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Futuros do milho seguem em alta na Bolsa de Chicago com Oriente Médio e USDA dando força nesta segunda-feira
B3 tem maior parte dos vencimentos com ganhos Os preços internacionais do milho futuro seguem operando no campo positivo da Bolsa de Chicago (CBOT) ao longo desta segunda-feira (17). As principais cotações subiam até 5 pontos por volta das 13h17 (horário de Brasília). O vencimento setembro/26 era cotado a US$ 4,63 com alta de 4,75 pontos, o dezembro/26 valia US$ 4,88 com elevação de 5,50 pontos, o março/27 era negociado por US$ 5,04 com ganho de 5,25 pontos e o maio/27 tinha valor de US$ 5,12 com valorização de 5,50 pontos. Segundo informações do site internacional Farm Futures, os contratos futuros de milho operam em alta, mas com índices menores em relação às máximas iniciais devido a forças conflitantes: fraqueza nos contratos futuros de trigo e força no petróleo bruto, que subiu pela falta de progresso nos esforços diplomáticos para resolver o conflito no Oriente Médio. As interrupções no transporte marítimo no Mar Negro continuam sendo uma preocupação constante. “Os preços continuam sustentados pelos relatórios otimistas do USDA da semana passada, nos quais a agência reduziu sua estimativa para a produtividade média de milho nos EUA em 2026 para 180,7 bushels por acre, ante os 183 bushels por acre anteriores e abaixo da estimativa média dos analistas, de 182,4 bushels por acre. Em um relatório separado, o USDA reduziu a previsão de estoques de milho em 2027 e projetou a continuidade de uma forte demanda de exportação”, aponta Bruce Blythe, analista do Farm Futures. Mercado Interno A Bolsa Brasileira (B3) também apresentavam movimentações positivas para a maioria das posições dos preços futuros do milho nesta segunda-feira. As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 70,03 e R$ 79,04 por volta das 13h28 (horário de Brasília). O vencimento setembro/26 era cotado a R$ 70,03 com queda de 0,24%, o janeiro/27 valia R$ 77,57 com alta de 0,23%, o março/27 era negociado por R$ 79,04 com ganho de 0,44% e o maio/27 tinha valor de R$ 77,76 com elevação de 0,27%.
B3: 2ª prévia do Ibovespa confirma entrada de Tenda - 17/08/2026
A segunda prévia da carteira teórica do Ibovespa para o período de setembro a dezembro de 2026, divulgada nesta segunda-feira (17) pela B3, confirma a entrada das ações ordinárias da Tenda, com peso de 0,167%, e a exclusão de Petrorecôncavo. Os cinco ativos com maior peso na composição da segunda prévia do índice são: Vale ON (11,670%), Itaú Unibanco PN (8,629%), Petrobras PN (7,799%), Axia ON (4,758%) e Petrobras ON (4,665%). O próximo rebalanceamento do Ibovespa está previsto para entrar em vigor em 8 de setembro, com a terceira prévia oficial sendo publicada pela B3 no dia 31 de agosto. A composição das carteiras do Ibovespa B3 e dos demais índices de ações calculados pela B3 é revisada a cada quatro meses, em janeiro, maio e setembro, com a possibilidade de entrada e saída de empresas de acordo com a metodologia de cada índice. Para compor a carteira do Ibovespa B3, as companhias listadas precisam cumprir alguns requisitos, como ser negociadas em 95% dos pregões no período de vigência das últimas três carteiras (aproximadamente 1 ano); ter movimentação financeira equivalente a pelo menos 0,1% do volume financeiro do mercado à vista no mesmo período; e estar entre os ativos que representem 85%, em ordem decrescente, do Índice de Negociabilidade (IN), que mede o volume negociado de um ativo na bolsa. Além disso, não pode ser penny stock (ação negociada por valor abaixo de R$ 1,00).
Magazine Luiza lidera altas do Ibovespa e Casas Bahia está entre as maiores baixas da B3
É muito provável que exista relação entre o desempenho das duas ações As ações do Magazine Luiza lideram as altas do Ibovespa nesta segunda-feira, além de serem a exceção no setor de varejo. Já Casas Bahia, que teve prejuízo líquido ajustado de R$ 978 milhões no 2TRI, está entre as maiores baixas da bolsa. A companhia também entrou com pedido de recuperação judicial ontem. Fontes disseram ao Valor que o desempenho positivo de Magalu tem provavelmente relação com Casas Bahia. Isso acontece por operações nas quais investidores assumem posições opostas em dois papéis para ganhar com a diferença de desempenho entre eles. Outro ponto é a possibilidade de o Magalu capturar vendas da concorrente, o que seria positivo para sua operação. Há pouco, Magazine Luiza tinha alta de 5,12% (R$ 4,11) e Casas Bahia perdia 24,24% (R$ 0,50).