Resumo de Internet Computer (ICP)
O criptoativo Internet Computer (ICP) está sendo negociado a R$ 13,49 nesta data, acumulando uma variação de -1.76% nas últimas 24 horas. O intervalo de negociação no período oscilou entre a mínima de R$ 13,35 e a máxima de R$ 13,78.
Selo de Investimento: Cripto Sólida
🪙 Cripto SólidaO criptoativo ICP atende a 6 de 7 critérios estruturais (85.7%), demonstrando maturidade de rede, alta liquidez global, consenso seguro e política monetária controlada.
Checklist de Robustez & Tokenomics (7 Critérios Essenciais)
Alta Liquidez Global (Volume > R$ 200M/dia)
Não atendeCapacidade de negociação institucional com alta profundidade no book e baixo slippage
Maturidade da Rede (> 4 anos)
AtendeHistórico comprovado atravessando múltiplos ciclos de mercado e halvings
Segurança de Consenso Comprovada
AtendeArquitetura de rede com algoritmo de consenso descentralizado e auditado
Utilidade & Infraestrutura Real
AtendeAtuação em setores produtivos do ecossistema cripto (exclui memecoins e tokens especulativos)
Grande Porte (Large Cap > U$ 3 Bi)
AtendeCapitalização robusta com aceitação institucional e dominância de mercado
Política Monetária Rígida / Deflacionária
AtendeProteção contra hiperinflação de tokens através de teto de emissão ou queima de taxas
Resiliência de Preço & Estabilidade 24h
AtendeComportamento de preços sem quedas abruptas atípicas superiores a 30% em 24 horas
Histórico de Cotação: Internet Computer (ICP)
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
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Hack da Binance: por que USDT foi congelado e o bitcoin não
Em 29 de outubro, a Binance perdeu cerca de US$ 6,3 bilhões em um ataque que o setor já trata como o maior roubo de sua história. Poucas horas depois, US$ 2,85 bilhões tinham sido congelados, o equivalente a 44% do montante subtraído, segundo a firma de análise Elliptic. Parte desse dinheiro estava em stablecoins, moedas digitais atreladas ao valor de uma moeda oficial, cujos emissores conseguem travar os tokens diretamente no contrato que os administra. Em 2 de novembro, o Mercado Bitcoin também registrou desvios, e a combinação dos dois casos expõe uma distinção que costuma passar despercebida: nem todo criptoativo reage da mesma forma quando alguém tenta movimentá-lo sem autorização, mesmo quando todos estão guardados do mesmo modo. Cinco meses de preparação antes do saque O ataque não começou no dia do saque. Segundo o relato divulgado pela própria Binance, a operação se estendeu por cerca de cinco meses e teve início com um software manipulado. Em junho, um engenheiro da área de carteiras instalou uma versão falsa de uma ferramenta, que aparecia como publicidade paga no topo dos resultados de busca, acima do programa original. Em setembro, um segundo profissional foi alvo de uma seleção fabricada: houve videoconferência com alguém que se apresentava como executivo de uma firma inexistente, e o candidato baixou um repositório de código malicioso, enviado como prova técnica. Em 20 de outubro, os invasores passaram a operar a partir de um desses computadores e de um sistema interno de inteligência artificial da própria exchange, avançando até o ambiente de quem desenvolve as carteiras digitais. Em 29 de outubro, o código foi acionado. Em quatro minutos, 233 milhões de XRP deixaram cinco carteiras quentes, isto é, carteiras conectadas à internet. Nos vinte minutos seguintes, o grosso do montante, equivalente a US$ 6,3 bilhões, mudou de endereço. A última saída não autorizada ocorreu quase quatro horas após o início. O FBI, polícia federal dos Estados Unidos, atribuiu a autoria ao coletivo ligado à Coreia do Norte conhecido como TraderTraitor. O caso do Mercado Bitcoin Na madrugada de 2 de novembro, a corretora brasileira identificou saídas não autorizadas em pelo menos nove redes, entre elas as de bitcoin, ether e solana. A própria empresa estima o desvio em US$ 38 milhões, enquanto