RI

RIAA3 – Cotação RIACHUELO

Consumo Cíclico

RIACHUELO

Preço Atual
R$ 6,73
+0.60%

Resumo Fundamentalista de RIAA3

O ativo RIAA3 (RIACHUELO) está sendo negociado hoje a R$ 6,73, acumulando uma variação de +0.60% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 6,67 e a máxima de R$ 11,90. A companhia está inserida no setor de Consumo Cíclico, atuando no segmento de Tecidos. Vestuário e Calçados. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 2.29x e P/VP de 0.65x. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.

Abertura
R$ 6,68
Fec. Ant: R$ 6,73
Variação Dia
Min: R$ 6,67
Max: R$ 6,79
52 Semanas
Mín: R$ 6,67
Máx: R$ 11,90
Volume
633.500
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

2.29
0.65
R$ 2,92
R$ 10,31
P/Receita (PSR)
0.33
P/FCO
6.70
P/FCL
1.91
EV/Receita Líq.
0.59
EV/FCO
12.06
EV/FCL
3.43
Earning Yield
37.62%
Enterprise Value
R$ 6,31 Bi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
0.88
Dív. Líquida/PL
0.52
Dívida Líquida
R$ 2,81 Bi
Liq. Corrente
1.61
PL/Ativos
0.36
Passivos/Ativos
0.64
Liq. Seca
1.30
Liq. Imediata
0.18

Indicadores de Eficiência

Margem EBIT
22.25%

Indicadores de Rentabilidade

28.35%
25.55%
10.83%
Giro do Ativo
0.72

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
4.96%
CAGR Lucro
741.48%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 61.58%
Margem EBITDA 29.79%
Margem Operacional 22.25%
Margem Líquida 14.35%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 523,48 Mi
FCL R$ 1,84 Bi
Caixa Total R$ 1,14 Bi
Caixa/Ação R$ 2,17
Receita e Dívida
Receita Total R$ 10,67 Bi
Lucro Bruto R$ 6,57 Bi
EBITDA R$ 3,18 Bi
Dívida Total R$ 3,73 Bi
Crescimento
Receita 4.96%
Lucro 741.48%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 10.497,05 Mi R$ 9.634,21 Mi R$ 8.795,39 Mi R$ 8.458,66 Mi
Lucro Bruto R$ 6.382,77 Mi R$ 5.681,79 Mi R$ 5.141,39 Mi R$ 4.921,13 Mi
EBITDA R$ 2.375,73 Mi R$ 761,84 Mi R$ 428,04 Mi R$ 362,54 Mi
Lucro Líquido R$ 1.475,17 Mi R$ 235,14 Mi R$ -34,26 Mi R$ 51,98 Mi

Sobre a RIAA3

Setor
Consumo Cíclico
Indústria
Tecidos. Vestuário e Calçados
Funcionários
25.000
Market Cap
R$ 3,36 Bi
Descrição do Negócio

Guararapes Confecções S.A., operando sob a marca Riachuelo, é um dos maiores grupos de moda do Brasil com mais de sete décadas de história. A empresa possui um modelo de negócio totalmente verticalizado, integrando manufatura, varejo e serviços financeiros. O grupo opera 435 lojas físicas distribuídas em todo o Brasil através das marcas Riachuelo, Casa Riachuelo, Carter's e FANLAB, complementadas por operações robustas de e-commerce que incluem marcas próprias e marketplace de terceiros. A Guararapes também controla a Midway Financeira, plataforma de produtos e serviços financeiros, e o Midway Mall em Natal. A infraestrutura logística inclui três centros de distribuição estrategicamente localizados em Guarulhos (SP), Natal (RN) e Manaus (AM), além da Transportadora Casa Verde, empresa de frete própria. Em 2022, a companhia migrou para o segmento Novo Mercado da B3, reafirmando seu compromisso com os mais altos padrões de governança corporativa e transparência.

Dividendos

JCP R$ 0,8266
Pagamento: 05/01/2026
DIVIDENDO R$ 1,7494
Pagamento: 30/12/2025
DIVIDENDO R$ 0,1177
Pagamento: 04/08/2025
DIVIDENDO R$ 0,0601
Pagamento: 03/12/2024
DIVIDENDO R$ 0,0601
Pagamento: 03/12/2024
JCP R$ 0,0201
Pagamento: 21/11/2023
JCP R$ 0,0201
Pagamento: 21/11/2023
JCP R$ 0,0603
Pagamento: 21/11/2023
JCP R$ 0,0603
Pagamento: 21/11/2023
JCP R$ 0,0601
Pagamento: 22/05/2023

