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SHOW3 T4F Entretenimento S.A. – Cotação Hoje

Consumo Cíclico 📈 Ação B3

T4F Entretenimento S.A.

CNPJ: 02860694000162

Preço Atual
R$ 6,08
+0.00%

Resumo Fundamentalista de SHOW3

O ativo SHOW3 (T4F Entretenimento S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 6,08, acumulando uma variação de +0.00% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 4,28 e a máxima de R$ 7,04. A companhia está inserida no setor de Consumo Cíclico, atuando no segmento de Produção de Eventos e Shows. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de -0.61x e P/VP de 0.46x. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.

Abertura
R$ 6,08
Fec. Ant: R$ 6,08
Variação Dia
Min: R$ 6,08
Max: R$ 6,15
52 Semanas
Mín: R$ 4,28
Máx: R$ 7,04
Volume
28.800
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

-0.61
0.46
R$ -10,02
R$ 13,34
-2.05
-1.58
P/Receita (PSR)
0.26
P/FCO
-12.95
P/FCL
1.95
EV/Receita Líq.
0.33
EV/FCO
-16.87
EV/FCL
2.54
Earning Yield
-48.67%
Enterprise Value
R$ 53,40 Mi
R$ 40,99 Mi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
-0.65
Dív. Líquida/PL
0.12
Dívida Líquida
R$ 12,42 Mi
Liq. Corrente
1.29
PL/Ativos
0.31
Passivos/Ativos
0.69
Liq. Seca
1.28
Liq. Imediata
0.27

Indicadores de Eficiência

Margem EBIT
-16.21%

Indicadores de Rentabilidade

-75.16%
-16.86%
-23.94%
Giro do Ativo
0.47

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
4.65%
CAGR Lucro
-29.80%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 27.63%
Margem EBITDA -11.87%
Margem Operacional -16.21%
Margem Líquida -42.15%
Fluxo de Caixa
FCO R$ -3,17 Mi
FCL R$ 21,04 Mi
Caixa Total R$ 37,54 Mi
Caixa/Ação R$ 5,57
Receita e Dívida
Receita Total R$ 160,35 Mi
Lucro Bruto R$ 44,31 Mi
EBITDA R$ -19,03 Mi
Dívida Total R$ 110,26 Mi
Crescimento
Receita 4.65%
Lucro -29.80%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 180,76 Mi R$ 165,65 Mi R$ 700,77 Mi R$ 328,49 Mi
Lucro Bruto R$ 49,33 Mi R$ 21,09 Mi R$ 143,15 Mi R$ 83,80 Mi
EBITDA R$ -22,21 Mi R$ -28,82 Mi R$ 89,69 Mi R$ 34,19 Mi
Lucro Líquido R$ -54,37 Mi R$ -68,24 Mi R$ 58,20 Mi R$ -8,43 Mi

Sobre a SHOW3

Setor
Consumo Cíclico
Indústria
Produção de Eventos e Shows
Funcionários
2.500
Market Cap
R$ 40,99 Mi
Descrição do Negócio

T4F Entertainment (Time For Fun) é uma empresa brasileira de entretenimento e eventos, especializada na organização de shows, festivais e eventos culturais. Fundada em 2008, a T4F é uma das maiores produtoras de eventos do Brasil, responsável pela organização de festivais de música de grande porte como Lollapalooza Brasil, Primavera Sound e outros eventos de relevância nacional. A companhia opera em diversos segmentos do entretenimento, incluindo produção de shows, gestão de artistas e operação de espaços de eventos. A T4F Entertainment tem demonstrado crescimento significativo no mercado de entretenimento brasileiro, expandindo sua atuação para além de festivais musicais. Com receita anual superior a R$ 500 milhões, a companhia é um importante agente na indústria criativa brasileira, gerando empregos e movimentando a economia do setor de entretenimento. A empresa está presente em múltiplas cidades brasileiras e continua expandindo sua carteira de eventos e experiências de entretenimento.

