HB

HBRE3

Construção e Imobiliário

HBR Realty Empreendimentos Imobiliarios SA

CNPJ: 14785152000151

Preço Atual
R$ 2,72
+0.37%
Abertura
R$ 2,67
Fec. Ant: R$ 2,78
Variação Dia
Min: R$ 2,66
Max: R$ 2,84
52 Semanas
Mín: R$ 2,46
Máx: R$ 5,49
Volume
504.600
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

Dividend Yield
61.00%
P/L
2.75
P/VP
0.16
LPA
R$ 0,99
VPA
R$ 17,54
EV/EBITDA
6.24
EV/EBIT
6.37
P/EBITDA
0.78
P/EBIT
0.79
P/Receita (PSR)
0.51
P/FCO
0.59
P/FCL
0.74
EV/Receita Líq.
4.08
EV/FCO
4.75
EV/FCL
5.97
Earning Yield
15.71%
Enterprise Value
R$ 2,25 Bi
Valor de Mercado
R$ 280,67 Mi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
5.47
Dív. Líquida/PL
0.73
Dívida Líquida
R$ 1,97 Bi
Liq. Corrente
0.72
PL/Ativos
0.53
Passivos/Ativos
0.47
Liq. Seca
0.72
Liq. Imediata
0.59

Indicadores de Eficiência

Margem Bruta
39.39%
Margem EBITDA
65.40%
Margem EBIT
64.13%
Margem Líquida
18.51%

Indicadores de Rentabilidade

ROE
5.64%
ROIC
7.20%
ROA
2.09%
Giro do Ativo
0.11

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
222.87%
CAGR Lucro
-15.78%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 39.39%
Margem EBITDA 65.40%
Margem Operacional 64.13%
Margem Líquida 18.51%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 474,57 Mi
FCL R$ 377,22 Mi
Caixa Total R$ 220,98 Mi
Caixa/Ação R$ 2,14
Receita e Dívida
Receita Total R$ 551,80 Mi
Lucro Bruto R$ 217,35 Mi
EBITDA R$ 360,90 Mi
Dívida Total R$ 1,83 Bi
Crescimento
Receita 222.87%
Lucro -15.78%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 532,61 Mi R$ 162,98 Mi R$ 153,38 Mi R$ 140,87 Mi
Lucro Bruto R$ 209,12 Mi R$ 129,98 Mi R$ 124,28 Mi R$ 118,57 Mi
EBITDA R$ 337,66 Mi R$ 281,93 Mi R$ 433,66 Mi R$ 224,58 Mi
Lucro Líquido R$ 96,82 Mi R$ 135,52 Mi R$ 267,22 Mi R$ 120,48 Mi

Sobre a HBRE3

Setor
Construção e Imobiliário
Indústria
Exploração de Imóveis
Market Cap
R$ 279,64 Mi
Descrição do Negócio

HBR Realty Empreendimentos Imobiliários S.A. é uma empresa especializada em desenvolvimento e gestão de propriedades comerciais no Brasil, operando através de um modelo integrado que abrange toda a cadeia de geração de valor de ativos urbanos, desde o desenvolvimento até a reciclagem de portfólios diversificados. Fundada em 2011, a HBR Realty opera através de plataformas estratégicas: ComVem, focada em centros de conveniência em áreas densamente povoadas e de alta renda; HBR Malls, que adquire e desenvolve shopping centers dominantes em suas regiões; HBR 3A, dedicada a espaços corporativos premium (AAA) em São Paulo; e HBR Opportunities, que inclui ativos complementares. A companhia gerencia 81 ativos em operação e desenvolvimento, totalizando mais de 360 mil metros quadrados de área bruta locável. HBR Realty posiciona-se como um player importante no segmento de real estate comercial brasileiro, com foco em oportunidades de crescimento e geração de valor para seus acionistas.

