RIAA3 RIACHUELO – Cotação Hoje
RIACHUELO
CNPJ: 08402943000152
Selo de Investimento:
🛡️ Buy and HoldAtende a 8 de 12 critérios fundamentalistas para estratégias de longo prazo.
Checklist Fundamentalista de 12 Critérios
Critérios auditados automaticamenteA dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses
Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%
Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.
Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos
Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x
Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século
Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial
Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado
Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x
Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x
Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x
Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%
Método Barsi (Preço Teto)
Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.
Fórmula de Graham (Preço Justo)
Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.
Resumo Fundamentalista de RIAA3
O ativo RIAA3 (RIACHUELO) está sendo negociado hoje a R$ 7,57, acumulando uma variação de +3.13% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 6,46 e a máxima de R$ 11,90. A companhia está inserida no setor de Têxtil e Vestuário. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 2.48x e P/VP de 0.68x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 42.73%.
Histórico de Cotação: RIAA3
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 10.497,05 Mi | R$ 9.634,21 Mi | R$ 8.795,39 Mi | R$ 8.458,66 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 6.382,77 Mi | R$ 5.681,79 Mi | R$ 5.141,39 Mi | R$ 4.921,13 Mi |
| EBIT / Lucro Operacional | R$ 2.375,73 Mi | R$ 761,84 Mi | R$ 428,04 Mi | R$ 362,54 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 1.475,17 Mi | R$ 235,14 Mi | R$ -34,26 Mi | R$ 51,98 Mi |
Sobre a RIAA3
Outras Ações do Setor de Têxtil e Vestuário
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Magalu salta 61% e lidera Ibovespa em setembro: por que disparou e o que vem agora?
Parceria com Mercado Livre, queda dos juros e menor concorrência impulsionaram MGLU3, mas analistas ainda veem riscos para a continuidade do rali Publicidade O Magazine Luiza (MGLU3) encerrou setembro como a ação de melhor desempenho do Ibovespa, coroando uma virada expressiva de humor dos investidores em relação à varejista. Os papéis dispararam 61,47% no mês, para R$ 7,46, em um período em que o próprio índice avançou 5,03%. O rali teve uma combinação de fatores. O Magalu se beneficiou do chamado “trade de juros”, favorecido pela redução da Selic e pelas expectativas em torno do cenário eleitoral e fiscal. De outro, uma sequência de notícias corporativas trouxe argumentos adicionais para a recuperação, com destaque para a parceria com o Mercado Livre (BDR: MELI34) e até para a perspectiva de menor concorrência após os problemas enfrentados pela Casas Bahia (BHIA3). Mas a pergunta que fica para outubro é: depois de uma valorização superior a 60% em apenas um mês, ainda existe combustível para a ação subir? Analistas pregam cautela, uma vez que há expectativas de melhora operacional para os próximos meses e um eventual ciclo mais forte de queda dos juros seria particularmente benéfico para a empresa, enquanto o JPMorgan avalia que parte importante desse cenário já foi incorporada às cotações e continua com recomendação underweight (exposição abaixo da média do mercado, equivalente à venda), chamando a atenção especialmente para a qualidade dos lucros da varejista. O impulso mais evidente veio do acordo anunciado no início de setembro com o Mercado Livre. A parceria permite ampliar a distribuição dos produtos do Magalu dentro da plataforma e foi recebida positivamente porque cria uma alternativa para recuperar tração no comércio eletrônico sem exigir o mesmo nível de investimento na aquisição de clientes pelos canais próprios. O acordo atacou justamente uma das principais fragilidades recentes da companhia. No segundo trimestre, as vendas online haviam caído cerca de 12%, enquanto as lojas físicas cresceram 10,3%. A possibilidade de usar a audiência do Mercado Livre para recuperar alcance e vendas digitais, portanto, trouxe uma nova perspectiva para a operação. Continua depois da publicidade A S&P também incorporou esse fator às suas projeções. Ao reafirmar a nota de crédito do Magalu em “brAA-“, a agência afirmou esperar recuperação gradual das vendas nos próximos meses, sustentada pela parceria com o Mercado Livre e pela menor concorrência após o fechamento de lojas