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BTHF11

BTG Pactual Real Estate Hedge Fund FII Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada

Preço Atual
R$ 8,87
-0.11%
Abertura
R$ 8,88
Fec. Ant: R$ 8,85
Variação Dia
Min: R$ 8,83
Max: R$ 8,93
52 Semanas
Mín: R$ 8,05
Máx: R$ 9,79
Volume
479.226
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

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Indicadores de Valuation

Enterprise Value
R$ 0,00 Mi
Valor de Mercado
R$ 0,00 Mi

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

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Sobre a BTHF11

Market Cap
N/A

Dividendos

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encontrado

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Fundos imobiliários: veja os FIIs mais negociados em maio
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Fundos imobiliários: veja os FIIs mais negociados em maio

Fundos imobiliários: veja os FIIs mais negociados em maio Levantamento da B3 mostra os fundos imobiliários mais negociados em maio, com destaque para ADSH11, KNCR11 e TRXF11. (Foto: Envato Elements) Os fundos imobiliários (FIIs) mantêm espaço nas estratégias dos investidores brasileiros. Levantamento da plataforma Datawise+, da B3, mostra quais foram os FIIs mais negociados em maio. Ao mesmo tempo, o ranking reúne fundos ligados aos segmentos de shopping centers, logística, recebíveis imobiliários, renda urbana e estratégias multissetoriais. Assim, ADSH11, KNCR11 e TRXF11 lideraram o volume de negociações no período. Fundos imobiliários lideram negociações O levantamento posiciona o AD Shopping FII (ADSH11) na primeira colocação entre os fundos mais negociados em maio. Em seguida, aparecem o Kinea Rendimentos Imobiliários FII (KNCR11) e o TRX Real Estate FII (TRXF11). Da mesma forma, o ranking inclui fundos de diferentes segmentos do mercado imobiliário. Com isso, o levantamento evidencia a diversificação das estratégias adotadas pelos investidores. Fundos mais negociados Segundo o levantamento da B3, os FIIs mais negociados em maio foram: ADSH11 KNCR11 TRXF11 XPML11 MXRF11 HGLG11 CPTS11 BTLG11 Carteiras Além dos fundos líderes, o ranking reúne ativos com diferentes perfis de investimento. Entre eles, estão fundos voltados para shopping centers, galpões logísticos, recebíveis imobiliários, renda urbana e estratégias multissetoriais. Nesse sentido, a presença de diferentes segmentos demonstra que os investidores continuam diversificando suas carteiras. Por isso, os FIIs permanecem entre as principais alternativas para quem busca exposição ao mercado imobiliário por meio da bolsa. Saiba mais: Bolsa de Valores do Brasil se conecta com principal plataforma de informações financeiras da China Minuto Mercado: fim da guerra não segura inflação

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B3 (B3SA3) em clima de Copa: veja se a bolsa funciona no jogo do Brasil Enquanto a bola rola, o pregão segue no placar. A B3 (B3SA3) vai funcionar normalmente durante o jogo do Brasil contra o Japão, nesta segunda-feira, 29, pela Copa do Mundo FIFA 2026. A partida está marcada para as 14h, no horário de Brasília, mas não haverá alteração nos horários de negociação. B3 mantém pregão durante a Copa A decisão vale para os principais mercados da bolsa, incluindo ações, fundos imobiliários, ETFs, BDRs, derivativos e renda fixa privada. Também seguem sem mudança as etapas de registro de operações, compensação, liquidação, movimentação de garantias e atividades da Central Depositária. Na prática, investidores poderão comprar e vender ativos normalmente enquanto a seleção brasileira estiver em campo. O funcionamento regular também vale para os processos operacionais ligados à liquidação e ao pós-negociação. Jogo do Brasil pode esvaziar o mercado Apesar da operação normal, o histórico mostra que o mercado tende a negociar menos em dias de partidas da seleção brasileira. Nas últimas três edições da Copa, o volume financeiro médio caiu 51% em 2014, 22% em 2018 e 27% em 2022 nos dias de jogos do Brasil, em comparação com a média dos demais pregões durante os torneios. Assim, para a B3 (B3SA3), o jogo do Brasil não muda o horário do pregão, mas pode deixar a bolsa em ritmo mais lento enquanto a bola estiver rolando.

