VRSN34 VeriSign, Inc. Shs Unsponsored Brazilian Depository Receipt Repr 1/4 Sh – Cotação Hoje
VeriSign, Inc. Shs Unsponsored Brazilian Depository Receipt Repr 1/4 Sh
Resumo Fundamentalista de VRSN34
O ativo VRSN34 (VeriSign, Inc. Shs Unsponsored Brazilian Depository Receipt Repr 1/4 Sh) está sendo negociado hoje a R$ 373,33, acumulando uma variação de -2.64% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 270,91 e a máxima de R$ 386,09. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 30.59x.
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Tribunal do Cade vai contra área técnica e aprova compra de central de registros pela B3
Brasília O tribunal do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) aprovou a compra do controle da CRDC (Central de Registro de Direitos Creditórios) pela B3, ampliando o poder de mercado da Bolsa de Valores brasileira. A CRDC é uma empresa que atua no registro de ativos financeiros, como duplicatas, CDBs (Cédulas de Crédito Bancário), CPRs (Cédulas de Produto Rural) e notas promissórias. A companhia presta serviços para instituições como bancos, fintechs, fundos de recebíveis, factorings e securitizadoras. O registro permite identificar os direitos creditórios e dar segurança às operações de crédito que têm esses ativos como lastro. Os conselheiros decidiram dar aval ao negócio após um acordo firmado com a empresa, que está em sigilo. A área técnica do Cade havia sugerido a reprovação da operação, após identificar que a B3 concentraria ainda mais o mercado. Sede da B3, em São Paulo - Bruno Santos - 11.mai.26/Folhapress O conselheiro relator do caso foi José Levi, seguido por unanimidade pelos demais três membros do tribunal do Cade, que também entenderam que não há riscos concorrenciais com o acordo firmado. A CRDC é controlada pela Associação Comercial de São Paulo, que é sua atual única acionista. O negócio em análise pelo Cade prevê que a B3 compre 60% da empresa e estabeleça, ao mesmo tempo, um acordo de parceria com a CRDC e a associação. A operação coloca a B3, que já tem forte presença na infraestrutura do mercado financeiro, em um segmento no qual a CRDC é uma das empresas que fazem o registro de ativos. Leia também Nova Bolsa de Valores do Rio troca de CEO e prevê iniciar operação em 2027 Em maio, a Superintendência-Geral recomendou a reprovação da operação e enviou o caso ao Tribunal da autarquia. Para a área técnica, a compra eliminaria um concorrente em mercados considerados concentrados e com barreiras à entrada. O Cade também apontou riscos decorrentes da combinação entre a posição da B3 em diferentes mercados e a atuação da CRDC, incluindo a possibilidade de uso de serviços combinados, descontos e outras estratégias para favorecer a empresa em mercados relacionados. A CERC (Central de Recebíveis), uma das principais concorrentes da CRDC no mercado de registro de direitos creditórios, contestou a operação.
B3 Carf cancelou autuações de R$ 2,2 bilhões
A Câmara Superior do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) proferiu, nesta terça-feira, 1°, decisões favoráveis à B3 (B3SA3), cancelando autuações que totalizavam R$ 2,2 bilhões. A informação foi divulgada pela própria companhia em comunicado ao mercado. O montante corresponde aos autos cancelados em 30 de junho de 2026. Segundo a B3, o risco de perda desses processos era classificado como “possível”, portanto a decisão não deverá produzir impacto nas demonstrações financeiras da empresa. A companhia não detalhou os valores individualizados por processo. A decisão representa um alívio para a operadora da bolsa brasileira, que vinha discutindo as autuações na esfera administrativa. Motiva aprova juros sobre capital próprio O conselho de administração da Motiva (MOTV3) aprovou, também nesta terça-feira, o pagamento de juros sobre o capital próprio (JCP) no valor de R$ 1,45 bilhão. O valor por ação ordinária é de R$ 0,72331534623. Considerando a retenção de imposto de renda, o valor líquido estimado é de R$ 1,19 bilhão, correspondente a R$ 0,59673516064 por ação. Têm direito ao recebimento as pessoas titulares de ações ordinárias da companhia em 4 de setembro de 2026. As ações passarão a ser negociadas “ex-JCP” a partir de 8 de setembro. O pagamento será realizado em 17 de setembro de 2026. A Motiva não informou a destinação dos recursos ou eventuais impactos em sua estrutura de capital. Eztec e o projeto Esther Towers A Eztec (EZTC3) não divulgou comunicado específico nesta terça-feira, mas o projeto Esther Towers, com art design de Carlos Ott, está localizado na Chácara Santo Antônio, em São Paulo. O empreendimento é constituído por duas torres. A construtora não detalhou o estágio das obras ou o volume de unidades comercializadas. O mercado imobiliário paulistano segue ativo, com lançamentos de alto padrão na zona sul da capital. A Eztec não se manifestou sobre eventuais impactos das decisões do Carf ou de outras notícias corporativas do dia. T4F cancela registro de companhia aberta A T4F Entretenimento (SHOW3) informou que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) aprovou o cancelamento do registro de emissor de valores mobiliários categoria “A” da companhia. Com isso, a T4F passa a ser uma companhia fechada e suas ações deixam de ser listadas para negociação na B3 ou em qualquer outro mercado organizado. A listagem no segmento especial de negociação do Novo Mercado da B3 também cessa. A empresa divulgou que, uma vez que remanescem menos de 5% de suas ações em circulação, oportunamente convocará assembleia geral extraordinária para deliberar sobre o resgate compulsório