levantamentos de mercado chegam a cerca de US$ 49 milhões. A análise independente feita pela AuditKey aponta, como hipótese, o comprometimento de chaves ou do sistema que assina transações, sem determinar se a origem foi interna, externa ou ligada a um fornecedor. Para conter o impacto, depósitos e retiradas ficaram bloqueados. A companhia garante que nenhum usuário sofrerá perdas e pretende restabelecer o acesso às contas aos poucos, a partir de 9 de novembro. Os números de bloqueio divergem no material analisado: uma passagem cita US$ 13 milhões congelados com apoio de Tether, Circle, BRL1, Paxos e Chainalysis, enquanto a descrição da rede de apoio feita pela corretora fala em US$ 11,2 milhões. As duas cifras não foram conciliadas. Quanto foi congelado e o que ficou de fora O levantamento sobre o caso da Binance distribui os bloqueios conforme a tabela abaixo. Em números aproximados, as parcelas listadas somam cerca de US$ 2,65 bilhões, valor inferior ao total de US$ 2,85 bilhões atribuído à Elliptic, e o material não detalha a diferença. Responsável pelo bloqueio Ativo Valor informado Tether USDT mais de US$ 1,56 bilhão Circle USDC cerca de US$ 823 milhões Ripple Não detalhado no material aproximadamente US$ 200 milhões World Liberty Financial USD1 US$ 27 milhões Conselho de Segurança da Arbitrum Não detalhado no material cerca de US$ 30 milhões Equipe do USDT0 USDT0 na Polygon pouco mais de US$ 6 milhões Entre US$ 2,4 bilhões e US$ 3,2 bilhões, segundo estimativa de uma firma de análise, continuam nos endereços do atacante, sobretudo em ether e em 18.270 bitcoins. Esses recursos não foram movimentados nem congelados. Diferentemente das stablecoins, não existe um responsável a quem recorrer para bloqueá-los. Congelar não é o mesmo que devolver Bloquear e recuperar são operações distintas. Os US$ 2,85 bilhões travados continuam nos endereços do invasor, imobilizados, e o retorno ao patrimônio da vítima depende de um processo legal. Tecnicamente, a restituição costuma se concretizar pela destruição dos tokens bloqueados e pela emissão de novos tokens em nome da vítima, etapa que pode levar meses. O bloqueio funciona, portanto, como uma corrida contra o relógio. Antes que as travas entrassem em ação, o atacante converteu US$ 434 milhões em USDT para ether em exchanges descentralizadas, isto é, plataformas de troca que funcionam sem uma empresa central. Também tomou emprestados 19.762 ether na plataforma de empréstimos Aave, deixando US$ 59,9 milhões em USDT como garantia, e trocou US$ 234 milhões em USDT por TRX. No conjunto, cerca de US$ 786 milhões em stablecoins escaparam por essa janela. Nos quatro dias seguintes, os recursos foram espalhados por perto de 12 mil endereços, distribuídos em 11 redes, em mais de 40 mil operações, com uma nova carteira surgindo a cada 25 segundos. A fatia transformada em moedas sem emitente perdeu, no instante da troca, qualquer possibilidade de bloqueio. Por que bitcoin e USDT respondem de formas distintas Um token é uma unidade de ativo registrada em uma blockchain, o livro de registros distribuído que os participantes da rede conferem em conjunto. O USDT, por exemplo, depende de um contrato inteligente, programa que executa regras automaticamente dentro da própria rede e cuja administração cabe à Tether Limited. Esse código prevê, desde a origem, uma função capaz de marcar um endereço como bloqueado. Assim que isso acontece, o endereço perde o direito de transferir aquele token, seja para uma corretora, uma exchange descentralizada ou outra carteira. O saldo continua visível e intacto, mas deixa de obedecer a quem possui a chave privada, o código secreto que autoriza movimentações. Uma comparação ajuda a visualizar o mecanismo. Uma cédula vale enquanto está em posse de alguém, e quem a segura pode gastá-la. Um cheque administrativo também cabe no bolso, mas seu valor depende de uma obrigação assumida pelo banco emissor, que pode sustá-la sem