LOGG3 Log Commercial Properties e Participacoes SA – Cotação Hoje
Log Commercial Properties e Participacoes SA
CNPJ: 09041168000110
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 6 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.
Checklist Fundamentalista de 12 Critérios
Critérios auditados automaticamenteA dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses
Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%
Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.
Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos
Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x
Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século
Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial
Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado
Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x
Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x
Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x
Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%
Método Barsi (Preço Teto)
Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.
Fórmula de Graham (Preço Justo)
Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.
Resumo Fundamentalista de LOGG3
O ativo LOGG3 (Log Commercial Properties e Participacoes SA) está sendo negociado hoje a R$ 25,59, acumulando uma variação de +2.85% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 21,12 e a máxima de R$ 31,69. A companhia está inserida no setor de Construção Civil, atuando no segmento de Exploração de Imóveis. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 5.99x e P/VP de 0.62x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 26.87%.
Histórico de Cotação: LOGG3
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 248,76 Mi | R$ 219,74 Mi | R$ 220,16 Mi | R$ 217,23 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 241,74 Mi | R$ 214,41 Mi | R$ 216,27 Mi | R$ 214,19 Mi |
| EBIT / Lucro Operacional | R$ 595,49 Mi | R$ 487,94 Mi | R$ 261,11 Mi | R$ 498,21 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 363,49 Mi | R$ 344,38 Mi | R$ 194,96 Mi | R$ 400,70 Mi |
Sobre a LOGG3
A LOG Commercial Properties e uma empresa imobiliaria focada no desenvolvimento, locacao e gestao de condominios de galpoes logisticos classe A no Brasil. A companhia atua em diferentes etapas da cadeia, da prospeccao de terrenos e construcao ate locacao e administracao dos ativos, com presenca em multiplas regioes fora do eixo tradicional do Sudeste. A geracao de receita vem principalmente de alugueis e servicos associados aos condominios, alem de reciclens pontuais de ativos para liberacao de capital. O desempenho operacional e acompanhado por indicadores como vacancia, absorcao bruta, prazo medio de contratos e repasse de inflacao. No segmento de exploracao de imoveis logistico-industriais, a empresa compete por localizacao, padrao tecnico dos galpoes e eficiencia na ocupacao dos empreendimentos.
Outras Ações do Setor de Construção Civil
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Os planos do novo CEO da B3 (B3SA3) para fortalecer a bolsa de valores diante do avanço da concorrência, segundo o BTG
O novo CEO da B3 (B3SA3), Christian Egan, passou os últimos três meses apenas ouvindo clientes, investidores e agentes reguladores. Agora, começou a falar sobre quais serão os próximos passos da bolsa de valores brasileira. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Se nos últimos anos a B3 nadou sozinha, já há concorrentes se preparando para mergulhar no mercado financeiro e captar parte do mercado. Em novo relatório, o banco BTG Pactual destaca que os próximos projetos e lançamentos da empresa buscam endereçar dores dos clientes e aumentar seu fosso competitivo, principalmente em áreas em que as rivais podem competir com mais força. "Acreditamos que Chris Egan começou com o pé direito, focando nas prioridades corretas: ele está atento às pressões competitivas e já tem iniciativas concretas em andamento nas áreas de experiência do cliente, tecnologia e produtos", disse o banco, em relatório divulgado depois de um encontro com o CEO em uma conferência em Nova York. De acordo com o BTG, o foco de Egan será principalmente simplificar a companhia. Isso permitirá que a B3 responda mais rápido às necessidades dos clientes, novas regulamentações e pressão de concorrentes, diz o banco. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A alta recente das ações da B3 está fortemente relacionada ao rali eleitoral. Caso a situação seja mais positiva do ponto de vista fiscal e de juros, a bolsa de valores pode voltar a ter mais força, o que impulsiona os papéis da operadora. Leia Também "Porém, se Egan conseguir executar seus planos e gerar resultados concretos, enxergamos espaço para que a B3 se torne mais do que apenas uma tese ligada à trajetória dos juros", disse o BTG. O banco tem recomendação neutra para o papel e preço-alvo de R$ 19 para as ações, com potencial de retorno de 7,6% em um ano. De olho na concorrência O Brasil já teve outras bolsas de valores, mas nos últimos anos a B3 operou praticamente sozinha, desde a fusão entre a BM&FBovespa e a Cetip, em 2017. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Agora, o aumento da concorrência força a B3 a ter uma velocidade maior de reação. O mercado passará por mudanças com a chegada da BEE4, voltada a pequenas e médias empresas, a A5X, de derivativos, a CSD BR e Base Exchange, projeto apoiado pelo Mubadala Capital. A BEE4 já está em operação, e as outras devem ser lançadas no médio prazo. QUER INVESTIR MELHOR? Comece o dia descobrindo o que move o mercado financeiro e os seus investimentos, de forma 100% gratuita! Telefone VEJA AQUI A relação da B3 com a concorrência não é assim tão simples. Em junho deste ano, a Superintendência-Geral do Cade recomendou a condenação da B3 por práticas anticoncorrenciais, alegando que as políticas comerciais da B3 dificultaram o avanço de outras companhias. O órgão de defesa da concorrência também citou os obstáculos à interoperabilidade entre diferentes infraestruturas de mercado. A decisão final, no entanto, caberá ao tribunal do Cade. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Os planos de Chris Egan para a B3 Enquanto a concorrência se prepara para atuar, a B3 está planejando como irá manter seu mercado. Os produtos e melhorias da bolsa terão um foco específico: melhorar a oferta da empresa justamente em áreas em que a concorrência pode entrar com mais força. A diretoria da B3 sabe que sua hegemonia no mercado de ações, derivativos e outros investimentos está ameaçada, diz o BTG. Mesmo assim, acredita que ela não deve perder um grande volume de clientes ou negociações. Afinal, a B3 não é apenas o ambiente em que investidores compram e vendem ações, cotas de fundos, ETFs e títulos de renda fixa. Ela também fornece parte essencial da infraestrutura tecnológica e de pós-negociação que permite o registro, a compensação, a liquidação e o gerenciamento de riscos dessas operações. Ela também detém a propriedade intelectual por trás do CDI (Certificado de Depósito Interbancário) e do Ibovespa, as principais referências quando se trata de renda fixa ou variável. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Mesmo assim, há espaço para melhoras. Um ponto é o desenvolvimento e atualização de sistemas e tecnologias para reduzir a complexidade e a fricção com os clientes. Parece um exagero, mas os clientes da B3 navegam hoje entre 45 plataformas digitais diferentes, com precificações diferentes. A operadora da bolsa de valores contratou a consultoria McKinsey para ajudá-la nesse processo, diz o BTG. Entre as prioridades, está a modernização de sua plataforma de clearing, a infraestrutura que fica entre compradores e vendedores para assegurar os detalhes e garantias das transações. É um sistema legado, muito mais pesado e complexo do que poderia ser, disse a diretoria da bolsa ao banco. O aluguel de ações ou ativos também é uma operação afetada por sistemas antigos. A B3 está redesenhando a infraestrutura desse produto e discutindo mudanças com o Banco Central para expandir o conjunto de ativos disponíveis para empréstimo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Lançamentos de novos produtos da B3 O segredo não é investir mais, mas sim direcionar os gastos para medidas que realmente ajudem a melhorar a experiência dos clientes. Por isso, modernizar sistemas e produtos antigos tem o seu custo: a empresa deve desacelerar o lançamento de novos produtos. 2025 foi um ano prolífico para a companhia, com 25 novos lançamentos. Já em 2026 e 2027 a companhia deve soltar cerca de 20 novos produtos, diz o BTG. Neste ano, a companhia já lançou novos índices, opções sobre futuros de bitcoins e o Tesouro Reserva, por exemplo. Os ETFs são outra avenida de crescimento da B3. Esses fundos de índice representam 10% de todo o volume negociado diariamente, embora sejam responsáveis por apenas 1% do total de ativos sob gestão. Os ETFs alavancados e os mercados de previsão (prediction markets) vinculados a resultados macroeconômicos e financeiros também fazem parte da agenda de novos produtos, diz o BTG. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Ibovespa avança, mas cenário eleitoral pede cautela em outubro