Dividendos

DIVIDENDO R$ 0,4856
Pagamento: 10/04/2026
DIVIDENDO R$ 0,2914
Pagamento: 30/12/2025
DIVIDENDO R$ 0,8741
Pagamento: 30/12/2025

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A disputa por mercado já é acirrada; novidades da Novo Nordisk podem mudar a dinâmica atual das canetas emagrecedoras Publicidade A dinâmica das canetas emagrecedoras está prestes a mudar: além da disputa das farmacêuticas, que querem ter sua própria versão do medicamento, agora o varejo do setor precisa prestar mais atenção. A dinamarquesa Novo Nordisk, dona do Ozempic e Wegovy, lançou uma loja oficial dentro do Mercado Livre no México e começou a testar uma plataforma própria de distribuição direta no Brasil, acendendo um sinal de alerta entre investidores sobre a sustentabilidade das margens do varejo de saúde de médio prazo. “Sob a parceria, o MELI oferece suporte logístico por meio do Mercado Envios e de seus centros de distribuição, enquanto a entrega de última milha será realizada por operadores de transporte farmacêutico licenciados”, diz a equipe de análise da XP Investimentos, em relatório. Ferramenta do InfoMoney Baixe agora (e de graça)! BAIXAR AGORA O movimento transforma o próprio laboratório em um canal digital de atendimento na linha de frente de um ecossistema de marketplace, levantando dúvidas sobre como esse novo formato de distribuição pode chacoalhar o mercado nacional. Ana Paula Tozzi, especialista em varejo e CEO da AGR Consultores, diz que apesar da dinâmica ficar diferente, não elimina completamente o intermediário. “Ele muda o tipo de intermediação. A indústria passa a se aproximar mais do consumidor final, ganha controle sobre marca, dados, preço e experiência, mas ainda precisa lidar com regulação, prescrição, logística, rastreabilidade e responsabilidade sanitária”, disse, em entrevista ao InfoMoney. Ela afirma que no caso da Novo Nordisk no Mercado Livre do México, a nova opção é sustentável para algumas categorias farmacêuticas, especificamente para remédios de alto valor e demanda, “mas dificilmente substitui o papel amplo das farmácias. A farmácia ainda tem capilaridade, conveniência, orientação, sortimento e relação recorrente com o consumidor”. Regulação A aplicação imediata desse formato de venda direta por marketplaces no mercado brasileiro esbarra numa barreira regulatória rígida. A legislação local impõe travas e exige que o comércio eletrônico de medicamentos esteja obrigatoriamente atrelado a uma drogaria física aberta ao público e devidamente registrada. “A regulação atual efetivamente exige que nem marketplaces nem fabricantes atuem como vendedores de medicamentos com prescrição, vemos impacto limitado no curto prazo”, explicam os analistas da XP Investimentos. Porém, a indústria farmacêutica tem encontrado brechas legais para estruturar suas próprias operações de venda direta no país. Continua depois da publicidade Em entrevista ao InfoMoney, a Novo Nordisk afirma que escolheu o mercado brasileiro como uma espécie de campo de testes para o NovoCare Farmácia, um canal digital próprio voltado ao portfólio de semaglutida (Ozempic, Wegovy e Rybelsus). O sistema valida as receitas de forma digital e se conecta diretamente a programas de suporte ao paciente. A operação contou com restrições regulatórias ao terceirizar o faturamento e a entrega para uma distribuidora parceira regulamentada. Ana Paula ressalta que o peso regulatório brasileiro é grande, por conta da sua complexidade e restrições. A categoria de medicamentos possui muitas exigências, especialmente quando se trata de retenção de receita, controle sanitário e de prazo de validade, responsabilidade técnica, armazenamento, transporte e rastreabilidade. Continua depois da publicidade Porém, ela acredita que o avanço digital pode pressionar o modelo mais tradicional. “A tecnologia não elimina a regulação, mas força o setor a encontrar novos formatos regulados de operação”, disse. Mercado de ações Após a notícia da abertura da loja oficial da Novo Nordisk no Mercado Livre abalou empresas listadas na bolsa brasileira. No fechamento da última terça-feira, a RD Saúde (RADL3) e a Pague Menos (PGMN3) encerraram o dia com quedas de 2,04% (R$ 16,81) e 2,17% (R$ 3,61), respectivamente. Na avaliação de analistas do JPMorgan, essa realização de curto prazo foi uma reação desproporcional dos