precisar recolher o papel de volta. A hardwallet, carteira física que mantém a chave fora da internet, conserva esse papel em perfeitas condições, mas não exerce influência alguma sobre a instituição que o emitiu. Portanto, do ponto de vista técnico, não importa onde está o endereço travado: numa exchange ou num equipamento físico, o efeito é o mesmo. Em outras palavras, a carteira física defende a chave contra quem a cobiça, mas não protege o token contra o emissor. O bloqueio nunca se dá na carteira; ocorre no contrato. O bloqueio nunca se dá na carteira; ocorre no contrato. Há ainda um equívoco comum: a crença de que o bloqueio depende de decisão judicial. Não depende. Em apenas 37 minutos após a chegada do token roubado da Binance ao endereço do invasor, a Tether já o havia travado, e nenhum juízo conseguiria deliberar em tão pouco tempo. Em geral, a pedido de quem sofreu o golpe ou de autoridades policiais, o emissor atua por iniciativa própria, respeitando suas regras contratuais; o rito jurídico só surge depois, quase sempre para legitimar a restituição. Esse poder é privado, discricionário e veloz. É justamente essa característica que o faz eficiente contra criminosos, e ela também define o ativo em si, sem importar quem esteja no lugar de alvo. No caso do bitcoin, não existe emissor nem contrato administrado por alguém, e por isso o protocolo não contempla nenhum mecanismo central de travamento. A Binance não tem a quem acionar, e o mesmo vale para o FBI. Na prática, segundo um analista da ChainArgos, esses ativos só saem de alcance se o invasor os transferir para alguma plataforma disposta a retê-los, ou se investigadores conseguirem as chaves privadas. Seria igualmente um exagero tratar o bitcoin como impossível de apreender. Ele é confiscado com regularidade nos pontos de contato com o sistema regulado: quando passa por uma corretora, quando uma chave aparece numa busca ou quando um intermediário decide cooperar. O que falta é um botão central. O controle existe, mas está espalhado por esses pontos de contato, não embutido no protocolo. Entre um controle espalhado e uma ausência total de controle está a distinção que separa um ativo passível de apreensão de outro capaz de ser desligado. Na prática, bitcoin e USDT podem estar no mesmo aparelho e sob o mesmo endereço e, mesmo assim, ter regimes diferentes. Depois da transferência, o bitcoin obedece unicamente ao detentor da chave de destino, ao passo que o USDT também obedece ao administrador do código. As perguntas que definem cada ativo A pergunta sobre onde guardar um ativo deveria vir acompanhada de outra: quem governa o que está guardado? Algumas questões ajudam a responder: Quem emite o ativo, e existe emissor identificável? O contrato possui função que permita congelar, pausar ou mudar regras? Quem controla a chave administrativa? Pode ser uma companhia, um comitê com múltiplos assinantes, uma estrutura descentralizada ou, em tese, ninguém. Que evidência confirma o que o ativo declara representar? Reservas auditadas, código revisado ou consenso da rede são exemplos. O caso da Arbitrum mostra como uma simplificação pode enganar. Trata-se de uma solução de segunda camada construída sobre a rede Ethereum (estrutura que opera por cima de outra blockchain para ganhar velocidade e custos menores), e que costuma ser descrita como descentralizada. Mesmo assim, o Conselho de Segurança da rede executou uma transação que congelou cerca de US$ 30 milhões ligados ao ataque. A existência desse órgão com poder de bloqueio está registrada nos documentos de governança e não é segredo; ainda assim, boa parte dos usuários desconhecia essa prerrogativa e só a percebeu quando foi exercida. Não há configuração intrinsecamente superior, porque cada desenho troca uma coisa por outra. Um ativo congelável pode ser devolvido a quem sofreu o roubo; um ativo imune a bloqueios não tem como ser restituído. Quem busca recuperabilidade precisa aceitar