RURA11 Itau Asset Rural Figaro Imobiliario – Cotação Hoje
Itau Asset Rural Figaro Imobiliario
Selo de Investimento:
🏢 Renda SólidaAtende a 11 de 11 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Resumo Fundamentalista de RURA11
O ativo RURA11 (Itau Asset Rural Figaro Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 8,06, acumulando uma variação de +1.00% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 7,92 e a máxima de R$ 9,34. O fundo atua no segmento de Fiagro, registrando um Dividend Yield (12M) de 17.84% e indicador P/VP de 0.80x.
Histórico de Cotação: RURA11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a RURA11
Outros FIIs do Segmento Fiagro
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Fundos imobiliários pagam dividendos acima do resultado; oportunidade ou sinal de risco? 2:09 Fundos de shopping distribuem rendimentos 13% acima do resultado recorrente, enquanto cotas negociam com desconto médio de 19,9%. Confira o resumo que a LE.IA, a IA do Estadão, fez pra você Gerando resumo Abrir o resumo O IFIX também surfou o otimismo dos mercados após o resultado do primeiro turno das eleições presidenciais, mas com menos força do que outros ativos financeiros. No pregão desta segunda-feira (5), o índice de referência dos fundos imobiliários fechou em alta de 1,34%, enquanto o Ibovespa saltou 7,7%. PUBLICIDADE A diferença de desempenho está relacionada, em parte, à menor volatilidade dos fundos imobiliários em comparação com as ações. Segundo Danny Gampel, head de crédito da Cy Capital, a composição dos FIIs ajuda a explicar por que a reação do IFIX costuma ser mais contida. “Dentro dos fundos de crédito, por exemplo, você tem contratos de dívida, como os CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários), que são instrumentos de renda fixa e, em geral, de longo prazo. Então, já existe uma previsibilidade muito grande. Além disso, nos fundos de tijolo, há contratos de locação longos, que também garantem uma previsibilidade de receita. A Bolsa, por outro lado, está atrelada à renda variável”, explica Gampel. Publicidade Apesar da alta mais moderada, os fundos imobiliários também se beneficiaram do movimento de queda dos juros futuros nesta segunda. Ao longo da sessão, as taxas chegaram a recuar mais de 8% nos vencimentos intermediários e longos. Os fundos imobiliários são investimentos isentos de imposto de renda (IR) (Foto: Envato Elements) Entre os títulos públicos, o Tesouro IPCA+ 2032, o Tesouro IPCA+ 2040 e o Tesouro IPCA+ 2050 passaram a oferecer retornos reais de 7%, 6,68% e 6,59%, respectivamente. Na sexta-feira (2), as taxas eram de 7,66%, 7,25% e 7,08%. Já o Tesouro Prefixado 2029 e o Tesouro Prefixado 2032 pagavam taxas de 12,62% e 12,81%, abaixo dos 13,84% e 14,21% registrados na última sessão. Publicidade Para Isabella Almeida, gestora de fundos imobiliários da Rio Bravo Investimentos, o movimento indica uma mudança na percepção dos investidores sobre a condução das contas públicas. “O mercado passou a enxergar uma maior possibilidade de mudança na condução das contas públicas. Isso tem se refletido no fechamento da curva de juros futura. A queda do juro futuro tende a beneficiar a performance dos FIIs, uma vez que há um aumento do prêmio de risco para se investir na classe”, afirma. O movimento ocorreu após a apuração das urnas no domingo (4), quando o senador Flávio Bolsonaro (PL) ficou à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro turno, por uma diferença de quase 2 pontos porcentuais. Flávio recebeu 47,03% dos votos válidos, ante 45,16% de Lula. Publicidade Além disso, o PL se consolidou como o maior partido do Senado, com 19 parlamentares eleitos. A bancada da legenda chegará a 28 senadores a partir de fevereiro, ante 15 atualmente. Leia mais
Fundos imobiliários (FIIs): Veja 5 para ter na carteira em outubro, segundo o Daycoval – Money Times
