XRPV39 Valour Inc. Structured Product Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 1 SP – Cotação Hoje
Valour Inc. Structured Product Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 1 SP
Resumo Fundamentalista de XRPV39
O ativo XRPV39 (Valour Inc. Structured Product Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 1 SP) está sendo negociado hoje a R$ 7,20, acumulando uma variação de -19.55% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 7,20 e a máxima de R$ 13,00.
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XP, BTG e B3: setor financeiro vira 'aposta' com possível governo de Flávio
As ações da B3 subiram 22,63% e as do BTG Pactual avançaram 22,52% ontem, ficando, respectivamente, na terceira e na quarta posição entre as maiores altas do Ibovespa no pregão após o primeiro turno. Os recibos de ações da XP saltaram 24,43%. A disparada colocou as empresas do setor financeiro em destaque na aposta do mercado em uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro à Presidência. Hoje, BTG e B3 passam por leve realização de lucros, com os papéis do primeiro caindo, às 15h50, cerca de 3%, a R$ 78,42, e os da B3, 2%, a R$ 22,83. Os BDRs da XP estendem a alta da véspera, avançando 4,48%, a R$ 145,87. Relacionadas A expectativa, de toda forma, é que uma mudança de governo seja acompanhada por medidas para melhorar as contas públicas, reduzindo a percepção de risco do Brasil e abrindo espaço para juros menores. As análises apontam que esse cenário pode beneficiar principalmente empresas ligadas ao mercado de capitais, como bancos, corretoras e a bolsa. O que sustenta a aposta Mercado espera uma melhora das contas públicas. Em relatório assinado por Carlos Sequeira, o BTG incluiu B3 e XP entre suas ações preferidas em um cenário de vitória de Flávio, ao lado de empresas de varejo, construção e outros setores. Se o candidato de direita Flávio Bolsonaro for eleito, os participantes do mercado esperariam medidas mais decisivas para enfrentar os urgentes desequilíbrios fiscais do país, desencadeando uma alta BTG Pactual Contas públicas melhores podem reduzir o risco e favorecer as ações. A lógica é que, se os investidores enxergarem menor risco de descontrole da dívida pública, passam a exigir um retorno menor para colocar dinheiro no Brasil. Isso tende a reduzir os juros de longo prazo e aumenta o valor que o mercado atribui aos lucros futuros das empresas. Foi isso que começou a acontecer após o primeiro turno. O menor risco levou à queda dos juros brasileiros de dez anos, de cerca de 14,4% para 13%, na véspera. Com isso, o JPMorgan passou a considerar as ações brasileiras menos arriscadas e reduziu o retorno exigido para investir na maioria das empresas financeiras que acompanha. Juros menores também podem levar mais dinheiro para investimentos. Com a renda fixa pagando menos, ações, fundos e outros produtos financeiros tendem a ficar relativamente mais atraentes. Isso pode aumentar a movimentação na Bolsa, favorecer novas ofertas de ações e títulos e gerar mais negócios para corretoras e bancos de investimento. XP, B3 e BTG estão entre as principais beneficiadas dessa dinâmica. O JPMorgan aumentou suas projeções de lucro por ação para 2027 em cerca de 8% para a XP, 10% para a B3 e 4% para o BTG. Na segunda-feira, o volume negociado no mercado de ações chegou a R$ 103 bilhões, entre três e quatro vezes o nível anterior à eleição. Cada empresa ganha de uma maneira. Na XP, mais dinheiro migrando para produtos de investimento pode aumentar a receita obtida sobre os recursos dos clientes. A B3 ganha com um volume maior de negociações, sem precisar elevar os custos na mesma proporção. Já o BTG pode se beneficiar de uma retomada de operações como ofertas de ações, emissões de dívida e fusões e aquisições. Nem todo o setor ganha da mesma forma Parte do otimismo já entrou nos preços. Depois da disparada das ações, o JPMorgan manteve recomendação positiva para XP e BTG, mas vê mais espaço para a primeira. A B3 continuou com recomendação neutra, apesar da melhora das projeções de lucro. Os analistas também citam riscos relacionados à concorrência e aos impostos a partir de 2028. Bancos tradicionais têm uma dinâmica diferente. Juros menores podem estimular o crédito e reduzir a inadimplência, mas também pressionam algumas fontes de receita. Além disso, o JPMorgan ainda vê risco de aumento das perdas com empréstimos e reduziu as projeções de lucro para 2027 da maioria dos bancos que acompanha. Itaú e Bradesco aparecem mais bem posicionados. O Itaú segue entre os preferidos do JPMorgan por combinar rentabilidade elevada e capital disponível para crescer. O Bradesco teve sua recomendação elevada porque, na avaliação dos analistas, boa parte das dificuldades esperadas para os próximos meses já está refletida no preço da ação. Banco do Brasil mostra que a aposta eleitoral tem limites. Embora o JPMorgan reconheça que investidores podem usar as ações do BB para apostar em uma mudança política, o banco rebaixou sua recomendação para underweight, expectativa de desempenho abaixo da média dos papéis acompanhados. O problema está principalmente dentro do próprio BB. Os analistas citam a piora do crédito no agronegócio, a queda da rentabilidade e as preocupações com a posição de capital. Ainda precisa absorver os obstáculos persistentes no agronegócio, e não vemos um fator claro no curto prazo que provoque revisões relevantes para cima nas estimativas de lucro por ação JP Morgan Até a queda dos juros pode ter dois efeitos para o BB. Taxas menores podem ajudar a reduzir a inadimplência, mas também pressionar a margem financeira. Segundo o JPMorgan, o banco historicamente se beneficia de juros elevados por contar com uma base de depósitos de baixo custo e elevada liquidez.
