LI

LIGT3 – Cotação Light S.A.

Energia

Light S.A.

CNPJ: 03378521000175

Preço Atual
R$ 3,07
-4.95%

Resumo Fundamentalista de LIGT3

O ativo LIGT3 (Light S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 3,07, acumulando uma variação de -4.95% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 2,41 e a máxima de R$ 6,49. A companhia está inserida no setor de Energia, atuando no segmento de Energia Elétrica. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 2.63x e P/VP de 0.68x. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.

Abertura
R$ 3,25
Fec. Ant: R$ 3,07
Variação Dia
Min: R$ 3,00
Max: R$ 3,25
52 Semanas
Mín: R$ 2,41
Máx: R$ 6,49
Volume
2.881.200
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

2.63
0.68
R$ 1,46
R$ 5,65
32.62
P/Receita (PSR)
0.41
P/FCO
-9.81
P/FCL
4.65
EV/Receita Líq.
1.34
EV/FCO
-32.31
EV/FCL
15.32
Earning Yield
3.07%
Enterprise Value
R$ 20,92 Bi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
9.16
Dív. Líquida/PL
2.67
Dívida Líquida
R$ 14,57 Bi
Liq. Corrente
1.16
PL/Ativos
0.21
Passivos/Ativos
0.79
Liq. Seca
1.14
Liq. Imediata
0.29

Indicadores de Eficiência

Margem EBIT
4.10%

Indicadores de Rentabilidade

25.94%
2.93%
7.94%
Giro do Ativo
0.61

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
4.05%
CAGR Lucro
-0.25%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 15.86%
Margem EBITDA 10.17%
Margem Operacional 4.10%
Margem Líquida 15.44%
Fluxo de Caixa
FCO R$ -647,42 Mi
FCL R$ 1,37 Bi
Caixa Total R$ 1,85 Bi
Caixa/Ação R$ 1,12
Receita e Dívida
Receita Total R$ 15,64 Bi
Lucro Bruto R$ 2,48 Bi
EBITDA R$ 1,59 Bi
Dívida Total R$ 16,01 Bi
Crescimento
Receita 4.05%
Lucro -0.25%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 14.996,45 Mi R$ 14.876,28 Mi R$ 14.116,33 Mi R$ 13.253,29 Mi
Lucro Bruto R$ 2.525,80 Mi R$ 2.327,53 Mi R$ 2.841,48 Mi R$ 1.981,82 Mi
EBITDA R$ 1.268,53 Mi R$ 1.177,06 Mi R$ 1.537,97 Mi R$ -1.910,41 Mi
Lucro Líquido R$ 213,10 Mi R$ 1.643,78 Mi R$ 255,16 Mi R$ -5.672,20 Mi

Sobre a LIGT3

Setor
Energia
Indústria
Energia Elétrica
Funcionários
3.735
Market Cap
R$ 5,20 Bi
Descrição do Negócio

A Light S.A. é uma holding do setor elétrico com atuação principal em distribuição de energia no estado do Rio de Janeiro, além de ativos relacionados à geração e comercialização. A companhia atende consumidores residenciais, comerciais, industriais e poder público em sua área de concessão, com receitas reguladas pela estrutura tarifária definida pela ANEEL e sujeitas a perdas técnicas e não técnicas, inadimplência e custos de compra de energia. A empresa opera em um ambiente de regulação intensa, com necessidade de investimentos contínuos em rede, qualidade de serviço e gestão de caixa. O desempenho econômico-financeiro depende de parâmetros regulatórios, evolução do mercado cativo e eficiência operacional. Em anos recentes, a companhia também passou por processo de reestruturação financeira e judicial, tema central para a avaliação de risco de crédito e de continuidade operacional.

