ET

ETER3

Construção e Imobiliário

Eternit S.A.

CNPJ: 61092037000181

Preço Atual
R$ 3,67
-1.34%
Abertura
R$ 3,72
Fec. Ant: R$ 3,66
Variação Dia
Min: R$ 3,64
Max: R$ 3,78
52 Semanas
Mín: R$ 3,40
Máx: R$ 4,92
Volume
758.700
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

Dividend Yield
2.00%
P/L
7.53
P/VP
0.27
LPA
R$ 0,49
VPA
R$ 13,67
EV/EBITDA
3.62
EV/EBIT
7.03
P/EBITDA
2.28
P/EBIT
4.44
P/Receita (PSR)
0.20
P/FCO
3.02
P/FCL
-7.21
EV/Receita Líq.
0.32
EV/FCO
4.79
EV/FCL
-11.42
Earning Yield
14.23%
Enterprise Value
R$ 364,02 Mi
Valor de Mercado
R$ 229,81 Mi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
1.33
Dív. Líquida/PL
0.16
Dívida Líquida
R$ 134,22 Mi
Liq. Corrente
1.45
PL/Ativos
0.62
Passivos/Ativos
0.38
Liq. Seca
0.82
Liq. Imediata
0.06

Indicadores de Eficiência

Margem Bruta
18.43%
Margem EBITDA
8.81%
Margem EBIT
4.53%
Margem Líquida
2.67%

Indicadores de Rentabilidade

ROE
3.61%
ROIC
5.19%
ROA
2.13%
Giro do Ativo
0.84

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
-3.39%
CAGR Lucro
-34.76%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 18.43%
Margem EBITDA 8.81%
Margem Operacional 4.53%
Margem Líquida 2.67%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 76,05 Mi
FCL R$ -31,89 Mi
Caixa Total R$ 20,41 Mi
Caixa/Ação R$ 0,33
Receita e Dívida
Receita Total R$ 1,14 Bi
Lucro Bruto R$ 210,48 Mi
EBITDA R$ 100,57 Mi
Dívida Total R$ 349,35 Mi
Crescimento
Receita -3.39%
Lucro -34.76%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 1.150,16 Mi R$ 1.161,75 Mi R$ 1.129,21 Mi R$ 1.187,38 Mi
Lucro Bruto R$ 237,02 Mi R$ 247,81 Mi R$ 290,80 Mi R$ 371,94 Mi
EBITDA R$ 61,00 Mi R$ 36,81 Mi R$ 74,90 Mi R$ 176,60 Mi
Lucro Líquido R$ 48,98 Mi R$ 38,82 Mi R$ 127,22 Mi R$ 137,71 Mi

Sobre a ETER3

Setor
Construção e Imobiliário
Indústria
Produtos para Construção
Funcionários
1.800
Market Cap
R$ 229,77 Mi
Descrição do Negócio

A Eternit S.A. atua no setor de materiais de construção, com portfólio voltado a telhas e sistemas construtivos, incluindo produtos de fibrocimento, concreto e soluções complementares para cobertura e vedação. A companhia opera unidades industriais no Brasil e mantém presença relevante em segmentos de reforma e construção residencial, comercial e industrial. Fundada em 1940, a empresa passou por reestruturações operacionais e financeiras após mudanças regulatórias e de mercado, com redirecionamento de portfólio para linhas de maior valor agregado. O resultado depende de volume no ciclo da construção civil, custo de matérias-primas, eficiência fabril e dinâmica competitiva regional. Além da atividade industrial, a companhia mantém operações ligadas a mineração destinada a mercados externos, conforme sua estrutura societária e regulatória vigente.

Dividendos

DIVIDENDO R$ 0,0854
Pagamento: 22/06/2026
DIVIDENDO R$ 0,0369
Pagamento: 30/09/2025
JCP R$ 0,0520
Pagamento: 31/03/2025
JCP R$ 0,0500
Pagamento: 31/03/2025
JCP R$ 0,0368
Pagamento: 30/09/2024
DIVIDENDO R$ 0,1632
Pagamento: 27/12/2024
JCP R$ 0,1814
Pagamento: 28/03/2024
JCP R$ 0,0766
Pagamento: 28/03/2024
JCP R$ 0,0766
Pagamento: 28/03/2024
JCP R$ 0,0780
Pagamento: 29/09/2023

