CY

CYRE4

Cyrela Brazil Realty SA Empreendimentos e Participacoes Pfd shs

Preço Atual
R$ 20,78
+1.81%
Abertura
R$ 20,41
Fec. Ant: R$ 20,89
Variação Dia
Min: R$ 20,27
Max: R$ 21,08
52 Semanas
Mín: R$ 18,14
Máx: R$ 30,90
Volume
1.098.800
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

P/L
4.93
P/VP
0.92
LPA
R$ 4,33
VPA
R$ 23,25
EV/EBITDA
7.99
EV/EBIT
8.53
P/EBITDA
3.99
P/EBIT
4.25
P/Receita (PSR)
1.03
P/FCO
-28.15
P/FCL
-5.85
EV/Receita Líq.
2.06
EV/FCO
-56.48
EV/FCL
-11.72
Earning Yield
11.72%
Enterprise Value
R$ 19,55 Bi
Valor de Mercado
R$ 9,74 Bi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
4.01
Dív. Líquida/PL
0.85
Dívida Líquida
R$ 9,80 Bi
Liq. Corrente
3.78
PL/Ativos
0.44
Passivos/Ativos
0.56
Liq. Seca
2.34
Liq. Imediata
1.00

Indicadores de Eficiência

Margem Bruta
32.66%
Margem EBITDA
25.75%
Margem EBIT
24.12%
Margem Líquida
24.87%

Indicadores de Rentabilidade

ROE
22.24%
ROIC
9.11%
ROA
8.84%
Giro do Ativo
0.36

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
13.78%
CAGR Lucro
15.59%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 32.66%
Margem EBITDA 25.75%
Margem Operacional 24.12%
Margem Líquida 24.87%
Fluxo de Caixa
FCO R$ -346,08 Mi
FCL R$ -1.666,97 Mi
Caixa Total R$ 3,87 Bi
Caixa/Ação R$ 8,47
Receita e Dívida
Receita Total R$ 9,50 Bi
Lucro Bruto R$ 3,10 Bi
EBITDA R$ 2,44 Bi
Dívida Total R$ 12,14 Bi
Crescimento
Receita 13.78%
Lucro 15.59%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 9.423,49 Mi R$ 7.965,69 Mi R$ 6.252,70 Mi R$ 5.412,30 Mi
Lucro Bruto R$ 3.069,97 Mi R$ 2.579,86 Mi R$ 2.043,60 Mi R$ 1.733,96 Mi
EBITDA R$ 2.296,18 Mi R$ 1.992,80 Mi R$ 1.125,44 Mi R$ 913,29 Mi
Lucro Líquido R$ 2.395,83 Mi R$ 1.921,05 Mi R$ 1.105,70 Mi R$ 858,59 Mi

Sobre a CYRE4

Market Cap
R$ 9,11 Bi

Dividendos

Nenhum dividendo
encontrado

Notícias relacionadas

Possibilidade de renda recorrente isenta de IR: BTG Asset lança FI-Infra para investidores que buscam mais previsibilidade
B3 15/08/2026

Possibilidade de renda recorrente isenta de IR: BTG Asset lança FI-Infra para investidores que buscam mais previsibilidade