investidores. Segundo o relatório do banco, o temor “fantasma” é um erro de avaliação, pois há diversas diferenças entre o mercado mexicano e o brasileiro. Os analistas apontam, inclusive, que seria benéfico comprar as ações da RD Saúde em baixa. Continua depois da publicidade A especialista em varejo afirma que o risco para as companhias abertas existe, ele só precisa ser dimensionado. “Medicamentos como Ozempic, Wegovy e Mounjaro têm tíquete alto e geram fluxo importante, então uma eventual migração relevante dessas vendas para canais diretos poderia pressionar receita e margem das grandes drogarias”, afirma. Porém, ela não enxerga um risco estrutural para o setor no momento, por conta da força das farmacêuticas brasileiras. “O impacto seria maior se a indústria conseguisse combinar preço competitivo, entrega confiável, acesso facilitado e experiência superior ao consumidor. Aí, sim, poderia haver revisão de projeções para determinadas categorias de alto valor”, aponta. Ainda assim, grandes casas de análise alertam que o perigo de médio prazo é real e ganhou credibilidade com o endosso de grandes indústrias farmacêuticas ao ecossistema digital. Continua depois da publicidade “A leitura mais relevante é que um player farmacêutico de primeira linha não está apenas aprofundando seu relacionamento com o MELI, mas efetivamente chancelando-o como um canal de vendas confiável”, diz o relatório do Itaú BBA. O documento pontua que essa chancela deve encorajar outras empresas do setor a trilharem o mesmo caminho. Saiba mais: Olhando para os efeitos das ações na Bolsa, o BBA ressalta que a RD Saúde é a empresa que merece maior atenção. Na visão dos analistas, embora os reflexos imediatos sejam limitados para todas as redes de farmácias listadas em bolsa, a RD apresenta a maior sobreposição direta com a área onde a expansão do MELI provavelmente começará, considerando a concentração do projeto-piloto em São Paulo e a combinação de densidade populacional e demanda da cidade. Para o MELI, o segmento farmacêutico é relevante para o ecossistema, mas não chega a ser transformacional para o seu GMV (Volume Bruto de Mercadorias). Para as farmácias brasileiras, no entanto, o aval da Novo Nordisk torna mais crível o risco competitivo a médio prazo, ainda que o cronograma e a magnitude desse impacto permaneçam incertos. Varejo de saúde De acordo com os analistas do Itaú BBA, o tamanho do mercado de medicamentos para a obesidade e diabetes justifica o forte apetite dos canais digitais e a preocupação sobre as redes varejistas. O segmento de combate à obesidade movimenta cifras bilionárias e o controle desse fluxo financeiro dita a rentabilidade do setor. “Nosso trabalho mais recente projeta o mercado de GLP-1 do Brasil em R$ 61 bilhões até 2030, com o canal formal monitorado atingindo R$ 35 bilhões, ou 57% do total”, aponta a equipe de análise do Itaú BBA. As redes de farmácias tradicionais são as maiores interessadas em reter esses clientes de alto tíquete em suas lojas físicas. Dados internos da Pague Menos revelados pelo banco mostram o poder de engajamento dessa categoria: pacientes que utilizam canais de emagrecimento geram uma receita nove vezes maior do que a média dos consumidores comuns e visitam as unidades com uma frequência 50% superior. Ana Paula destaca que o canal físico farmacêutico segue muito forte. “As grandes redes de drogarias têm presença nacional, escala, confiança e uma relação muito próxima com o consumidor (com programas de relacionamento robustos e coerentes)”, disse. “Além disso, a compra de medicamento muitas vezes é imediata, a pessoa quer resolver uma dor, uma febre, uma receita, uma necessidade do dia-a-dia”. A especialista reforça que as vendas digitais e a venda direta vão crescer, mas sem substituições. “Para medicamentos de uso contínuo e alto valor, o digital pode ganhar força sim. Para compra emergencial, orientação e conveniência de bairro, a farmácia física continua muito relevante”, explica. Plataformas digitais alternativas, como o iFood (que já detém cerca de 25% do tamanho do braço digital da RD Saúde), mostram que o hábito de consumo está mudando rapidamente. Mesmo que as farmácias físicas mantenham o domínio absoluto no atendimento de urgências, a venda programada e recorrente de medicamentos de alto custo caminha para um cenário de acirrada disputa digital.