Comeram poeira! Rali dos bancos na B3 deixa estas duas ações para trás — mas JP Morgan vê espaço para uma nova arrancada
Ontem (6) foi dia de festa para os ativos brasileiros. Após o inesperado desfecho do primeiro turno das eleições, as ações domésticas entraram em um forte rali, com destaque para o setor financeiro. Mas, enquanto os grandes bancos aceleraram na bolsa, os rivais digitais ficaram para trás. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Para o JP Morgan, porém, essa diferença pode abrir uma oportunidade. Nubank (ROXO34) e Inter (INTR) ainda negociam a múltiplos considerados atrativos pelos analistas e, na visão do banco, oferecem bom potencial de valorização. "Ambos os nomes se destacam em nossa cobertura por ainda apresentarem valuations descontados após o rali recente”, avaliam os analistas. No caso do roxinho, a ação é vista pelos analistas como uma aposta de mais longo prazo, sustentada pela vantagem de custos e capital e pela capacidade de continuar ganhando participação de mercado. Já o Inter tem uma história mais ligada à reprecificação do múltiplo: se a rentabilidade continuar avançando e o retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) superar a marca de 20%, o banco vê espaço para a ação ganhar valor além do crescimento dos lucros. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Nubank: crescimento ainda cabe no preço O Nubank negocia atualmente a cerca de 13,5 vezes o lucro projetado para 2027, ou aproximadamente 10 vezes o resultado estimado para 2028. Mesmo após a alta recente dos papéis, o JP Morgan considera o valuation uma forma razoável de capturar a exposição ao crescimento do mercado brasileiro. Leia Também O banco manteve recomendação overweight, equivalente à compra, para o Nubank e elevou o preço-alvo para US$ 23, ante US$ 20 anteriormente. A nova cifra prevê um salto de até 82,5% frente ao último fechamento. “Gostamos particularmente do Nubank para investidores de longo prazo, dado seu diferencial estrutural de custos e capital, que deve continuar sustentando ganhos de participação de mercado no Brasil mesmo em um ambiente macroeconômico mais difícil”, diz o JP Morgan. Apesar do potencial de alta, segundo os analistas, o que realmente sustenta a tese é a combinação entre crescimento e estrutura de custos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O Nubank já reúne cerca de 139 milhões de clientes no Brasil, México e Colômbia e apresenta uma rentabilidade elevada em seu principal mercado. Segundo o JP Morgan, o ROE no Brasil está próximo de 50%. O banco acredita que a fintech ainda pode ganhar participação no Brasil, especialmente por operar com uma estrutura mais enxuta do que os bancos tradicionais. A instituição também avalia que sua participação entre clientes de menor renda — hoje em torno de 30% — ainda pode crescer. Mesmo com premissas mais conservadoras, o JP Morgan projeta crescimento dos lucros próximo de 30% ao ano em dólares, o que ajuda a sustentar a tese de valorização no longo prazo. Contudo, o caminho não está livre de obstáculos. Uma eventual deterioração adicional do ciclo de crédito em 2027 e possíveis medidas macroprudenciais continuam entre os principais riscos para a tese. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Uma deterioração maior da qualidade dos ativos, uma desaceleração do crescimento ou dificuldades para monetizar a enorme base de clientes também poderiam pressionar os resultados. Há ainda a preocupação dos investidores com possíveis movimentos de fusões e aquisições (M&As), além dos riscos ligados à expansão internacional, especialmente no México. Inter e melhora do ROE No Inter, o JP Morgan enxerga uma dinâmica um pouco diferente. A ação ainda é negociada a menos de 7 vezes o lucro projetado para 2027, o que, para os analistas, deixa espaço para uma recuperação do múltiplo caso a companhia continue entregando melhora de rentabilidade. O banco manteve recomendação overweight e elevou o preço-alvo para R$ 55 por BDR, o que implica uma alta potencial de 66,7%. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O principal gatilho para essa tese é o ROE. O Inter vem melhorando o retorno sobre o patrimônio líquido, embora em um ritmo mais lento do que o mercado esperava. O JP Morgan projeta que o indicador avance para algo entre 20% e 22% nos próximos anos. Se isso acontecer, os analistas acreditam que o mercado pode estar disposto a pagar mais pelo papel. Em outras palavras, não seria necessário apenas o lucro crescer; uma rentabilidade maior poderia fazer o próprio múltiplo da ação subir. O JP Morgan calcula que uma expansão de apenas 3 a 4 pontos percentuais no ROE já poderia provocar uma reprecificação relevante. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O Inter também chega a esse momento com uma base de mais de 44 milhões de clientes e uma plataforma que reúne serviços bancários, investimentos, conta global e marketplace. A companhia historicamente priorizou linhas de crédito mais garantidas, o que tende a reduzir a exposição em ciclos de inadimplência, mas também limita parte do potencial de rentabilidade. A expectativa agora é que a execução operacional ajude a fechar essa conta. O risco que pode colocar os dois no mesmo barco O JP Morgan ressalta, no entanto, que o Nubank e o Inter compartilham um risco importante: o ciclo de crédito. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O JP Morgan espera um ambiente ainda difícil para os bancos em 2027 e, por isso, reduziu em cerca de 2% a 3% suas estimativas de lucro para a maioria das instituições tradicionais. No caso dos digitais, a deterioração da qualidade do crédito ou medidas macroprudenciais mais duras também poderiam pesar sobre o sentimento dos investidores. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Brasil lidera adoção de criptoativos, mas mercado ainda busca maturidade
O Brasil atingiu em 2026 a liderança global na adoção de criptoativos, conforme um estudo divulgado recentemente pela Chainalysis, empresa focada na análise do setor ao redor do mundo. Conforme a edição deste ano do Geography of Cryptocurrency Report, a economia cripto movimentou cerca de US$ 252,5 bilhões nos últimos 12 meses em solo brasileiro. O montante é suficiente para colocar o Brasil no topo de uma lista de 117 países analisados na pesquisa. A análise aponta que o país, apesar de não liderar em nenhuma métrica individual, se sobressai no ranking geral por conta da manutenção de um desempenho consistente em relação ao seu tamanho de mercado, especialmente em um momento em que o ciclo de baixa limitou o crescimento global e afetou os mercados mais tradicionais, como os Estados Unidos. Leia também BC amplia controle sobre criptomoedas e mira carteiras próprias Mercado brasileiro amplia escala em cripto Um dos fatores que ajudam a explicar esse salto do Brasil no ranking é a adoção mais ampla dos criptoativos dentro de diferentes setores da economia nacional. Basicamente, eles estariam deixando a posição de categoria nichada para assumir um papel maior dentro da estrutura econômica geral. Ao mesmo tempo, não é exatamente como se o mercado brasileiro já tivesse chegado a um grau de maturidade. Ele tem avançado a passos largos, mas ainda carece de um ambiente regulatório que consiga capturar esse momento de ascensão. “O país reúne algumas características difíceis de encontrar simultaneamente em outros mercados: um sistema financeiro muito digitalizado, uma população habituada a novos meios de pagamento, instituições financeiras tecnicamente sofisticadas, um mercado de capitais relevante e um ambiente regulatório que vem incorporando os ativos digitais ao sistema financeiro tradicional”, explica o CEO da BBChain, André Carneiro “Isso cria condições para o Brasil deixar de ser apenas um grande consumidor de cripto e se tornar um produtor de infraestrutura financeira baseada em ativos digitais. A própria B3 vem destacando que a próxima etapa da tokenização depende menos de simplesmente criar tokens e muito mais de construir infraestrutura capaz de dar escala, interoperabilidade, segurança jurídica e eficiência de liquidação a esses ativos”, acrescenta. O avanço do setor cripto é marcado por um fortalecimento das stablecoins ao longo dos últimos anos. Segundo dados compilados pela Receita Federal brasileira por meio da plataforma DeCripto, as stablecoins, no período entre