RCRB11 Fundo de Investimento Imobiliario Rio Bravo de Renda Corporativa – Cotação Hoje
Fundo de Investimento Imobiliario Rio Bravo de Renda Corporativa
CNPJ: 03683056000186
Selo de Investimento:
🏢 Renda SólidaAtende a 8 de 11 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Portfólio de Imóveis & Vacância Física
| Imóvel & Tipo | Endereço / Cidade | Área (ABL) | Vacância | Part. Receita |
|---|---|---|---|---|
| JK FINANCIAL CENTER Imóveis para renda acabados | Av. Juscelino Kubitschek, 510, Itaim Bibi, São Paulo/SP | 10.505 m² | 0,00% | 35,61% |
| CONTINENTAL SQUARE Imóveis para renda acabados | Rua Olimpiadas. 205, São Paulo SP | 8.282 m² | 0,00% | 18,27% |
| EDIFÍCIO BRAVO! PAULISTA Imóveis para renda acabados | Alameda Santos, 1.800 - Jardins | 5.738 m² | 0,00% | 12,78% |
| PQ CULTURAL PAULISTA Imóveis para renda acabados | Avenida Paulista, 37, São Paulo/SP | 5.034 m² | 0,00% | 10,13% |
| PARQUE SANTOS Imóveis para renda acabados | Alameda Santos, 1163, Cerqueira César, São Paulo/SP | 5.135 m² | 0,00% | 10,05% |
| EDIFÍCIO GIRASSOL Imóveis para renda acabados | Rua Girassol, 555 - Vila Madalena | 4.264 m² | 0,00% | 6,50% |
| JATOBÁ Imóveis para renda acabados | Rua Surubim, 373, Brooklin Novo, São Paulo/SP | 1.712 m² | 0,00% | 3,14% |
| INTERNACIONAL RIO Imóveis para renda acabados | Praia do Flamengo nº 154, Flamengo, Rio de Janeiro/RJ | 1.481 m² | 0,00% | 2,36% |
| CANDELÁRIA CORPORATE Imóveis para renda acabados | Rua da Candelária nº 65, Centro, Rio de Janeiro/RJ | 1.297 m² | 0,00% | 1,02% |
📊 Alocação por Classe de Ativo
Principais Títulos & CRIs em Carteira
Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do RCRB11.
Resumo Fundamentalista de RCRB11
O ativo RCRB11 (Fundo de Investimento Imobiliario Rio Bravo de Renda Corporativa) está sendo negociado hoje a R$ 132,64, acumulando uma variação de -0.32% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 123,61 e a máxima de R$ 146,27. O fundo atua no segmento de Tijolo - Lajes Corporativas, registrando um Dividend Yield (12M) de 9.65% e indicador P/VP de 0.70x.
Histórico de Cotação: RCRB11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a RCRB11
O FUNDO DE INV. IMOBILIÁRIO RIO BRAVO RENDA CORPORATIVA (RCRB11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Escritórios, com gestão Ativa.
Outros FIIs do Segmento Tijolo - Lajes Corporativas
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TRXF11 enche o carrinho de novo e paga R$ 2,83 bilhões, mas FII cai na bolsa; veja o que entra no portfólio
Mesmo com os investidores torcendo o nariz a cada nova compra de imóveis do fundo imobiliário TRX Real Estate (TRXF11), o FII continua enchendo o carrinho. Os novos “recebidos pagos” incluem sete operações de empreendimentos logísticos e cinco participações em shoppings da empresa Iguatemi (IGTI11). No total, o valor desembolsado chega a R$ 2,83 bilhões. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Porém, o mercado segue com um pé atrás sobre a sequência de aquisições do fundo. Por volta de 11h48 desta quinta-feira (24), as cotas do FII recuavam 1,27%. E o ano tem sido difícil para o fundo imobiliário na bolsa. Com a desconfiança de cotistas, o ativo acumula queda de 27% desde o início de 2026. Na quarta-feira (23), o fundo anunciou a compra integral e de fatias de imóveis logísticos localizados em Pernambuco, Espírito Santo, Minas Gerais e Paraná. Já nesta quinta, outros três imóveis logísticos foram embolsados, também no Espírito Santo e em Minas. Além disso, o FII amplia a participação no setor de shoppings, com a compra de cinco ativos da Iguatemi. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Aposta bilionária em galpões logísticos A maior parte das novas aquisições é no setor logístico. Só nas operações envolvendo galpões e centros de distribuição, o fundo anunciou investimentos de cerca de R$ 1,85 bilhão. Leia Também Na quinta-feira (24), o TRXF11 o fundo informou a aquisição de participações em três empreendimentos logísticos localizados em Itapeva (MG), Cariacica (ES) e São Sebastião da Bela Vista (MG), em uma transação estimada em R$ 578,3 milhões. Entre os locatários estão empresas como Petlove, Mercado Livre, Azzas, Suzano, Whirlpool e Support. Em São Sebastião da Bela Vista está um projeto desenvolvido de forma personalizada para o Mercado Livre, com mais de 122 mil metros quadrados de área bruta locável e entrega prevista entre o fim de 2027 e o início de 2028. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Um dia antes, o fundo já havia anunciado a aquisição do Centro Logístico Grande Vitória, em Viana (ES), por R$ 643,6 milhões. O imóvel possui cerca de 184 mil metros quadrados de área bruta locável e abriga locatários como DHL, Raia Drogasil, Super BH, Ativa e Ybera. Também na quarta-feira, o fundo divulgou um acordo para adquirir indiretamente um complexo logístico em Extrema (MG) por R$ 424,3 milhões. Neste caso, a operação será estruturada por meio de um novo fundo imobiliário gerido pela Cy.Capital, do qual o TRXF11 será investidor âncora. O movimento se soma ainda à conclusão da compra de 70% do empreendimento LOG Recife II, em Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco. O ativo está todo locado à Shopee até 2030 e foi adquirido por aproximadamente R$ 210 milhões. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Sede da BRF no portfólio Além dos ativos logísticos, o TRXF11 concluiu a aquisição de uma participação de 90,07% em um imóvel localizado em Curitiba, no Paraná, e ocupado pela sede administrativa da BRF. O negócio foi fechado por R$ 103,5 milhões. O imóvel possui cerca de 23,4 mil metros quadrados de área bruta locável correspondente à participação adquirida e foi negociado com taxa de capitalização de 10,25% ao ano. Segundo a gestora, o ativo abriga cerca de 1,2 mil funcionários da companhia e concentra funções corporativas como logística, tecnologia e recursos humanos. Expansão também nos shoppings Fora do segmento logístico, o TRXF11 avançou na compra de participações em cinco shoppings da Iguatemi com a assinatura de um compromisso definitivo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A transação já havia sido divulgada no início de agosto e envolve os seguintes empreendimentos: 36% do Iguatemi Alphaville; 10% do Iguatemi Ribeirão Preto; 10% do Iguatemi São José do Rio Preto; 35,55% do Praia de Belas; 36% do I Fashion Outlet Novo Hamburgo. A transação é avaliada em R$ 876,1 milhões. No entanto, o encerramento da negociação ainda depende de uma operação de financiamento que permitirá ao TRXF11 realizar o pagamento da parcela inicial. Mesmo após a conclusão da venda, a Iguatemi continuará responsável pela administração dos cinco empreendimentos. Mercado está insatisfeito com as compras recentes O problema, no entanto, é que os investidores estão insatisfeitos com as aquisições recentes do TRXF11. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Há dez dias, o fundo imobiliário passou pela mesma coisa: anunciou a compra de ativos corporativos e os cotistas reagiram vendendo os papéis. As operações de R$ 340,3 milhões envolviam o Edifício Morumbi, localizado na Avenida Morumbi, e dez unidades do Thera Corporate – Torre 3, na Avenida Engenheiro Luiz Carlos Berrini. O anúncio da aquisição veio após o TRXF11 vender um imóvel locado ao Delboni Auriemo, localizado também em São Paulo, por R$ 77 milhões. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Fundos, empresas de fachada e R$ 11,6 bilhões: operação contra lavagem de dinheiro chega a SC
Quer receber notícias como esta em seu Whatsapp? Clique aqui e entre para nosso grupo Uma nova etapa da investigação sobre um esquema de lavagem de dinheiro foi deflagrada nesta quinta-feira (24). A Operação Crédito Oculto, desdobramento da Operação Carbono Oculto, cumpre mandados de busca e apreensão contra 13 pessoas físicas e 19 empresas em sete estados, incluindo Santa Catarina. A ação é realizada pela Receita Federal, Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), Secretaria da Fazenda e Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo, além das polícias Militar e Civil. Conforme os órgãos envolvidos, a operação investiga estruturas financeiras que teriam sido utilizadas para ocultar patrimônio e viabilizar a aquisição de uma das maiores distribuidoras de combustíveis do país. LEIA MAIS: Ao todo, são 28 endereços alvos da operação, 26 em São Paulo e um em cada um dos estados de Santa Catarina, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Investigação aponta uso de empresas e fundos para ocultar recursos e beneficiários de negócios | Foto: Divulgação/Receita Federal A investigação aponta a utilização de empresas, fundos de investimento, holdings e instituições financeiras para dificultar a identificação dos responsáveis pelos recursos. Investigação aponta estruturas sobrepostas De acordo com a investigação, o esquema teria começado com a ocultação dos verdadeiros proprietários de uma usina sucroalcooleira