Há meses em que o maior desafio de uma estratégia de investimentos não está em definir novos destinos para o capital, mas em resistir à necessidade de alterar o portfólio. Para outubro de 2026, essa foi a escolha do Comitê de Alocação do Safra apresentada no Safra Report, o relatório mensal com recomentações de investimentos para clientes e investidores. Depois de um setembro marcado por valorização expressiva da bolsa brasileira, retomada do fluxo estrangeiro, corte da taxa Selic e aumento da incerteza eleitoral, o banco decidiu manter inalteradas as recomendações para todas as classes de ativos. A decisão reflete a avaliação de que os ajustes estruturais adotados nos últimos meses, especialmente a maior exposição a títulos prefixados, já incorporam o cenário de desinflação e continuidade gradual do ciclo de cortes de juros no Brasil. Ibovespa tem melhor mês desde janeiro O Ibovespa encerrou setembro com alta de 5,03%, aos 186.340 pontos. Foi o melhor desempenho mensal do índice desde janeiro de 2026, quando havia avançado 12,56%. Com o resultado, a bolsa brasileira acumulou valorização de 15,6% no ano até o fim de setembro. O movimento ocorreu em um mês de maior apetite estrangeiro por ativos locais e de intensificação do debate eleitoral. Fluxo estrangeiro sustenta rali da bolsa A entrada de recursos externos foi um dos principais vetores da valorização do mercado acionário brasileiro. Até 28 de setembro, investidores estrangeiros haviam realizado aportes líquidos de R$ 9,6 bilhões na B3 no mês. O dado representou uma reversão parcial diante da saída líquida de R$ 18,1 bilhões registrada em agosto. No acumulado de 2026, o saldo positivo dos investidores estrangeiros alcançou cerca de R$ 27,7 bilhões. Além do fluxo financeiro, a proximidade do primeiro turno das eleições adicionou volatilidade e aumentou o interesse do mercado por ativos associados a diferentes cenários políticos e fiscais. Selic cai para 13,75% ao ano No cenário doméstico, o Comitê de Política Monetária reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual em setembro, para 13,75% ao ano. Foi o quinto corte consecutivo no atual ciclo de flexibilização monetária. A ata da reunião reforçou a percepção de desaceleração da atividade econômica, sobretudo nos setores mais sensíveis ao crédito e ao consumo. Esse ambiente mantém aberta a discussão sobre novos cortes, embora o ritmo e a extensão do ciclo dependam da trajetória da inflação, da política fiscal e das condições externas. Juros americanos pressionam ativos globais Enquanto a bolsa brasileira avançou, os mercados internacionais enfrentaram um mês mais desafiador. A principal pressão veio dos títulos públicos dos Estados Unidos de prazo mais longo. O rendimento do Treasury de 30 anos encerrou setembro em 5,64%, o maior nível em cinco anos. No último dia do mês, a taxa atingiu 5,65% durante os negócios. Juros longos mais elevados reduzem a atratividade relativa dos ativos de risco e ampliam o custo de capital global. Ao mesmo tempo, a expectativa de reabertura do Estreito de Ormuz pressionou o petróleo e adicionou incerteza ao cenário internacional. Wall Street tem desempenho desigual O contraste entre Brasil e Estados Unidos ficou evidente nos índices acionários. O Dow Jones recuou mais de 4% em setembro, enquanto o S&P 500 caiu 0,5%. O Nasdaq foi a exceção, com alta de 1,8% no mês, sustentado principalmente pelas empresas ligadas à inteligência artificial. Ainda assim, a performance desigual de Wall Street reforçou a cautela diante de taxas de juros elevadas e de um ambiente global menos favorável aos ativos de risco. Safra Report mantém todas as classes de ativos Diante desse quadro, o Comitê de Alocação do Safra optou por não alterar as posições recomendadas no Safra Report de outubro. A estratégia busca preservar os ganhos das mudanças implementadas anteriormente e evitar decisões táticas às vésperas de um período eleitoral decisivo. Para o banco, alterar o portfólio sem maior visibilidade sobre os desdobramentos políticos e externos significaria substituir risco calculado por ruído de curto prazo. A manutenção da alocação não representa inércia. Ao contrário, expressa a avaliação de que o portfólio atual segue adequado para combinar a perspectiva de queda gradual dos juros locais com a necessidade de proteção diante da volatilidade internacional. Eleições e exterior definem próximos passos O primeiro turno das eleições, previsto para outubro, deve concentrar a atenção dos investidores nas próximas semanas. Em