PSSA3 Porto Seguro S.A. – Cotação Hoje
Porto Seguro S.A.
CNPJ: 02149205000169
Selo de Investimento:
🛡️ Buy and HoldAtende a 12 de 12 critérios fundamentalistas para estratégias de longo prazo.
Checklist Fundamentalista de 12 Critérios
Critérios auditados automaticamenteA dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses
Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%
Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.
Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos
Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x
Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século
Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial
Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado
Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x
Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x
Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x
Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%
Método Barsi (Preço Teto)
Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.
Fórmula de Graham (Preço Justo)
Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.
Resumo Fundamentalista de PSSA3
O ativo PSSA3 (Porto Seguro S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 49,47, acumulando uma variação de +3.41% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 45,09 e a máxima de R$ 55,72. A companhia está inserida no setor de Financeiro e Bancos, atuando no segmento de Seguradoras. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 8.69x e P/VP de 1.92x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 7.63%.
Histórico de Cotação: PSSA3
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores de Valuation Instituição Financeira
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 40.883,14 Mi | R$ 35.243,47 Mi | R$ 32.395,08 Mi | R$ 27.723,74 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 40.883,14 Mi | R$ 35.243,47 Mi | R$ 32.395,08 Mi | R$ 27.723,74 Mi |
| EBIT / Lucro Operacional | R$ 3.073,64 Mi | R$ 3.099,49 Mi | R$ 2.806,69 Mi | R$ 707,50 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 3.424,08 Mi | R$ 2.690,78 Mi | R$ 2.314,86 Mi | R$ 1.152,29 Mi |
Sobre a PSSA3
Porto Seguro S.A. é uma empresa brasileira de seguros e serviços financeiros, uma das maiores seguradoras do Brasil. A companhia oferece produtos de seguros para pessoas físicas e jurídicas, incluindo seguros de automóvel, residencial, comercial, saúde e vida. Porto Seguro atua também em serviços de assistência, previdência complementar e outros produtos financeiros. Com mais de 70 anos de história, a empresa é referência no mercado de seguros brasileiro, operando com tecnologia avançada, rede de atendimento abrangente e foco em inovação e satisfação do cliente.
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Piloto indiano descreve ataque a facadas em voo para Israel: 'Não ia deixar que os outros morressem'
Piloto indiano descreve ataque a facadas em voo para Israel: 'Não ia deixar que os outros morressem' Crédito, Narendra Modi Legenda da foto, O capitão Smit Machchhar com uma faixa na cabeça no hospital Author, Vikas Pandey Reporting from, Delhi Published Há 7 minutos Tempo de leitura: 4 min O piloto indiano da aeronave da Flydubai, que foi atacado pelo copiloto e abriu a porta da cabine para permitir a entrada de outras pessoas, afirmou que estava determinado a não deixar que os outros passageiros morressem. Smit Machchhar contou que estava caído no chão e continuava sendo agredido quando percebeu que o avião estava perdendo altitude rapidamente e que precisava fazer algo. "Eu estava caído no chão, ferido, mas disse a mim mesmo que faria um último esforço para abrir a porta por dentro", disse ele em uma chamada de vídeo com o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi. "Outras pessoas entraram e também ajudaram [a controlar a situação]. É claro que eu estava lutando pela minha própria vida, mas, ao mesmo tempo, sabia que não deixaria os outros morrerem", acrescentou. O avião, que seguia de Dubai para Tel Aviv, despencou mais de 17 mil pés (5,2 mil metros) após duas horas e meia de voo na última quarta-feira (31/09), antes que passageiros