que alguém detém poder de travar; quem prefere que ninguém trave precisa aceitar que, em caso de ataque, a restituição também não existe. Ambas as escolhas são legítimas, desde que feitas com consciência do que está sendo escolhido. Hipótese: inteligência artificial nos dois lados Vale separar o que está confirmado do que é suposição. O fato reconhecido pela Binance é que os invasores usaram uma ferramenta interna de inteligência artificial para avançar dentro da companhia, do computador de um engenheiro comprometido até a equipe de carteiras. Nesse episódio, a IA não serviu ao criminoso como arma; foi a própria infraestrutura da vítima, voltada contra ela. Já a hipótese não tem confirmação. Especialistas em segurança ouvidos pela imprensa internacional avaliam que grupos como o TraderTraitor possam recorrer a modelos de IA para pesquisar alvos, achar brechas e criar personagens convincentes nas entrevistas falsas. Há também o caso da Coldcard, em julho, no qual a reconstrução em escala de seeds (frases-semente que geram as chaves de uma carteira) fracas indicou automação além do método artesanal. Trata-se, por ora, de uma leitura, e não de um fato. O lado defensivo costuma ficar fora da conversa. Travar cerca de US$ 1,5 bilhão em 37 minutos não resulta de alguém observando telas: pressupõe vigilância automatizada, identificação de padrões suspeitos e resposta praticamente instantânea. Se essa leitura se confirmar, a janela entre o roubo e a impossibilidade de recuperação tende a encurtar, e a distância entre ativos com emissor e ativos sem emissor deve ficar cada vez mais evidente. O que muda e o que permanece para quem investe O que muda é que a pergunta sobre custódia deixou de ser suficiente. Para cada ativo, vale saber quem o emite, se o contrato prevê função de bloqueio e quem controla essa função. Quando a mesma stablecoin aparece numa carteira física ou numa corretora, o emissor continua sendo o mesmo; o que muda é quem poderia extrair a chave, e não quem tem poder para travar o token. A informação não obriga a nenhuma providência específica; serve para que cada posição em criptoativos seja mantida com clareza sobre os riscos de controle que a acompanham. O que permanece é que o protocolo do bitcoin não foi afetado em nenhum dos dois incidentes. O problema ficou restrito à camada operacional das corretoras, em especial aos elos humanos e tecnológicos responsáveis por validar saídas de recursos. Corretoras com capital e governança mantêm uma vantagem que a autocustódia não oferece: a capacidade de absorver perdas. Já quem perde fundos em autocustódia fica sem interlocutor capaz de ressarci-lo. Como se trata de fatos operacionais, e não estruturais, os episódios não sustentam nem derrubam tese alguma sobre um ativo específico. Erros a evitar Generalizar que todo o setor é inseguro a partir de invasões a corretoras equivale a tratar o cofre como se fosse o conteúdo guardado. Acreditar que a hardwallet blinda contra qualquer risco é um equívoco, pois ela resguarda a chave, e não o ativo. Tomar a possibilidade de bloqueio como defeito ignora que, para quem prioriza recuperação, essa característica é justamente a desejada. Retirar tudo às pressas durante um incidente, sobretudo quando a corretora afirma cobertura integral, é arriscado, porque a urgência costuma ser o ambiente em que se cometem erros irreversíveis. Responder a mensagens, ligações ou links que prometem ressarcimento, checagem ou recuperação após um ataque. Nenhuma instituição do setor deveria pedir credenciais, códigos ou a frase-semente de uma carteira, e o Mercado Bitcoin fez alerta específico sobre fraudes que tendem a aparecer depois de cada invasão. Ter a chave de um endereço não equivale a dominar o ativo registrado nele. Um token pode seguir respondendo a um emissor mesmo quando você é o titular. Distinguir essas duas coisas, para cada ativo que você guarda, define o que é posse e o que é, de fato, controle.
