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RBRI11 Fundo de Investimento Imobiliario FII RBR Desenvolvimento III – Cotação Hoje

🏢 FII Desenvolvimento

Fundo de Investimento Imobiliario FII RBR Desenvolvimento III

CNPJ: 32441656000136

Preço Atual
R$ 225,02
+0.00%
Cotação oficial B3 em tempo real
Análise de Fundos Imobiliários Geração de Renda Passiva

Selo de Investimento:

⚠️ Atenção

Atende a 4 de 10 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.

Pontuação dos Critérios 4/10 (40.0%)
Mínimo Renda Sólida: 7/10 Status: Atenção

Checklist Fundamentalista de 10 Critérios

Critérios de consistência e valuation auditados
Dividend Yield > 6% a.a.
DY 12M atual: 172.21% a.a.

Retorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano

Distribuição Mensal Consistente
16 meses com distribuição registrada nos últimos 12 meses

Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses

P/VP até 1.10 (Sem ágio excessivo)
P/VP atual: 0.58x (Abaixo de 1.10)

Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial

P/VP acima de 0.70
P/VP com desconto excessivo: 0.58x (alerta de risco)

Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito

Estabilidade nos Proventos
Variação trimestral estável: -16.3%

Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente

Patrimônio > R$ 500 Milhões
Patrimônio Líquido: R$ 31.4 milhões

Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência

Liquidez Diária > R$ 500 mil
Volume médio diário: R$ 1 mil

Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book

Segmento Consolidado
Segmento: Desenvolvimento

Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária

Mais de 3 anos na Bolsa
Data de IPO/listagem não mapeada

Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos

DY Sustentável (≤ 18% a.a.)
DY de 172.21% a.a. (muito elevado - risco de amortização ou distorção)

Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias

ℹ️ Análise algorítmica de FIIs calculada em tempo real com base em dados de proventos e patrimônio B3/CVM. Não constitui recomendação de compra ou venda.
🏢
Valuation de Rendimentos

Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)

Abaixo do Teto

Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 6.458,33
Rendimento Anual (12M) R$ 387,50
Margem de Segurança +96.52%
Ajustar parâmetros na Calculadora de Preço Teto
Fórmula: Rendimento Anual ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.
🏗️
CVM Oficial Data-base: 2026-06-30

Composição da Carteira & Ativos do Fundo

📊 Alocação por Classe de Ativo

Outros 0,00%
Outros 0,00%

Principais Títulos & CRIs em Carteira

BTGP TESOURO SELIC FI RF REFERENCIADO DI CRI • Taxa: N/D
R$ 830.699,60
Corsega Participações Ltda CRI • Taxa: N/D
R$ 23,57 mi
Fonte: Informes Periódicos Trimestrais CVM via Brapi.dev Atualização automática a cada novo informe registrado

O ativo RBRI11 (Fundo de Investimento Imobiliario FII RBR Desenvolvimento III) está sendo negociado hoje a R$ 225,02, acumulando uma variação de +0.00% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 225,02 e a máxima de R$ 944,99. O fundo atua no segmento de Desenvolvimento, registrando um Dividend Yield (12M) de 172.21% e indicador P/VP de 0.58x.

Abertura
R$ 225,02
Fec. Ant: R$ 225,02
Variação Dia
Min: R$ 225,02
Max: R$ 225,02
52 Semanas
Mín: R$ 225,02
Máx: R$ 944,99
Volume
4
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)

0.58
R$ 386,94
Patrimônio Líquido
R$ 31,43 Mi
Último Rendimento
R$ 13.0000
Pagto: 2025-07-25
Rendimento Médio (12M)
R$ 48.4375
por cota / mês
Rendimento 12M
R$ 387.5000
acumulado no ano
R$ 31,43 Mi
Quantidade de Cotas
139.665
Liquidez Diária
4

Sobre a RBRI11

Categoria / Segmento
Desenvolvimento
Tipo de Ativo
Fundo de Investimento Imobiliário (B3)
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O RBR DESEN III FII RL (RBRI11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.