Dividendos

DIVIDENDO R$ 0,2537
Pagamento: 27/04/2022
DIVIDENDO R$ 0,4411
Pagamento: 30/07/2021
DIVIDENDO R$ 0,1931
Pagamento: 20/12/2019
DIVIDENDO R$ 0,1447
Pagamento: 30/05/2018
DIVIDENDO R$ 0,0494
Pagamento: 30/12/2016
DIVIDENDO R$ 0,7719
Pagamento: 29/12/2015
DIVIDENDO R$ 1,7890
Pagamento: 16/12/2014
JCP R$ 0,5270
Pagamento: 26/12/2013
DIVIDENDO R$ 0,4500
Pagamento: 27/12/2013
DIVIDENDO R$ 0,8330
Pagamento: 27/12/2012

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Medicamentos para perder peso podem ser considerados doping no esporte?
BBC Brasil 18/08/2026

Medicamentos para perder peso podem ser considerados doping no esporte?

Medicamentos para perder peso podem ser considerados doping no esporte? Crédito, Getty Images Author, Melissa Hogenboom Role, BBC Future Published Há 16 minutos Tempo de leitura: 10 min "O único adversário que não consegui vencer foi o peso", declarou Serena Williams ao podcast de Oprah Winfrey, no ano passado. "Eu me exercitava literalmente oito horas por dia na academia e nunca conseguia perder um quilo. Na verdade, minha sensação é que posso até ter ganhado peso." Durante a entrevista, Williams contou que começou a tomar um medicamento GLP-1, por ter enfrentado dificuldades para perder peso após o nascimento do seu filho. Em entrevista à revista Vogue, ela declarou que a substância em questão era tirzepatida, vendida com os nomes comerciais Zepbound e Mounjaro. Williams é embaixadora remunerada da empresa Ro, que administra as medicações. Seu marido, Alexis Ohanian, é investidor da companhia. Esta é uma das diversas medicações disponíveis no mercado para suprimir o apetite, o que pode levar à perda de peso. As substâncias funcionam imitando o hormônio intestinal GLP-1 e, no caso da tirzepatida, também o GIP, dois hormônios que nos fazem nos sentir satisfeitos. Nos esportes, há muito tempo, qualquer substância que traga vantagens para os atletas é fortemente criticada pelos adversários, espectadores e agências antidoping. Por isso, ao retornar ao tênis profissional, a decisão de Williams de tomar uma medicação GLP-1 para perda de peso gerou questionamentos. Afinal, estas medicações podem melhorar o desempenho esportivo ou são uma forma legítima de fazer um atleta perder peso e melhorar sua saúde? Elas devem ou não ser consideradas doping? O que é considerado doping? Para ser classificada como doping no esporte, uma substância precisa atender a critérios específicos, explica David Cowan, especialista mundial em detecção de drogas e antidoping do King's College de Londres. Especificamente, elas precisam ter o potencial de melhorar o desempenho, arriscar a saúde do atleta ou violar o "espírito do esporte". Atualmente, as medicações para perda de peso não são proibidas no esporte profissional. Mas Cowan afirma que as agências antidoping estão muito atentas a estas substâncias. Os GLP-1s permanecem na lista de monitoramento da Agência Mundial Antidoping (Wada, na sigla em inglês). "O Programa de Monitoramento inclui substâncias que não estão na lista de proibições, mas que a Wada deseja acompanhar para detectar possíveis padrões de abuso no esporte", declarou um porta-voz da entidade à BBC. Com isso em mente, a Wada atualmente não considera as medicações para perda de peso como "desleais", nem promotoras do desempenho, segundo Cowan. Um motivo para a incerteza é que as drogas GLP-1 não foram estudadas em atletas de elite, explica o cardiologista Massimo Mapelli, fisiologista do exercício do Centro Cardiológico Monzino, em Milão, na Itália. "Tudo está evoluindo rapidamente e o que consideramos normal até agora está mudando", ressalta ele. Crédito, AFP via Getty Images Legenda da foto, Nos esportes com categorias de peso, como o pugilismo, as medicações para perda