paralelo, a evolução dos juros americanos continuará sendo determinante para o comportamento dos mercados globais e dos fluxos para países emergentes. Por enquanto, o Safra entende que a estratégia mais consistente é manter as posições e aguardar maior clareza. Em um ambiente de sinais contraditórios, a disciplina de não reagir ao ruído pode ser tão importante quanto a escolha dos ativos. Recomendações de investimentos por perfil de investidor A avaliação do perfil de investidor nos ajuda a entender três aspectos fundamentais: Capacidade para investir, considerando o equilíbrio entre renda, despesa, poupança e reservas atuais; Tolerância às oscilações nos valores dos investimentos; Conhecimento e experiência com investimentos. A combinação ponderada desses aspectos classifica o investidor em um dos quatro perfis abaixo: Ultraconservador Investidores ultraconservadores demonstram baixíssima tolerância às possíveis oscilações nos seus investimentos. Mesmo assim, entendemos que existe espaço para diversificação por meio de Renda Fixa e Fundos Multimercado. Além disso, aplicações com prazos mais longos têm potencial de gerar retorno adicional para os investimentos, porém com riscos controlados. Conservador Investidores conservadores demonstram baixa aceitação às oscilações nas suas carteiras. No entanto, não quer dizer que não aceitem oscilações. Neste sentido, entendemos que existe espaço para a diversificação além da Renda Fixa e Fundos Multimercado, adicionando uma parcela de investimentos em Renda Variável Local e ativos internacionais. Moderado Investidores moderados aceitam oscilações em seus portfólios em prol do maior potencial de retorno. Fundos Multimercados podem ser predominantes na alocação para potencializar a expectativa de retorno esperado. Pensamento de longo prazo éimportante para este investidor. Dinâmico Investidores dinâmicos aceitam oscilações significativas em seus investimentos em busca de maiores potenciais de retornos. Poderá haver maior exposição à Renda Variável, Fundos Imobiliários e Internacional, com o objetivo de potencializar retornos diferenciados. O foco no longo prazo é muito importante para este investidor.
B3 abre Semana Mundial do Investidor 2026; veja a programação
B3 (B3SA3) abre Semana Mundial do Investidor com foco em decisões financeiras e prevenção a golpes Investir envolve mais do que escolher onde colocar o dinheiro. Entender as próprias decisões e reconhecer possíveis golpes também faz parte dessa jornada. Esses temas estarão na Semana Mundial do Investidor, que terá sua abertura no Brasil realizada pela B3 (B3SA3) na segunda-feira (5), em São Paulo. Segundo comunicado da bolsa, a cerimônia reunirá representantes da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), da Planejar e do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). O tradicional toque de campainha marcará o início da programação. A campanha chega à sua décima edição com o tema “Invista no seu futuro. Proteja-o hoje.” A iniciativa é coordenada globalmente pela Organização Internacional das Comissões de Valores, conhecida pela sigla em inglês IOSCO, e busca promover educação financeira e proteção ao investidor. O que terá na Semana Mundial do Investidor? Além da abertura, a B3 anunciou um circuito com 15 encontros presenciais e online em universidades e instituições parceiras. Também estão previstas campanhas digitais sobre segurança financeira e prevenção a golpes. Na cerimônia de segunda-feira, um dos destaques será a discussão sobre economia comportamental e decisões financeiras, conduzida por Victor Rangel, educador financeiro do canal Econometria Fácil. O tema trata de como o comportamento influencia as escolhas com dinheiro, incluindo decisões de consumo, poupança e investimento. Campainha, educação financeira e carreira: veja a programação A recepção e o credenciamento começarão às 9h. A abertura institucional está marcada para as 9h45, com participação de B3, CVM, Planejar e FGC. O toque de campainha ocorrerá às 10h. Às 10h20, Victor Rangel conduzirá o painel sobre economia comportamental. Na sequência, às 11h05, o encontro abordará oportunidades profissionais e carreira na B3, com Lucas Martorelli, da Z Invest, e Manuela Alves e Emanuel Pessoa, da bolsa. O encerramento está previsto para as 11h45.
Perguntas Frequentes sobre LOGG3
Qual é a cotação de LOGG3 hoje na B3?
Quanto a LOGG3 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de LOGG3?
O que significa o P/L e o P/VP de LOGG3?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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