Governo do PR tenta frear leilão federal na esteira da briga envolvendo Parque Nacional do Iguaçu
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Governo do PR tenta frear leilão federal na esteira da briga envolvendo Parque Nacional do Iguaçu

Curitiba A briga judicial entre o Paraná e a União em torno do Parque Nacional do Iguaçu, abrigo das famosas Cataratas do Iguaçu, ganhou mais um capítulo. O governo do Paraná entrou com uma ação na Justiça Federal para obrigar a União e o ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade) a modificarem o edital de licitação que prevê a contratação da empresa responsável pelo tradicional Passeio do Macuco, cuja atração principal é o percurso de barco nas corredeiras do rio Iguaçu. O Passeio do Macuco ocorre no Parque Nacional do Iguaçu em uma área que o Paraná defende ser de sua propriedade, não da União. A ação começou a tramitar em 18 de junho e o ICMBio disse à Folha na última sexta-feira (26) que ainda não foi notificado. "O processo licitatório segue seu curso regular, observadas as disposições do edital e eventuais determinações judiciais que venham a ser proferidas pelas instâncias competentes", disse o instituto em nota à reportagem. O leilão na sede da B3, em São Paulo, está marcado para 12 de agosto. Principal atração do Passeio do Macuco é o percurso de barco pelo rio Iguaçu, dentro do Parque Nacional do Iguaçu - Reprodução/Passeio do Macuco A PGE (Procuradoria-Geral do Estado) do Paraná lembra na ação que, em fevereiro de 2025, o TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) reconheceu que o estado é o titular de uma área de 1.085 hectares, o equivalente a cerca de 1.500 campos de futebol, às margens do rio Iguaçu, junto aos Saltos de Santa Maria. A área total do parque é de cerca de 170 mil hectares. A batalha judicial começou em 2018, quando a União entrou com uma ação contra o estado do Paraná pedindo o cancelamento da matrícula do terreno no 2º Ofício de Registro de Imóveis de Foz do Iguaçu. A União apontou que havia "um erro grosseiro cometido pelo estado do Paraná" ao registrar o terreno em seu nome no ano de 2012. A área primeiro foi doada pela União ao uruguaio Jesus Val em 1910. Na sequência, em 1919, o estado do Paraná comprou a área do uruguaio e registrou a escritura. Em 2012, o Paraná fez um novo registro do imóvel, no 2º Ofício de Foz do Iguaçu. Mas, segundo a União, um decreto presidencial assinado ainda em 1971 definiu que os imóveis localizados nos limites do Parque Nacional do Iguaçu eram de "interesse social, para fins de desapropriação", ou seja, passariam a ser de propriedade federal. Em abril de 2020, o juiz federal Sergio Luis Ruivo Marques, da 1ª Vara Federal de Foz do Iguaçu, assinou sentença a favor da União. O Paraná, porém, recorreu ao TRF-4 e conseguiu reverter a decisão. Depois disso, a União recorreu ao STJ (Superior Tribunal de Justiça), que ainda não analisou o caso. O governo paranaense entende que é o proprietário da área e sustenta que, para que a licitação do Passeio do Macuco seja feita, o estado precisa liberar uma concessão de Direito Real de Uso ao ICMBio. Segundo o governo estadual, a União e o ICMBio "estão ignorando o documento da matrícula do imóvel e uma decisão do TRF-4 que reconheceu por unanimidade a validade do registro imobiliário e rejeitou ação que buscava cancelar a matrícula". "Permitir o prosseguimento do leilão nessas condições equivale a chancelar a oferta pública de um direito real e imobiliário eivado de vício de disponibilidade", diz a petição da PGE levada neste mês à Justiça Federal. O governo paranaense disse também que "apoia o desenvolvimento turístico e socioambiental da região" e que se dispõe a outorgar a concessão de Direito Real de Uso ao ICMBio. O pano de fundo da disputa pela área é o valor arrecadado pela exploração do Parque Nacional do Iguaçu, criado por um decreto de 1939. No ano passado, a PGE afirmou que o reconhecimento da titularidade da área representaria "um grande potencial financeiro ao Paraná, cujo objeto pode ser debatido com a União no futuro". Atualmente, o ingresso para a principal atração do Passeio do Macuco, um passeio de barco próximo à região das Cataratas do Iguaçu, custa R$ 384 por adulto. O local é operado pela empresa Ilha do Sol desde 2010. O contrato vigente tem término previsto para 25 de junho de 2027. Outras duas concessionárias atuam dentro do parque. O maior contrato é com a concessionária Urbia Cataratas, responsável pela exploração turística de toda área do parque. A licitação do Passeio do Macuco em andamento prevê investimentos de R$ 85 milhões ao longo dos próximos 15 anos.