de peso poderão vir a ser consideradas doping À medida que se desenvolvem as pesquisas, os cientistas e as organizações esportivas analisarão como as medicações para perda de peso podem afetar os atletas. Uma das formas mais diretas poderá ocorrer nos esportes em que há categorias de peso restritas. No pugilismo e na luta livre, por exemplo, os atletas concorrem em categorias de peso e devem respeitar os limites exigidos para competir. Nestes esportes, as medicações para perda de peso poderão ser consideradas doping, segundo Mapelli. "Você essencialmente está tomando uma medicação que pode fornecer uma vantagem", explica ele. Por motivos similares, é proibido o uso de diuréticos, que fazem com que o corpo produza mais urina e, por isso, reduzem o peso dos atletas. O motivo é que eles também podem ser utilizados "para excretar substâncias proibidas tomadas anteriormente", explica a Wada. Benefícios além da perda de peso Os cientistas vêm percebendo cada vez mais que essas substâncias trazem outros efeitos para o corpo além da perda de peso. Descobriu-se que os medicamentos GLP-1 reduzem as inflamações, melhoram a saúde metabólica e reduzem o risco de ataques cardíacos e AVCs. A perda de peso representa apenas um terço da redução dos riscos cardiovasculares, segundo um estudo recente publicado na revista Lancet. Em outras palavras, essas medicações podem melhorar a saúde cardíaca dos pacientes, independentemente da perda de peso. Mas os cientistas ainda não sabem o porquê. O endocrinologista Daniel Drucker, da Universidade de Toronto, no Canadá, participou de pesquisas pioneiras para o desenvolvimento das medicações GLP-1. Ele afirma que o fato de que a substância traz outros benefícios além da perda de peso é um ponto importante a ser considerado. Williams, por exemplo, falou publicamente, como embaixadora da Ro, sobre os benefícios à saúde que ela vivenciou. Ela afirmou que seu risco cardiovascular foi reduzido em 19%, suas juntas melhoraram e também o seu colesterol. "Posso fazer movimentos que, muito sinceramente, nunca havia conseguido fazer antes", contou ela. É possível que estes efeitos possam influenciar o desempenho de Williams, segundo Drucker. "Eu não descartaria a possibilidade de que os GLP-1, de alguma forma, sejam responsáveis indiretos por tornar o ambiente metabólico mais eficiente para o exercício", explica ele. Drucker também atua como consultor de diversas empresas fabricantes desses medicamentos. Mas o próprio exercício "apresenta desempenho melhor que a substância" para reduzir inflamações, segundo a professora de fisiologia do exercício Abbie Smith-Ryan, da Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill, nos Estados Unidos. "Os efeitos mais fortes dessas medicações sobre as inflamações também são verificados em pessoas com excesso de peso ou obesidade", explica ela. "Por isso, se existir efeito sobre o desempenho, ele provavelmente surgiria primeiro em atletas obesos ou com sobrepeso, não em esportistas magros e já em forma." Caso se descubra que pequenas doses dessas substâncias reduzem inflamações em atletas magros, "poderá haver uma função indireta na recuperação e, possivelmente, no desempenho", explica Smith-Ryan. "Simplesmente, a ciência ainda não chegou lá." Crédito, Ro Legenda da foto, Serena Williams anuncia as medicações de perda de peso da empresa Ro, da qual seu marido é investidor Drucker explica que as substâncias para perda de peso agem sobre os receptores de GLP-1 no cérebro, que podem proteger outros órgãos. Mas estes efeitos ainda não foram estudados em atletas "para conseguirmos responder se eles podem melhorar o desempenho", segundo Drucker. "Até então, eu acho, precisamos simplesmente manter a neutralidade e dizer que não há dados que indiquem