$ 59.78 e a máxima de R$ 61.42.
Como alternar entre cotação em Real (BRL) e Dólar (USD)?
No topo desta página no Cotações Hoje, utilize os botões BRL e USD para alternar instantaneamente a moeda de cotação e gráficos históricos de LINK.
Onde ver notícias e análise técnica de LINK?
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