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Enquanto o mercado brasileiro discute qual tecnologia adotar primeiro, um grupo de 37 executivos de grandes empresas brasileiras — entre elas Itaú, Amazon, iFood, BTG Pactual, GPA, C&A, Riachuelo, Azul, The Walt Disney Company e RentCars — chega a uma conclusão incômoda: a tecnologia raramente é o gargalo. O problema está na experiência que ela entrega — e na cultura que sustenta essa entrega. É esse o fio condutor de Experiência Digital: Da Estratégia à Prática, livro colaborativo que reúne líderes de Customer Experience, Dados, IA, Tecnologia e Inovação de mais de 30 organizações brasileiras de diferentes setores, de instituições financeiras a varejo, saúde, mobilidade, tecnologia e serviço público. A obra, produzida pela comunidade Xperience Makers em parceria com a Rokkets Editora, chega às mãos do mercado em um momento em que a pressão por resultado de IA nas empresas brasileiras é alta, mas os retornos, segundo boa parte do próprio mercado, ainda decepcionam quando a experiência do cliente e do colaborador não acompanha o investimento em tecnologia. O lançamento oficial acontece em evento presencial no dia 19 de agosto de 2026 (quarta-feira), às 18h30, na Estante Virtual e Teatro YouTube na Galeria Magalu, na Avenida Paulista, em São Paulo. Mais do que uma celebração editorial, o encontro reunirá os autores do livro para uma noite de networking e trocas entre executivos e especialistas de diferentes segmentos, com sessão de autógrafos e apresentação de cases reais de Customer Experience, Experiência Digital, Dados, IA, Tecnologia, Cultura e Inovação. "A transformação digital não falha por falta de tecnologia. Ela falha quando as empresas digitalizam processos sem transformar experiências. Este livro nasceu para mostrar, a partir de quem está tomando decisões e executando essa transformação todos os dias, que dados, IA e tecnologia só geram valor quando melhoram de verdade a vida de clientes, colaboradores e negócios." comenta Christiano Bem, fundador da Comunidade Xperience Makers. Diferente de publicações teóricas sobre o tema, os 36 capítulos são assinados por quem decide e executa essas estratégias dentro das próprias empresas. Entre os autores estão profissionais das seguintes empresas: Sicredi, Itaú, Hospital Alemão Oswaldo Cruz, CNH, QuestionPro, Swift, Nissan, Rokkets Group, InovaUSP – WSA Brasil, Alelo, Dow, Ana Smart Solutions, LuizaLabs, Amazon, Housi, BTG Pactual, Afya, Azul, Alura, Einstein Hospital Israelita, The Walt Disney Company, ADM – Archer Daniels Midland Company, GAC Brasil, Food To Save, Getnet, Tenda, 2S, iFood, Brasilseg, ESPM, Rentcars, C&A Brasil, Comgás, GPA, Riachuelo e Farmácias Pague Menos. "Precisamos parar de buscar o 'encantamento forçado' no digital. A fidelidade real acontece no terreno do esforço zero. O papel da inteligência artificial preditiva é atuar como um motor invisível que elimina a burocracia e resolve problemas antes mesmo que o cliente perceba.Quando você une governança de dados e empatia para respeitar o tempo do cliente, a experiência deixa de ser um custo e se torna o ativo financeiro mais resiliente do negócio. No final das contas, ser invisível é a forma mais profunda de se tornar inesquecível." comenta Roberto Madureira, COO/CXO da Rentcars e Coautor do livro. "Precisamos parar de buscar o 'encantamento forçado' no digital. A fidelidade real acontece no terreno do esforço zero. O papel da inteligência artificial preditiva é atuar como um motor invisível que elimina a burocracia e resolve problemas antes mesmo que o cliente perceba.Quando você une governança de dados e empatia para respeitar o tempo do cliente, a experiência deixa de ser um custo e se torna o ativo financeiro mais resiliente do negócio. No final das contas, ser invisível é a forma mais profunda de se tornar inesquecível." comenta Madureira. O evento é aberto ao mercado, com inscrição gratuita e vagas limitadas, e reunirá executivos e líderes de negócios, profissionais de Customer Experience, gestores de marketing, especialistas em dados e IA, líderes de transformação digital, profissionais de produto e tecnologia, empreendedores e estudantes interessados em inovação e experiência. Serviço Lançamento do livro Experiência Digital: Da Estratégia à Prática Data: 19 de agosto de 2026 (quarta-feira) Horário: 18h30 Local: Estante Virtual e Teatro YouTube – Galeria Magalu, Avenida Paulista, São Paulo Entrada: Gratuita, mediante inscrição no Sympla e disponibilidade de vagas Link para Inscrição: https://bit.ly/4gyf5Go

FII XPML11 compra 60% do São Bernardo Plaza Shopping
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FII XPML11 compra 60% do São Bernardo Plaza Shopping