Quem busca construir e proteger patrimônio costuma dar preferência a investimentos mais previsíveis e menos expostos às oscilações do mercado. Pensando nesse perfil, a BTG Asset lançou um fundo de infraestrutura com uma proposta diferente da maioria dos produtos da categoria. Trata-se do BCDI11 (BTG Pactual Dívida Infra CDI), que passou a ser negociado na B3 em 4 de agosto. Embora a estreia na bolsa seja recente, a estratégia já vinha sendo executada há cerca de dois anos no mercado de balcão, o que permitiu ao fundo chegar à listagem já com um histórico consolidado. O BCDI11 faz parte de uma categoria chamada FI-Infra: fundos que investem em debêntures ligadas à projetos de infraestrutura. E aqui está uma vantagem: esses ativos garantem isenção de Imposto de Renda para o investidor pessoa física. Mas o diferencial do BCDI11 está na sua concepção. A ideia da gestora foi criar uma alternativa mais defensiva dentro de seu portfólio de crédito, com retorno-alvo atrelado ao CDI e menor oscilação da cota no dia a dia. Mas será que essa combinação realmente faz sentido para você? Uma estratégia pensada para quem busca não correr grandes riscos A BTG Asset já tem experiência com outros fundos de infraestrutura. O BDIF11 (BTG Pactual Dívida Infra), “irmão mais velho” do BCDI11, compartilha da mesma equipe de análise, originação e gestão, liderada por Luís Bolfoni. Os dois fundos, no entanto, seguem caminhos distintos. Enquanto o BDIF11 aceita mais volatilidade no preço da cota em troca de buscar ganhos maiores, o BCDI11 tem outra proposta: buscar retornos próximos ao CDI e oferecer uma experiência de investimento mais alinhada a quem prioriza previsibilidade. Na prática, isso se traduz em uma carteira mais líquida e com prazos mais curtos, características que tendem a reduzir a volatilidade da estratégia, em comparação com fundos de duration mais longa. Além disso, a gestora pretende manter cerca de 90% do portfólio do fundo em ativos mais líquidos, de fácil negociação, reservando o restante para operações mais estruturadas. A duration mais curta também ajuda a reduzir a sensibilidade da cota às oscilações dos spreads. Hoje, o BCDI11 está distribuído em cerca de 58 ativos diferentes, com maior concentração em setores como saneamento, geração de energia e rodovias. Chance de dinheiro pingando na conta, sem desconto do Leão Diferentemente dos fundos de infraestrutura distribuídos em plataforma, FI-Infra listados em bolsa, como o BCDI11, pagam dividendos isentos de Imposto de Renda para a pessoa física, assim como acontece com os fundos imobiliários. Na prática, as distribuições tendem a acompanhar o movimento dos juros: podem diminuir em um ciclo de queda da Selic, mas também aumentar quando o CDI sobe. Ainda assim, o potencial de retorno para quem investe hoje depende, também, do preço de compra das cotas, visto que o fundo passou a ser negociado em bolsa. Com a estreia na B3, a cota do BCDI11 passou a ter uma característica que não existia no mercado de balcão: ela pode ser negociada por um preço diferente do valor da cota patrimonial, o que pode abrir, por exemplo, oportunidades de compra caso a cota esteja sendo negociada com “desconto” (deságio). Agora, vale entender o que isso significa para você, investidor: no preço atual, o BCDI11 faz sentido para a sua carteira? BCDI11: Veja como acessar a análise completa Você está convidado a conferir um dossiê completo sobre o BCDI11 e suas características, assinado pelos analistas da Empiricus Research. Para conferir a análise e decidir se vale a pena ou não incluir o BCDI11 na sua carteira, é muito simples. O relatório está disponível de forma gratuita no BTG Content, plataforma com conteúdos exclusivos do BTG Pactual e da equipe de research da Empiricus. Para liberar o seu acesso gratuito ao conteúdo completo, basta clicar no link abaixo e seguir as instruções: Disclaimer: As informações contidas nesta apresentação não podem ser consideradas como única fonte de informações no processo decisório do investidor, que, antes de tomar qualquer decisão, deverá realizar uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos, face aos seus objetivos pessoais e ao seu perfil de risco (“Suitability”). RENTABILIDADE PASSADA NÃO REPRESENTA GARANTIA DE RENTABILIDADE FUTURA. Assim, não é possível prever o desempenho futuro de um investimento a partir da variação de seu valor de mercado no passado. A RENTABILIDADE DIVULGADA NÃO É LÍQUIDA DE IMPOSTOS. O BTG Pactual não assume que os investidores vão obter lucros, nem se responsabiliza pelas perdas. FUNDOS DE INVESTIMENTO NÃO CONTAM COM GARANTIA DO ADMINISTRADOR, DO GESTOR, DE QUALQUER MECANISMO DE SEGURO OU FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO – FGC. LEIA O PROSPECTO E O REGULAMENTO ANTES DE INVESTIR.

