S2GI34 Somnigroup International Inc Shs Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.25 Sh – Cotação Hoje
Somnigroup International Inc Shs Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.25 Sh
Resumo Fundamentalista de S2GI34
O ativo S2GI34 (Somnigroup International Inc Shs Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.25 Sh) está sendo negociado hoje a R$ 88,47, acumulando uma variação de -30.24% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 87,21 e a máxima de R$ 126,82. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 26.23x.
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Dólar cai a R$ 5,08 e atinge menor valor em um mês
Ibovespa fecha no maior nível desde maio, aos 187,3 mil pontos Num pregão marcado pelo movimento dos ativos domésticos e pela alta do petróleo, por causa das tensões no Oriente Médio, o dólar teve forte queda e fechou no menor valor em um mês. A bolsa de valores atingiu o maior nível desde maio. Principais números • Dólar à vista: R$ 5,089 (-0,79%); • Dólar em setembro: queda de 1,82%; • Dólar no ano: queda de 7,28%; • Ibovespa: 187.366,84 pontos (+1,2%); • Petróleo tipo Brent: US$ 97,92 (+0,9%); • Petróleo tipo WTI: US$ 93,03 (+1,7%). Dólar abaixo de R$ 5,10 O dólar à vista terminou o pregão cotado a R$ 5,089, com recuo de 0,79%. Foi a menor cotação de fechamento desde 7 de agosto, quando a moeda havia encerrado a sessão a R$ 5,084. Durante o dia, a moeda americana oscilou entre R$ 5,1289, na máxima, e R$ 5,0713, na mínima. A queda ocorreu em meio à movimentação dos mercados locais e ao ambiente externo para moedas de países emergentes. Com o resultado desta terça-feira, o dólar passou a acumular queda de 7,28% em 2026. Nos cinco primeiros pregões de setembro, a divisa recua 1,82%, depois de subir 2,16% em agosto. Bolsa avança 1,2% O Ibovespa subiu 1,20%, aos 187.366,84 pontos, e encerrou o pregão no maior nível desde 4 de maio. O índice chegou a atingir 189.487,70 pontos durante a sessão e registrou mínima de 185.207,66 pontos. O volume financeiro movimentado na B3 foi R$ 29,76 bilhões. Entre as ações de maior peso no índice, os papéis da Petrobras, os mais negociados no Ibovespa, acompanharam a valorização do petróleo no exterior. As ações preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) subiram 2,08%. Os papéis ordinários (com votação em assembleia de acionistas) valorizaram-se 2,36%. Dados da B3 indicam que o fluxo estrangeiro para a bolsa brasileira permaneceu positivo em setembro. Nos três primeiros pregões do mês, a entrada líquida de capital externo somava R$ 3,9 bilhões. Petróleo em alta Os contratos de petróleo subiram nesta terça-feira em meio ao aumento das tensões no Oriente Médio e a ataques contra instalações energéticas na Arábia Saudita. O barril do tipo Brent, referência internacional, avançou 0,9%, para US$ 97,92. O barril WTI, referência nos Estados Unidos, ganhou 1,7%, para US$ 93,03. O Brent encerrou no maior nível desde 23 de julho. O WTI também atingiu o maior fechamento desde junho. Os ataques atingiram cidades no sul da Arábia Saudita e instalações ligadas ao setor de energia. O cenário aumentou as preocupações sobre o abastecimento de petróleo e os efeitos das interrupções no transporte na região do Golfo Pérsico. O Estreito de Ormuz permanece no centro das preocupações sobre o fluxo internacional de petróleo. Antes da escalada do conflito, cerca de 20% do abastecimento mundial da commodity passava pela região. Apesar da alta, os contratos reduziram parte dos ganhos registrados durante o dia diante das preocupações com os efeitos dos combustíveis mais caros sobre a inflação, os juros e o crescimento econômico global.