que eles promovam o desempenho dos atletas, mas a ausência de evidências não é evidência da ausência." Efeitos colaterais Considerando os efeitos colaterais já estabelecidos, como a perda muscular, problemas gastrointestinais e, mais raramente, graves inflamações do pâncreas, perder peso rapidamente com o uso de GLP-1 pode ser uma medida arriscada para os atletas. Os músculos são necessários para fortalecer o corpo e podermos nos mover com mais rapidez, além de aumentar a resistência e reduzir o risco de lesões. Por isso, a perda muscular pode ser claramente prejudicial ao desempenho esportivo. Mas, se um atleta perder gordura corporal e for capaz de manter ou ganhar músculos, ele poderá ter benefícios, segundo Michael Joyner, especialista em fisiologia do exercício do Colégio Americano de Medicina Esportiva. Ele explica que exercícios contínuos podem reduzir facilmente os efeitos de uma eventual perda muscular. "Você certamente esperaria que qualquer atleta de elite que fizesse uso dessas medicações para controlar o peso do corpo também se exercitasse muito", prossegue Joyner. E, nos esportes de elite, é extremamente importante "ser capaz de impulsionar margens minúsculas". Perder alguns quilos pode ser "transformador para ajudar as pessoas a se movimentarem mais rápido e aumentar sua resistência". Pesquisas também indicam que a proporção de massa magra perdida pode variar entre as substâncias. Uma meta-análise recente calculou que cerca de 35% do peso perdido com semaglutida era massa magra, que inclui músculos, água e outros tecidos não de gordura. Com tirzepatida, o percentual foi de cerca de 25,4%. O estudo concluiu que a massa muscular "pode ser significativamente preservada integrando-se exercícios de resistência, ingestão adequada de proteínas e monitoramento da composição corporal". Pouco combustível Sejam ou não os GLP-1 considerados doping, os cientistas do esporte afirmam que seu uso poderá realmente prejudicar o desempenho nos esportes. Afinal, além dos efeitos colaterais, as medicações podem dificultar o consumo de calorias suficientes para apoiar treinamentos intensos. "O combustível é tudo para o desempenho e a sua escassez prejudica diretamente a adaptação ao treinamento, recuperação e o rendimento competitivo", explica Smith-Ryan. Muitos atletas de elite já têm dificuldade para consumir energia suficiente para suas necessidades de treinamento. "As medicações GLP-1 funcionam agindo sobre o cérebro para suprimir o apetite", prossegue a professora. "Por isso, a queda do apetite induzida por uma substância, aliada a uma carga de treinamento que já é rigorosa, representa um risco real. Ela pode aumentar ainda mais a falta de combustível para os atletas, ameaçando a disponibilidade de energia, recuperação e o desempenho." Em um estudo publicado em julho de 2026, os pesquisadores examinaram 36 atletas que seguiam uma dieta com restrição de calorias, mas ainda consumiam grande quantidade de proteínas e participavam de treinamento de resistência para preservar os músculos. Este aconselhamento também é válido para pessoas que tomam medicações GLP-1. Mesmo seguindo estas orientações, os atletas apresentaram metabolismo mais lento, o que pode resultar em fadiga. Não se sabe ao certo se este mesmo efeito ocorreria com o uso de GLP-1. Quando os atletas consomem poucas calorias para suprir suas necessidades de energia, pode também surgir uma condição chamada deficiência relativa de energia no esporte (Red-S, na sigla em inglês). Ela pode afetar a saúde dos ossos, o humor e o desempenho esportivo. Crédito, Getty Images Legenda da foto, As medicações à base de GLP-1 apresentam diversos efeitos fisiológicos, além da perda de peso Questões éticas Em 2026, Williams retornou ao tênis profissional, depois