da Casas Bahia. A perspectiva estável contempla ainda melhora da geração de caixa e redução gradual da alavancagem a partir de 2027. A agência, contudo, revisou para baixo as projeções para 2026 e passou a estimar dívida líquida/Ebitda perto de 4 vezes no fim deste ano, ante 3,6 vezes anteriormente. Para 2027, espera redução para algo entre 3 e 3,5 vezes. Ainda neste tema, o JPMorgan elevou suas estimativas para o Magalu ao incorporar tanto a parceria com o Mercado Livre quanto potenciais ganhos de participação associados à recuperação judicial da concorrente. O banco aumentou em 6% sua projeção de receita líquida para 2027 e em 24% a estimativa de lucro. Continua depois da publicidade Houve ainda uma possível avenida de crescimento no radar. A Anvisa revogou uma medida preventiva que proibia o Magazine Luiza de comercializar, distribuir e anunciar determinados medicamentos. Segundo a Ágora Investimentos, a retirada da restrição amplia as possibilidades estratégicas do ecossistema digital da companhia, embora o impacto econômico efetivo dependa da regulamentação sanitária e do modelo de operação que poderá ser adotado. Juros e eleições turbinaram MGLU3 Além dos catalisadores próprios da empresa, o cenário macroeconômico ajudou: com a Selic reduzida para 13,75% após cinco cortes consecutivos do Banco Central, investidores voltaram a procurar ações ligadas ao consumo e ao crédito. E poucas varejistas na Bolsa carregam tanta sensibilidade aos juros quanto o Magazine Luiza. Nas contas do JPMorgan, uma Selic 1 ponto percentual abaixo do cenário-base elevaria em aproximadamente 10% o lucro projetado do Magalu para 2028. No Assaí (ASAI3), outro nome de alto beta, o impacto seria de cerca de 5%, enquanto nas demais varejistas analisadas ficaria em aproximadamente 2%. Além disso, a proibição das bets no Brasil pode adicionar um mercado significativo ao varejo e consumo, afetando as ações de Magalu. Continua depois da publicidade A expectativa em torno das eleições ainda ampliou esse movimento. O setor varejista chega à votação negociando com valuations deprimidos e pode ser reprecificado caso o resultado das urnas leve a uma redução da percepção de risco fiscal e dos juros. Nas contas do JPMorgan, as varejistas negociam em torno de 8 vezes o lucro projetado, contra uma mediana de aproximadamente 15 vezes nos últimos cinco anos. No caso do Magalu, porém, parte dessa aposta já aconteceu, avalia o JPMorgan. Embora reconheça que o Magalu está entre as ações que mais podem ganhar com uma queda adicional dos juros, o JPMorgan mantém recomendação underweight para MGLU3. O banco destaca que quase todo o lucro da empresa, segundo seus cálculos, depende de incentivos tributários, levantando dúvidas sobre a qualidade dos resultados. Existe ainda uma nuance na própria tese de juros menores, uma vez que a queda das taxas reduz as despesas financeiras e pode estimular a demanda por bens duráveis, mas também pode diminuir os ganhos financeiros embutidos nas vendas, pressionando as margens brutas e limitando parte do impacto positivo sobre os lucros. Continua depois da publicidade Por isso, o banco enxerga atualmente relações de risco e retorno mais interessantes em outras varejistas. C&A (CEAB3) e Riachuelo (RIAA3) têm recomendação overweight (exposição acima da média do mercado, equivalente à compra), enquanto Lojas Renner (LREN3) é neutra. Para o JPMorgan, essas empresas oferecem uma assimetria mais atraente diante dos diferentes resultados eleitorais do que simplesmente apostar nos papéis de maior beta, como MGLU3. Resultados precisam justificar o rali O segundo trimestre ainda mostrou um quadro desafiador: o Magazine Luiza registrou prejuízo líquido ajustado de R$ 50,4 milhões, queda de 2,6% da receita líquida e retração de 5,1% nas vendas totais. A margem Ebitda ajustada, por outro lado, permaneceu em torno de 8%. Os próximos resultados, portanto, terão que mostrar se os catalisadores que impulsionaram a ação em setembro estão de fato migrando para vendas, margens e geração de caixa. Entre os indicadores no radar estão a recuperação das vendas online, a trajetória das margens, a redução gradual do endividamento e o desempenho da Luizacred. A Black Friday e as vendas de fim de ano também serão testes relevantes para a operação. Há obstáculos macroeconômicos: o JPMorgan, por exemplo, espera fortes dificuldades para o consumo em 2027, diante de endividamento elevado das famílias, peso do serviço da dívida, inadimplência crescente e crédito ainda caro. O banco ressalta que uma eventual reação das ações após as eleições não deve ser confundida com uma recuperação imediata dos fundamentos das varejistas.