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Arquitetura Arrumar a residência simples de Dona Neusa era o sonho da vida de Lucas Kawali e Victor Epifânio Por Natália Olliver | 13/08/2026 07:28 Victor, Neusa e Lucas vivem felizes na casa que sempre foi um sonho para eles (Foto: Natália Olliver) Lucas Kawali, de 31 anos, abriu as portas de casa para o Lado B e mostrou de perto o resultado de um sonho que começou a ganhar forma há 2 anos. No Jardim Aero Rancho, a antiga casinha onde ele e o irmão Victor Epifânio de Almeida cresceram deu lugar a uma maior, arejada e adaptada para a mãe, Neusa Epifânio de Castro de Almeida. Os cômodos que antes eram pequenos, baixos e abafados deram lugar a um teto alto, com iluminação natural e ambiente amplo. Ele recorda que a antiga casa, coberta por telhas conhecidas como Eternit, era tão baixa que chegava a bater a cabeça no teto. “Era um calor, um calor infernal. Esse sempre foi o sonho da minha vida, poder dar um lugar melhor pra minha mãe. Eu nasci ali, cresci ali, foi onde minha avó criou os filhos. É a realização da minha vida”. Antes e depois da casa da família, no bairro Aero Rancho (Foto: Arquivo pessoal) Mesmo entre paredes quebradas, chão de terra batida e o vento passando pelas frestas, Lucas acompanhou cada etapa da transformação. A residência, que durante a infância dos irmãos chegou a abrigar 16 pessoas da família, foi praticamente refeita. O terreno tem 12 por 36 metros, mas agora, são 4 quartos, dois banheiros, sala ampla, cozinha, jardim de inverno entre os quartos, duas varandas e garagem. Na frente, uma área simples ganhou corrimão para facilitar o acesso de Neusa, que precisa subir três pequenos lances de escada até chegar à sala. O banheiro também ficou adaptado para ela. O projeto foi desenhado pelo irmão Victor, que é engenheiro civil. Para ele, cada espaço foi pensado principalmente para que a mãe pudesse ter mais conforto dentro da própria casa. “Antes não tinha varanda, minha mãe ficava sentada no sol. Hoje tem um espaço fresco, onde ela passa o dia na cadeira, olhando a rua. É a realização de um sonho meu e do meu irmão”, afirma. Casa da família demorou 2 anos e meio para ficar pronta (Foto: Natália Olliver) No ano anterior, a obra havia custado R$ 150 mil, mas o valor acabou passando do previsto e chegou a R$ 200 mil. O dinheiro que Lucas havia juntado não foi suficiente para deixar tudo pronto. Quando voltou ao Brasil, ainda faltavam detalhes como a pintura externa e os acabamentos das calhas. Por isso, o modelo precisou retornar à China para juntar mais dinheiro e conseguir concluir a reforma. A obra, que começou há 2 anos, foi sendo finalizada aos poucos, conforme Lucas conseguia enviar os recursos para a família. Falar da reforma pode parecer fácil, mas só quem viveu sabe o quanto ela custou, além do dinheiro. Enquanto Lucas precisou se manter focado no trabalho, o irmão ficou responsável por acompanhar a mãe e cuidar da casa. Neusa sofreu 2 acidentes vasculares cerebrais em 2 anos e convive com esquizofrenia desde o nascimento do caçula. Durante o período da reforma, ela também passou 3 meses internada. Agora, o ambiente é bem arejado e iluminado, com teto alto e varandas (Foto: Arquivo pessoal) “Foi desafiador conciliar hospital e obra, enquanto o Lucas trabalhava fora para mandar o recurso”, lembra Victor. Hoje, a mudança na casa também veio acompanhada de uma melhora significativa na vida de Neusa. Depois de enfrentar graves problemas de saúde e tomar muitos medicamentos psiquiátricos, ela está mais ativa e aproveita os espaços da nova residência. Neusa acabou se tornando a “estrela” da construção. Quem acompanhou a reforma pelas redes sociais se acostumou com a presença dela nos vídeos e vibra com cada aparição. Os seguidores adoram quando ela aparece e mostram carinho pela matriarca da família. Em 2025, quando o Lado B esteve na casa da família, Neusa falou que reconhecia as mudanças e se apegava às pequenas rotinas que a casa nova permitia. “Era uma casinha pequena antes. Fui feliz lá também. Agora gosto de lavar uma louça, fazer uma coisinha e depois sentar na cadeira.” O desejo de reformar a casa acompanhou Lucas desde a adolescência, quando ainda trabalhava como pintor ao lado do irmão, antes de ser descoberto como modelo. A história começou em 2017, quando ele foi fazer um orçamento para pintar a casa do empresário e estilista Neil Brasil, falecido em 4 de junho. Ele estava em coma devido a um AVC (Acidente Vascular Cerebral). Foi ele quem viu potencial em Lucas e o incentivou a seguir a carreira de modelo. A partir daí, Lucas começou a participar de pequenos desfiles até conquistar uma vaga em um concurso no Rio de Janeiro (RJ). Depois disso, em 2018, ele desfilou pela primeira vez no São Paulo Fashion Week. Sua trajetória internacional começou em 2019, com trabalhos na Índia, na Tailândia e na China, onde permaneceu por 4 anos. Em 2023, retornou ao Brasil para cuidar da saúde da mãe. No ano seguinte, decidiu retomar a carreira na Europa, desfilando por três meses em Londres. Depois voltou à China e agora está no Brasil novamente. Lucas era pintor quando foi descoberto e incentivado a ser modelo (Foto: Natália Olliver) Mesmo com a carreira longe de casa, a reforma continuou sendo uma promessa pessoal. Em 2024, ele começou a publicar nas redes sociais as etapas da construção. Os vídeos ganharam repercussão e fizeram com que muita gente acompanhasse a transformação da antiga casa. Hoje, Lucas soma cerca de 600 mil seguidores no Instagram e admite que não esperava tamanha repercussão. Para ele, mais importante do que os números foi poder mostrar uma conquista tão grande na vida da família. Confira a galeria de imagens:

Semana final de balanços 2T2026 traz JBS, BB e Natura
B3 10/08/2026

Semana final de balanços 2T2026 traz JBS, BB e Natura

Entre segunda (10) e sexta-feira (14), JBS, Banco do Brasil, Natura, B3 e dezenas de companhias encerram a temporada de resultados do segundo trimestre em cenário de setores polarizados, com elétricas em alta e varejo sob pressão 🔊 Ouvir artigo A última semana da temporada de balanços do segundo trimestre de 2026 concentra as divulgações de mais de cem companhias listadas na B3, encerrando um dos períodos mais aguardados pelo mercado neste ano. Entre segunda-feira (10) e sexta-feira (14), nomes como JBS (JBSS3), Banco do Brasil (BBAS3), Natura (NATU3) e B3 (B3SA3) apresentam seus números, em uma semana que definirá o tom do segundo semestre para investidores e gestores de recursos. Como o mercado chega à reta final da temporada A temporada de resultados do 2T2026 teve início em 14 de julho e, segundo levantamento da Forbes, o mês de agosto concentra 134 divulgações — a maior parte delas nesta semana final. O cenário é de expectativas polarizadas: enquanto setores ligados a commodities e energia devem surpreender positivamente, varejo, construção civil e bancos sofrem revisões para baixo em meio a juros reais persistentemente elevados e condições de crédito mais restritivas. O Santander projeta crescimento médio de aproximadamente 10% na receita líquida, 23% no Ebitda e 20% no lucro líquido para o universo de empresas brasileiras sob sua cobertura no 2T2026. Já o setor de elétricas lidera as projeções positivas, com crescimento estimado de 53% no lucro, enquanto o consumo discricionário aparece como o principal destaque negativo, com previsão de queda de 24% nos lucros. Segunda-feira inaugura a semana com JBS e Natura A semana começa com a divulgação da JBS logo na segunda-feira (10), inaugurando a temporada das empresas de proteína animal. A companhia é vista com otimismo pelo Itaú BBA e pelo BTG Pactual, que estabeleceram preços-alvo de US$ 18 e R$ 110, respectivamente, para o fim de 2026. Na visão dos bancos, o cenário brasileiro está favorável para as ações da empresa, especialmente pela alta nos preços da exportação da carne bovina. A XP, porém, projeta margens mais fracas para o trimestre, pressionadas pela alta dos preços do gado e pela compressão dos spreads. Também na segunda-feira divulgam Natura (NATU3), Caixa Seguridade (CXSE3), Embraer (EMBR3), Itaúsa (ITSA4), Grupo SBF (SBFG3), São Martinho (SMTO3), Movida (MOVI3), JSL (JSLG3) e Hidrovias do Brasil (HBSA3). A Embraer, na visão da XP, é um dos destaques da temporada de bens de capital, com expectativa de resultados sustentados por melhores entregas e mix mais favorável. 📱 Receba as apurações no seu WhatsApp É um canal, não um grupo: só o Painel Político publica, ninguém comenta, seu número fica oculto. Saia quando quiser. Entrar no canalou assine por R$19/mês Terça-feira traz B3, construtoras e BTG Pactual Na terça-feira (11), a temporada ganha força com os números da B3 (B3SA3) e das construtoras Cury (CURY3) e Direcional (DIRR3). No mesmo dia, reportam ainda Brisanet (BRST3), Veste (VEST3), Lopes Brasil (LPSB3), Enjoei (ENJU3), Aeris (AERI3), Vamos (VAMO3), Eternit (ETER3), Taurus Armas (TASA4), Banco BTG Pactual (BPAC11), Blau Farmacêutica (BLAU3), Taesa (TAEE11) e Cruzeiro do Sul Educacional (CSED3), entre outras. A B3, como operadora do mercado de capitais brasileiro, tem seus resultados acompanhados de perto não apenas pelos investidores, mas por toda a indústria financeira: seu desempenho reflete o volume de negociações, o ritmo de aberturas de capital (IPOs) e a liquidez do mercado acionário nacional. "As revisões recentes nas estimativas de consenso para o segundo trimestre de 2026 reforçam um cenário de resultados cada vez mais seletivo entre os setores." — Santander, em relatório de análise de mercado Quarta-feira concentra o maior volume de resultados A quarta-feira (12) reúne o maior número de