LOWC34 Lowe's Companies Inc Shs Unsponsored Brazilian Depository Receipt Repr 0.05 Sh – Cotação Hoje
Lowe's Companies Inc Shs Unsponsored Brazilian Depository Receipt Repr 0.05 Sh
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 1 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.
Checklist Fundamentalista de 12 Critérios
Critérios auditados automaticamenteA dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses
Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%
Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.
Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos
Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x
Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século
Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial
Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado
Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x
Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x
Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x
Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%
Método Barsi (Preço Teto)
Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.
Fórmula de Graham (Preço Justo)
Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.
Resumo Fundamentalista de LOWC34
O ativo LOWC34 (Lowe's Companies Inc Shs Unsponsored Brazilian Depository Receipt Repr 0.05 Sh) está sendo negociado hoje a R$ 55,38, acumulando uma variação de -1.49% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 51,80 e a máxima de R$ 74,25.
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Rentabilidade
Indicadores de Crescimento
Sobre a LOWC34
Dividendos
Nenhum dividendo
encontrado
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Balanço da semana: Dólar em alta e Bolsa em baixa
Economia Balanço da semana: Dólar em alta e Bolsa em baixa Por Redação O Sul | 22 de agosto de 2026 Compartilhe esta notícia: Negócios no dia foram puxados por menor aversão de investidores a ativos de risco. (Foto: B3/Divulgação) Ouça essa notícia clicando aqui Ainda que tenham apresentado ganho na sexta-feira (21) por conta de um ambiente externo mais favorável a ativos de risco, tanto o Ibovespa (principal referência do mercado acionário no País) quanto o real encerraram sua terceira semana seguida acumulando desvalorizações. O dólar encerrou a semana em queda de 0,93%, negociado a R$ 5,14 – menor valor de fechamento desde o último dia 10. Mas, mesmo com o tombo nessa sexta-feira (21), a moeda americana acumulou na semana uma alta de 1,21%, levando o ganho em agosto para 1,47%. Já o Ibovespa terminou o dia com alta de 1,85%, aos 171.031,73 pontos. Foi o melhor resultado desde o 1,88% anotado em 30 de julho passado. A maior demanda de investidores externos se traduziu em diversos setores na Bolsa, sobretudo no setor financeiro, com a B3, a bolsa brasileira, liderando os ganhos com um expressivo salto de 5,23%. Os grandes bancos foram protagonistas na recuperação do índice. O Banco do Brasil (BB) somou 2,16% ao seu valor, o Bradesco avançou 3,11%, o Itaú Unibanco valorizou-se em 2,91%, e o Santander também acompanhou a tendência, com uma alta de 2,00%. Também papéis ligados a setores de commodities tiveram destaque. A mineradora Vale, outro peso-pesado do índice, contribuiu positivamente com uma valorização de 1,36%. “Foi um dia em que o investidor global colocou recursos não apenas em emergentes, mas em commodities”, afirmou Daniel Utsch, gestor da Nero Capital. Ainda assim, o Ibovespa completou a sua terceira semana no vermelho, fechando com baixa acumulada de 0,86%. No mês, o saldo é negativo em 3,91%. A alta do Ibovespa também foi puxada pela melhora do cenário externo e pela queda dos juros dos títulos de longo prazo dos Estados Unidos, segundo Otávio Araújo, consultor sênior da ZERO Markets Brasil. O movimento aumentou a disposição dos investidores para comprar ações e outros ativos considerados mais arriscados, permitindo que a bolsa brasileira acompanhasse a recuperação dos mercados americanos. Para Araújo, a reação também foi favorecida pela redução dos juros futuros no Brasil — taxas que indicam as expectativas do mercado para os juros nos próximos meses. Expectativas “Em resumo, o mercado encerra a semana em compasso de espera, com os investidores monitorando os próximos sinais sobre juros, política monetária americana e os resultados corporativos que devem movimentar a próxima semana”, diz. No Brasil, o IPCA-15 de agosto sai na quarta-feira (26) e será importante para confirmar a expectativa de novo corte da Selic em setembro. Na quinta-feira (27), a PNAD Contínua traz a taxa de desemprego. Na sexta-feira (28), o IGP-M e o Caged completam o quadro de inflação e emprego. Nos Estados Unidos, o PIB e o deflator do PCE, indicador de inflação preferido do Fed, também, saem na quarta-feira. De acordo com Bruna Sene, da Rico, após uma semana de forte volatilidade nas curvas de juros, esses dados devem ter peso relevante. (Com informações do g1, Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo) Compartilhe esta notícia: Voltar Todas de Economia