Jogos de hoje (08/11/26): onde assistir futebol ao vivo e horários das partidas
Quer saber quem joga hoje? Confira horários e onde assistir ao vivo aos jogos de hoje (08/11/26) do futebol do Brasil e do mundo na TV e no streaming Continua após a publicidade Confira aqui, no Olhar Digital, onde assistir, ao vivo, às partidas de hoje, 8 de novembro de 2026. Veja, a seguir, os horários dos jogos de hoje, com atenção especial para as partidas da Copa do Brasil, da Série B, da Copa do Brasil Feminina e dos campeonatos nacionais europeus. Confira, a seguir, os jogos deste domingo (8) (horário de Brasília): Onde assistir aos jogos de hoje e horários das partidas (08/11/26) Copa do Brasil 2026 Vasco x Palmeiras — 17h — TV Globo, Premiere, Charla no Premiere, ge tv e Prime Video Brasileirão Série B 2026 Athletic x Atlético/GO — 16h — ESPN e Disney+ Goiás x Ponte Preta — 19h15 — Disney+ Ceará x América/MG — 19h15 — Xsports, SportyNet e Disney+ Copa do Brasil Feminina 2026 Red Bull Bragantino x Internacional — 11h — Xsports, sportv e N Sports Premier League 2026/27 Sunderland x Chelsea — 11h — ESPN e Disney+ Ipswich x Bournemouth — 11h — ESPN 3 e Disney+ Crystal Palace x Liverpool — 11h — CazéTV e Disney+ Brighton x Brentford — 11h — Disney+ Manchester United x Aston Villa — 13h30 — ESPN e Disney+ LALIGA 2026/27 Elche x Betis — 11h — SportyNet Real Sociedad x Rayo Vallecano — 12h15 — CazéTV Villarreal x Getafe — 14h30 — SportyNet Celta x Levante — 14h30 — CazéTV Atlético de Madrid x Barcelona — 17h — CazéTV Bundesliga 2026/27 Colônia x Bayer Leverkusen — 11h30 — SportyNet e OneFootball Freiburg x Union Berlin — 13h30 — sportv, Canal GOAT e OneFootball Hoffenheim x Schalke 04 — 15h30 — Xsports e OneFootball Campeonato Italiano 2026/27 Napoli x Lazio — 8h30 — ESPN e Disney+ Monza x Atalanta — 11h — Disney+ Genoa x Milan — 11h — SportyNet e Disney+ Inter de Milão x Como — 14h — CazéTV e Disney+ Fiorentina x Juventus — 16h45 — SportyNet e Disney+ Para assinar o Premiere com sete dias grátis pelo Prime, clique aqui Quem joga hoje pelo Brasileirão? Hoje, temos partidas pela Série B: Athletic x Atlético/GO — 16h — ESPN e Disney+ Goiás x Ponte Preta — 19h15 — Disney+ Ceará x América/MG — 19h15 — Xsports, SportyNet e Disney+ Leia mais: Quais são os jogos que vão passar na Globo neste domingo (8)? A seguir, o Olhar Digital traz os jogos que serão transmitidos pela Globo, em cada região do Brasil, neste domingo (8) (horário de Brasília): Copa do Brasil 2026 Vasco x Palmeiras — 17h — TV Globo para todo o Brasil Futebol ao vivo: conheça aplicativos para assistir aos jogos pelo celular Futebol é uma paixão nacional. Por isso, nada mais natural do que ver a internet popularizando o acesso aos campeonatos nacionais e internacionais no Brasil. Com as mudanças da tecnologia, ficou bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online no seu celular. Continua após a publicidade Filmes e séries, por exemplo, já podem ser assistidos a qualquer hora e em qualquer lugar, graças aos serviços de streaming. Mas não são apenas essas produções que podem se beneficiar das ferramentas modernas: os esportes também. Assim, já é bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online, seja do seu celular ou do computador. O Olhar Digital preparou um artigo especial ensinando como fazer para acompanhar os principais campeonatos de futebol — nacionais e internacionais, de clubes ou seleções — diretamente do celular ou computador via streaming ao vivo!
