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S1AK34 Shake Shack, Inc. Shs A Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.1 Sh A – Cotação Hoje

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Shake Shack, Inc. Shs A Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.1 Sh A

Preço Atual
R$ 33,09
+0.00%
Cotação oficial B3 em tempo real

O ativo S1AK34 (Shake Shack, Inc. Shs A Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.1 Sh A) está sendo negociado hoje a R$ 33,09, acumulando uma variação de +0.00% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 32,70 e a máxima de R$ 33,21. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 6.72x.

Abertura
R$ 32,70
Fec. Ant: R$ 33,09
Variação Dia
Min: R$ 32,70
Max: R$ 33,21
52 Semanas
Mín: R$ 32,70
Máx: R$ 33,21
Volume
651
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: S1AK34

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores de Valuation

6.72
R$ 4,92
R$ 0,00
Enterprise Value
R$ 13,77 Bi
R$ 13,77 Bi

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

Sobre a S1AK34

Setor
Outros
Indústria / Segmento
Outros
Market Cap
R$ 13,77 Bi

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Ibovespa B3 lidera renda variável no 3º trimestre e em 2026; small caps e FIIs ainda têm perdas no ano
Fundos Imobiliários Brasileiros •

Ibovespa B3 lidera renda variável no 3º trimestre e em 2026; small caps e FIIs ainda têm perdas no ano