Fundo pede arbitragem para evitar ofera pública de ações de mais de R$ 6 bilhões da Oncoclínicas
São Paulo O fundo Josephina 3, da gestora americana Centaurus Capital, entrou neste sábado (22) com um pedido de arbitragem contra a gestora Latache na câmara da B3, a Bolsa de Valores do Brasil. O requerimento busca evitar a realização de uma OPA (Oferta Pública de Aquisição de Ações) da Oncoclínicas e acontece às vésperas do julgamento sobre o caso pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários). O fundo é hoje um dos principais acionistas da Oncoclínicas e está no centro do imbróglio envolvendo a operação. Estimada em mais de R$ 6 bilhões, a oferta pública foi solicitada após uma reestruturação societária que revelou a participação da Centaurus no negócio. Antes, a gestora americana tinha participação na Oncoclínicas por meio de um fundo encabeçado pelo Goldman Sachs. Cancer Center Oncoclinicas, em Belo Horizonte; empresa é uma das maiores redes de tratamentos oncológicos do país - Renato Santos/Divulgação Em 2024, houve um desmembramento em dois fundos: um do Goldman e outro da Centaurus (Josephina 3). Foi nesse momento que a gestora apareceu publicamente no negócio, com pouco mais de 16%. Em junho deste ano, o fundador e ex-CEO da Oncoclínicas, Bruno Ferrari, apresentou à CVM o pedido de OPA, argumentando que a Centaurus não constava entre os acionistas relevantes antes da abertura de capital da companhia na Bolsa (IPO), feita em 2021. O estatuto da Oncoclínicas tem uma poison pill (cláusula de proteção) determinando que investidores que atinjam uma participação superior a 15% depois do IPO façam uma OPA, oferta pública para comprar as ações de outros acionistas. O valor da aquisição, segundo o documento, precisa corresponder a 120% da maior cotação do papel nos 12 meses anteriores ao evento que gerou o gatilho. Folha Mercado Receba no seu email o que de mais importante acontece na economia; aberta para não assinantes. Carregando... Na prática, o processo obriga a Centaurus a pagar um prêmio pelas ações. Isso eleva o desembolso da gestora e pode beneficiar acionistas que queiram vender sua participação por um preço maior. Cláusulas desse tipo servem para proteger os minoritários da concentração gradual de participação sem pagamento de prêmio. A Latache seria uma das principais beneficiadas. A gestora tem hoje uma participação de cerca de 15% e liderou o movimento pela OPA. A CVM marcou o julgamento do caso para a próxima terça (25). A área técnica da comissão se manifestou contra a OPA, mas pessoas com conhecimento do processo acreditam que o colegiado tem maioria para se posicionar de forma favorável. O pedido de arbitragem da Centaurus a poucos dias do julgamento sinaliza pessimismo em relação ao resultado. Pessoas ligadas ao procedimento afirmam, porém, que a arbitragem seria acionada de qualquer forma, pois está prevista no estatuto. Procurados, o fundo Josephina 3 e a Oncoclínicas disseram que não vão se manifestar. A Latache não respondeu. O imbróglio envolvendo a OPA acontece em meio a uma crise na Oncoclínicas. Em julho, a companhia entrou com um pedido de recuperação extrajudicial para tentar renegociar um total de R$ 5,1 bilhões em dívidas com credores. Parte da disputa também virou caso de polícia. A Polícia Civil de São Paulo indiciou dois executivos do Goldman Sachs por suspeita de terem participado de um esquema de manipulação de mercado no desmembramento dos fundos da Oncoclínicas. A investigação apura se o Goldman escondeu, em prospectos e demonstrações financeiras, que parte da fatia sempre atribuída ao banco pertencia à Centaurus. O banco nega quaisquer irregularidades. Fundada em 2010, a Oncoclínicas é a maior rede oncológica privada do Brasil, com 142 unidades, 1.700 médicos e 593 mil tratamentos anuais. Após IPO em 2021, a rede cresceu agressivamente. Em 2024, o Banco Master, de Daniel Vorcaro, adquiriu 20,18% da companhia via fundos e passou a ser investigado no Cade por gun jumping —termo usado para operações consumadas antes da notificação e aprovação do órgão antitruste.