Administrador do Fundo
Nome
BTG PACTUAL SERVICOS FINANCEIROS S.A. DISTRIBUIDOR
CNPJ
59281253000123
Telefone
55 11 3383-3102
Endereço
Praia de Botafogo, 501 - 6º Andar, Botafogo — Rio de Janeiro/RJ - CEP 22.250-040
AMORTIZAÇÃO R$ 83,7800
Pagamento: 17/08/2026
AMORTIZAÇÃO R$ 64,5998
Pagamento: 25/05/2026
AMORTIZAÇÃO R$ 103,8197
Pagamento: 11/02/2026
AMORTIZAÇÃO R$ 114,5597
Pagamento: 19/11/2025
AMORTIZAÇÃO R$ 173,6000
Pagamento: 10/09/2025
RENDIMENTO R$ 13,0000
Pagamento: 25/07/2025
AMORTIZAÇÃO R$ 47,2558
Pagamento: 18/06/2025
RENDIMENTO R$ 60,5000
Pagamento: 25/03/2025
RENDIMENTO R$ 130,5000
Pagamento: 25/02/2025
RENDIMENTO R$ 16,5000
Pagamento: 23/12/2024

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17/09/2026 ETFs ganham 223 mil investidores em um ano e alcançam 862 mil CPFs na B3 Além dos ETFs, ações, fundos listados, renda fixa e Tesouro Direto também ampliaram sua base de investidores São Paulo, 17 de setembro de 2026 - A trajetória de crescimento dos ETFs ganhou força no primeiro semestre de 2026. O número de pessoas físicas com fundos de índice na carteira passou de 639 mil, em junho de 2025, para 862 mil no encerramento do segundo trimestre deste ano. Foram 223 mil novos investidores em um ano, uma expansão de 34%. Em comparação com o primeiro trimestre do ano passado, o avanço foi ainda mais expressivo: 223 mil novos CPFs, avanço de 34%. No recorte anual, o valor em custódia dos investidores pessoas físicas em ETFs aumentou R$ 8,2 bilhões, passando de R$ 26,9 bilhões para R$ 35,1 bilhões, alta de 62%. Os dados fazem parte do boletim “Análise da Evolução dos Investidores na B3” , referente ao segundo trimestre de 2026. Os ETFs (Exchange Traded Funds) são fundos de índice negociados em bolsa que acompanham o desempenho de indicadores de mercado. Por meio deles, o investidor pode acessar diferentes classes de ativos, como ações, fundos imobiliários (FIIs), criptomoedas e índices internacionais, de forma simples e diversificada. Na prática, esses produtos permitem ampliar a exposição a mercados globais sem a necessidade de abrir conta no exterior, realizando o investimento diretamente em reais pela B3. A evolução dá continuidade ao movimento observado ao longo de 2025. Entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025, a base de investidores em ETFs havia aumentado 24%, de 581,6 mil para 721,7 mil CPFs, enquanto o valor em custódia cresceu 49%, de R$ 18,1 bilhões para R$ 26,9 bilhões. Somando os dois períodos, a base avançou quase 50% desde o fim de 2024, com a entrada de aproximadamente 280 mil investidores. A ampliação da oferta de produtos contribuiu para esse movimento. Somente em 2025, 62 novos ETFs foram listados na B3, e o ano terminou com cerca de 180 fundos de índice disponíveis. As alternativas incluem ETFs de renda fixa, criptomoedas, ações brasileiras e internacionais, além de fundos ligados a setores, tendências de mercado e temáticas ESG. “O ETF tem sido destaque frequente no boletim da evolução dos investidores na B3, o que reforça um ponto de inflexão no conhecimento, aumento desse produto na alocação de portfólio pelos agentes financeiros, das corretoras e bancos aos seus assessores de investimentos e gerentes e aprofundamento da diversificação pelos investidores. Em apenas seis meses, a base ganhou cerca de 140 mil investidores e o valor em custódia avançou 30%. Isso também demonstra que precisamos continuar suportando o movimento de ampliação da oferta de produtos e soluções para diferentes perfis e objetivos de investimento”, afirma Felipe Paiva, diretor de Relacionamento com Clientes e Pessoa Física da B3. Diversificação avança na renda variável O avanço dos ETFs ocorreu em um cenário de ampliação da participação das pessoas físicas na renda variável. A base passou de 5,5 milhões de CPFs em dezembro de 2025 para 5,7 milhões no segundo trimestre de 2026, com a entrada de cerca de 200 mil investidores. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, o crescimento foi de 7%. O valor total em custódia na renda variável também aumentou. Depois de encerrar 2025 em R$ 636,2 bilhões, alcançou R$ 656,3 bilhões no segundo trimestre de 2026, uma expansão de R$ 20,1 bilhões em seis meses. Além dos ETFs, outros produtos registraram crescimento no recorte anual. O número de investidores em ações no mercado à vista avançou 8%, enquanto os fundos listados, como FIIs e Fiagros, tiveram aumento de 15% na base de investidores e de 25% no valor em custódia. Renda fixa mantém trajetória de crescimento A renda fixa também continuou atraindo novos poupadores e investidores. A base passou de 105,1 milhões de brasileiros, em dezembro de 2025, para 107,1 milhões no segundo trimestre de 2026. Isso representa a inclusão de aproximadamente 2 milhões de pessoas em seis meses. Na comparação com o segundo trimestre de 2025, a base de investidores em renda fixa cresceu 7% e o valor em custódia avançou 11%. Entre os destaques estão os CDBs e RDBs, que registraram aumento anual de 7% no número de poupadores e investidores e de 23% no patrimônio investido. Tesouro Direto supera R$ 240 bilhões O Tesouro Direto encerrou o segundo trimestre de 2026 com 3,5 milhões de investidores, ante 3,4 milhões em dezembro de 2025. Em seis meses, aproximadamente 100 mil novos investidores passaram a ter títulos públicos na carteira. O crescimento foi ainda mais expressivo em termos financeiros. O estoque avançou de R$ 202,4 bilhões no encerramento de 2025 para R$ 242,6 bilhões no segundo trimestre de 2026. A alta foi de R$ 40,2 bilhões, ou aproximadamente 20%, em seis meses. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, o crescimento chegou a 43%.