A reprecificação de risco no Brasil fez com que o Ibovespa B3 se torne líder absoluto de desempenho na renda variável. Segundo levantamento da Elos Ayta Consultoria, o principal índice da B3, liderou altas no terceiro trimestre, de 8,32%. No acumulado de 2026, o ganho foi de 15,65% e em setembro, de 5,03%. Além do Ibovespa, integraram o pódio do 3º trimestre, o índice de BDRs (BDRX), que avançou 5,82%, seguido do Índice de Dividendos (que reúne as principais pagadoras de proventos da bolsa), com alta de 5,80%. Já as small caps tiveram ganhos de 3,11%, enquanto o índice de fundos imobiliários (IFIX) foi o único a fechar no vermelho no trimestre, com queda de 1,97%. Veja abaixo. Posição Índice O que representa 3º tri 2026 Setembro Acumulado 2026 1º Ibovespa Ações mais líquidas e de maior valor de mercado da B3 +8,32% +5,03% +15,65% 2º BDRX BDRs, recibos de ações estrangeiras negociados na B3 +5,82% +1,86% +9,56% 3º IDIV Ações de empresas boas pagadoras de dividendos +5,80% +4,45% +13,20% 4º Small Caps (SMLL) Ações de empresas de menor valor de mercado +3,11% +5,23% -1,61% 5º IFIX Fundos imobiliários -1,97% -0,20% -0,53% Fonte: Elos Ayta Consultoria Para Breno Falseti, sócio e gestor da Rubik Capital, o Ibovespa, BDRX e IDIV subiram puxados pelos mesmos fatores, entre estes a reprecificação de ativos no Brasil, contudo com efeitos diferentes. Segundo ele, o Ibovespa acabou refletindo a descompressão do prêmio de risco doméstico. O trimestre combinou cortes da Selic, que chegou a 13,75%, com a queda dos juros longos, à medida que o mercado passou a precificar um cenário eleitoral mais amigável para os ativos. “O investidor estrangeiro foi vendedor líquido no trimestre. A alta foi construída pelo investidor doméstico reprecificando o próprio país”, diz Falseti. Segundo o gestor, o capital externo só voltou com força em setembro, com aportes de R$ 9,1 bilhões, o melhor mês desde março. João Luis Debom, sócio da Supernova Investimentos, acredita que o que puxou a bolsa brasileira foi o trade eleitoral. Ele destaca que conforme a disputa apertou nas pesquisas, o mercado passou a apostar em uma mudança de rumo na política fiscal, e os maiores beneficiados foram bancos, Petrobras e Vale. Já Artur Horta, head de análise da GTF Capital, lembra que o investidor estrangeiro entra no Brasil majoritariamente via ETFs (fundos de índice), como o EWZ. Desta forma, a compra ocorre pelo índice inteiro e não por uma seleção de ações. “É por isso que o fluxo de recursos chega primeiro às grandes empresas do índice Ibovespa”, explica. Inteligência Artificial impulsionou BDRs Em relação aos BDRs (recibos de ações), os especialistas consultados pelo Bora Investir destacam que o motor da alta foi o ciclo de inteligência artificial nas bolsas americanas. Segundo Horta, as empresas ligadas à IA já representam cerca de 40% do mercado listado nos EUA. Falseti pondera que parte do ganho dos BDRs foi consumido pela valorização do real. “O BDR embute duas pontas: o ativo e o câmbio. Em um ano de moeda brasileira forte ele sobe menos do que os mercados de origem”, explica o gestor. Os especialistas destacam ainda que com uma postura mais hawkish do Federal Reserve (banco central americano) sobre os juros, o fôlego dos BDRs recuou em setembro, com alta de apenas 1,86%. Dividendos são favorecidos pela queda dos juros Debom, da Supernova, destaca que o índice de dividendos é muito concentrado em bancos, petroleiras e empresas do setor elétrico, que coincidentemente são os mesmos setores que lideram o rali doméstico. “Com o juro caindo, os dividendos dessas empresas voltam a ficar atrativos em comparação com a renda fixa”, pontua. Falseti reforça ainda que empresas pagadoras de dividendos se comportam como títulos longos na carteira do investidor, ou seja, quando o juro real cede, seus fluxos previsíveis valem mais. “O terceiro trimestre entregou exatamente esse vetor, somado ao carrego dos próprios proventos”, justifica. Desempenhos fracos No acumulado de 2026, o topo do ranking se repete, com Ibovespa (15,65%), IDIV (13,20%) e BDRX (9,56%). Na outra ponta, o IFIX (-0,53%) e small caps (-1,61%) apresentam desempenho negativo. Para Debom, o que afeta estas duas classes de ativos é o juro real alto por muito tempo. Ele comenta que as small caps apanharam no