Fita, CD, DVD e Blu-ray: mídias de games ao longo da história
Quem joga videogame hoje raramente pensa no objeto que carrega o jogo. Basta escolher um título na loja virtual, esperar o download e começar. Mas por décadas a mídia física foi parte central da experiência: o peso do cartucho, o barulho do disco girando, a caixa na estante e o ritual de soprar os contatos quando o jogo não funcionava. A história dessas mídias também é a história das próprias limitações técnicas e comerciais da indústria. Cada mudança de formato aconteceu porque os jogos precisavam de mais espaço, os fabricantes queriam reduzir custos ou o público exigia mais conveniência. Antigamente, era comum que os videogames utilizassem fitas. Quem teve um Super Nintendo, por exemplo, certamente se lembrará de já tê-las 'assoprado' algumas vezes. Foto: Ayrton Vignola / Estadão Nosso artigo percorre esse caminho, da fita cassete à loja digital, e discute o que ainda resta da mídia física. Como eram as primeiras mídias dos videogames? PUBLICIDADE Nos primeiros anos, o conceito de “mídia de jogo” quase não existia. Os consoles domésticos dos anos 1970, como as diversas versões de Pong, traziam os jogos gravados no próprio circuito e não permitiam trocar de título. O Magnavox Odyssey, de 1972, chegou a usar cartões inseridos no aparelho, mas eles apenas alteravam as conexões internas do circuito e não armazenavam nenhum programa. Nos computadores domésticos, a solução foi a fita cassete, o mesmo formato usado para ouvir música. O programa era gravado como som, e o computador o decodificava ao tocar a fita. Máquinas como o Commodore 64, o ZX Spectrum, o MSX e, no Brasil, o TK85 e o TK90X popularizaram esse método. Era barato e acessível, mas lento: carregar um jogo podia levar vários minutos, e um ajuste errado no volume do gravador obrigava a recomeçar. Os chiados agudos da carga viraram uma memória afetiva para uma geração de jogadores. PUBLICIDADE A era dos cartuchos Enquanto os computadores dependiam das fitas, os consoles encontraram outro caminho. O Fairchild Channel F, de 1976, foi o primeiro a usar cartuchos com o jogo gravado em memória ROM, e o Atari 2600, lançado no ano seguinte, transformou a ideia em fenômeno. Bastava encaixar o cartucho e ligar o aparelho, sem espera e sem configuração. Nas décadas seguintes, o cartucho dominou o mercado. O Nintendo Entertainment System e o Master System levaram o formato a milhões de lares, e no Brasil a Tectoy consolidou a plataforma da Sega com o Master System e o Mega Drive. O Super Nintendo trouxe cartuchos com chips adicionais que ampliavam o poder do console, e o formato também ganhou memória de bateria, permitindo salvar o progresso, como no primeiro The Legend of Zelda. O cartucho era resistente, rápido e difícil de copiar. Mas tinha um limite claro: memória ROM era cara. Os primeiros cartuchos guardavam apenas alguns quilobytes, e mesmo no fim da era, o Nintendo 64 chegava a cerca de 64 megabytes nos maiores títulos. Conforme os jogos ficaram mais ambiciosos, o formato começou a apertar. Quando os CDs revolucionaram os games? O CD-ROM armazenava cerca de 650 megabytes, uma capacidade que deixava os cartuchos muito para trás. Aparelhos como o PC Engine CD-ROM² e o Sega CD tentaram levar o formato aos consoles no fim dos anos 1980 e início dos 1990, e o 3DO e o Philips CD-i também apostaram nele. Apesar de ter chegado antes, o CD realmente começou a ficar popular no PlayStation 1. Foto: Public Domain Pictures/Divulgação A virada de fato veio em 1994, com o Sega Saturn e o PlayStation. A Sony havia trabalhado com a Nintendo em um projeto de leitor de CD para o