SPGM16 SPGM Fundo de Investimento Imobiliario -Junior- – Cotação Hoje
SPGM Fundo de Investimento Imobiliario -Junior-
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 0 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.
Checklist Fundamentalista de 12 Critérios
Critérios auditados automaticamenteA dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses
Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%
Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.
Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos
Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x
Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século
Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial
Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado
Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x
Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x
Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x
Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%
Método Barsi (Preço Teto)
Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.
Fórmula de Graham (Preço Justo)
Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.
Resumo Fundamentalista de SPGM16
O ativo SPGM16 (SPGM Fundo de Investimento Imobiliario -Junior-) está sendo negociado hoje a R$ 4,59, acumulando uma variação de +10.07% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 3,42 e a máxima de R$ 57,36.
Histórico de Cotação: SPGM16
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Sobre a SPGM16
Dividendos
Nenhum dividendo
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Com Selic a 13,75%, prefixados voltam ao radar; entenda a mecânica da valorização
Com Selic a 13,75%, prefixados voltam ao radar; entenda a mecânica da valorização Com a Selic em 13,75% ao ano e o mercado ainda avaliando o espaço para novos cortes, os prefixados voltam a ganhar atenção. Isso porque se os juros futuros continuarem cedendo, esses títulos podem se beneficiar não apenas da remuneração contratada, mas também da valorização dos papéis no mercado. Essa dinâmica está no centro da estratégia do NTNF11, ETF da Investo em cogestão com a V8 Capital que investe em NTN-Fs, títulos públicos prefixados com pagamento semestral de cupons. O fundo tem exposição a diferentes vencimentos e ajusta a composição da carteira de acordo com a dinâmica da curva de juros. O movimento, no entanto, não é automático. Para entender o potencial dos prefixados em um ciclo de queda da Selic, é preciso olhar para a relação entre taxas de juros, preço dos títulos e duração. Por que os prefixados podem ganhar valor quando os juros caem? Quando um investidor compra um título prefixado, a taxa nominal de remuneração é definida no momento da aplicação. No caso das NTN-Fs, o título também prevê o pagamento de cupons semestrais. A taxa contratada permanece a mesma, mas o preço do título pode variar no mercado secundário. Se as taxas exigidas pelos investidores para novos títulos caem, um papel antigo que oferece uma taxa mais elevada se torna mais atrativo. Para que sua rentabilidade se ajuste ao novo nível de juros, o preço do título sobe. Essa é a lógica da marcação a mercado. Um investidor que venda o papel antes do vencimento pode, portanto, capturar uma valorização decorrente da queda das taxas. O inverso também é verdadeiro: quando os juros de mercado sobem, o preço dos prefixados tende a cair. Por isso, embora a taxa contratada seja conhecida, o valor do investimento pode oscilar ao longo do caminho. Selic e juros futuros não são a mesma coisa Um ponto importante é que a queda da Selic não significa necessariamente que todos os títulos prefixados irão se valorizar. A taxa básica é definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom), enquanto as taxas negociadas no mercado refletem as expectativas para os juros futuros. Essas expectativas incorporam fatores como inflação, atividade econômica, política fiscal e cenário externo. Assim, mesmo que o Copom continue reduzindo a Selic, uma mudança na percepção dos investidores pode fazer as taxas futuras subirem e provocar uma desvalorização dos prefixados. Para o investidor, portanto, o ponto central não é apenas acompanhar o nível atual da Selic, mas observar como a curva de juros está se movimentando. Duration aumenta potencial e sensibilidade É nesse momento que entra a duração dos títulos. De forma geral, quanto maior o prazo de um prefixado, maior tende a ser sua sensibilidade às mudanças nas taxas de juros. Em um cenário de queda dos juros futuros, os títulos mais longos podem apresentar uma valorização maior. Mas a mesma característica aumenta o risco de perdas caso a curva volte a abrir. O desafio é que não existe certeza sobre a extensão do ciclo de cortes. As projeções para o nível da Selic ao final do processo podem variar, e novas informações sobre inflação, atividade ou contas públicas podem mudar as expectativas do mercado. Isso cria uma escolha para quem investe diretamente em NTN-Fs: assumir uma posição mais curta, com menor sensibilidade aos juros, ou buscar vencimentos mais longos, que podem oferecer maior potencial de valorização em uma queda da curva, mas também maior volatilidade. Como funciona o NTNF11 O NTNF11 busca lidar com essa escolha por meio de uma carteira com diferentes vencimentos de NTN-Fs. O ETF da Investo acompanha o Índice B3 Tesouro Prefixado Juros (IB3 TPRE-J) e realiza ajustes mensais na composição da carteira, de acordo com a dinâmica da curva de juros. Na prática, a estratégia permite que a exposição seja distribuída entre diferentes pontos da curva, sem que o investidor precise comprar individualmente cada título e fazer os rebalanceamentos por conta própria. Além da possibilidade de valorização dos títulos quando as taxas de mercado recuam, as NTN-Fs possuem pagamentos semestrais de cupons. No NTNF11, os valores recebidos dos papéis que compõem a carteira são repassados aos investidores. A gestão do ETF é feita pela Investo, em cogestão com a V8 Capital. A proposta é oferecer acesso, por meio de uma cota negociada em Bolsa, a uma carteira de títulos públicos prefixados com diferentes vencimentos. O que observar daqui para frente O potencial dos prefixados em um ciclo de queda depende, em última análise, do comportamento da curva de juros. Se as taxas futuras recuarem, os títulos já emitidos a taxas mais elevadas podem se valorizar. Se as expectativas mudarem e a curva subir, ocorre o movimento contrário. Por isso, a duração é um dos principais pontos de atenção. Quanto mais longo o título, maior tende a ser sua sensibilidade às mudanças nos juros. Em uma carteira como a do NTNF11, a distribuição entre diferentes vencimentos permite acompanhar essa dinâmica de forma mais diversificada.