de quatro anos afastada. Na segunda-feira (17/8), pela primeira rodada do Torneio Aberto de Cincinnati, nos Estados Unidos, ela e sua irmã Venus Williams perderam para a dupla formada pela ucraniana Marta Kostyuk e pela norte-americana Peyton Stearns, por 2 sets a 1. Serena Williams afirma ter divulgado o uso de GLP-1 para levantar o estigma em torno do medicamento. A ciência simplesmente ainda não consegue responder exatamente como a medicação para perda de peso afeta o desempenho esportivo. Mas existem claras questões éticas. Para começar, é raro que os atletas profissionais se enquadrem na categoria a que se destinam estas substâncias, como pessoas com diabetes tipo 2 ou excesso de peso, embora haja algumas exceções. A Novo Nordisk, fabricante responsável pelos medicamentos Wegovy e Ozempic, afirmou, em declaração à BBC: "Não apoiamos o uso dos nossos remédios para fins que não se enquadrem nas suas indicações aprovadas." A Eli Lilly, fabricante do Zepbound e do Mounjaro, declarou que "a tirzepatida é indicada, acompanhada de dieta e exercícios, para adultos, adolescentes e crianças com pelo menos 10 anos de idade com diabetes tipo 2, além de adultos com obesidade ou acima do peso e comorbidade relativa ao peso". Nenhuma das empresas comentou o uso das substâncias por atletas profissionais. Estas medicações são vendidas com receita, mas têm fácil acesso para serviços de assistência médica privados na internet. Este acesso fácil causa preocupações entre os médicos, considerando especialmente o aumento das medicações à base de GLP-1 não regulamentadas disponíveis no mercado. "As substâncias normalmente têm potencial de abuso e podem ser prejudiciais quando mal utilizadas", alerta David Cowan. Joyner afirma que seu uso pode ser considerado desleal por outros atletas, se alguns atingirem mais facilmente uma vantagem competitiva com o uso das substâncias, em comparação com intervenções no estilo de vida. Não podemos presumir quais riscos, benefícios ou efeitos sobre o desempenho poderão ser obtidos pelos atletas com as medicações GLP-1, segundo Mapelli. Mas, enquanto não tivermos mais dados, as agências antidoping ficarão basicamente "em voo cego", explica Daniel Drucker. Os críticos defendem que o fato de Serena Williams atuar como embaixadora e defensora declarada da Ro estabelece um precedente preocupante. Crédito, Icon Sportswire via Getty Images Legenda da foto, As irmãs Venus e Serena Williams perderam na rodada de abertura do torneio de duplas do Aberto de Cincinnati de 2026 No website da empresa, Williams aparece sorrindo e injetando em si própria uma substância para perda de peso. O jornalista esportivo Bryan Armen Graham afirmou no jornal britânico The Guardian que "o objetivo de colocar Williams no anúncio é normalizar as medicações para perda de peso como produtos de estilo de vida para pessoas que não são pacientes típicos". Já a defensora da imagem corporal Alex Light escreveu em outro jornal britânico, The Independent, que o uso de GLP-1 por Williams marca um "ponto de virada cultural perturbador", demonstrando que as mulheres "permanecem presas na obsessão da sociedade pela magreza". Williams é considerada uma das maiores tenistas de todos os tempos. Ela é um modelo para meninas e atletas de todo o mundo. Massimo Mapelli receia que o uso dessas medicações por uma atleta com tanta visibilidade poderá enviar um sinal para os adolescentes de que a substância é uma opção válida para pessoas que mantêm peso saudável. Até que a ciência esclareça as questões pendentes, Michael Joyner acredita que presenciaremos um aumento do seu uso, dentro e fora do esporte profissional. E, se este aumento acontecer, o debate sobre o que é ou não aceito no esporte provavelmente irá continuar.