Dividendos

DIVIDENDO R$ 0,0592
Pagamento: 23/05/2019
DIVIDENDO R$ 0,3130
Pagamento: 25/05/2018
DIVIDENDO R$ 0,0936
Pagamento: 19/05/2017
DIVIDENDO R$ 0,0293
Pagamento: 20/05/2016
DIVIDENDO R$ 0,2059
Pagamento: 11/07/2012

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O movimento de saída de capital estrangeiro da bolsa de valores brasileira ganhou força em agosto. O saldo líquido dos investidores estrangeiros na B3 (BOV:B3SA3) acumula retirada de R$ 15,63 bilhões até o dia 13, segundo levantamento da Elos Ayta, elaborado com base nos dados da B3 e sem considerar aportes em IPOs e follow-ons. O número não é apenas elevado. Ele já representa a maior saída mensal registrada na série histórica acompanhada pela consultoria desde janeiro de 2022. O fluxo negativo de agosto também supera os R$ 13,28 bilhões registrados em maio deste ano. Na prática, 2026 já concentra os dois maiores episódios de retirada de capital estrangeiro dessa amostra. E há um detalhe que torna o dado ainda mais incômodo para quem acompanha o mercado: agosto está longe de terminar. O levantamento considera os fluxos somente até o dia 13. Ainda não dá para dizer qual será o saldo fechado do mês, mas o ritmo atual já coloca o comportamento dos investidores estrangeiros na B3 em uma zona de atenção. A mudança de percepção também aparece na estratégia do JPMorgan (NYSE:JPM). Na última semana, o banco revisou sua estratégia para a América Latina no segundo semestre de 2026 e reduziu sua recomendação para o mercado brasileiro de overweight (exposição acima da média, equivalente à compra) para neutra, o que também incentivou a saída de capital do país. Para os estrategistas do banco, o Brasil perde atratividade diante da combinação de crescimento mais fraco, deterioração do crédito, juros elevados por mais tempo e aumento da volatilidade em função das eleições presidenciais de outubro. QUER SABER COMO GANHAR MAIS? A ADVFN oferece algumas ferramentas bem bacanas que vão te ajudar a ser um trader de sucesso Monitor - Lista personalizável de cotações de bolsas de valores de vários paíeses. - Lista personalizável de cotações de bolsas de valores de vários paíeses. Portfólio - Acompanhe seus investimentos, simule negociações e teste estratégias. News Scanner - Alertas de notícias com palavras-chave do seu interesse. - Alertas de notícias com palavras-chave do seu interesse. Agenda Econômica - Eventos que impactam o mercado, em um só lugar. Cadastre-se

Ibovespa Futuro Recua e Dólar Supera R$ 5,20 com Disparada dos Treasuries nos EUA
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Ibovespa Futuro Recua e Dólar Supera R$ 5,20 com Disparada dos Treasuries nos EUA