Veja quais empresas da bolsa vão pagar dividendos em julho
B3 02/07/2026

Veja quais empresas da bolsa vão pagar dividendos em julho

Os pagamentos de dividendos e juros sobre capital próprio (JCP) entram em uma nova rodada em julho, com Itaú (ITUB4) e Bradesco (BBDC3 e BBDC4) entre os principais destaques do calendário da B3. Os dois bancos anunciaram no mês passado ajustes nos valores dos JCP mensais em razão da Lei Complementar nº 224 de 2025, que elevou de 15% para 17,5% a alíquota de Imposto de Renda incidente sobre essa modalidade de remuneração. No caso do Itaú, o banco informou, em 26 de junho, que manterá o valor líquido de R$ 0,015 por ação. Para compensar a mudança na tributação, o valor bruto do JCP foi elevado de R$ 0,01765 para R$ 0,018182 por ação. O pagamento será realizado em 1º de julho para os acionistas elegíveis. O Bradesco também revisou os valores dos seus JCP em comunicado divulgado em 23 de junho. Com a atualização, os acionistas receberão R$ 0,017249826 por ação ordinária (BBDC3) e R$ 0,018974809 por ação preferencial (BBDC4), o que corresponde a valores líquidos de R$ 0,014231106 e R$ 0,015654217 por ação, respectivamente. O crédito também será efetuado em 1º de julho. Além dos grandes bancos, o calendário de julho reúne pagamentos de empresas de diversos setores da economia. Entre elas estão Log, Allos, Alupar, Ambev, B3, Blau Farmacêutica, Rede D'Or, TOTVS, Vivo (Telefônica Brasil), TIM, Iguatemi, IRB Brasil, M. Dias Branco, Smart Fit e outras companhias que distribuirão dividendos ou JCP ao longo do mês. Entenda os pagamentos de dividendos e JCP As empresas listadas na Bolsa brasileira são obrigadas a distribuir parte de seus lucros aos acionistas a cada exercício social, conforme estabelece a Lei nº 6.404, de 1976. Para ter direito aos pagamentos, o investidor deve observar a chamada "data com", também conhecida como data de corte. Apenas quem detinha as ações até a data estabelecida por cada companhia faz jus ao recebimento dos proventos. Vale lembrar que os juros sobre capital próprio são tributados pelo Imposto de Renda retido na fonte. Já os dividendos são tributados em 10% na fonte quando o total recebido pelo investidor ultrapassa R$ 50 mil no mês.

Ibovespa fecha último pregão aos 171.688 pontos
B3 02/07/2026

Ibovespa fecha último pregão aos 171.688 pontos

O índice da bolsa de valores brasileira (Ibovespa) fechou o último pregão aos 171.688 pontos. Ao longo do dia, o principal índice da bolsa brasileira foi pressionado pela repercussão de uma pesquisa eleitoral e pela queda das ações da Petrobras, que acompanharam o recuo dos preços do petróleo após a estatal anunciar reduções nos valores do diesel e do querosene de aviação. Apesar disso, a melhora das bolsas em Nova York ajudou a reduzir as perdas do índice. As ações da Vale também contribuíram para esse movimento, impulsionadas pela valorização do minério de ferro no mercado internacional. Maiores altas e quedas Ações em alta no Ibovespa Fiset Fl Ref Pfd (FSRF11) +14,29% Azevedo & Travassos SA Pfd (AZUL97) +13,50% Ações em queda no Ibovespa Sansuy SA Industria de Plasticos Pfd A (SNSY5) −27,68% Neogrid Participacoes SA (NGRD3) −17,92% O volume total negociado na B3 foi de R$ 21,5 bilhões, em meio a R$ 15,4 bilhões em negócios. Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3. O que é o Ibovespa e como ele funciona? O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado. O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil? A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.