Dividendos de 33 FIIs superam CDI após nova queda da Selic, mas cotas decepcionam
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Publicidade O Copom reduziu a Selic para 13,75% ao ano nesta quarta-feira (16), em mais um corte do ciclo iniciado em março. Com o CDI em torno de 13,60%, o número de fundos imobiliários do Ifix que superam a renda fixa em dividend yield (retorno apenas de dividendos) chega a 33, segundo dados da Economatica. Em abril, quando a Selic ainda estava em 14,50%, eram vinte e três. O crescimento do grupo se dá de forma mecânica porque, à medida que a Selic recua, a régua desce e mais fundos passam por cima dela sem precisar melhorar a distribuição. Os dados mostram também que, em 28 dos 33 fundos, a cota se desvalorizou nos últimos 12 meses. Na prática, o rendimento mensal fez todo o trabalho de manter o investidor no azul, e em dez casos nem isso foi suficiente. O levantamento considera o dividend yield calculado sobre a cotação de um ano atrás, o que superestima o retorno de quem compra hoje nos fundos cuja cota caiu. E a projeção só vale se a política de distribuição se mantiver, algo que merece atenção em fundos que receberam indenizações ou venderam ativos no período. O Ourinvest JPP lidera o ranking. É um fundo de papel com carteira concentrada em certificados de recebíveis imobiliários, gerido pela JPP Capital, que foi o FII de melhor desempenho entre janeiro e maio antes de devolver boa parte do ganho. A cota negocia bem abaixo do valor patrimonial e recuou ao longo do ano, o que responde por parte do yield elevado. O Life Capital Partners aparece em segundo com retorno total ligeiramente negativo. O fundo atua em crédito para loteamentos e projetos de primeira residência, com forte exposição à região Sul, e tem carteira bastante concentrada, já que poucos ativos respondem por praticamente todo o patrimônio. A distribuição mensal recuou em relação ao ano passado e a cota também cedeu. O Tellus Rio Bravo Renda Logística é o caso que mais exige atenção do investidor. O yield acima de 16% não vem da operação, e sim de indenizações recebidas depois que os Correios rescindiram unilateralmente o contrato atípico de um galpão em Contagem, em Minas Gerais. O fundo cobra na Justiça o valor remanescente do contrato. Os proventos distribuídos neste ano superam com folga os do ano passado por causa desses recebimentos pontuais, mas o rendimento mensal mais recente equivale a um yield bem abaixo do CDI. Quem comprar agora esperando a distribuição histórica tende a se frustrar. Continua depois da publicidade O Valora CRI CDI é o retrato do dilema dos fundos pós-fixados. Com carteira quase integralmente atrelada ao CDI, ele entregou retorno acima da média da lista e preservou a cota, mas é justamente o perfil que mais perde com a continuidade do ciclo de cortes. Cada nova redução da Selic comprime diretamente o rendimento distribuído. Entre os maiores rendimentos, que superam 15% ao ano, o Manatí Capital é o único que combinou dividendo elevado com valorização real da cota. O fundo opera com crédito estruturado, modalidade em que entra em operações de retorno mais alto do que os CRIs tradicionais, e encerrou o ano passado como o maior pagador de proventos entre os hedge funds imobiliários. A