e tripulantes dominassem o agressor e retomassem o controle para realizar um pouso seguro. Crédito, Embaixada da Índia em Israel Legenda da foto, O governo indiano elogiou Smit Machchhar por sua 'imensa coragem' A aeronave foi forçada a desviar a rota para Tabuk, uma cidade no noroeste da Arábia Saudita. Machchhar, que também foi aclamado como um "verdadeiro herói" pelo primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, foi levado ao hospital antes de ser transferido por via aérea para Abu Dhabi, onde seu estado de saúde é considerado estável. Ele disse que pilota aviões há 17 anos e "consegue perceber o que está acontecendo com a aeronave mesmo de olhos fechados". Modi disse ao comandante que "sua coragem, paciência e rapidez na tomada de decisões salvaram a vida de muitas pessoas" e que todo o país estava orgulhoso dele. A embaixada da Índia nos Emirados Árabes Unidos informou na quinta-feira que Machchhar estava "bem de saúde e se recuperando satisfatoriamente". O embaixador Deepak Mittal disse estar "orgulhoso do comandante Smit por sua bravura" e "muito tranquilizado" ao encontrá-lo. "Não encaro este ferimento apenas como um ferimento, pois isso tornaria minha recuperação ainda mais difícil", disse Machchhar. "Vejo isso como uma jornada que está acontecendo aos poucos e levará tempo, mas estou confiante de que a recuperação virá e de que voltarei a ficar em forma e saudável." A reprodução deste formato de vídeo não é compatível com seu dispositivo Play video, "Em vídeo, passageiro pede ajuda no avião para Israel onde um piloto esfaqueou o outro", Duration 0,54 00:54 Legenda do vídeo, Em vídeo, passageiro pede ajuda no avião para Israel onde um piloto esfaqueou o outro O que aconteceu no voo da Flydubai? O voo FZ1073 da Flydubai decolou do Aeroporto Internacional de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, às 7h05 no horário local (0h05 no horário de Brasília), com destino ao Aeroporto Ben Gurion, em Tel Aviv. O voo transportava pelo menos 150 pessoas, e Netanyahu afirmou que "quase todos" os passageiros eram israelenses. Dados do site de rastreamento de voos Flightradar24 mostram que o avião fez uma descida rápida sobre a Arábia Saudita cerca de duas horas e meia após a decolagem, caindo mais de 5 mil metros em menos de dois minutos, por volta das 5h21. Minutos depois, o avião sinalizou um código de emergência — código squawk 7700 — antes de mudar para o código squawk 7500, que indica um sequestro. Às 9h40, o avião — que havia entrado brevemente no espaço aéreo jordaniano — retornou à Arábia Saudita, onde posteriormente iniciou sua descida manual para pouso. Menos de uma hora depois, o avião voltou a transmitir com o código squawk 7700, de emergência. Os primeiros relatos da mídia local citaram autoridades israelenses dizendo que uma briga havia começado entre dois pilotos. Mas, após o incidente, Netanyahu confirmou relatos posteriores de que um dos pilotos havia esfaqueado o outro antes de "aparentemente tentar derrubar" o avião. Ele disse que um passageiro israelense lhe contou que "o avião entrou em parafuso e começou a descer" antes que o passageiro e um membro da tripulação invadissem a cabine de comando e dominassem o "piloto que havia esfaqueado". O avião foi desviado para o Aeroporto de Tabuk, no noroeste da Arábia Saudita, e pousou às 9h58, de acordo com dados de localização. Modi e Trump elogiam o capitão Machchhar O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, disse que Machchhar "demonstrou imensa coragem e uma determinação inabalável em proteger a vida dos outros", apesar de estar gravemente ferido. "Sua bravura ajudou a salvar centenas de vidas e evitar uma grande tragédia", escreveu ele em uma postagem no X, acrescentando que esperava uma rápida recuperação do piloto. O ministro das Relações Exteriores da Índia, S Jaishankar, elogiou a "extraordinária coragem e a notável presença de espírito do piloto, mesmo diante de grave perigo". Em declarações à imprensa na Casa Branca, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que "o piloto estava em péssimo estado", mas teve a sensatez de abrir a porta da cabine durante o ataque.