Dólar sobe e Bolsa tem 9ª queda seguida com fuga de estrangeiros
B3 15/08/2026

Dólar sobe e Bolsa tem 9ª queda seguida com fuga de estrangeiros

Os mercados de câmbio e ações operaram, mais uma vez, em meio a forte volatilidade nesta sexta-feira (14/8) no Brasil. O dólar subiu 0,52% frente ao real, cotado a R$ 5,22. Durante a sessão, contudo, ele chegou a R$ 5,24. Já o Ibovespa, o principal índice da Bolsa brasileira (B3), reagiu no fim do pregão e fechou em leve queda 0,13%, aos 166,8 mil pontos. Às 14h47, no fundo do poço, ele atingiu 164,8 mil pontos. Receba no seu email as notícias de Boletim Metrópoles Frequência de envio: Diário Ver todas Assinar Ver todas as newsletters Essa foi a nona baixa seguida do Ibovespa. Uma sequência desse tipo, segundo levantamento da consultoria Elos Ayta, só ocorreu duas vezes desde 2023. De acordo com a consultoria, em 2023, somados os nove recuos consecutivos, as perdas atingiram 3,18%. Desta vez, a desvalorização foi além dos 7,3%, considerado o valor do índice às 14h45, aos 164,9 mil pontos. Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles Saída de estrangeiros Na avaliação de analistas (leia abaixo), o mau humor do mercado tem como vetor a expressiva saída de capital estrangeiro da Bolsa, com grandes fundos globais reduzindo a exposição no Brasil em busca de proteção contra a volatilidade do período eleitoral e as incertezas no campo fiscal. As altas do dólar e as quedas do Ibovespa acentuaram-se desde terça-feira (11/8), com a divulgação de um relatório do JPMorgan. No relatório, o banco americano rebaixou a recomendação de investimentos no Brasil. A avaliação partiu do pressuposto de que a corrida presidencial provocará um aumento da volatilidade do mercado. Tal leitura levou a uma fuga de capitais estrangeiros da B3, fazendo com que o Ibovespa desabasse 2,50% no pregão. Análise Josias Bento, da GT Capital, é um dos analistas que atribui a queda do Ibovespa à saída de investidores estrangeiros da B3. “Eles seguem tirando dinheiro da nossa Bolsa e voltando a investir em mercados mais maduros, como os Estados Unidos, com alocações mais voltadas para o mercado de tecnologia e inteligência artificial (IA)”, diz. Para o analista, esse quadro “está fazendo o Ibovespa entregar praticamente toda a alta de 2026”. “Em janeiro, abrimos o índice nos 160 mil pontos”, afirma. “Já estamos bem próximos desse patamar, depois de chegarmos perto dos 200 mil pontos em fevereiro.” Balanços Rebecca Nossig, estrategista de ações da Nomad, observa que além do cenário político e do risco fiscal, a Bolsa sofre com a repercussão da temporada de balanços do segundo trimestre, que trouxe leituras cautelosas e pressionou as ações de empresas com grande peso no índice, como o Banco do Brasil e a Sabesp. “Essa combinação de resultados corporativos amargos e fuga de recursos internacionais é agravada pela manutenção da Selic em patamares elevados, que garante retornos atrativos na renda fixa”, diz. “Isso drena o capital doméstico da renda variável e encarece o financiamento das empresas, bloqueando qualquer tentativa de reação da B3.” Nossig destaca que, paralelamente, o mercado global lida ainda com a incerteza causada pelas tensões geopolíticas no Oriente Médio. Com isso, o preço do petróleo voltou a subir. Petróleo O barril do tipo Brent, a referência internacional da commodity, avançou 1,67%, a US$ 88,52. O tipo West Texas Intermediate (WTI), que baliza o comércio nos Estados Unidos, registrou alta de 1,42%, a US$ 82,40. Tarifaço e pesquisa Nesta sexta-feira, o mercado também ficou atento aos eventuais desdobramentos do tarifaço O governo brasileiro informou na véspera que deu início ao processo de aplicação de medidas de reciprocidade contra os Estados Unidos. Os investidores também aguardavam uma nova pesquisa eleitoral da Quaest, cuja divulgação ocorreria depois do fechamento da Bolsa.