das ações ordinárias remanescentes. O valor da operação considerou um equity value de R$ 5 bilhões, sujeito a ajustes contratuais usuais. Após a aplicação dos referidos ajustes, o preço recebido pela Motiva em decorrência da transação foi de R$ 5,187 bilhões. Gafisa busca reenquadrar cotação acima de R$ 1 A B3 pediu que a Gafisa (GFSA3) divulgasse ao mercado os procedimentos e o cronograma a serem adotados para o reenquadramento da cotação no valor acima de R$ 1. Os papéis da construtora fecharam nesta terça-feira cotados a R$ 0,21. Para reenquadrar a cotação, a Gafisa divulgou que pretende implementar o grupamento de ações. A proposta, inclusive no que diz respeito ao fator de grupamento, será ainda submetida à deliberação do conselho de administração e, posteriormente, à assembleia geral extraordinária (AGE). A companhia não informou prazos para a realização da AGE ou para a efetivação do grupamento. O movimento é comum para empresas com ações muito desvalorizadas, visando adequar o preço aos requisitos de listagem da B3. Impactos para o mercado e investidores As notícias desta terça-feira refletem movimentos distintos no mercado de capitais brasileiro. A decisão do Carf favorável à B3 elimina uma contingência bilionária, ainda que sem efeito contábil imediato. Já a Motiva distribui proventos expressivos, enquanto a T4F conclui seu processo de fechamento de capital. Para investidores e empresas do interior paulista, esses eventos sinalizam a importância de acompanhar as decisões regulatórias e societárias das companhias listadas. A Gafisa, por sua vez, busca se adequar às regras da B3 para manter sua listagem, o que pode afetar a liquidez e a percepção de risco da ação. O mercado segue atento aos desdobramentos dessas operações. Perguntas Frequentes O que o Carf decidiu sobre as autuações contra a B3? A Câmara Superior do Carf proferiu decisões favoráveis à B3, cancelando autuações que totalizavam R$ 2,2 bilhões em 30 de junho de 2026. Qual foi o valor recebido pela Motiva na transação divulgada? Após ajustes contratuais, a Motiva recebeu R$ 5,187 bilhões, considerando um equity value de R$ 5 bilhões. Como a Gafisa pretende reenquadrar a cotação de suas ações acima de R$ 1? A Gafisa pretende implementar um grupamento de ações, cuja proposta será submetida ao conselho de administração e, posteriormente, à assembleia geral extraordinária. Fonte
T4F (SHOW3) fecha capital após CVM aprovar cancelamento
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) aprovou, nesta terça-feira (1), o cancelamento do registro de companhia aberta da T4F (SHOW3). Com a decisão, as ações deixam de ser negociadas na B3, e a empresa encerra sua participação no Novo Mercado, segmento de maior exigência de governança corporativa da bolsa brasileira. Segundo comunicado da T4F, a CVM aprovou o cancelamento na categoria “A” de registro. A mudança para companhia fechada elimina as obrigações regulatórias de prestação periódica de informações ao mercado. O que acontece com quem ainda tem SHOW3 na carteira Quem não vendeu os papéis durante a Oferta Pública de Aquisição (OPA) e também não utilizou o período de put, mecanismo que permite a venda residual após o leilão, terá de negociar diretamente com o Banco Bradesco, escriturador das ações da T4F. O pagamento ocorre em até 15 dias após a formalização do pedido pelo acionista. Além disso, a T4F informou que possui atualmente menos de 5% das ações em circulação, o que abre caminho para o chamado resgate compulsório, conhecido também pelo termo em inglês squeeze-out. Para isso, a empresa pretende convocar uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para que os acionistas deliberem sobre a aquisição obrigatória dos papéis remanescentes. O mecanismo está previsto no artigo 4º, parágrafo 5º, da Lei das Sociedades por Ações. Nessa hipótese, as ações serão adquiridas pelo mesmo preço da OPA, corrigido pela taxa Selic até a data da operação. O histórico da OPA que precedeu o fechamento O leilão da OPA ocorreu em 20 de julho de 2026 na B3 e foi intermediado pelo Banco BTG Pactual. O preço fixado foi de R$ 8,00 por ação, acrescido de juros equivalentes a 100% do CDI, calculados a partir de 28 de maio de 2025 até a data de liquidação. A ofertante foi a Rise Entertainment S.à r.l., controladora da T4F com sede em Luxemburgo. O preço de R$ 8,00 representou prêmio de aproximadamente 25,8% sobre a cotação média ponderada pelo volume das ações nos 12 meses anteriores ao anúncio da intenção de fechar o capital. A operação foi estruturada de forma unificada como OPA para cancelamento de registro e OPA por aumento de participação, nos termos da Instrução CVM nº 361/2002. Após o leilão, foi aberto um período de put com duração de 30 dias a partir da liquidação, durante o qual acionistas que não participaram da oferta original puderam vender seus papéis pelo mesmo preço da OPA, corrigido pela Selic. A T4F abriu capital na B3 em 2011, ano em que ingressou no Novo Mercado. A Rise Entertainment iniciou o processo de fechamento de capital após avaliar que a estrutura de companhia aberta não trazia mais benefícios proporcionais aos custos e obrigações regulatórias de manutenção do registro na CVM. Com a aprovação da autarquia, a saída da SHOW3 do mercado organizado se concretiza definitivamente.
Perguntas Frequentes sobre VRSN34
Qual é a cotação de VRSN34 hoje na B3?
Quanto a VRSN34 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de VRSN34?
O que significa o P/L e o P/VP de VRSN34?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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