Da redaçãoi Da redação https://istoedinheiro.com.br/autor/da-redacao 18/08/2026 - 15:35 Para compartilhar: Copie a URL: Copiar Abertura dos negócios é marcada pela fuga de capital dos mercados emergentes e busca por proteção na renda fixa americana, pressionando os ativos locais. O que aconteceu Bolsa sob Pressão: O Ibovespa futuro engatou nova trajetória de baixa nesta terça-feira, 18 de agosto de 2026, acompanhando o movimento de venda nos mercados acionários mundiais. Câmbio Aquecido: O dólar comercial acelerou ganhos frente ao real e rompeu o patamar de R$ 5,20, refletindo a demanda global por liquidez em moeda americana. Treasuries nas Máximas: Os rendimentos dos títulos de dívida do Tesouro dos EUA atingiram picos recentes, aumentando a atratividade da renda fixa norte-americana livre de risco. Desafio para a Selic: A alta simultânea do dólar e das commodities internacionais eleva os riscos de inflação importada no Brasil, mantendo o ambiente de taxa Selic a 14% ao ano por tempo prolongado. A Força das Treasuries e a Drenagem de Liquidez dos Emergentes O estresse nos mercados globais ganhou tração nas primeiras horas de negócio deste dia 18 de agosto de 2026. O contrato futuro do Ibovespa recuou firme na B3, enquanto o dólar comercial renovou máximas ao ser negociado acima do patamar de R$ 5,20. O motor central desse ajuste é a disparada nos rendimentos dos Treasuries — os títulos públicos do governo dos Estados Unidos. Com as taxas das Treasuries atingindo seus níveis mais altos do ano, o custo de oportunidade global sofre uma forte recalibragem. Grandes fundos de investimento e alocadores institucionais reduzem a exposição a ativos de maior risco em países emergentes, como o Brasil, para garantir retornos expressivos e seguros em dólar na renda fixa americana. Esse fluxo de saída de capital estrangeiro pressiona diretamente o real. A desvalorização da moeda brasileira eleva o custo de insumos importados para a indústria nacional, reacendendo o alerta sobre o repasse inflacionário nos preços ao consumidor final. O ambiente de aversão externa ao risco encontra um mercado doméstico já bastante sensível ao nível das taxas de juros. Com a taxa Selic mantida no nível de 14% ao ano pelo Banco Central do Brasil para conter as expectativas inflacionárias, o crédito para as companhias locais segue custoso, comprimindo margens operacionais e desacelerando investimentos produtivos. No pregão da B3, o recuo do Ibovespa futuro afeta principalmente empresas do setor de consumo, varejo e tecnologia, cujas avaliações de mercado (valuations) são mais penalizadas pela alta da curva de juros futuros. Em contrapartida, empresas exportadoras de commodities e geradoras de receita em dólar encontram relativo suporte nas cotações, amenizando um recuo ainda mais severo do índice de referência. Guia do Investidor Para proteger a carteira de investimentos e gerenciar o risco em momentos de alta do dólar e recuo das ações, considere as seguintes estratégias: Mantenha Proteção Cambial (Hedge): Alocações em ativos atrelados ao dólar ou em fundos internacionais ajudam a mitigar as perdas da parcela de renda variável doméstica em momentos de desvalorização do real. Aproveite a Liquidez Pós-Fixada: Diante da manutenção da Selic a 14% ao ano, mantenha a reserva de oportunidade em títulos pós-fixados de alta liquidez (como Tesouro Selic) para realizar aportes táticos em ações durante fortes correções do mercado. Priorize Empresas Exportadoras e Desalavancadas: Companhias com receita atrelada a moedas fortes e baixos níveis de endividamento em CDI enfrentam ciclos de instabilidade global com maior resiliência de caixa. Evite Giro Excessivo de Carteira: Movimentos bruscos impulsionados por ruídos de curto prazo costumam gerar perdas definitivas de capital. Avalie a qualidade dos fundamentos das empresas antes de tomar decisões de venda. Leia mais Pix Mais Rígido: As Regras do Banco Central que Impõem Limites e Aumentam a Segurança em 2026 Reforma Tributária: O Novo Papel do Contador e ERP na Transição do IVA Dual em 2026 Liquidação Global de Títulos: Por Que a Alta dos Juros nos EUA e Japão Ameaça os Mercados em 2026 Chilli Beans Avança em Fintech: Rede Lança Maquininha Própria e Prepara Oferta de Crédito para Franqueados 99 Amplia Benefícios e Lança Financiamento de Veículos Elétricos para Motoristas em 2026 Dólar e Ibovespa Hoje: Mercado Abre Atento a Commodities e Juros Globais Mega-Sena hoje (18) com prêmio de 45 milhões: veja como jogar online e o valor do rendimento mensal do prêmio Os tentáculos da Chery: conheça os alvos das novas marcas chinesas de carro que vêm ao Brasil Para compartilhar:

B3 tem segundo pior desempenho em agosto entre bolsas estrangeiras
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B3 tem segundo pior desempenho em agosto entre bolsas estrangeiras