O fundo imobiliário XP Malls (XPML11) celebrou nesta semana um memorando de entendimentos para adquirir 60% do São Bernardo Plaza Shopping das mãos da administradora Allos (ALOS3) . Com valor de transação de R$ 331,1 milhões, o FII XPML11 mira um dos principais centros de compras da região do ABC Paulista, cujo ABL (Área Bruta Locável) total é de 42 mil metros quadrados. Caso o negócio obtenha a aprovação do CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) e bons resultados do processo de due diligence, o XP Malls deve desembolsar a grana para comprar o shopping center da seguinte forma: Parcela de R$ 231,7 milhões a ser paga na data de fechamento da transação, em cotas do XP Malls, mediante a subscrição, pela ALOS3, da quantidade de cotas do XP Malls que perfaça o valor desta parcela na data de fechamento; e Parcela de R$ 99,3 milhões, em moeda corrente nacional, a ser paga em até 24 meses contados da data de fechamento, atualizada monetariamente pela variação do CDI. O São Bernardo Plaza Shopping recebe mais de 600 mil consumidores por mês e conta com mais de 200 lojas, sendo nove inquilinos âncoras (Lojas Renner, Riachuelo, C&A, Cinépolis, Fantasy Park, Bom Boliche, SmartFit, Centauro e Caedu) e seis megalojas (Fast Shop, Casas Bahia, Magazine Luiza, Kalunga, Cacau Mega Store, RiHappy).