PlayStation lança nova campanha de marketing com GTA 6 em meio à protestos sobre fim da mídia física
TecMundo 17/08/2026

PlayStation lança nova campanha de marketing com GTA 6 em meio à protestos sobre fim da mídia física

O Checkpoint desta segunda (17) começa com um vídeo da nova campanha da PlayStation, chamada “Só acontece no PS5” — que destaca suas grandes aventuras, bem como os próximos lançamentos que chegam ao console, incluindo GTA 6. A ação, no entanto, acontece em meio à protestos sobre fim da mídia física, enquanto a própria Sony afirma que “nunca houve um momento melhor para jogar no PS5”. Em outras notícias, o Senado dos Estados Unidos iniciará uma investigação contra o Roblox após alegações de que a empresa estaria priorizando “receita e engajamento" em detrimento da segurança infantil. smart_display Nossos vídeos em destaque Quer saber o que mais rolou no mundo dos games nesta segunda (17)? Então prepara o cafezinho da tarde e acompanhe o Voxel por mais um Checkpoint! PlayStation promove seus jogos em meio a protestos sobre fim da mídia física: “Nunca houve um momento melhor para jogar no PS5” A PlayStation lançou uma nova campanha para promover o PS5 e seus próximos lançamentos, destacando jogos como Marvel’s Wolverine, 007 First Light, God of War: Laufey e GTA 6. A iniciativa chega em meio a protestos de jogadores contra os recentes movimentos da empresa em relação à mídia física. Com o slogan “Só acontece no PS5”, a campanha afirma que “nunca houve um momento melhor para jogar” no console e terá instalações especiais, criadores de conteúdo e ativações locais em diferentes países. Entre as ações estão desafios inspirados em Marvel’s Wolverine e grandes estruturas baseadas nos Sentinelas do jogo. Senado dos Estados Unidos iniciará investigação contra o Roblox O Senado dos Estados Unidos iniciará uma investigação sobre o Roblox após alegações de que a plataforma estaria priorizando receita e engajamento em detrimento da segurança infantil. A empresa foi intimada a fornecer documentos sobre denúncias de abuso, aliciamento, bullying e exploração de menores. O comitê solicitou cerca de 30 categorias de informações, incluindo dados sobre denúncias registradas entre 2023 e 2025 e as medidas adotadas pela Roblox Corporation. Em resposta, o diretor de segurança Matt Kaufman afirmou que a plataforma é “construída sobre a base da segurança” e que a empresa pretende apresentar informações sobre como protege crianças. Mattel, empresa de brinquedos, lança a Mattel Game Studios A Mattel, dona de marcas como Barbie, Hot Wheels e UNO, criou a Mattel Game Studios para desenvolver, publicar e operar videogames baseados em seu portfólio. A nova divisão reunirá cerca de 300 profissionais em Los Angeles e Hangzhou. Leia Mais Olhar Estendido de GTA 6 na Netflix contará com legendas em português brasileiro A Mattel Game Studios também ficará responsável pelos jogos mobile da companhia e por novas experiências em plataformas como Roblox e Fortnite. Segundo Marcus Liassides, chefe global da Mattel Digital Studios, a empresa quer “publicar mais experiências de jogos originais inspiradas em nossas marcas icônicas”. Beta de Call of Duty Modern Warfare 4 terá, pela primeira vez, uma missão da campanha O beta de Call of Duty: Modern Warfare 4 terá, pela primeira vez na história da franquia, uma missão completa da campanha entre os conteúdos disponíveis. Intitulada Entrenched, a fase poderá ser testada durante a primeira etapa do beta, que começa em 21 de agosto. Além da missão, o primeiro fim de semana terá cinco mapas multiplayer 6v6 e diferentes modos de jogo. O beta será dividido em duas etapas, com a segunda acontecendo entre 28 de agosto e 1º de setembro, incluindo novos conteúdos e acesso também ao Nintendo Switch 2. CEO da Sony afirma que data de lançamento do PS6 ainda não foi definida A Sony ainda não definiu quando o PlayStation 6 será lançado, segundo Hiroki Totoki, CEO da companhia. A escassez global de componentes e os impactos nos custos de produção estão entre os fatores que dificultam as previsões para o novo console. Leia Mais Epic Games Store libera o jogo grátis da semana nesta quinta (13)! Resgate agora Em entrevista ao Wall Street Journal, Totoki voltou a afirmar que a empresa acompanha o cenário antes de tomar uma decisão. “Ainda não decidimos a data de lançamento do novo console, nem os preços”, declarou o executivo, que já havia feito a mesma afirmação em maio. E aí, o que você achou das principais notícias de games do dia no Checkpoint? Conte pra gente nas redes sociais do Voxel e do TecMundo!