A Bolsa de Valores de São Paulo (B3) teve o pior desempenho em dólares em agosto dentre 21 bolsas internacionais , conforme levantamento feito pela consultoria Elos Ayta divulgado, nesta terça-feira (18/8), com base no fechamento até ontem. De acordo com a consultoria, o Índice Bovespa (IBovespa), principal indicador da B3, acumulava queda em dólares de 8,54% em agosto até segunda-feira (17/8), ficando à frente apenas do Índice Merval, da Argentina, que recuou 10,47% no mesmo período. Por volta das 13h55 de hoje, a B3 recuava 0,07%, aos 166.660 pontos. De acordo com o sócio fundador da Elos Ayta, Einar Rivero, o resultado do levantamento coloca o mercado acionário brasileiro entre os destaques negativos do mês no cenário internacional. A conversão dos resultados para dólares amplia a dimensão da queda do mercado brasileiro. “No período, o dólar registra valorização de 2,44% frente ao real, enquanto o IBovespa acumula queda de 6,30% em moeda brasileira. Assim, além da desvalorização das ações, o investidor estrangeiro enfrenta o efeito cambial, que aprofunda a perda registrada pelo principal índice da bolsa brasileira”, informou. A consultoria informou ainda que, entre os quatro piores desempenhos da amostra, dois são de mercados latino-americanos: o Merval argentino, com queda de 10,47%, e o IBovespa, com recuo de 8,54%. Na sequência aparecem o FTSE China 50, da China, com baixa de 2,55%, e o IPC México, que recuou 2,29%. O comportamento negativo, portanto, é particularmente concentrado nos mercados latino-americanos de maior porte. Por outro lado, os mercados europeus e asiáticos apresentaram os melhores resultados em agosto. O Euro Stoxx 50 liderou a amostra, com alta de 7,02%, seguido pelo Índice Nikkei 225, do Japão, com avanço de 6,77%. O Índice Nasdaq, a bolsa das empresas de tecnologia dos Estados Unidos, apresentou valorização de 5,01%. Entre os mercados latino-americanos, Colômbia e Peru destoam do movimento negativo, com altas de 2,68% e 2,65%, respectivamente. Fuga de dólares Vale lembrar que a debandada de investidores estrangeiros na B3 está sendo forte no mês de agosto, apesar do forte fluxo de entrada que ocorreu no começo do ano. Até o dia 13, a saída de capital estrangeiro somou R$ 15,63 bilhões, segundo o levantamento da Elos Ayta. O resultado representa a maior retirada mensal registrada pela série histórica acompanhada pela consultoria desde janeiro de 2022, superando inclusive o saldo negativo de R$ 13,28 bilhões observado em maio deste ano, segundo Rivero. A saída de capital estrangeiro da B3 nas últimas semanas não tem uma causa única, mas é resultado a soma de vários fatores, alguns estruturais, de acordo com Rafael Minotto, analista da Ciano Investimentos. “No pano de fundo, seguem a guerra entre Irã e EUA, sem prazo definido para acabar, elevando a aversão a risco global e fortalecendo o dólar frente a moedas emergentes. Os juros brasileiros, que mesmo com perspectiva de cortes futuros permanecem em patamar elevado, a combinação entre preocupação fiscal e uma eleição, que segue acirrada, o mercado precifica que a atual gestão carrega um histórico de política fiscal voltada a gasto público, o que soma incerteza à indefinição eleitoral”, explicou. Segundo o analista, um fator que tem pesado para a debandada é a inflação norte-americana que ficou abaixo do esperado no mês passado, fazendo o capital acabar sendo direcionado para as empresas dos EUA, e fez as bolsas norte-americanas baterem recordes seguidos em agosto. “Com isso, cresce a perspectiva de que o Fed (Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos) mantenha os juros estáveis até setembro e abra espaço para corte no quarto trimestre, o que torna os ativos americanos ainda mais atrativos frente aos emergentes”, acrescentou Minotto.

Perguntas Frequentes sobre SHOW3

Qual é a cotação de SHOW3 hoje na B3?
A cotação de SHOW3 hoje está em R$ 6,08. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 6,08 e máxima de R$ 6,15.
Quanto a SHOW3 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de SHOW3?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de SHOW3 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de SHOW3?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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