Bolsa cai por nove pregões seguidos e dólar sobe acima de R$ 5,20
B3 15/08/2026

Bolsa cai por nove pregões seguidos e dólar sobe acima de R$ 5,20

A Bolsa brasileira já acumula nove quedas seguidas e a saída de estrangeiros somava a retirada de R$ 13,5 bilhões de investimentos em ações na B3 até o último dia 12. - O mau humor dos investidores tomou conta do mercado financeiro com a proximidade das eleições e as ameaças de retaliação do Brasil contra os Estados Unidos. A Bolsa de Valores de São Paulo (B3) vem acumulando quedas consecutivas nos últimos dias e o dólar voltou a se valorizar retornando ao patamar de R$ 5,20. Ontem, o Índice Bovespa (IBovespa) encerrou com queda de 0,10%, aos 166.934 pontos. No mês a B3 acumula desvalorização de 6,22%. Enquanto isso, o dólar registrou a quinta alta consecutiva, ontem, terminou o pregão com alta de 0,52%, a R$ 5,219 - maior valor de fechamento desde 30 de março (R$ 5,248). A Bolsa brasileira já acumula nove quedas seguidas e a saída de estrangeiros somava a retirada de R$ 13,5 bilhões de investimentos em ações na B3 até o último dia 12. Fique por dentro das notícias que importam para você! SIGA O CORREIO BRAZILIENSE NO SIGA O CB NO A decisão do governo brasileiro de iniciar o processo de adoção de mecanismo de reciprocidade contra o tarifaço dos Estados Unidos contribuiu para o aumento da percepção de risco e contribuiu para o nova desvalorização do real frente à divisa norte-americana, aumentando a demanda por hedge (proteção), em razão da maior sensibilidade dos investidores ao ciclo eleitoral, apesar do recuo no discurso de ministros do governo. As fortes quedas ao longo da semana do Índice Bovespa (IBovespa), principal indicador da B3, também refletem a perspectiva da confirmação de uma vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que está se consolidando nas pesquisas de opinião e também as declarações de líderes do Centrão demonstrando maior aproximação do petista do que do rival, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A proximidade das eleições vem fazendo com que investidores estrangeiros saiam em debandada da B3 desde o início do mês. “A cerca de 45 dias das eleições, os investidores estão preferindo acompanhar a corrida de fora do país do que posicionado no mercado doméstico”, avaliou Gustavo Cruz, estrategista-chefe da Sincra Investimentos. Segundo ele, essa saída dos estrangeiros da Bolsa não é exclusividade do mercado brasileiro, porque ocorre em outros países vizinhos sul-americanos, inclusive, no México. “Me parece que o mercado brasileiro já está bem em clima eleitoral mesmo”, acrescentou. Eduardo Velho, economista-chefe da Bravonte Capital, além da aproximação das eleições, a saída de estrangeiros da Bolsa também está relacionada com a perspectiva de que, nos Estados Unidos, a piora dos dados do mercado de trabalho e de inflação recentes indicam que os juros não devem voltar a subir a partir de setembro. Segundo ele, a probabilidade de que o Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) recuou para 30%. “E o aumento das chances de uma vitória de Lula e a possibilidade de ele continuar com uma política fiscal expansionista tem contribuído para essa fuga do capital externo da Bolsa e para a renda fixa nesse período de transição, que acaba também ajudando a valorizar o dólar com a perspectiva de melhora dos resultados das empresas de tecnologia dos EUA”, explicou.