Para as empresas da B3, a Copa do Mundo foi um gol contra
B3 13/08/2026

Para as empresas da B3, a Copa do Mundo foi um gol contra

Ao menos 15 companhias mencionaram o mundial como uma influência para os resultados Gabriel Baldocchi, Julia Pestana e Circe Bonatelli Para as empresas da B3, a Copa do Mundo deixou um gosto amargo muito além da pior campanha da seleção brasileira em 36 anos dentro dos gramados. Fora do campo, um grupo majoritário de companhias classificou a competição como um evento negativo para vendas, fluxo de lojas e o resultado no segundo trimestre. No Brasil, dia de jogo do mundial é sagrado – por mais desacreditada que a seleção estivesse. Funcionários são dispensados das empresas mais cedo, parte do comércio fecha e a que fica aberta vê o movimento despencar em horários próximos à partida. Como se não bastasse isso, há ainda o interesse pela competição para além da camisa verde e amarela – vide aquele bolão ‘da firma’ que você apostou – e que mobilizou atenção dos consumidores por mais dias nesta edição prolongada do mundial. A distração se somou aos desafios do momento adverso da economia, em que a inflação alta e os juros já pesam sobre o consumo. Por tudo isso, a Copa se expressa nos balanços da Bolsa local como em poucos países do mundo. No segundo trimestre, ao menos 15 companhias da B3 mencionaram o mundial como uma influência para os resultados no período, 10 delas com um viés negativo nos números, com destaque para as varejistas de moda. Na ponta oposta, quatro empresas sentiram benefícios: Ambev, Magalu, SBF, dona da Centauro, e Alpargatas, dona da Havaianas. Seria como dizer que, ao longo da competição, os brasileiros beberam mais cervejas, compraram aparelhos de TV para assistir os jogos, camisas de times e sandálias, mas foram menos aos shoppings, adiaram compras de novos “looks” e até diminuíram o ritmo na academia. “Realmente nunca tinha visto um comportamento deste tipo”, afirmou Paulo Correa, presidente da C&A, ao detalhar os números do segundo trimestre e citar que o crescimento do grupo teria sido maior sem os efeitos da Copa. A receita avançou 1,2%, para R$ 2 bilhões. Segundo o executivo, a redução no movimento das lojas não ficou restrita aos dias de jogos do Brasil, como em edições anteriores. Correa diz que esta é a sua sexta Copa na C&A. O mesmo fenômeno foi observado na Renner e na Riachuelo. A estimativa é que a Copa do Mundo tenha retirado entre 3 e 4 pontos percentuais do desempenho de ambas no trimestre. “Historicamente, acontecia muito concentrado nos dias de jogos do Brasil. Desta vez foi muito diferente, a redução do fluxo aconteceu durante todo o evento”, disse Fabio Faccio, presidente da Renner. A Copa de 2026 foi a mais longa da história, com 39 dias. No segundo trimestre, a receita da Renner somou R$ 3,6 bilhões, alta anual de 1,1%. O lucro, porém, ficou estável em cerca de R$ 400 milhões e a companhia ainda diminuiu a previsão de receita de 2026 para um intervalo de 4% a 8%, ante estimativa anterior de avanço entre 9% e 13%. “Esperávamos mais no segundo trimestre porque temos potencial para mais”, afirmou Faccio. Presença A gestão da Iguatemi viu o impacto ainda de clientes que foram pessoalmente ver os jogos no exterior. O presidente da rede, Ciro Neto, diz ter percebido que os consumidores do grupo, com perfil de alta renda, viajaram para os países-sede no período. O efeito da Copa do Mundo foi citado como um dos principais impactos negativos no resultado do trimestre. No segmento de shoppings, a Allos, dona do Villa-Lobos, também citou efeito negativo, enquanto a Multiplan, dona do Morumbi Shopping, minimizou os efeitos do mundial. “Qualquer evento forte na TV é ruim para os shopping centers e para o comércio. Pode ser Copa, Olimpíada e até o fim da novela. Mas isso atrapalha pontualmente, naquele dia específico. No dia seguinte, tudo volta ao normal”, afirmou o presidente da Multiplan, Eduardo Peres. No atacarejo do Assaí, a estimativa foi de que os jogos retiraram aproximadamente 1 ponto porcentual das vendas em mesmas lojas. Já o diretor financeiro da Smart Fit, José Luís Rizzardo, disse ter sentido impacto tanto nas academias, como no TotalPass, plataforma de acesso a atividades físicas do grupo, no Brasil e no México. “Nas nossas estimativas, isso tirou aproximadamente 1% da base de clientes de ambos os países”, afirmou. Até mesmo negócios com forte relação com os esportes viram expectativas frustradas no período da competição. Na Vulcabras, dona da marca Olympikus, a percepção foi de que o evento atrapalhou em vez de ajudar a dar visibilidade para os demais esportes, como era esperado inicialmente. “A Copa do Mundo trouxe uma queda muito maior do que já tínhamos visto no passado, não só em material esportivo. Foi ruim para o varejo, em geral, e isso reflete também nos nossos resultados: achamos que poderíamos ter fechado um trimestre um pouco melhor”, afirmou o presidente da Vulcabras, Pedro Bartelle, em entrevista à Broadcast. Beneficiários Decepção para a maior parte das empresas da B3, redenção para uma minoria. No campo das vencedoras, o maior destaque foi o do grupo SBF, dono das lojas de esportes Centauro. Impulsionada pela Copa, a rede vendeu 1,5 milhão de itens relacionados ao mundial, entre os quais 1 milhão de camisas da seleção brasileira. Assim, fechou o trimestre com receita recorde de R$ 2,2 bilhões e um avanço de 62,7% no lucro, para R$ 141,8 milhões, resultado visto como surpreendente por analistas de mercado. Na Alpargatas, dona da Havaianas, o presidente da companhia atribuiu a melhora nas vendas no mercado nacional à Copa do Mundo. “A Havaianas é muito associada ao sentimento de brasilidade e garantimos que consumidor encontrou os produtos que queria”, afirmou o diretor-presidente da companhia, Liel Miranda, em conferência com os investidores. As lojas físicas do Magalu tiveram um impulso a mais para crescer 10,3% no período e chegar a uma receita de R$ 5,2 bilhões. A Copa do Mundo impulsionou a venda de televisores, com alta de quase 40%, linha branca (15%) e móveis (10%). Ainda assim, a companhia encerrou o trimestre com um prejuízo de R$ 54 milhões. Para a Ambev, patrocinadora da CBF, o evento foi visto com uma oportunidade de fortalecimento das marcas. No trimestre, a companhia estimou um impacto positivo adicional de 0,5 a 1 ponto porcentual com o mundial sobre o crescimento de cerveja no Brasil. No mundo Nos balanços das gigantes globais, poucas empresas fizeram menções diretas à Copa. Um dos principais casos foi o da Unilever, também patrocinadora da competição, que destacou o evento como um dos principais impulsionadores das vendas na unidade de cuidados pessoais. A empresa citou o avanço da Rexona impulsionado pelas ações do mundial especificamente no Brasil, terceiro maior mercado do grupo. A Unilever teve, no segundo trimestre, o melhor volume de vendas em mais de uma década no período. Já a Adidas, viveu os dois lados da moeda. A empresa se consagrou por estampar as camisas dos dois times finalistas (Argentina e Espanha), vendeu mais bolas e uniformes, mas viu suas ações caírem quase 20% após divulgar os resultados do trimestre, em que informou gastos de pouco mais de 900 milhões de euros com marketing relacionado à Copa e um impacto negativo no lucro. Típico lance de Copa moderna: bola na rede, explosão na torcida, ponto no placar… e a decepção de um gol anulado pelo juiz no VAR.

Perguntas Frequentes sobre RIAA3

Qual é a cotação de RIAA3 hoje na B3?
A cotação de RIAA3 hoje está em R$ 6,73. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 6,67 e máxima de R$ 6,79.
Quanto a RIAA3 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de RIAA3?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de RIAA3 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de RIAA3?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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