5 selos musicais do Japão e Europa que lançam discos brasileiros
Europa 17/08/2026

5 selos musicais do Japão e Europa que lançam discos brasileiros

A música brasileira atrai fãs e apreciadores de todo o mundo. Desde os clássicos até lançamentos, há espaço para álbuns brasileiros nas coleções dos aficionados por discos. Nesse sentido, o mercado internacional encontra um terreno fértil para crescer, tendo em vista que a exportação de discos nacionais ainda é tímida. Isso acontece, principalmente, pelos custos de levar nossos discos para fora, que giram em torno de 50% do preço final — podendo chegar a 80%, segundo informações levantadas pela Brasil Calling, com base nos valores de produção de discos aqui e na Europa. Considerando este cenário, separamos alguns selos que fortalecem seus catálogos com artistas brasileiros. Confira abaixo: Disk Union A Disk Union foi fundada em 1967 no Japão e possui filiais no bairro de Ochanomizu, em Tóquio, além das cidades de Shinjuku, Shibuya e Osaka. Com um extenso catálogo de discos, a empresa conta com um acervo extenso de música brasileira, que inclui Novos Baianos, Caetano Veloso, Rubel, Pupillo e Tom Zé, por exemplo. A loja ainda é responsável pelo selo Think! Records, que atua na distribuição de álbuns de jazz, soul, funk, música instrumental, entre outros. Esse braço da companhia japonesa produz edições exclusivas para o país e é responsável pela entrada de discos brasileiros nesse mercado. Ana Frango Elétrico, Toninho Horta e Zé Ibarra estão entre os nomes já lançados pela empresa. Far Out Recordings Também sediada no Reino Unido, a Far Out Recordings é especializada em música brasileira, apesar de trabalhar com artistas de outras nacionalidades, e foi fundada pelo empresário e produtor Joe Davis em 1994. A paixão do empresário pela nossa música se deu durante uma viagem ao Brasil, ainda na adolescência. Desde a fundação do selo, artistas como Azymuth, Joyce, Marcos Valle, Arthur Verocai e Binário já lançaram trabalhos com ele. Entre os lançamentos mais recentes está Sem Fronteiras (2026), de Bruno Berle. Jazzybelle Records Fundado por Olivier Rosset e Alexander Wise em 2024, é o selo “caçula” desta lista. Como o nome da empresa entrega, a ideia central é o foco em músicas que bebam das raízes do jazz, ou aquelas que seguem dando passos nessa direção nos dias atuais. A empresa é responsável pela produção de mídia física e distribuição digital das canções, além de atuar na gestão de carreira. Entre os nomes brasileiros que figuram no catálogo, estão álbuns de artistas como Carlos Dafé, Novos Baianos, Tulipa Ruiz e Céu, além do elogiado disco de estreia de Alberto Continentino. Light in the Attic Fundada por Matt Sullivan após uma temporada em Madri, a Light in the Attic (LITA) foi fundada para lançar reedições de qualidade de grandes artistas. Apesar de não ter um foco tão grande em música brasileira, a LITA já lançou trabalhos de lendas da música brasileira, como Erasmo Carlos, João Gilberto e Marcos Valle, além de coletâneas como Candomblé: Sacred Rhythms in Brazil (2026), sendo responsável pela distribuição deste ultimo. Mr Bongo Fundada em 1989 por David Buttle, a Mr Bongo nasceu em Londres como uma loja de discos. À época, a primeira a vender discos de gravadoras de hip hop independentes fora dos Estados Unidos, além de se tornar também um polo de música brasileira e latina, de modo geral.

Perguntas Frequentes sobre LIGT3

Qual é a cotação de LIGT3 hoje na B3?
A cotação de LIGT3 hoje está em R$ 3,07. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 3,00 e máxima de R$ 3,25.
Quanto a LIGT3 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de LIGT3?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de LIGT3 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de LIGT3?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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