Super Nintendo, e o acordo desandou. A empresa seguiu sozinha e lançou seu próprio console, apostando no disco desde o início. Enquanto a Nintendo insistiu nos cartuchos com o Nintendo 64, a Sony conquistou desenvolvedores e jogadores. Final Fantasy VII, que se esperava na plataforma da Nintendo, foi para o PlayStation e ocupou três discos, um exemplo claro de como o novo formato permitia ambições que o cartucho não comportava. PUBLICIDADE As vantagens em relação aos cartuchos Com centenas de megabytes, os jogos passaram a incluir vídeos com atores reais, dublagem completa, texturas mais detalhadas e trilhas sonoras gravadas em qualidade de CD. Muitos títulos ganharam uma dimensão cinematográfica que antes era impossível. O custo também pesava a favor do disco. Prensar um CD custava uma fração do preço de fabricar um cartucho, o que reduzia o valor final dos jogos e dava mais margem às produtoras. Para estúdios menores, isso significava menos risco ao lançar um título. Em alta Voxel Loading... Loading... Loading... Loading... Loading... Loading... Nem tudo eram vantagens. Os discos traziam tempos de carregamento, riscavam com facilidade e dependiam de um laser que se desgastava com o uso. O formato também facilitou a pirataria, com gravadores de CD e chips de modificação, um fenômeno que ganhou grande escala em países como o Brasil. Ainda assim, o saldo era claramente positivo, e a mudança se consolidou. Como DVD e Blu-ray mudaram a indústria? O passo seguinte veio com o PlayStation 2, lançado em 2000. Ele usava DVD, que guarda 4,7 gigabytes em uma camada e cerca de 8,5 em duas, e ainda servia como reprodutor de filmes, o que ajudou o console a entrar em milhões de casas. O Xbox, de 2001, seguiu o mesmo caminho, enquanto o GameCube adotou um miniDVD proprietário de cerca de 1,5 gigabyte, e o Wii usou um disco de formato próprio e tamanho padrão. O Blu-Ray é uma das poucas mídias físicas que ainda continua sendo popular. Foto: CHRISTIAN CHARISIUS / Reuters Em 2005, o Xbox 360 manteve o DVD, mas o formato já mostrava limites. Alguns jogos passaram a ocupar múltiplos discos, e até títulos gigantes como Grand Theft Auto V acabaram exigindo dois discos no console, com o segundo instalado no disco rígido. A resposta veio do Blu-ray, adotado pela Sony no PlayStation 3, lançado em 2006. Com 25 gigabytes por camada e 50 em discos de duas camadas, o formato eliminou boa parte do problema. A disputa contra o HD DVD, apoiado pela Toshiba e pela Microsoft, terminou em 2008 com a vitória do Blu-ray. PUBLICIDADE A chegada da alta definição O Blu-ray também acompanhou a transição para a alta definição. Com o PlayStation 3 e o Xbox 360, resoluções como 720p e 1080p se tornaram padrão, e as texturas e os modelos precisaram crescer para preencher telas cada vez maiores. Mais pixels significam mais dados, e o disco foi essencial para acomodá-los. A geração seguinte, com PlayStation 4 e Xbox One, consolidou o Blu-ray, e os consoles atuais avançaram para o Ultra HD Blu-ray, com discos de até 100 gigabytes e suporte a 4K. Mesmo assim, os maiores lançamentos já ultrapassam com folga essa capacidade quando instalados, o que mostra que o crescimento dos jogos passou a superar o crescimento das mídias. Por que a mídia digital ganhou espaço? A distribuição digital não surgiu de repente. No PC, a Steam foi lançada em 2003 e passou a ser obrigatória em títulos de peso, como Half-Life 2, no ano seguinte. Nos consoles, o Xbox Live Arcade, em 2004, e a PlayStation Network, em 2006, abriram caminho para jogos vendidos apenas por download. As lojas de aplicativos dos celulares reforçaram o hábito. Várias razões