Milho recua na B3 e em Chicago com avanço da colheita e mercado à espera do USDA
Publicado em: 09/09/2026 às 11:50hs Foto: CNA O mercado de milho opera sob pressão nas bolsas brasileira e norte-americana, refletindo a combinação entre avanço da colheita, queda do dólar, expectativa de maior disponibilidade interna e cautela antes dos novos relatórios do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na B3, os contratos futuros encerraram a segunda-feira em baixa, acompanhando as perdas registradas na Bolsa de Chicago (CBOT). Ao mesmo tempo, o plantio do milho da safra 2026/27 avança no Sul do Brasil, enquanto a colheita da segunda safra se aproxima do fim em importantes estados produtores. Apesar da pressão sobre as cotações, a resistência dos agricultores em negociar grandes volumes limita a oferta no mercado físico. Exportações, demanda interna e consumo crescente das indústrias de bioenergia permanecem como fatores de sustentação. Milho recua na B3 com pressão externa e avanço da oferta De acordo com a TF Agroeconômica, o vencimento setembro de 2026 encerrou o pregão cotado a R$ 71,08 por saca, com queda diária de R$ 0,67. O contrato novembro de 2026 recuou R$ 1,05, para R$ 76,73 por saca, enquanto janeiro de 2027 terminou a R$ 80,23, desvalorização de R$ 0,87. O movimento negativo foi associado à queda do milho em Chicago, ao enfraquecimento do dólar diante do real e à proximidade da conclusão da colheita da segunda safra brasileira. A entrada do cereal no mercado aumenta a disponibilidade no curto prazo e reduz a disposição dos compradores em elevar suas propostas. Por outro lado, a recuperação recente dos preços de exportação estimulou algumas negociações. Mesmo assim, produtores continuam seletivos e evitam comprometer grandes volumes, apostando em uma possível valorização futura. Chicago opera em baixa antes dos relatórios do USDA Na manhã desta quarta-feira (9), os contratos futuros do milho também recuavam na Bolsa de Chicago. Por volta das 9h32, no horário de Brasília, o vencimento setembro de 2026 era negociado a US$ 5,07 por bushel, com perda de 3,25 pontos. O contrato dezembro de 2026 caía 3,50 pontos, para US$ 5,30 por bushel. Março de 2027 recuava 3,25 pontos, cotado a US$ 5,45, enquanto maio de 2027 registrava a mesma perda, negociado a US$ 5,53 por bushel. A pressão negativa prevaleceu mesmo diante da valorização do trigo e da alta do petróleo. O avanço das cotações energéticas acrescenta volatilidade às commodities agrícolas, especialmente ao milho, devido à relação do cereal com a produção de etanol nos Estados Unidos. Mercado projeta possível corte na safra norte-americana As atenções estão concentradas nos relatórios de Produção Agrícola e de Oferta e Demanda Mundial, que serão divulgados pelo USDA na sexta-feira, 11 de setembro. O calendário oficial confirma a publicação do relatório WASDE de setembro para as 12h, no horário do leste dos Estados Unidos. Agentes do mercado avaliam que o departamento poderá reduzir as estimativas de produtividade e produção de milho e soja dos Estados Unidos. As projeções consideram os efeitos do calor extremo e do excesso de chuva registrados em diferentes áreas do Meio-Oeste norte-americano no final do verão. As expectativas apontam para uma possível redução de aproximadamente 2,5 bushels por acre na produtividade média do milho, atualmente estimada em 180,7 bushels por acre. Os estoques finais também podem ser revisados para cerca de 1,528 bilhão de bushels, queda de 7,6% em relação à projeção anterior. Caso os cortes sejam confirmados, o relatório poderá oferecer suporte às cotações internacionais, embora o comportamento do mercado também dependa das exportações dos Estados Unidos, do desenvolvimento da safra sul-americana e da demanda mundial. Plantio do milho avança no Rio Grande do Sul No mercado brasileiro, a implantação da safra de verão 2026/27 ganhou ritmo no Rio Grande do Sul. O plantio alcançou 38% da área prevista, avanço expressivo em relação aos 25% registrados na semana anterior. A umidade elevada do solo, entretanto, dificulta a entrada das máquinas em algumas localidades e impede um progresso ainda mais acelerado. As indicações de preços no estado variam entre R$ 59 e R$ 70 por saca, com média estadual de R$ 61,09. Em Santa Catarina, o plantio chegou a 6,5% da área projetada. As referências de venda permanecem próximas de R$ 60 por saca, enquanto compradores oferecem valores ao redor de R$ 55. O déficit estrutural de milho catarinense continua relevante para o mercado regional. O estado apresenta demanda anual estimada em 8,5 