Ibovespa fecha em alta com respaldo de bancos e assegura ganho semanal
Resumo O Ibovespa subiu 1,85% nesta sexta-feira, aos 171.031 pontos, acumulando ganho semanal de 2,45%, impulsionado pelo forte desempenho dos setores bancário e siderúrgico e pelo apoio de Wall Street. Apesar do alívio e do volume de R$ 33,43 bilhões, analistas apontam o movimento como um ajuste técnico, em um mês marcado pela saída expressiva de capital estrangeiro da B3, que já acumula R$ 22 bilhões em perdas líquidas até o dia 19. O Ibovespa fechou em alta nesta sexta-feira, rondando os 172 mil pontos, com respaldo das ações dos bancos e assegurando desempenho semanal positivo. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa avançou 1,85%, a 171.031,73 pontos, acumulando alta de 2,45% na semana. No mês, ainda recua 3,91%. Na máxima do dia, chegou a 171.979,78 pontos. Na mínima, marcou 167.928,33 pontos. O volume financeiro no pregão somou R$33,43 bilhões antes dos ajustes finais. A terceira alta seguida do Ibovespa teve ainda o aval de Wall Street, onde o S&P 500 fechou com acréscimo de 0,43%. Na visão do economista sênior Vitor Kayo, da Nomad, a recuperação na bolsa paulista parece mais técnica do que estrutural, depois da forte sequência de perdas do início de agosto. "Falta convicção de que a virada seja duradoura, já que a bolsa segue dependendo muito do capital estrangeiro, que saiu em peso do país neste mês, enquanto o investidor brasileiro segue mais recuado", afirmou. Dados da B3 sobre a movimentação de estrangeiros no pregão paulista mostram uma saída líquida de R$22 bilhões em agosto até o dia 19. DESTAQUES • ITAÚ UNIBANCO PN subiu 2,91%, com os bancos do Ibovespa mostrando desempenho robusto, após pressão recente em razão de preocupações com o cenário de crédito no país. BRADESCO PN avançou 3,11%, BANCO DO BRASIL ON valorizou-se 2,16% e SANTANDER BRASIL UNIT fechou com elevação de 2%. BTG PACTUAL UNIT foi o destaque do setor no índice, com alta de 3,99%. • VALE ON avançou 1,36%, em linha com o setor no exterior, em pregão bastante positivo para mineradoras e siderúrgicas na B3. USIMINAS PNA saltou 7,91%, CSN ON disparou 7,64% e CSN MINERAÇÃO fechou em alta de 4,9%. GERDAU PN foi exceção e ficou estável, com investidores ainda analisando potenciais reflexos para a companhia da decisão dos EUA de suspender tarifas sobre importações do Canadá. • PETROBRAS PN encerrou com decréscimo 0,05%, após seis altas seguidas, período em que acumulou valorização de 6,92%, mesmo com a alta dos preços do petróleo no mercado internacional nesta sexta-feira. A estatal também disse que apresentou manifestação de interesse em blocos exploratórios localizados em áreas offshore da Bacia de Keta, em Gana, na África. • AXIA ON valorizou-se 1,43%, tendo no radar acordo da elétrica com a União e o Estado do Piauí para encerrar ação no Supremo Tribunal Federal (STF) relacionada a supostos prejuízos causados pela demora na venda e na privatização da antiga distribuidora de energia piauiense, a Cepisa, que prevê o pagamento pela empresa de duas parcelas de R$650 milhões. A Axia afirmou que o valor já estava provisionado. • HAPVIDA ON subiu 7,39%, tendo como pano de fundo decisão da diretoria colegiada da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) nesta sexta-feira de suspender os efeitos de medida cautelar anterior que impedia reajustes e cancelamentos de contratos anunciados recentemente pela companhia. • MAGAZINE LUIZA ON avançou 7,22%, em sessão de recuperação, após perder mais de 9% em dois pregões, em meio a preocupações sobre pressões financeiras no setor de varejo. • VAMOS ON saltou 10,48%, também refletindo ajustes após três quedas seguidas, sendo que apenas na quinta-feira fechou com um tombo de quase 8,5%. O alívio nas taxas dos contratos de DI endossava a melhora dos papéis. • MINERVA ON registrou alta de 4,45%, reduzindo o fôlego após uma abertura mais forte, quando chegou a disparar mais de 7%. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta sexta-feira que permitirá a importação de até 300 mil toneladas de carne moída sem afetar as cotas tarifárias. Os EUA são o segundo maior importador de carne bovina do Brasil, depois da China. MBRF ON subiu 6,95% e JBS, listada em Nova York, avançou 1,99%.
Perguntas Frequentes sobre LOWC34
Qual é a cotação de LOWC34 hoje na B3?
Quanto a LOWC34 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de LOWC34?
O que significa o P/L e o P/VP de LOWC34?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
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