Proposta de Flávio Bolsonaro para a saúde põe em risco o SUS
Marcello Casal Jr / Agência Brasil - arquivo Garantir um SUS universal, público e gratuito é assegurar que toda pessoa tenha direito à saúde, independentemente de renda, emprego, local onde mora ou capacidade de pagar por um atendimento. Esse princípio é uma das bases do sistema brasileiro: a saúde não é tratada como um benefício para quem pode pagar, mas como um direito de cidadania e dever do Estado. A universalidade significa que o Estado deve garantir atendimento a toda a população, inclusive para procedimentos que não são economicamente interessantes para empresas privadas. O SUS permite que uma pessoa tenha acesso desde à atenção básica, vacinação e pré-natal até a tratamentos de alta complexidade, transplantes e medicamentos de alto custo. Também possibilita que políticas de prevenção e vigilância sejam planejadas para toda a população, e não apenas para quem consegue contratar um plano de saúde. É justamente essa universalidade que pode ser colocada em risco com a ampliação da participação de empresas privadas na gestão e na prestação de serviços públicos, avalia a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social, Júlia Reis Nogueira. Essa discussão, sobre uma maior participação privada na saúde pública, que ganhou destaque depois que Flávio Bolsonaro (PL-RJ) anunciou, em entrevista à TV Globo, em 28 de agosto, que Cláudio Lottenberg será seu ministro da Saúde, caso seja eleito presidente da República. Médico oftalmologista e ex-presidente do Hospital Israelita Albert Einstein, Lottenberg, foi secretário municipal de Saúde de São Paulo, em 2005, durante a gestão de José Serra, quando participou da implementação das Organizações Sociais de Saúde (OSS) nas unidades municipais. A proposta de Lottenberg prevê ampliar a utilização da estrutura e dos serviços privados com recursos do SUS. A saúde pública tem um orçamento federal de R$ 247,5 bilhões para 2026 e atende mais de 76% da população brasileira e ampliar a participação de empresas privadas na fatia desse orçamento é preocupante e é isso que Lottenberg quer. Flávio, por sua vez, já foi acusado de interesses financeiros nos hospitais federais no Rio de Janeiro, quando seu pai era presidente da República. (Saiba mais abaixo). Em entrevistas e artigos o indicado para o ministério da saúde tem defendido uma participação maior do setor privado na prestação e na gestão de serviços do SUS, por meio das OSS, de parcerias público-privadas (PPPs) e da contratação de serviços da rede privada. “O que nós não podemos defender é que no Brasil, quando eu estou dizendo nós, que representamos trabalhadores e trabalhadoras, nós representantes da sociedade civil, a gente não vai defender a ampliação da privatização da saúde de jeito nenhum”, afirma Júlia. A preocupação é que a lógica privada, baseada no lucro e no cumprimento de metas, possa entrar em conflito com a obrigação de atender a todos. Serviços essenciais como campanhas de prevenção, vigilância sanitária, atendimento a doenças raras e tratamentos crônicos de alto custo nem sempre representam retorno financeiro. Em uma estrutura cada vez mais dependente de empresas privadas, esses serviços podem sofrer pressão por redução de custos ou perder espaço diante de procedimentos considerados mais rentáveis. Para a dirigente, a prioridade deve ser ampliar a cobertura pública e garantir que ninguém deixe de receber atendimento por não ter dinheiro para pagar. “O que nós queremos no Brasil é cada vez mais ampliar essa cobertura, de forma que o conjunto da sociedade tenha cobertura de saúde pública e de qualidade”, diz Júlia. Universalidade também significa reduzir desigualdades A existência de um sistema universal é especialmente importante em um país marcado por profundas desigualdades sociais e regionais. A rede pública é muitas vezes a principal — ou única — porta de entrada para consultas, exames, cirurgias e tratamentos. Por isso, a transferência de uma parcela maior da gestão para empresas privadas pode criar dificuldades em regiões onde existe menor interesse comercial. Áreas periféricas, zonas rurais e municípios pequenos podem ter menos atratividade para grandes grupos privados, o que pode aprofundar as diferenças no acesso à saúde entre regiões e grupos sociais. Uma maior concentração de recursos em hospitais, exames e procedimentos de alta complexidade, segundo os críticos da ampliação da participação privada, pode enfraquecer justamente essa rede de prevenção e acompanhamento. Para um sistema universal, não basta oferecer tratamento quando a doença já está instalada: também é necessário evitar que as pessoas adoeçam e garantir acompanhamento permanente. Programas que chegam a toda a população O caráter universal do SUS também permite que políticas públicas sejam