primeiro semestre, quando a guerra no Irã fez o petróleo disparar e o índice caiu mais de 3% só em abril. O motivo, segundo ele, é que são empresas mais endividadas e dependentes da economia doméstica. Já Horta acrescenta que small caps não recebem o mesmo fluxo estrangeiro de investimento e são mais sensíveis à curva de juros, que só começou a ceder nas últimas semanas de setembro. Na visão de Falseti, da Rubik, as small caps não possuem um problema estrutural e sim de estágio de ciclo. Ele destaca que por conta disso as pequenas ações da bolsa lideraram o desempenho em setembro, com alta de 5,23%. Já em relação aos FIIs, o gestor aponta que eles acompanham o desempenho da inflação e não apenas da Selic. “Com título público indexado à inflação pagando acima de IPCA+7% sem risco, o FII é obrigado a oferecer um dividend yield competitivo, o que comprime os preços”, diz Falseti. Hugo Queiroz, sócio e gestor da Soho Capital, lembra que 2026 foi um ano de crescimento fraco, inflação e juros elevados. Uma combinação, que na visão dele, pesa mais sobre empresas menores e alavancadas, como as small caps, e impacta também o setor imobiliário, inadimplência no crédito e incorporadoras, o que repercute nos FIIs. O que esperar do quarto trimestre? Os especialistas avaliam que na reta final do ano, as eleições ainda pautam o movimento de alguns ativos, embora boa parte do prêmio de risco já foi antecipado, fazendo juros caírem e bolsa disparar e superar a marca de 200 mil pontos. Para eles, a realização de lucros após a definição do novo presidente seria natural mesmo em um cenário benigno. “É o padrão clássico de comprar na expectativa e realizar no fato”, diz Falseti. A perspectiva é que até o dia 25 de outubro, data do segundo turno eleitoral, a volatilidade nos ativos permaneça elevada. Na visão de Horta existem dois cenários. O primeiro seria no contexto de controle das contas públicas e risco fiscal amenizado, em que as small caps seriam as mais beneficiadas pelo fechamento da curva de juros e o Ibovespa avançaria com maior entrada do fluxo estrangeiro. Já em uma situação oposta, com o risco fiscal ainda latente, os BDRs se destacariam, pela sua relação com o dólar, enquanto ações de dividendos virariam refúgio dos investidores por reunir empresas de fundamentos sólidos e perfil anticíclico. Segundo Filipe Ferreira, professor da USP e do Insper e sócio da CTW Consultoria, se a curva de juros continuar cedendo, os ativos seguem se valorizando, mas uma surpresa que eleve a percepção de risco do Brasil faria a renda variável recuar no fim do ano. Ativos na reta final do ano Em relação ao Ibovespa, os especialistas acreditam que o mercado já precifica alta, que tende a se sustentar, puxada também pelos cortes da Selic que podem ocorrer em novembro e dezembro. Falseti acrescenta que o fluxo estrangeiro no ano é de R$ 27 bilhões, mas que ainda há espaço para o capital externo voltar. Entre os riscos para o mercado acionário, os especialistas citam frustração nas urnas, petróleo instável e uma postura mais dura do Federal Reserve. Já as ações de dividendos acabam cumprindo um papel defensivo, porque proventos amortecem correções de preço. Debom faz a ressalva que a forte presença de estatais e bancos no Índice IDIV acaba deixando o investidor sensível ao risco político, com risco de interferência política de quem vencer a corrida eleitoral. Nos BDRs, os especialistas destacam que o rumo depende do cenário externo, com o ciclo de inteligência artificial como motor, além de valuation (avaliação) esticado dos ativos, juros altos nos EUA e real valorizado, que podem acabar limitando ganhos. “O papel dos BDRs na reta final do ano será mais de diversificação, não de oportunidade”, aponta Falseti. Enquanto isso, os fundos imobiliários ainda seguem reféns dos juros longos e andando de lado. E as small caps podem ter potencial de virada rápida, destacam os especialistas, caso os juros ajudarem e o risco fiscal amenizar. Mas também há chances de continuarem afundando. Queiroz, da Soho, acredita, contudo, que existem boas chances das small caps liderarem desempenhos no quarto trimestre, superando até o Ibovespa. Quer analisar os seus investimentos em um só lugar? Baixe o APP B3! Mais tempo para você, mais inteligência para seus investimentos