Momento B3: Axia Energia, MBRF, Localiza, Riachuelo e os principais destaques desta segunda-feira (28)
Esse é o Momento B3 do dia 28 de setembro de 2026, com tudo o que você precisa saber sobre as empresas negociadas na B3! Atualização constante durante o pregão. 💥 Confira os destaques corporativos de hoje 💥 Assaí (ASAI3) O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a aquisição de 18 postos de combustíveis pela Assaí, dona do Assaí. A operação envolve unidades do Centro de Conveniências Millennium já instaladas em lojas da rede no Estado de São Paulo, e o valor total do negócio poderá chegar a R$ 80 milhões. O despacho foi publicado no Diário Oficial da União (DOU). Saiba mais… Axia (AXIA3) A Axia Energia iniciou nesta segunda-feira (28/09) o período para que acionistas manifestem interesse na conversão de ações preferenciais classe C (PNC) em ações ordinárias (ON). O prazo termina na quarta-feira (30/09) e faz parte de uma operação de resgate que envolve 70.716.228 ações PNC, equivalentes a R$ 3,9 bilhões e a 15,46% dessa classe de ações. Saiba mais… Copasa (CSMG3) A Copasa informou que a Gerais Saneamento, controlada pela Equatorial, pretende solicitar a rescisão antecipada do acordo de acionistas firmado em junho com o Estado de Minas Gerais e a companhia. O pedido, porém, depende da aprovação de determinadas matérias na Assembleia Geral Extraordinária realizada nesta segunda-feira (28/09). Saiba mais… Grupo Toky (TOKY3) O Grupo Toky, em recuperação judicial, informou que decidiu incluir na pauta da Assembleia Geral Extraordinária (AGE) marcada para 6 de novembro de 2026 uma proposta alternativa para fixar em sete o número de integrantes do Conselho de Administração. A companhia havia identificado que os requerentes da assembleia não sanaram a maior parte dos vícios apontados no pedido original de convocação. Saiba mais… MBRF (MBRF3) A MBRF Global Foods, por meio da BRF, concluiu a liquidação da 10ª emissão de debêntures, levantando R$ 825 milhões. A operação foi estruturada em quatro séries e faz parte da estratégia da companhia de alongar o perfil de seu endividamento em moeda local. Saiba mais… Motiva (MOTV3) A Moody’s Local Brasil elevou de AA+.br para AAA.br o rating corporativo da Motiva Infraestrutura de Mobilidade. A agência também aumentou a classificação da 2ª série da 14ª emissão de debêntures da companhia, mantendo perspectiva estável para os ratings. Saiba mais… Movida (MOVI3) A Movida Participações homologou um aumento de capital de R$ 152,5 milhões, com a emissão de aproximadamente 22,93 milhões de novas ações ordinárias. A operação reforça a estrutura de capital da companhia e amplia a quantidade de ações MOVI3 em circulação. Saiba mais… MRV (MRVE3) A MRV aprovou a cessão de direitos creditórios imobiliários da companhia e de empresas controladas para a Província Securitização, operação que servirá de lastro para uma emissão de R$ 177 milhões em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). Saiba mais… WEG (WEGE3) A WEG anunciou nesta segunda-feira (28/09) um plano de investimento de US$ 165 milhões, cerca de R$ 840 milhões, para ampliar a capacidade de produção de geradores na América do Norte. O projeto será