Resumo de AMCB (AMCB)
O criptoativo AMCB (AMCB) está sendo negociado a R$ 15,14 nesta data, acumulando uma variação de +3.19% nas últimas 24 horas. O intervalo de negociação no período oscilou entre a mínima de R$ 14,05 e a máxima de R$ 15,25.
Selo de Investimento: Cripto Sólida
⚠️ AtençãoO criptoativo AMCB atingiu 1 de 7 critérios (14.3%), ficando abaixo do mínimo de 5/7 exigido para o Selo Cripto Sólida. Exige cautela reforçada devido a risco de volatilidade, menor liquidez ou tokenomics frágil.
Checklist de Robustez & Tokenomics (7 Critérios Essenciais)
Alta Liquidez Global (Volume > R$ 200M/dia)
Não atendeCapacidade de negociação institucional com alta profundidade no book e baixo slippage
Maturidade da Rede (> 4 anos)
Não atendeHistórico comprovado atravessando múltiplos ciclos de mercado e halvings
Segurança de Consenso Comprovada
Não atendeArquitetura de rede com algoritmo de consenso descentralizado e auditado
Utilidade & Infraestrutura Real
Não atendeAtuação em setores produtivos do ecossistema cripto (exclui memecoins e tokens especulativos)
Grande Porte (Large Cap > U$ 3 Bi)
Não atendeCapitalização robusta com aceitação institucional e dominância de mercado
Política Monetária Rígida / Deflacionária
Não atendeProteção contra hiperinflação de tokens através de teto de emissão ou queima de taxas
Resiliência de Preço & Estabilidade 24h
AtendeComportamento de preços sem quedas abruptas atípicas superiores a 30% em 24 horas
Histórico de Cotação: AMCB (AMCB)
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
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Urgente: Bitget confirma ataque hacker e perde US$ 351 milhões
Movimentações envolvendo carteiras atribuídas à Bitget somaram US$ 183,8 milhões em 14 transferências e seis blockchains. Na Arbitrum, um endereço recém-criado comprou cerca de 7.111 ETH com US$ 19,67 milhões em USDT0, pagando acima do preço spot. A Bitget ainda não confirmou um ataque, e não há comprovação de que todo o valor movimentado represente perdas da corretora. Uma sequência de movimentações incomuns envolvendo carteiras atribuídas à Bitget acabou de ocorrer acendeu um alerta no mercado de criptomoedas nesta quinta-feira (24). Dados on-chain analisados pelo Bitnotícias mostram transferências que somam US$ 183,8 milhões, distribuídas por seis blockchains, em operações que envolveram endereços identificados como pertencentes à exchange. O episódio começou a chamar atenção na rede Arbitrum. Um endereço recém-criado, identificado como 0xe410…d946, comprou aproximadamente 7.111 ETH em apenas seis minutos, utilizando cerca de US$ 19,67 milhões em USDT provenientes de uma carteira quente atribuída à Bitget. As operações passaram por protocolos como UniswapX e 1inch Fusion. A Bitget confirmou o ataque. CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE Gracy Chen disse. “Às 18:31 UTC de 24 de setembro de 2026, os sistemas de segurança da Bitget detectaram transferências não autorizadas de algumas de nossas hot wallets. Nossa equipe de segurança ativou imediatamente os protocolos de resposta a emergências. Fundos afetados estimados: aproximadamente US$ 351,6 milhões. As cold wallets permanecem totalmente seguras.A Bitget opera com uma arquitetura de wallets de três níveis. A violação afetou apenas uma parte das camadas de hot wallets e warm wallets. O valor total dessa perda está coberto pelo Fundo de Proteção ao Usuário da Bitget, que atualmente possui mais de US$ 464 milhões. Ações que tomamos: A equipe de resposta a emergências foi ativada poucos minutos após a detecção. Os endereços envolvidos nas transferências anômalas foram identificados, sinalizados e reportados. Os saques foram temporariamente