agosto de 2019 e dezembro de 2025, teriam movimentado um total de R$ 1,13 trilhão (71%) em operações de compra e venda dentro do setor cripto, cujo montante total foi de R$ 1,58 trilhão no período. O órgão, porém, destaca um crescimento vertiginoso do setor a partir de 2020 e sublinha que, nos anos mais recentes, o percentual de participação das stablecoins se aproximou da casa dos 80% em volume mensal, tendo apresentado um pico de 94,3% em julho de 2023. As stablecoins são uma vertente diferenciada dentro do universo das criptomoedas. Ao contrário de outras moedas, incluindo as principais do mercado, como o Bitcoin e o Ethereum, as stablecoins, em grande parte, possuem lastro em ativos reais, seja em moedas como dólar e euro ou em commodities como ouro e petróleo, por exemplo. O projeto Drex Concebido justamente com a prerrogativa de modernizar a infraestrutura financeira e os meios de pagamento no Brasil, o Drex é um projeto criado pelo Banco Central (BC) para ser a moeda digital oficial do país, atrelada ao real e com funcionamento análogo às criptomoedas (apesar de não ser uma). Ainda assim, essa proposta esbarra em dificuldades para sair do papel. No ano passado, o BC chegou a desligar a plataforma de testes do Drex, ao alegar problemas relacionados à privacidade e também aos custos. O projeto não foi oficialmente cancelado, mas passou por reformulações após uma série de impasses técnicos nessa fase inicial de testes. “O Drex perdeu centralidade no desenvolvimento do mercado, mas não necessariamente relevância. O que mudou, é que provavelmente não devemos mais imaginar, e que toda a economia tokenizada brasileira precisará nascer dentro de uma única infraestrutura pública”, afirma Carneiro, ao mencionar o avanço do mercado privado no cenário nacional. “Nesse cenário, talvez o papel mais importante de uma infraestrutura pública seja garantir confiança, liquidação e interoperabilidade entre esses ambientes”, acrescenta. Avanço dos criptoativos na B3 A expansão do mercado de criptoativos também chegou à B3. Na bolsa brasileira, o investidor encontra produtos que permitem uma maior exposição ao universo cripto por meio da infraestrutura do mercado de capitais nacional. Dentre as alternativas possíveis, uma que tem apresentado rápida expansão é o segmento de Exchange Traded Funds (ETFs). Essa classe inclui produtos como o BITH11, que busca replicar o desempenho do Bitcoin; o ETHE11, ligado ao Ethereum, ou mesmo o HASH11, que acompanha o índice Nasdaq CME Crypto Index e oferece exposição a uma cesta diversificada de criptoativos. Outra opção é o contrato futuro de Bitcoin, que também usa como base um índice do Nasdaq, o Bitcoin Reference Price (NQBTC), e que oferece a possibilidade de negociar o preço da criptomoeda sem a necessidade de uma aquisição direta do ativo. Na B3, o valor de cada contrato é equivalente a 0,1 bitcoin, ou 10% do valor da criptomoeda em reais. Para o investidor, a expansão dessa oferta amplia as formas de acessar o mercado de criptoativos por meio da infraestrutura tradicional do mercado de capitais brasileiro. “Nos próximos cinco anos, acredito que vamos falar cada vez menos de ‘cripto’ como uma indústria isolada. Stablecoins começarão a aparecer dentro de pagamentos e operações internacionais. Ativos tokenizados passarão a conviver com os mercados tradicionais. Custódia de ativos digitais será incorporada aos serviços financeiros. E blockchain tenderá a se tornar uma camada de infraestrutura que muitas vezes estará invisível para o usuário”, diz Carneiro. “Para chegar lá, o Brasil precisa combinar três coisas: regulação previsível, infraestrutura interoperável e casos de uso que resolvam problemas econômicos reais. O país já mostrou que consegue criar infraestruturas financeiras de escala. O Pix é provavelmente o melhor exemplo disso”, conclui. Quer analisar todos os seus investimentos em um só lugar, em uma plataforma intuitiva? Baixe o APP B3
Perguntas Frequentes sobre XRPV39
Qual é a cotação de XRPV39 hoje na B3?
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Como calcular o Preço Teto de XRPV39?
O que significa o P/L e o P/VP de XRPV39?
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