estratégia, no entanto, carrega risco de crédito superior ao da média da indústria. Fundo DY 12m Retorno total Variação da cota Ourinvest JPP (OUJP11) 17,90% +3,43% -13,52% Life Capital Partners (LIFE11) 17,02% -0,57% -16,67% Tellus Rio Bravo Renda Logística (TRBL11) 16,13% -3,52% -16,99% Valora CRI CDI (VGIR11) 15,70% +15,91% -0,94% Manatí Capital (MANA11) 15,49% +21,63% +4,77% Iridium (IRIM11) 15,44% +6,95% -8,04% Gazit Malls (GZIT11) 15,13% -5,80% -19,06% Polo Crédito Imobiliário (PORD11) 15,03% +20,22% +4,04% Banestes Recebíveis (BCRI11) 14,99% -1,93% -15,65% Mauá Capital Real Estate (MCRE11) 14,89% +4,81% -9,20% Habitat Recebíveis (HABT11) 14,84% -2,08% -16,09% Devant Recebíveis (DEVA11) 14,81% -24,38% -36,72% Hectare CE (HCTR11) 14,78% -31,23% -42,20% Cyrela Crédito (CYCR11) 14,71% +10,74% -4,16% Riza Akin (RZAK11) 14,64% +11,42% -3,47% Vectis Juros Real (VCJR11) 14,57% -1,11% -14,84% HSI Ativos Financeiros (HSAF11) 14,52% +12,59% -2,55% Tellus Properties (TEPP11) 14,43% +5,43% -8,17% Riza Arctium (RZAT11) 14,40% +13,13% -1,78% Suno Fundo de Fundos (SNFF11) 14,39% +15,39% +0,42% Pátria Top Offices (TOPP11) 14,38% +7,09% -7,18% Suno Recebíveis (SNCI11) 14,18% +11,66% -2,85% Green Towers (GTWR11) 14,13% +16,01% +1,57% BTG Pactual Shoppings (BPML11) 14,10% +24,51% +9,57% SPX Real Estate (SPXS11) 14,03% +0,40% -13,08% Kinea Oportunidades (KORE11) 14,01% +7,45% -6,50% Pátria Crédito Estruturado, ex-RBR (RBRY11) 13,99% -0,65% -13,97% Suno Energias Limpas (SNEL11) 13,94% +7,27% -6,85% Kinea Unique HY CDI (KNUQ11) 13,92% +12,58% -2,05% BTG Real Estate Hedge Fund (BTHF11) 13,82% +13,60% -0,46% Tivio Renda Imobiliária (TVRI11) 13,73% +8,09% -5,28% RBR Premium Recebíveis (RPRI11) 13,71% -1,30% -14,10% Clave Índice de Preços (CLIN11) 13,63% +10,13% -3,67% Fonte: Economatica. Levantamento considera fundos do Ifix com fechamento de 15/09/2026. O DY foi calculado sobre a cotação de 12 meses atrás. O retorno total inclui proventos e variação da cota; a última coluna mostra apenas a variação da cota. Ficaram de fora os fundos cujo yield praticamente empata com o CDI Olhe além do yield O rendimento mensal diz respeito ao passado. Antes de comprar pensando em renda, vale checar se a distribuição vem do resultado recorrente da carteira ou de eventos isolados, como venda de imóvel ou indenização judicial, e qual a exposição do fundo ao CDI, já que fundos pós-fixados tendem a distribuir menos conforme a Selic cai. Um yield muito acima da média costuma indicar que a cota caiu por algum motivo, e esse motivo raramente desaparece sozinho. Continua depois da publicidade Dois fundos da lista, por exemplo, acumulam perdas superiores a 20% mesmo somando os proventos. Devant e Hectare aparecem com dividend yield acima de 14% porque as cotas derreteram, não porque estejam distribuindo bem. Um dos exemplos ficou até fora do levantamento: o Cartesia Recebíveis liderava o ranking de abril, quando já surgiam dúvidas sobre o risco de concentração da carteira em ativos de incorporação após a reprecificação de CRIs do portfólio. O fundo perdeu mais de 70% do valor nos últimos 12 meses, mesmo considerando os rendimentos pagos, e hoje nem sequer bate o CDI. Os fundos Mérito, TG Ativo Real e Urca Prime seguem trajetória parecida.