Fundos imobiliários (FIIs): Veja 5 para ter na carteira em outubro, segundo o Daycoval (Imagem: iStock/ Vertigo3d) O Daycoval manteve inalterada sua carteira recomendada de fundos imobiliários (FIIs) para o mês de outubro, que segue composta por cinco veículos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Em relatório, o analista Gabriel Augusto Mollo afirmou que o banco continua posicionado em fundos que apresentam “bom equilíbrio entre valorização e distribuição de proventos”. Segundo ele, setembro foi marcado por “relativa estabilidade” no mercado de FIIs, com o IFIX, principal índice do segmento na bolsa de valores (B3), registrando queda de 0,20%. “O desempenho refletiu a cautela dos investidores diante das incertezas macroeconômicas e dos juros elevados, que continuaram pressionando a precificação dos ativos”, disse Mollo. Nesse cenário, o analista destacou a importância da seletividade na escolha dos FIIs, com prioridade para fundos com fundamentos sólidos e capacidade de geração de renda. Desempenho CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Em setembro, a carteira recomendada pelo Daycoval registrou alta de 0,21%, acima, portanto, do desempenho do IFIX. No acumulado de 2026, o desempenho do portfólio do banco é positivo em 4,96%, contra desvalorização de 0,54% do indicador referencial (benchmark). Confira os FIIs recomendados pelo Daycoval para outubro: Ticker Fundo Peso XPLG11 XP Logística 20% GARE11 Guardian Logística 20% KNCR11 Kinea Rendimentos Imobiliários 20% KNRI11 Kinea Renda Imobiliária 20% XPML11 XP Malls 20% Total – 100% CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Mais brasileiros chegam à Bolsa, mas começam a investir com valores menores
O mercado de capitais brasileiro está atraindo mais pessoas, mas o crescimento da base de investidores vem acompanhado de uma redução no valor mediano mantido nas carteiras. Para a B3, os dois movimentos estão relacionados à entrada de brasileiros que começam a investir com quantias menores e ampliam gradualmente sua exposição ao mercado. Segundo Felipe Paiva, diretor de Relacionamento com Cliente e Pessoa Física da B3, a queda do saldo mediano não deve ser interpretada isoladamente como uma redução do interesse pelos investimentos. A leitura da companhia é que a ampliação do acesso trouxe novos perfis para o mercado, muitos deles dando os primeiros passos com aportes menores. “A principal conclusão é que mais brasileiros estão acessando o mercado de capitais. Investir ficou mais simples e acessível, permitindo a entrada de novos perfis”, afirma Paiva. Segundo ele, o valor inicialmente aplicado tende a crescer à medida que o investidor ganha conhecimento, conhece novos produtos e passa a diversificar a carteira. O público entre 25 e 39 anos ainda concentra a maior parcela dos investidores em renda variável, mas a B3 identifica uma expansão para além dos grupos e regiões que tradicionalmente tinham maior presença nesse mercado. Entre os movimentos destacados estão o aumento da participação feminina e o crescimento em regiões fora dos principais centros econômicos, especialmente no Norte e Nordeste. Continua após a publicidade A B3 pondera, porém, que os dados disponíveis não permitem determinar quais faixas de patrimônio estão crescendo mais rapidamente. O levantamento não segmenta os investidores por tamanho de patrimônio e, portanto, não é possível concluir que o avanço da base esteja concentrado justamente entre aqueles com menos recursos. O que os números mostram é a combinação entre aumento do número de investidores e redução do saldo mediano. Continua após a publicidade Investidor também diversifica mais A entrada com valores menores não está restrita às ações. A B3 observa crescimento em ETFs, fundos imobiliários, BDRs e produtos de renda fixa. Entre eles, os ETFs registraram o maior avanço percentual no número de investidores em um ano, de 34%. Para a companhia, esses fundos podem funcionar como uma porta de entrada para a diversificação porque permitem acessar diferentes empresas, setores ou mercados internacionais em uma única aplicação. A possibilidade de investir valores menores também reduz a barreira para quem está começando a montar uma carteira. Continua após a publicidade O movimento ocorre paralelamente ao crescimento do Tesouro Direto, que registrou aumento do saldo mediano enquanto o indicador recuou entre os investidores em ações. A B3, entretanto, evita interpretar os números como uma migração da renda variável para a renda fixa. “Em vez de escolher entre renda fixa e renda variável, ele passa a combinar classes de ativos com características diferentes para atender objetivos, prazos e níveis de risco distintos”, afirma Paiva. Segundo a B3, a base de investidores aumentou tanto em produtos de renda variável quanto no Tesouro Direto, indicando uma combinação maior entre diferentes classes de ativos.
Perguntas Frequentes sobre RURA11
Qual é a cotação de RURA11 hoje na B3?
Quanto a RURA11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de RURA11?
O que significa o P/L e o P/VP de RURA11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
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