explicam a expansão. Para o jogador, a conveniência é grande: não é preciso sair de casa, esperar entrega ou trocar de disco, e o jogo pode ser pré-carregado antes do lançamento. Para as empresas, o modelo elimina custos de fabricação, transporte e estoque, e reduz o mercado de usados. A internet mais rápida e os discos de estado sólido tornaram os downloads grandes menos dolorosos, e os serviços de assinatura, como o Game Pass e o PlayStation Plus, ampliaram o alcance do modelo digital. Os próprios fabricantes passaram a lançar versões sem leitor de disco, como o PS5 Digital Edition e o Xbox Series S. Morte da mídia física? Diante disso, é comum ouvir que a mídia física está morrendo. As lojas especializadas encolheram, muitos lançamentos vendem a maior parte das cópias em formato digital, e alguns discos trazem pouco mais que um código de ativação ou uma parte do jogo. Ainda assim, “morte” é um exagero. A mídia física perdeu o protagonismo, mas segue relevante, principalmente em mercados onde a conexão de internet é limitada ou cara, e em plataformas como o Nintendo Switch, em que o cartucho continua popular. O que mudou foi o papel do disco: de produto completo a uma das formas de acessar um jogo, e nem sempre a mais prática. PUBLICIDADE Além disso, as mídias físicas de jogos voltaram a ganhar espaço, impulsionadas pelo interesse dos colecionadores. Assim como aconteceu com os discos de vinil, que ressurgiram graças ao colecionismo, os jogos em formato físico também estão passando por um movimento semelhante. Ainda vale a pena comprar jogos em mídia física? A resposta depende do que cada jogador valoriza. A mídia física permite revender, emprestar, trocar e colecionar, além de oferecer uma garantia de posse maior, já que o jogo não desaparece se uma conta for bloqueada. Em muitos casos, especialmente no Brasil, também é possível encontrar promoções em lojas físicas e boas ofertas no mercado de usados. Por outro lado, o disco nem sempre entrega a experiência completa. Instalações obrigatórias e atualizações grandes fazem o jogador depender da internet de qualquer forma, e consoles sem leitor tornam o disco inútil. A loja digital, por sua vez, costuma ter descontos frequentes, acesso imediato e nenhuma caixa ocupando espaço. Vale a pena comparar preço, uso e valor de revenda antes de decidir, título por título. O retorno da discussão sobre a mídia física O debate voltou com força nos últimos anos, e o motivo é a preservação. Quando uma loja digital fecha ou um jogo é retirado de venda, quem só tem a licença digital pode perder o acesso. O fechamento das lojas do Wii U e do Nintendo 3DS, em 2023, foi um alerta, e o caso de jogos online que deixam de funcionar quando o servidor é desligado inspirou movimentos como o Stop Killing Games, que reuniu mais de um milhão de assinaturas na Europa. PUBLICIDADE Um estudo da Video Game History Foundation, de 2023, concluiu que a grande maioria dos jogos clássicos lançados nos Estados Unidos não está mais disponível comercialmente, o que reforça a importância de manter cópias físicas. Ao mesmo tempo, o próprio formato físico vem se transformando. Os Game-Key Cards do Nintendo Switch 2, que trazem apenas uma chave para baixar o jogo, geraram debate sobre o que ainda significa comprar um jogo em mídia física. A questão, hoje, não é mais qual formato vai vencer, mas quanto controle o jogador quer ter sobre aquilo que compra. Gostou de conhecer mais sobre a história das mídias físicas nos videogames? Continue acompanhando o Voxl para descobrir mais curiosidades e novidades do universo dos jogos!
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