organizadas nacionalmente. O Brasil possui programas de alcance amplo, como o Programa Nacional de Imunizações (PNI), a distribuição gratuita de medicamentos de alto custo, o tratamento de pessoas com HIV/Aids e o sistema público de transplantes de órgãos. Essas políticas não dependem da capacidade individual de pagamento. A vacinação, por exemplo, é planejada como uma política de saúde coletiva, assim como as ações de vigilância epidemiológica e o controle de epidemias. Para os defensores de um SUS predominantemente público, manter essa capacidade de planejamento e execução é fundamental para preservar a universalidade. A contratação de empresas privadas pode complementar determinados serviços, mas, segundo essa visão, não deve substituir a responsabilidade do Estado de garantir a assistência à população. Impactos para os trabalhadores da saúde A mudança no modelo de gestão também pode afetar os profissionais da saúde. Modelos administrados por entidades privadas ou terceirizadas podem utilizar contratações temporárias ou regimes de trabalho diferentes dos adotados no serviço público, aumentando a rotatividade de médicos, enfermeiros e técnicos. Para Júlia, a pandemia mostrou a importância desses trabalhadores para o funcionamento do sistema e expôs a precarização enfrentada por parte da categoria. “Os trabalhadores da saúde merecem ser valorizados, merecem ser respeitados”, afirma. Na avaliação da dirigente, fortalecer o SUS significa também garantir condições adequadas de trabalho e manter profissionais vinculados às comunidades que atendem. O vínculo permanente contribui para o acompanhamento dos pacientes e para a continuidade das ações de prevenção e tratamento. As suspeitas sobre Flávio Bolsonaro na saúde do Rio Relatórios e notícias na imprensa apontaram que unidades hospitalares e postos estratégicos da rede federal de saúde no Rio de Janeiro sofriam forte influência política ligada ao candidato à presidência da República, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e a gestores por ele indicados a partir de 2019. Houve ainda suspeitas de que milicias atuavam para controlar o Hospital Federal de Bonsucesso (HFB). Na época, o então ministro da Secretaria-Geral, Gustavo Bebianno (morto por um infarto fulminante em 2020), e o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (demitido por Jair Bolsonaro, no início da pandemia, também em 2020), denunciaram publicamente que equipes técnicas do governo federal sofreram ameaças e intimidações de milicianos. De acordo com reportagens publicadas à época, Flávio Bolsonaro trocou dirigentes e funcionários por pessoas próximas. Diretores que se opuseram às suas indicações foram afastados, enquanto coronéis estavam à frente da Superintendência da saúde. Em 2021, o Tribunal de Contas da União (TCU), investigou os gastos de cerca de R$ 100 milhões sem licitação, ocorridos entre 2019 e 2021, também no HFB. O valor representava cerca de 70% dos gastos da unidade. A apuração do TCU resultou na exoneração do então diretor-geral Cláudio Pena, que comandava a unidade durante o período sob fiscalização, em 2022. Flávio Bolsonaro também foi denunciado, em junho de 2021, na CPI da Covid pelo seu ex-aliado político, o ex-governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, de ser “dono” dos hospitais federais do estado. Segundo Witzel, o senador tinha o controle sobre os seis hospitais administrados pelo Ministério da Saúde no estado. O candidato negou as acusações. Já os trabalhadores do Hospital Federal Cardoso Fontes denunciaram ao atual ministro da saúde, Alexandre Padilha, de que a milícia extorquia pacientes e funcionários até mesmo para estacionarem seus carros.
Escalada do petróleo impacta preço do dólar
O dólar à vista registrou uma forte alta hoje, refletindo o aumento da aversão ao risco no mercado global. Essa movimentação está diretamente ligada à escalada dos preços do petróleo, que intensificam as preocupações com a inflação e a estabilidade econômica mundial. Em um cenário de maior incerteza, os investidores buscam segurança na moeda norte-americana, considerada um porto seguro em momentos turbulentos. Esse comportamento tende a pressionar ainda mais as moedas emergentes, aumentando os desafios para economias dependentes de importações de energia e eletrônicos. - Advertisement - No Brasil, o impacto pode ser sentido tanto nos custos de importação quanto na dinâmica da inflação, exigindo atenção redobrada das autoridades econômicas. . Jaqueline Neo Head de Operações e Câmbio da Be Smart
Perguntas Frequentes sobre PSSA3
Qual é a cotação de PSSA3 hoje na B3?
Quanto a PSSA3 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de PSSA3?
O que significa o P/L e o P/VP de PSSA3?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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