no interior de São Paulo. A estrutura societária teria sido formada por fundos e empresas aparentemente independentes, mas os investigadores apontam que o controle econômico continuava ligado aos reais beneficiários. Segundo os investigadores, cerca de R$ 100 milhões teriam sido usados na estrutura para aquisição da distribuidora | Foto: Divulgação/Receita Federal Um dos principais negócios analisados envolve cerca de R$ 370 milhões em direitos creditórios da usina. Segundo os levantamentos, parte dos recursos usados na operação teria origem em fundos controlados pelo mesmo grupo investigado, criando um fluxo financeiro que, conforme a investigação, dificultava a identificação dos beneficiários. Na etapa seguinte, a usina teria sido utilizada na estrutura montada para a aquisição da distribuidora de combustíveis. Segundo os investigadores, cerca de R$ 100 milhões foram enviados à empresa para financiar o negócio. A investigação aponta ainda que os recursos passaram por diferentes empresas e contas antes de chegarem à usina. Posteriormente, o dinheiro teria sido direcionado a um fundo de investimento criado para a operação e utilizado em negócios envolvendo um banco e duas empresas de fachada. Empresa financeira investigada movimentou cerca de R$ 11,6 bilhões entre 2021 e 2025 | Foto: Divulgação/Receita Federal Empresa financeira movimentou R$ 11,6 bilhões Segundo a investigação, uma empresa financeira utilizada na aquisição simulada da usina movimentou aproximadamente R$ 11,6 bilhões entre 2021 e 2025. Para os investigadores, o volume, analisado junto às demais evidências, reforça os indícios de uso da estrutura para ocultação patrimonial, dissimulação da origem dos recursos e lavagem de capitais. A operação também identificou a utilização de fundos imobiliários. Conforme os investigadores, imóveis ligados aos envolvidos teriam sido transferidos para empresas patrimoniais e, depois, para esses fundos, mantendo o controle econômico dos bens, mas afastando-os da titularidade direta dos investigados. A investigação aponta que as diferentes estruturas, como fintechs, fundos, holdings, empresas de fachada e empresas patrimoniais, teriam funções complementares para movimentar recursos, adquirir ativos e dificultar a identificação dos beneficiários finais.
FIIs populares caem até 47% em 2026; oportunidade para comprar barato ou armadilha?
Entre os FIIs com mais de 30 mil cotistas, há casos de quedas superiores a 40% Publicidade Alguns dos fundos imobiliários mais populares entre os investidores enfrentam fortes desvalorizações em 2026. Entre os FIIs com mais de 30 mil cotistas, há casos de quedas superiores a 40%, enquanto outros recuam mais de 20% no ano, segundo levantamento da Economática com o InfoMoney. Na lista aparecem nomes com bases expressivas de investidores, como TGAR11 (TG Ativo Real) com 127,1 mil cotistas e queda de 47,03% no ano; HCTR11 (Hectare CE), com 118,1 mil investidores e baixa de 29,23%; e DEVA11 (Devant Recebíveis Imobiliários), que reúne 71,6 mil cotistas e recua 25,79%. Também estão entre os destaques negativos TORD11 (-47,59%), URPR11 (-43,69%) e MFII11 (-41,39%). FII Queda em 2026 Cotistas TORD11 -47,59% 46.674 TGAR11 -47,03% 127.101 URPR11 -43,69% 53.862 MFII11 -41,39% 31.165 HCTR11 -29,23% 118.112 DEVA11 -25,79% 71.564 VGHF11 -23,43% 358.491 BBIG11 -21,82% 37.182 TRXF11 -17,72% 351.702 TRBL11 -16,93% 40.285 Fonte: Economática – dados obtidos até 22 de setembro Outros fundos populares também aparecem entre os maiores recuos: VGHF11 (Valora Hedge Fund), com 358,5 mil cotistas, acumula queda de 23,43%; BBIG11 (BB Premium Malls), com 37,2 mil investidores, cai 21,82%; TRXF11 (TRX Real Estate), que possui 351,7 mil cotistas, recua 17,72%; enquanto TRBL11 (Tellus Rio Bravo Renda Logistica), com 40,3 mil investidores, registra baixa de 16,93%. A concentração de tantos fundos conhecidos entre as maiores quedas chama atenção justamente pelo tamanho de suas bases de investidores. Mas, apesar de aparecerem lado a lado no ranking, os fundos possuem estratégias e estruturas de carteira bastante diferentes — e os motivos por trás das desvalorizações também não são os mesmos. Para Olivia Flôres de Brás, CEO da Magno Investimentos, esse é justamente o principal cuidado que o investidor deve ter ao olhar para uma tela de maiores quedas. Segundo ela, há fundos de desenvolvimento, estruturas multiestratégia e fundos predominantemente de crédito, com riscos que passam por