FGTS amplia em R$ 500 mi verba para descontos em imóveis do Minha Casa, Minha Vida
UOL - Notícias

FGTS amplia em R$ 500 mi verba para descontos em imóveis do Minha Casa, Minha Vida

São Paulo e Curitiba O Minha Casa, Minha Vida recebeu um reforço de R$ 500 milhões no orçamento destinado aos descontos das faixas 1 e 2 do programa, que atendem famílias com renda de até R$ 5.000. A medida, aprovada na semana passada pelo Conselho Curador do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), eleva de R$ 12,5 bilhões para R$ 13 bilhões o volume total de recursos disponível para os descontos este ano e ajuda a garantir a continuidade das contratações e o atendimento da demanda até dezembro. A suplementação atende a uma demanda apresentada pela Cbic (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) e é essencial para dar continuidade às contratações do programa. Dos R$ 12,5 bilhões originalmente previstos para 2026, cerca de R$ 7,8 bilhões já haviam sido utilizados, conforme a Cbic. Empreendimento Minha Casa, Minha Vida no bairro de Pirituba, zona norte de São Paulo - Divulgação Segundo o presidente da entidade, Eduardo Aroeira Almeida, grande parte das empresas do setor atua nas faixas 1 e 2 do Minha Casa, Minha Vida e, como o financiamento não cobre 100% do valor do imóvel, muitas famílias têm dificuldade de reunir os recursos necessários para a entrada. "O desconto concedido com recursos do FGTS é fundamental para reduzir esse valor e viabilizar a compra da moradia", afirma. Segundo Johnny Ferreira dos Santos, coordenador-geral de Gestão do FGTS e colegiados do Ministério das Cidades, o valor irá para compor os descontos para as famílias. Na reunião, ele apresentou os dados do programa. Segundo os números, em julho, 32,3 mil famílias foram beneficiadas com descontos, que somaram quase R$ 1,1 bilhão. Até julho de 2026, mais de 200 mil famílias haviam sido beneficiadas com o desconto do programa, e a projeção do Ministério das Cidades é chegar a 376 mil famílias beneficiadas em 2026. O Minha Casa, Minha Vida funciona como um dos principais motores do mercado imobiliário brasileiro, sustentando o volume de lançamentos e vendas em um cenário de juros ainda elevados e crédito caro. A força do programa aparece não apenas na habitação popular, mas no peso que as unidades enquadradas no programa habitacional passaram a ter nos resultados gerais das incorporadoras. No segundo trimestre deste ano, 62.129 das 107.161 unidades lançadas estavam enquadradas no Minha Casa, Minha Vida (58% do total), a maior participação da série histórica de levantamento da Cbic e da Brain Inteligência Estratégica, iniciada em 2019. Para Celso Petrucci, conselheiro da Cbic e economista-chefe do Secovi-SP, se a taxa de juros continuar a dois dígitos, a participação do programa nos lançamentos deve chegar a 64%. Folha Mercado Receba no seu email o que de mais importante acontece na economia; aberta para não assinantes. Carregando... A força do programa se concentra principalmente nas regiões Norte, Sudeste e Nordeste. No Norte, o Minha Casa, Minha Vida lidera com 68% dos lançamentos (1.864 unidades) e 67% das vendas (2.463 unidades) do trimestre. No Sudeste, que responde pela maior fatia absoluta de mercado, o Minha Casa teve participação de 66% nos lançamentos (39.273 unidades) e de 58% nas vendas (33.159 unidades). O conselho aprovou também proposta de ampliação do prazo máximo de amortização de 20 para 30 anos nos programas Pró-Moradia, Saneamento Básico, Pró-Transporte e Pró-Cidades. Com isso, as operações de crédito com recursos do FGTS precisam observar o prazo máximo de amortização de 30 anos. Segundo o Ministério das Cidades, a mudança possibilita prazos mais compatíveis com as modalidades em relação a outras fontes de financiamento, para atender a uma demanda do setor. CONDIÇÕES OFERECIDAS NO MINHA CASA, MINHA VIDA Faixa Renda familiar bruta mensal Taxa de juros anual 1 Até R$ 3.200 4% a 5% 2 R$ 3.200 a R$ 5.000 4,75% a 7% 3 R$ 5.000 a R$ 9.600 7,66% a 8,16% 4 (classe média) R$ 9.600 a R$ 13 mil 10% VALORES DOS IMÓVEIS FAIXAS 1 e 2 - Até cerca de R$ 275 mil Mais compactos, geralmente apartamentos de 2 dormitórios, com metragem reduzida e foco em custo São comuns em bairros mais afastados ou cidades menores FAIXA 3 - Até R$ 400 mil Apartamentos novos de padrão intermediário, ainda com 2 quartos na maioria dos casos, mas já com mais espaço e áreas de lazer FAIXA 4 - Até R$ 600 mil

Perguntas Frequentes sobre RBRI11

Qual é a cotação de RBRI11 hoje na B3?
A cotação de RBRI11 hoje está em R$ 225,02. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 225,02 e máxima de R$ 225,02.
Quanto a RBRI11 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de RBRI11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de RBRI11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de RBRI11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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