Ministério quer leiloar 4 concessões ferroviárias em 2027
Carteira ficará com presidente eleito; atual governo não realizou certames ferroviários desde que assumiu, em 2023 O Ministério dos Transportes projeta realizar 4 leilões de concessões ferroviárias em 2027. A projeção foi apresentada nesta 5ª feira (15.out.2026), durante evento na B3, a Bolsa de Valores de São Paulo. O cronograma contempla o Anel Ferroviário do Sudeste, a Malha Oeste, a Ferrogrão e o Corredor Leste-Oeste. O último leilão federal de concessão ferroviária foi realizado em abril de 2021, durante o governo de Jair Bolsonaro (PL), quando a Bahia Mineração venceu a disputa pelo trecho 1 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste, entre Ilhéus e Caetité, na Bahia. Desde que assumiu, em janeiro de 2023, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não realizou novos certames de concessão ferroviária. publicidade A carteira apresentada pelo governo reúne R$ 160 bilhões em investimentos projetados, referentes à construção, ampliação e recuperação da infraestrutura ferroviária. O montante corresponde ao Capex (despesas de capital) estimado para os projetos. publicidade publicidade Ao todo, o planejamento contempla 8 projetos de concessão, 9 leilões de autorização ferroviária e 12 terminais greenfield, que deverão ser implantados em novas áreas. Dos 8 projetos de concessão, apenas 4 têm leilões que devem ser realizados já em 2027. Os outros 4 –Corredor Paraná-Santa Catarina, Corredor Rio Grande, Corredor Mercosul e Extensão Norte da Ferrovia Norte-Sul– têm publicação de editais programada para dezembro do próximo ano. publicidade Segundo o cronograma do ministério, o primeiro leilão será o do Anel Ferroviário do Sudeste, em abril. A Malha Oeste está marcada para agosto, a Ferrogrão para setembro e o Corredor Leste-Oeste para outubro. publicidade Em paralelo, a pasta pretende realizar 7 leilões de autorização em abril e outros 2 em novembro. A modalidade permite que empresas privadas assumam a recuperação e a exploração de trechos ferroviários, principalmente os que estão ociosos ou desativados, mediante contratos de autorização. publicidade Diferentemente das concessões tradicionais, o modelo prevê procedimentos de chamamento público para selecionar interessados e pode contar com recursos públicos para viabilizar a recuperação da infraestrutura. O governo também planeja manter a oferta permanente de 12 áreas destinadas à implantação de terminais ferroviários. DIFICULDADES PARA VIABILIZAR LEILÕES A retomada dos certames enfrenta dificuldades relacionadas ao elevado custo de implantação das ferrovias e à necessidade de financiamento de longo prazo. Diferentemente das rodovias, que podem gerar receitas com pedágios desde o início da operação, novas linhas ferroviárias dependem da consolidação da demanda por transporte de cargas para gerar retorno financeiro. O próprio governo havia projetado realizar 8 leilões ferroviários em 2026, com potencial de atrair R$ 140 bilhões em investimentos. Os projetos, entretanto, não chegaram à fase de licitação. Parte dos empreendimentos enfrenta entraves jurídicos, ambientais e de modelagem econômico-financeira, que dificultam a estruturação de contratos capazes de atrair investidores privados. Em agosto de 2026, o Tribunal de Contas da União aprovou um novo modelo de chamamento público para autorizações ferroviárias. A proposta, relatada pelo ex-ministro Bruno Dantas, foi desenvolvida para viabilizar a recuperação de trechos ociosos ou desativados. O 1º projeto a utilizar o mecanismo será o Corredor Minas-Rio, que reúne 733 km de ferrovias em Minas Gerais e no Rio de Janeiro. O certame está marcado para dezembro e será o primeiro e o único leilão de ferrovias realizado pelo atual governo. A aprovação permite que o Ministério dos Transportes e a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) avancem com novos editais sem necessidade de análise prévia individual do modelo pelo TCU. O mecanismo cria a possibilidade de que as empresas interessadas tenham até 2 anos para realizar estudos de viabilidade econômica dos trechos. Caso o projeto se mostre inviável sem recursos públicos, a empresa poderá solicitar aportes do governo. Nesse caso, haverá uma disputa competitiva na B3, vencida por quem exigir o menor valor de contribuição estatal. O TCU determinou, porém, que os aportes sejam submetidos à análise prévia da Corte e recomendou medidas para garantir a viabilidade técnica, econômica e ambiental dos projetos. publicidade