execução, liquidez, recebíveis, carência e inadimplência. Continua depois da publicidade Leia Mais: “Vai virar ativo previdenciário”: Analista prevê FIIs superando ações em investidores Desconto de 50% não significa a mesma coisa para todos os FIIs Segundo a especialista, entre os riscos estão execução de projetos, baixa liquidez, deterioração de recebíveis, carência e inadimplência. Por isso, o tamanho do desconto em relação ao patrimônio líquido não seria suficiente para determinar se uma cota tem potencial de recuperação. “O P/VP não mede oportunidade. Ele mede a distância entre aquilo que o fundo reconhece como patrimônio e aquilo que o mercado aceita pagar hoje”, afirma Olivia. Para ela, a questão central é verificar quanto desse patrimônio pode efetivamente se transformar em caixa para o cotista. Continua depois da publicidade No TORD11, por exemplo, a recuperação dependeria principalmente da capacidade de monetizar os ativos da carteira. O fundo tinha cerca de R$ 212,6 milhões de patrimônio líquido, mas valor de mercado próximo de R$ 6 milhões. Como a carteira reúne CRIs, FIPs e participações em SPEs, uma eventual melhora dependeria da realização desses ativos — e de quanto dos valores registrados no balanço poderá ser efetivamente recuperado. Já no TGAR11, o problema é menos relacionado à existência de patrimônio e mais ao tempo necessário para transformá-lo em dinheiro. O fundo tinha 95% das obras concluídas e 81% das vendas realizadas, enquanto o VGV vendido no segundo trimestre chegou a R$ 255 milhões, alta de 50% na comparação anual. Para Olivia, portanto, uma recuperação passa pela continuidade das vendas, conclusão dos projetos e conversão dos recebíveis em caixa. Leia Mais: “Vai virar ativo previdenciário”: Analista prevê FIIs superando ações em investidores Continua depois da publicidade Crédito, geração de caixa e inadimplência são os principais obstáculos No URPR11, a queda da cota veio acompanhada de redução das distribuições, que passaram da região de R$ 0,80 para R$ 0,30 por cota. O fundo ainda possuía cerca de R$ 110,4 milhões em caixa e liquidez, mas isso não elimina a necessidade de avaliar a qualidade dos créditos, as garantias e os prazos de recuperação. “Desconto sobre patrimônio confiável pode ser oportunidade. Desconto sobre patrimônio questionado pode ser apenas matemática bonita”, diz Olivia. No MFII11, o principal sinal de deterioração está na geração de caixa. A projeção líquida para 2026 foi revisada de R$ 30,6 milhões para R$ 9,2 milhões, enquanto a estimativa para 2027 caiu de R$ 87,1 milhões para R$ 46,5 milhões. A melhora, portanto, depende da capacidade dos projetos e participações do fundo voltarem a gerar caixa e serem monetizados próximos aos valores contabilizados. Continua depois da publicidade O quadro é mais delicado nos fundos de crédito. No HCTR11, apenas cerca de 10% da carteira de CRIs estava em dia na fotografia analisada, enquanto 54% estava em carência e 36% inadimplente. De acordo com Olívia, o fundo passou a depender sobretudo da recuperação dos créditos, por meio de renegociações, retomada dos pagamentos, execução de garantias e recuperação de principal. VGHF11, TRXF11 e BBIG11 também tem cotas pressionadas O BBIG11, que acumula queda de 21,82% em 2026, vem sendo pressionado principalmente pelo endividamento associado à aquisição dos shoppings e pelo recuo dos dividendos: o fundo reduziu a distribuição de R$ 0,07 para R$ 0,02 por cota em junho, embora tenha mantido baixa vacância dos imóveis. Já o VGHF11, com queda de 23,43%, sofreu com a desvalorização de sua carteira de FIIs e ativos indexados à inflação, além da redução dos rendimentos; em julho, distribuiu R$ 0,06 por cota e a gestão passou a reciclar parte da carteira, vendendo CRIs IPCA e aumentando a exposição a ativos atrelados ao CDI. No TRXF11, que recua 17,72%, o movimento recente não está ligado, até o momento, a uma deterioração dos imóveis ou dos rendimentos: o fundo segue fazendo aquisições e vendas de ativos, mas acontecimentos recentes envolvendo o grupo levaram alguns analistas a adotar uma postura mais cautelosa. Leia Mais: FIIs ganham 118 mil investidores em 3 meses, mas volume negociado cai 22% em agosto
Perguntas Frequentes sobre RCRB11
Qual é a cotação de RCRB11 hoje na B3?
Quanto a RCRB11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de RCRB11?
O que significa o P/L e o P/VP de RCRB11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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