B3 prepara ações ‘tokenizadas’ para 2027 e estuda ampliar negociação de ativos
B3 •

B3 prepara ações ‘tokenizadas’ para 2027 e estuda ampliar negociação de ativos

A B3 pretende lançar ações “tokenizadas” no primeiro semestre de 2027, mantendo inicialmente as mesmas condições de negociação e liquidação dos papéis tradicionais. Segundo Humberto Costa, diretor de Produtos e Estratégia de Balcão da bolsa, a infraestrutura está sendo desenvolvida paralelamente ao mercado atual, enquanto a possibilidade de negociar ativos no esquema 24/7 e realizar liquidações imediatas depende de autorização regulatória. “Você já consegue tokenizar hoje a ação com a regulação atual, mas alguns comportamentos e novas liberdades […] dependem de alguma autorização regulatória ou de um framework regulatório novo”, afirmou Costa a jornalistas durante evento promovido pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pela Fundação Getulio Vargas (FGV), nesta quinta-feira (8), em São Paulo. O projeto inicial prevê que os papéis tokenizados sejam fungíveis com as ações tradicionais, permitindo sua conversão entre os dois formatos e a negociação no mesmo livro de ofertas, com preços e liquidez compartilhados. As ações não serão emitidas originalmente em blockchain, mas representadas por tokens vinculados aos ativos existentes, mantendo o prazo atual de liquidação de dois dias úteis (D+2). “O objeto inicial é esse, é você conseguir tokenizar a ação, entregar ela na mão do investidor […] e ele conseguir negociar no mesmo livro, no mesmo momento”, explicou o executivo. A B3 também estuda incluir BDRs e ETFs nessa infraestrutura, embora a definição dos ativos ainda esteja em discussão com participantes do mercado. A evolução para um modelo de negociação contínua, com liquidação simultânea da transferência dos ativos e do pagamento, exigiria mudanças nas regras atuais, segundo o executivo. “Hoje, eu não posso liquidar num ambiente diferente desse ambiente que eu tenho hoje, que a liquidação acontece em D+2. Eu não tenho autorização hoje para fazer uma liquidação em formato diferente”, afirmou. A B3 também desenvolve uma stablecoin vinculada ao real, que poderia ser utilizada futuramente para liquidar operações com ativos tokenizados, mas ainda não está integrada neste lançamento. “A gente está lançando uma stablecoin, também na B3, estamos lançando um ambiente tokenizado. Essas duas coisas vão se conversar no início? Ainda não, se eu não tiver uma autorização regulatória para isso”, afirmou. Porém, a bolsa afirmou que pretende solicitar ao Banco Central (BC), antes do prazo de 30 de outubro, autorização para atuar como prestadora de serviços de ativos virtuais, incluindo atividades de intermediação e custódia.