suspensos como medida de precaução, enquanto a revisão de segurança está em andamento. As autoridades policiais e empresas de segurança especializadas em análise on-chain foram formalmente notificadas e já estão envolvidas na investigação”, disse Gracy Chen, CEO da Bitget Em uma live pós anuncio oficial, Gracy também afirmou que as autoridades já identificaram os hackers e disseram que são hackers ligados ao governo da Coreia do Norte. Compra de 7.111 ETH na Arbitrum chama atenção O comportamento das operações na Arbitrum foi um dos primeiros sinais a levantar suspeitas. Segundo dados compartilhados por pesquisadores on-chain, o endereço recém-criado adquiriu 7.111 ETH utilizando aproximadamente 19,67 milhões de USDT0, com algumas execuções ocorrendo cerca de 5% acima do preço spot. As compras foram realizadas por meio do UniswapX e do 1inch Fusion. Durante a sequência de operações, o preço no pool WETH/USDC chegou a aproximadamente US$ 2.870, um movimento incomum para uma operação cujo objetivo fosse simplesmente adquirir ETH pelo melhor preço disponível. O comportamento sugere que quem controlava o endereço priorizava a velocidade da conversão em vez da eficiência da execução. Isso, porém, não comprova por si só um ataque, já que grandes rebalanceamentos internos ou outras operações da própria exchange também poderiam gerar movimentos atípicos. O alerta ganhou força quando pesquisadores começaram a identificar transferências semelhantes partindo de outras carteiras associadas à Bitget. A imprensa internacional também passou a reportar o caso como um possível incidente de segurança ainda em andamento. Movimentações chegam a US$ 183,8 milhões em seis redes Um levantamento atualizado analisado pelo Bitnotícias aponta US$ 183.806.869 movimentados em 14 transferências, envolvendo quatro carteiras atribuídas à Bitget, sete ativos e seis blockchains. A maior parcela ocorreu no Ethereum, com aproximadamente US$ 126 milhões, equivalente a 68,6% do total. Na sequência aparecem Arbitrum, com US$ 19,67 milhões; Optimism, com US$ 15,45 milhões; BNB Chain, com US$ 9,91 milhões; Avalanche, com US$ 8,56 milhões; e Base, com US$ 4,19 milhões. Entre os ativos movimentados aparecem 31.666 ETH, avaliados em aproximadamente US$ 85,25 milhões, além de US$ 34,75 milhões em USDT, US$ 19,67 milhões em USDT0 e US$ 12,85 milhões em USDC. O levantamento também registra cerca de 3.000 XAUt, token lastreado em ouro emitido pela Tether, avaliados em US$ 12,8 milhões, além de aproximadamente US$ 9,91 milhões em BNB e US$ 8,56 milhões em AVAX. Leia também: Nova York planeja seguir o Brasil e proibir totalmente o Polymarket As operações teriam partido de quatro endereços classificados no monitoramento como carteiras da Bitget. O maior fluxo, de US$ 91,53 milhões, veio do endereço 0x1AB497…8f8f23. Exploradores públicos, incluindo Etherscan e Blockscan, efetivamente identificam esse endereço com a etiqueta “Bitget 6”, dando suporte à associação de pelo menos uma das carteiras envolvidas com a exchange. Veja as movimentações no Etherscan. Outros três endereços responderiam por US$ 59,84 milhões, US$ 28,25 milhões e US$ 4,19 milhões, respectivamente. O endereço 0x770b10b273fC44Fe9197D6bF20F145c2e98463Ee aparece no monitoramento como um dos principais destinos dos ativos. A concentração de recursos provenientes de carteiras identificadas como pertencentes à Bitget, combinada à rápida conversão de tokens para ETH, é o que alimenta a hipótese de comprometimento das chaves. Reportagens publicadas nesta quinta-feira também apontam para a possibilidade de três carteiras quentes e uma carteira fria terem sido afetadas. O vetor do possível ataque ainda é desconhecido.