milhões de toneladas, diante de uma produção de aproximadamente 2,67 milhões de toneladas na safra 2025/26. A diferença precisa ser atendida por compras em outras regiões produtoras e por importações. Colheita se aproxima do fim no Paraná e em Mato Grosso do Sul No Paraná, a colheita da segunda safra chegou a 89%, enquanto o plantio do milho da primeira safra 2026/27 alcançou 18% da área programada. Em Mato Grosso do Sul, 96% do milho já havia sido colhido. Os preços variam entre R$ 54 e R$ 57 por saca, encontrando suporte na demanda das indústrias de bioenergia, segmento que amplia sua participação no consumo doméstico do cereal. Nas diferentes regiões, os compradores mantêm uma estratégia de reposição pontual, adquirindo apenas os volumes necessários para atender às necessidades imediatas. Os vendedores, por sua vez, restringem a oferta na expectativa de oportunidades melhores ao longo dos próximos meses. Exportações e bioenergia podem limitar pressão sobre os preços Embora o avanço da colheita aumente a disponibilidade de milho no curto prazo, as exportações seguem importantes para absorver parte da produção brasileira. A demanda das indústrias de ração, proteína animal e etanol de milho também ajuda a reduzir os estoques disponíveis. O mercado deve permanecer volátil nos próximos pregões, dividido entre a pressão provocada pelo avanço da oferta brasileira e a possibilidade de cortes nas projeções da safra dos Estados Unidos. Além dos números do USDA, câmbio, ritmo das exportações, preços do petróleo, evolução do plantio da safra 2026/27 e comportamento dos produtores na comercialização serão decisivos para a formação das cotações do milho na B3 e no mercado físico.
B3 avança no ativo de diversidade agregando 85 empresas
B3 avança no ativo de diversidade agregando 85 empresas A unidade atende introdução a índices de varejo, seguros, saneamento, aviação, dentre outros itens. Na conjuntura, 88 ativos foram agregados. (Foto: Envato Elements) A Bolsa de Valores do Brasil, a B3, contabiliza nova carteira do índice de Diversidade, o IDIVERSA B3, agregando 85 empresas, representadas por 88 ativos. Ao passo que a unidade introduz itens do varejo, seguros, saneamento, aviação, entre outros. Segundo a B3, o panorama infere evolução dos critérios de elegibilidade e diversidade adotados pelo indicador, além de aspectos relacionados à liquidez. O IDIVERSA B3 é o primeiro índice da América Latina que mede o desempenho médio das ações de empresas listadas na B3 que se destacam em diversidade de gênero e raça. Além do mais, o ativo atua projetando investidores no critério ESG (na tradução, ambiental, social e governança). Este efeito, conforme a B3, reforça a função mobilizadora da entidade, incentivando a representatividade das lideranças corporativas nas práticas de governança e sustentabilidade. “E oferecendo ao mercado um indicador que reconhece empresas comprometidas com a promoção da diversidade”, complementa a nota. A diretora de Comunicação e Sustentabilidade da B3, Janaína Vilella, avalia que o produto derivou na absorção de critérios da diversidade da sociedade brasileira na respectiva conduta de trabalho, sobretudo em posições de liderança. “O índice oferece ao mercado uma referência transparente para acompanhar essa evolução ao longo do tempo”, afirma. Volume de dividendos na B3 alcança 51 ativos A configuração de dividendos da B3, denominado de IDIV B3, atingiu 51 ativos resultantes de 47 empresas brasileiras. A constatação decorre do fechamento do pregão de 04/09/2026. As ações que ingressaram: BMOB3 (BEMOBI TECH ON); CPLE3 (COPEL ON); MDNE3 (MOURA DUBEUX ON); BMGB4 (BANCO BMG PN). O IDIV B3 acompanha o desempenho de uma carteira teórica formada por ações de empresas listadas na B3 com histórico relevante de pagamento de rendimentos aos acionistas. Como resultado, o índice funciona como referência para medir o comportamento do grupo de companhias ao longo do tempo. Nesse ínterim, o ativo auxilia o investidor a observar, de forma organizada, quais empresas têm maior recorrência na distribuição de valores aos acionistas e como esse conjunto evolui no mercado. Saiba Mais: B3: negociação eletrônica de Títulos Públicos Federais registra recorde histórico Nordeste viabiliza cerca de R$ 16 bilhões em investimentos na B3
Perguntas Frequentes sobre S2GI34
Qual é a cotação de S2GI34 hoje na B3?
Quanto a S2GI34 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de S2GI34?
O que significa o P/L e o P/VP de S2GI34?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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