realizado em duas etapas e tem como foco atender ao aumento da demanda por geração de energia destinada a aplicações críticas, especialmente diante da expansão dos data centers nos Estados Unidos. Saiba mais… 💰 Dividendos e Juros sobre Capital Próprio 💰 Localiza (RENT3) A Localiza manteve em R$ 0,556580414 por ação o valor dos juros sobre capital próprio aprovados pelo conselho. Multiplan (MULT3) A Multiplan anunciou a declaração de R$ 139 milhões em juros sobre o capital próprio (JCP) aos acionistas. O valor bruto corresponde a R$ 0,28413632863 por ação e tem como referência o exercício social de 2026. A decisão foi aprovada pelo Conselho de Administração da companhia em reunião realizada na sexta-feira (25/09). Saiba mais… Riachuelo (RIAA3) A Riachuelo, controladora da Riachuelo, aprovou o pagamento de juros sobre o capital próprio (JCP) no valor bruto de R$ 30 milhões. O montante corresponde a R$ 0,05968867830 por ação ordinária da companhia, segundo comunicado divulgado ao mercado na sexta-feira (25/09). Saiba mais…
Empresas da B3 liberam R$ 180 milhões em dividendos; veja quem recebe
Este começo de semana promete ser animado para uma parte dos investidores da bolsa de valores. Isso porque ao menos três companhias listadas na B3 anunciaram o pagamento de dividendos que somam mais de R$ 240 milhões. O valor mais atrativo foi anunciado pela Multiplan (MULT3), que vai repassar R$ 139 milhões aos sócios. O valor representa um pagamento de R$ 0,2841 por ação ordinária, conforme comunicado da companhia. Para entrar na lista, os investidores devem ter ações da companhia até o fim da próxima quarta, dia 30 de setembro. A partir de 1º de outubro, os papéis serão negociados como “ex-JCP”. Leia mais: Negociações entre Irã e EUA não avançam, e petróleo dispara 4% Quem também informou novos pagamentos foi a Riachuelo (RIAA3). A varejista vai fazer o pagamento de R$ 30 bilhões como Juros sobre Capital Próprio (JCP) aos seus acionistas, distribuindo R$ 0,05968 por cada ação ordinária na carteira. A data do pagamento ainda não foi decidida pela companhia, mas entrará na lista apenas quem tiver os papéis na carteira no final do dia 30 de setembro de 2026. A partir de 1º de outubro, as ações serão negociadas como “ex-JCP”, conforme comunicado. A Riachuelo vem pagando proventos de forma regular, na tentativa de entregar bons retornos aos seus acionistas. No último mês de maio, a companhia liberou R$ 40 milhões, também como JCP, valor equivalente a R$ 0,0796 por ação ordinária. Em março anterior, a empresa já havia liberado outros R$ 50 milhões, mas o pagamento ficou apenas para 2027. Neste caso, os investidores devem receber cerca de R$ 0,09 por ação, disse a companhia. A Riachuelo é uma das principais varejistas de moda do país, com um valor de mercado que chega a R$ 3,5 bilhões. As ações da companhia, porém, acumulam uma queda de quase 30% no ano, de acordo com dados da B3.
Perguntas Frequentes sobre RIAA3
Qual é a cotação de RIAA3 hoje na B3?
Quanto a RIAA3 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de RIAA3?
O que significa o P/L e o P/VP de RIAA3?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
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