Brasil determina a declaração de transações em carteiras de criptomoedas em custódia própria no valor de US$ 10 mil
Pontos principais A Resolução 588 exige que os VASPs relatem transferências em custódia própria acima de US$ 10 mil, o que pode revelar os ativos privados. A Resolução 589 proíbe operações com provedores de criptomoedas não autorizados, fechando o mercado a participantes não regulamentados. Com vigência a partir de 1º de outubro de 2026, as regras rigorosas estão consolidando o mercado, com apenas 5 VASPs se candidatando. Banco Central do Brasil mira carteiras de autocustódia em nova resolução O Banco Central do Brasil emitiu uma nova resolução para aprofundar a supervisão das carteiras de autocustódia e dos fundos que os usuários brasileiros mantêm sob seu controle direto. Na quarta-feira, o Banco Central do Brasil emitiu as Resoluções 588 e 589, que, em conjunto, alteram regras anteriores sobre a aplicação de controles contra lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo (AML/TF), reforçam os requisitos de prestação de informações para prestadores de serviços de ativos virtuais (VASPs) e fecham o sistema brasileiro de criptomoedas a prestadores de serviços não autorizados. A Resolução 588 exige que as instituições autorizadas a operar pelo Banco Central relatem operações “relacionadas a transferências de ativos virtuais de ou para carteiras de autocustódia de valor igual ou superior ao equivalente a US$ 10.000,00”. A instituição destacou que a medida visa fortalecer a supervisão das carteiras de autocustódia, que são controladas pelos usuários e não pelos VASPs — uma situação que, segundo ela, pode “reduzir a disponibilidade de informações para fins de monitoramento e avaliação de riscos, ao contrário dos casos em que os ativos são mantidos em custódia em uma instituição autorizada pelo Banco Central”. Os dados serão encaminhados ao órgão nacional de combate à lavagem de dinheiro, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), que poderá, então, organizar essas transações e, potencialmente, criar um banco de dados de auto-custódia para esses endereços, mapeando os ativos dos usuários brasileiros que utilizam exchanges centralizadas autorizadas. A Resolução 589 estabelece um quadro rígido para o compartilhamento de informações e fecha o sistema brasileiro regulamentado de criptomoedas a partes não autorizadas, ao proibir operações “que tenham como contrapartes instituições ou entidades que prestam serviços de ativos virtuais e não estejam autorizadas a operar no país”. Essas mudanças entrarão em vigor em 1º de outubro de 2026, quando expirar o prazo para que os VASPs obtenham autorização para operar no Brasil. O aumento da carga de conformidade e dos requisitos de capital já afetou as operações: apenas 5 VASPs solicitaram licença para operar, o que sugere uma grande consolidação no setor de criptomoedas do Brasil.
Bybit apresenta “Make Your Move” como nova campanha global de marca para a Nova Plataforma Financeira
A nova campanha global marca a evolução da Bybit para uma plataforma financeira full-stack, com sua nova promessa de marca respaldada por um ecossistema em expansão de mercados, pagamentos, soluções de consumo, geração de renda e serviços financeiros inteligentes DUBAI, Emirados Árabes Unidos, 24 de setembro de 2026 /PRNewswire/ — A Bybit, a Nova Plataforma Financeira na qual mais de 80 milhões de usuários confiam globalmente, anunciou hoje “Make Your Move”, uma nova campanha global que marca a próxima etapa da evolução da empresa para além da negociação de criptomoedas. A frase reflete uma mudança fundamental na forma como a Bybit define seu negócio. Em vez de uma corretora de criptomoedas com produtos financeiros adicionais desenvolvidos ao seu redor, a Bybit está desenvolvendo uma plataforma integrada que abrange criptomoedas, ações, ouro, câmbio, índices e derivativos, juntamente com pagamentos, soluções para gastos, gestão de patrimônio, soluções institucionais e serviços financeiros inteligentes. O novo posicionamento da marca se baseia na visão apresentada por Ben Zhou, cofundador e CEO da Bybit, em sua palestra de janeiro: “Feita para todos. Impulsionada pela inteligência. Aberta ao mundo.” A visão da empresa é um mundo no qual todas as pessoas tenham acesso a todas as oportunidades financeiras do planeta. Para alcançar essa visão, a empresa tem a missão de construir a primeira plataforma inteligente que conecte qualquer pessoa, em qualquer lugar, ao sistema financeiro global. “A Bybit evoluiu consideravelmente desde que começamos como uma corretora de derivativos de criptomoedas, e nossa marca precisa refletir o negócio que estamos construindo hoje”, disse Ben Zhou, Co-founder e CEO da