divulgações da semana. O destaque do dia é o Banco do Brasil (BBAS3), que fecha a divulgação dos grandes bancos — Santander (29/07), Itaú Unibanco (04/08) e Bradesco (05/08) já apresentaram seus números. Também na quarta-feira divulgam Eneva (ENEV3), CVC (CVCB3), Equatorial Energia (EQTL3), Copasa (CSMG3), Sabesp (SBSP3), Simpar (SIMH3), Americanas (AMER3), Suzano (SUZB3), Rumo (RAIL3), Rede D'Or (RDOR3), Oncoclínicas (ONCO3), Ultrapar (UGPA3), Casas Bahia (BHIA3), Cogna Educação (COGN3) e dezenas de outras companhias. É um dos dias mais movimentados da temporada, com exposição a setores tão distintos quanto energia, varejo, saúde, educação, logística e saneamento. Na saúde, a XP espera que o 2T2026 reforce a melhora das tendências operacionais tanto da Rede D'Or quanto da BradSaúde. Na Rede D'Or, o sólido desempenho hospitalar deve continuar sustentando a expansão de margens. Quinta e sexta-feira encerram a temporada Na quinta-feira (13), Cemig (CMIG4), Cyrela (CYRE3), MBRF (MBRF3) e Yduqs (YDUQ3) estão entre os principais nomes. O dia soma ainda Azul (AZUL4), Braskem (BRKM5), Light (LIGT3), IRB (IRBR3), Dasa (DASA3), CPFL Energia (CPFE3), M. Dias Branco (MDIA3), Randon (RAPT4), Bradespar (BRAP4) e Grupo Mateus (GMAT3), completando a maior lista de divulgações fora da quarta-feira. A MBRF (antiga Marfrig), na visão do JPMorgan, deve apresentar melhora modesta em relação ao 1º trimestre, com Ebitda projetado em R$ 3,23 bilhões — cerca de 3% acima do consenso. A sexta-feira (14) encerra a temporada com a Ânima (ANIM3) entre os destaques, ao lado de Cosan (CSAN3), Copasa (CSMG3), Boa Safra Sementes (SOJA3), Banco do Nordeste do Brasil (BNB) e Sequoia (SEQL3). Completam o dia nomes como Celesc (CLSC4), Kora Saúde (KRSA3), PDG Realty (PDGR3), Bioma (BIOA3) e Lojas Marisa (AMAR3). O que os investidores devem observar além dos números A temporada de balanços não se resume a receita e lucro. Investidores institucionais monitoram com lupa possíveis revisões de guidance, alterações na política de dividendos, evolução da dívida líquida e geração de caixa livre. Em um ambiente de juros reais elevados, a capacidade de as empresas gerarem caixa e reduzirem alavancagem pode pesar mais do que o crescimento nominal da receita. O setor de óleo e gás, beneficiado por preços mais altos do petróleo e tensões geopolíticas no Oriente Médio, já entregou resultados robustos com a Petrobras (06/08). Agora, o mercado quer saber se a dinâmica positiva se estende a distribuidoras como Vibra (VBBR3) e Ultrapar, e se as elétricas confirmam o crescimento de 53% projetado pelo Santander. No varejo, a atenção recai sobre Americanas, Casas Bahia e Lojas Marisa — companhias que operam em um mercado doméstico ainda combalido. A queda projetada de 24% no lucro do consumo discricionário não é um número abstrato: traduz-se em menos consumo, mais inadimplência e margens comprimidas para quem depende do brasileiro nas gôndolas. "As empresas de Óleo e Gás, de modo geral, beneficiam-se de um ambiente de preços mais favorável, ao passo que os setores voltados ao mercado interno permanecem sob pressão devido às condições financeiras restritivas." — Santander, em relatório de projeções para o 2T2026 O fechamento da temporada e o que vem depois Ao final da sexta-feira (14), a B3 terá recebido a grande maioria dos demonstrativos financeiros do período de abril a junho de 2026. Os números consolidados servirão de base para as estratégias de alocação do segundo semestre, para as projeções de dividendos do exercício e para o preço-alvo de dezenas de ações. A pergunta que o mercado fará após o último release de sexta-feira não é apenas quem superou ou frustrou as expectativas. É se a economia brasileira encontrou um piso de crescimento sustentável — ou se o segundo semestre de 2026 reserva mais surpresas desagradáveis para quem apostou no consumo interno. Os balanços desta semana terão a última palavra. Versão em áudio disponível no topo do post.