Casas Bahia (BHIA3) paga aluguel a fundo imobiliário, mas segue inadimplente com outro imóvel; IFIX sobe – Money Times
Casas Bahia (BHIA3) paga aluguel a fundo imobiliário, mas segue inadimplente com outro imóvel; IFIX sobe (Imagem: YouTube/Casas Bahia) O fundo imobiliário HSI Logística (HSLG11) informou que a Casas Bahia (BHIA3), atualmente em recuperação judicial, pagou o aluguel referente a setembro de um de seus imóveis logísticos, mas continua inadimplente com o pagamento de outro. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Segundo fato relevante divulgado ao mercado, a varejista quitou o débito referente ao galpão de Contagem (MG), mas não o do ativo localizado em São José dos Pinhais (PR). O pagamento relativo ao empreendimento mineiro foi realizado em 14 de outubro, no valor de R$ 2,87 milhões, acrescido de R$ 57,5 mil em multa por atraso. Com isso, o montante desembolsado pela locatária chegou a R$ 2,93 milhões. Apesar da quitação, a ação de despejo contra a empresa referente ao galpão de Contagem permanece em andamento. Isso porque, de acordo com o HSLG11, o pagamento ocorreu após o ajuizamento da ação e não caracteriza a purgação da mora prevista em lei. Casas Bahia ainda deve R$ 1,4 milhão ao HSLG11 No caso do imóvel de São José dos Pinhais, o valor em aberto é de R$ 1,43 milhão, sem considerar multas e juros por atraso. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Diante do inadimplemento, a ação de despejo referente ao galpão paranaense também seguirá em andamento. O processo foi ajuizado em 8 de outubro, quando foi divulgado pelo fundo ao mercado. O HSLG11 também destacou que, por se tratar de um crédito posterior ao pedido de recuperação judicial da Casas Bahia, o montante devido tem natureza extraconcursal. Na prática, isso significa que o crédito não se submete, em regra, aos efeitos da RJ, conforme as disposições legais aplicáveis. Casas Bahia no portfólio Atualmente, a Casas Bahia representa cerca de 30,7% da receita de aluguel contratada do HSLG11, segundo o relatório gerencial mais recente do fundo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Desse total, 27,4% correspondem à locação direta e 3,3% à receita proveniente de áreas sublocadas à varejista. Receita contratada por locatário do HSLG11 (Imagem: divulgação/ relatório gerencial) Recuperação judicial da Casas Bahia A Casas Bahia, cabe lembrar, anunciou em 16 de agosto o pedido de recuperação judicial, em conjunto com algumas subsidiárias. À época, a empresa afirmou que a solicitação ocorreu em um contexto de deterioração das condições econômico-financeiras, atribuindo o cenário, entre outros fatores, a um ambiente macroeconômico marcado por taxas de juros elevadas. Desempenho do IFIX Ainda no mercado de fundos imobiliários, IFIX, principal índice da classe na bolsa de valores (B3), encerrou a quinta-feira (15) aos 3.956,29 pontos, com alta de 0,06%. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Com isso, o indicador acumula valorização de 5,35% em outubro e avanço de 4,79% desde o início de 2026. Destaques do último pregão (15) O BRCR11 liderou as altas, com valorização de 3,41%. Na sequência, o VGRI11 subiu 2,46%, enquanto o URPR11 avançou 2,30%. Ticker Variação Último (R$) BRCR11 +3,41% 45,85 VGRI11 +2,46% 6,24 URPR11 +2,30% 21,31 HSLG11 +1,89% 87,12 VGIP11 +1,82% 76,77 Já o RZTR11 liderou as perdas, com queda de 5,37%. Na sequência, o GZIT11 recuou 2,54%, enquanto o JSRE11 caiu 2,08%. Ticker Variação Último (R$) RZTR11 -5,37% 82,23 GZIT11 -2,54% 38,01 JSRE11 -2,08% 66,50 PSEC11 -1,60% 55,40 CACR11 -1,08% 14,70 CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Perguntas Frequentes sobre SPGM16
Qual é a cotação de SPGM16 hoje na B3?
Quanto a SPGM16 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de SPGM16?
O que significa o P/L e o P/VP de SPGM16?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
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