B3 vai lançar ações tokenizadas em 2027 e pedir licença cripto ao Banco Central
B3 •

B3 vai lançar ações tokenizadas em 2027 e pedir licença cripto ao Banco Central

B3 pretende ampliar atuação em ativos digitais com autorização do Banco Central e iniciar em 2027 a tokenização de ações brasileiras A B3, a Bolsa de Valores do Brasil, vai pedir autorização ao Banco Central para ampliar sua atuação no mercado de criptomoedas e prepara o lançamento de ações tokenizadas a partir do início de 2027. A estratégia coloca a principal infraestrutura do mercado de capitais brasileiro em duas frentes que avançam simultaneamente no país: a regulamentação dos ativos virtuais e a tokenização de valores mobiliários. Humberto Costa, diretor da área de Produtos de Balcão e Ativos Digitais da B3, confirmou nesta quinta-feira (8) em evento na FGV em São Paulo que a companhia pretende protocolar o pedido de autorização antes do prazo regulatório deste mês. Segundo o executivo, a intenção é buscar uma licença abrangente, que permita atuar também com atividades como intermediação e custódia de criptoativos. A B3 já oferece infraestrutura ligada a ativos digitais, incluindo soluções de crypto as a service para participantes do mercado. A licença, portanto, servirá tanto para adequar atividades existentes ao novo marco quanto para sustentar a expansão para outras áreas. O movimento ocorre na reta final da transição criada pela regulamentação do Banco Central. Pelas regras atuais, instituições supervisionadas pela autoridade monetária não poderão viabilizar determinadas operações com prestadoras de serviços de ativos virtuais que não estejam autorizadas ou em processo de autorização. A restrição alcança negociação, intermediação, custódia e serviços de pagamento, entre outras atividades. Costa afirmou que a B3 pretende apresentar seu pedido antes de 30 de outubro. A companhia avalia que uma autorização ampla será necessária principalmente para duas apostas: tokenização de ativos financeiros e soluções envolvendo stablecoins. A iniciativa ocorre em um momento em que outras empresas do setor estão justamente decidindo se vale a pena arcar com os custos e as exigências necessárias para continuar oferecendo serviços com criptomoedas no Brasil. B3 quer lançar ações tokenizadas em 2027 Além da licença para atuar com ativos virtuais, a B3 trabalha para colocar ações brasileiras em uma infraestrutura tokenizada já no início de 2027. Segundo Costa, o plano é começar com representações digitais de ações que já existem no mercado tradicional, e não com empresas emitindo, neste primeiro momento, ações originalmente criadas em blockchain. A intenção é que a ação tradicional e sua representação tokenizada sejam fungíveis — ou seja, correspondam economicamente ao mesmo ativo — e compartilhem liquidez e formação de preços. A B3 ainda discute com participantes do mercado quais papéis entrarão na primeira fase. A ambição vai além das ações. A bolsa pretende, posteriormente, levar outros produtos de renda variável, como BDRs, para essa infraestrutura. A própria B3 já vinha afirmando que sua plataforma de tokenização estaria pronta para novos casos de uso a partir do começo de 2027. Tokenizar uma ação significa criar uma representação digital do ativo em uma blockchain ou outra tecnologia de registro distribuído (DLT). Isso pode permitir que transferência, custódia, negociação e liquidação sejam automatizadas e integradas a outros sistemas digitais. Mas o projeto inicial da B3 não significa que a Bolsa de São Paulo passará imediatamente a funcionar 24 horas por dia, sete dias por semana. Costa explicou que o objetivo de longo prazo é chegar a um ambiente mais próximo da lógica dos mercados cripto, incluindo negociação contínua e liquidação mais rápida. Para isso, porém, ainda são necessárias mudanças regulatórias. Hoje, as ações brasileiras seguem um ciclo de liquidação D+2: a transferência definitiva dos ativos e do dinheiro ocorre dois dias úteis depois da negociação. Segundo Costa, porém, é necessária uma série de evoluções regulatórias para a B3 liquidar em prazo menor. Inicialmente, a B3 chegou a olhar para modelos internacionais que preveem ativos tokenizados negociados durante 24 horas. O avanço das discussões do Grupo de Trabalho de Tokenização (GTT) da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), porém, levou a companhia a considerar uma implementação que mantenha maior integração com o mercado tradicional, inclusive compartilhando sua liquidez. A liquidação também permanece como um dos principais obstáculos. A B3 possui uma stablecoin de real, a B3RL, mas Costa afirmou que ela não será usada para liquidar as primeiras ações tokenizadas. Mercado 24/7 ainda depende de mudanças Durante o evento da FGV nesta quinta-feira, Costa reforçou que o desafio da tokenização não está apenas em colocar um ativo em uma blockchain, mas em conectar esse novo ambiente à infraestrutura que já existe. Ele citou justamente a diferença entre uma tecnologia que pode operar 24 horas por dia e estruturas de tesouraria que ainda funcionam apenas em dias úteis. “Como é que você conecta isso com tesourarias que trabalham só em dia útil, com a tecnologia que vai vir em 24×7, que vai vir em outra dinâmica?”, questionou. Segundo Costa, a transformação também será pressionada pelo comportamento de uma geração acostumada a serviços permanentemente disponíveis. “Essa nova geração já não consegue mais entender por que não consegue comprar um ativo 10 da noite, por que não consegue resgatar no sábado para poder usar o dinheiro no mesmo dia”, afirmou. Para ele, essa mudança tende a forçar as estruturas tradicionais do mercado a se adaptar. A discussão sobre como liquidar essas operações ainda envolve também o Banco Central. No piloto de tokenização da CVM, a questão da moeda utilizada para liquidar as transações foi, por enquanto, isolada para que os testes se concentrem nos elementos sob competência direta da autarquia. Técnicos da CVM afirmaram durante o evento que o Banco Central acompanha o projeto e deverá entrar mais diretamente na discussão quando a infraestrutura precisar ser integrada ao sistema financeiro tradicional. Stablecoins, depósitos tokenizados e uma eventual integração com o Drex aparecem entre as alternativas que poderão ser avaliadas. O modelo final ainda não foi escolhido. Para Costa, esse é justamente um dos motivos pelos quais a tokenização não pode ser tratada apenas como um projeto tecnológico. Além da criação do token, entram questões de liquidação, interoperabilidade, supervisão e segurança. O executivo afirmou que o mercado precisa ser capaz de identificar e interromper rapidamente comportamentos irregulares em uma infraestrutura digital. “Tem coisa que você consegue evitar, tem coisa que você consegue interromper. Mas o interromper tem que ser rápido, tem que ser no dia seguinte, dois dias, não dois anos”, disse. A B3 vem preparando essa transição há meses. Em setembro, a companhia afirmou que sua infraestrutura para ativos tokenizados estaria preparada para novos casos de uso a partir do início de 2027, citando inclusive movimentação de garantias em tempo real. Segundo a bolsa, a intenção é integrar instrumentos financeiros e pagamentos em um ambiente regulado, com interoperabilidade entre diferentes sistemas. O lançamento das ações tokenizadas será, assim, uma primeira etapa de um projeto maior. A possibilidade de negociar esses ativos ininterruptamente e liquidá-los instantaneamente dependerá de como CVM, Banco Central e participantes do mercado vão resolver a conexão entre uma infraestrutura que funciona 24/7 e um mercado tradicional que ainda opera com horários e ciclos definidos. Se você quer investir em criptomoedas com segurança, o Mercado Bitcoin oferece um benefício especial aos nossos leitores: use o cupom PORTAL250 no cadastro e ganhe R$ 50 de bônus em Bitcoin ao comprar R$ 250 em ativos. Clique aqui para abrir sua conta.

Perguntas Frequentes sobre S1AK34

Qual é a cotação de S1AK34 hoje na B3?
A cotação de S1AK34 hoje está em R$ 33,09. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 32,70 e máxima de R$ 33,21.
Quanto a S1AK34 paga de dividendos?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker S1AK34. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de S1AK34?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de S1AK34 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de S1AK34?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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