Bybit. “Nossa ambição é reunir mais oportunidades financeiras em uma única plataforma e torná-las mais acessíveis às pessoas em diferentes países e regiões.” Uma nova expressão da marca “Make Your Move” dá vida ao novo posicionamento, destacando as opções disponíveis aos usuários em uma plataforma financeira mais integrada. Isso demonstra a ambição da Bybit de proporcionar às pessoas maior acesso a oportunidades financeiras em diferentes mercados e regiões, colocando o indivíduo no centro da experiência. O novo posicionamento também se reflete na identidade visual da Bybit. O “I” laranja do logotipo da Bybit foi transformado em um símbolo de marca independente, representando o indivíduo e a ideia de movimento dentro do sistema financeiro. A marca também apresenta um novo padrão visual no qual uma única linha laranja se destaca em um campo de linhas repetidas, representando o indivíduo que se move dentro do sistema. Construída sobre um ecossistema em expansão O novo posicionamento é sustentado pela escala e abrangência do crescente ecossistema da Bybit. A empresa agora atende mais de 80 milhões de usuários registrados em 181 países e regiões, com mais de 442 ativos no mercado à vista e 235 instrumentos de mercado tradicionais disponíveis por meio de suas ofertas TradFi e RWA. Além do mercado financeiro, os serviços da Bybit abrangem pagamentos e finanças do dia a dia. O Bybit Pay permite transferências diretas de criptomoedas, enquanto o Bybit Card conecta ativos digitais a gastos diários com vantagens exclusivas. O Bybit P2P oferece acesso local a moedas fiduciárias e criptomoedas por meio de uma rede de 48.000 comerciantes ativos, enquanto Bybit Earn permite staking flexível, dando aos usuários a oportunidade de obter recompensas sobre seus ativos sem um período de bloqueio fixo. Os avanços na tecnologia de IA acrescentam uma nova dimensão à experiência do usuário. A mais recente versão do Bybit AI se conecta a mais de 600 serviços da plataforma e cobre 1.278 cenários de suporte, ajudando os usuários a navegar pela crescente gama de produtos e serviços disponíveis na plataforma. A ambiciosa mudança da Bybit para uma Nova Plataforma Financeira completa visa atender a um cenário financeiro no qual os consumidores frequentemente utilizam diferentes provedores e aplicativos para negociar, investir, fazer pagamentos, gastar e obter rendimentos. A Bybit tem o objetivo de oferecer aos usuários uma maneira mais simples de acessar e gerenciar diferentes atividades financeiras por meio de uma única plataforma. A nova identidade reflete a dimensão atual dos negócios da Bybit e fornece uma base para sua expansão contínua nos mercados e serviços financeiros globais. A campanha marca o próximo capítulo da jornada estratégica da Bybit rumo à sua visão de Nova Plataforma Financeira, reafirmando o compromisso da empresa em abrir oportunidades financeiras globais para uma nova geração de usuários ao redor do mundo. #Bybit / #NewFinancialPlatform Sobre a Bybit A Bybit é a Nova Plataforma Financeira. Acreditamos que todas as pessoas devem ter acesso a todas as oportunidades financeiras do mundo. É por isso que estamos construindo a primeira plataforma inteligente que conecta qualquer pessoa, em qualquer lugar, ao sistema financeiro mundial. Com a confiança de mais de 80 milhões de usuários em diferentes países e regiões, a Bybit reúne investimento, negociação, pagamentos e construção de patrimônio em um único ecossistema seguro e inteligente. Por meio da combinação de tecnologia baseada em inteligência artificial, ampla liquidez global, segurança robusta e operações transparentes, a Bybit torna as finanças globais mais acessíveis, eficientes e capacitadoras para todos. Feito para todos. Impulsionado pela inteligência. Aberto ao mundo. Saiba mais em Bybit.com. Para saber mais sobre a Bybit, visite a página de imprensa da Bybit Para assessoria de imprensa, entre em contato com: media@bybit.com Para atualizações, siga: Comunidades e mídia social da Bybit Facebook | Instagram | LinkedIn | Reddit | Telegrama | TikTok | X | Youtube img alt=”” src=”https://rt.prnewswire.com/rt.gif?NewsItemId=PT56050&Transmission_Id=202609240600PR_NEWS_LATAM____PT56050&DateId=20260924″ style=”border:0px; width:1px; height:1px;” /> Tópicos Relacionados: Novos Produtos/Serviços, Tecnologia Financeira, Blockchain, Computador/Eletrônica, Criptomoeda, Expansão Corporativa A OESP não é(são) responsável(is) por erros, incorreções, atrasos ou quaisquer decisões tomadas por seus clientes com base nos Conteúdos ora disponibilizados, bem como tais Conteúdos não representam a opinião da OESP e são de inteira responsabilidade da PR Newswire Ltda
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