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LAND3 Terra Santa Propriedades Agricolas SA – Cotação Hoje

Consumo Não Cíclico 📈 Ação B3

Terra Santa Propriedades Agricolas SA

CNPJ: 40337136000106

Preço Atual
R$ 9,02
+0.22%

Resumo Fundamentalista de LAND3

O ativo LAND3 (Terra Santa Propriedades Agricolas SA) está sendo negociado hoje a R$ 9,02, acumulando uma variação de +0.22% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 7,05 e a máxima de R$ 10,45. A companhia está inserida no setor de Consumo Não Cíclico, atuando no segmento de Agricultura. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de -60.71x e P/VP de 1.33x. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.

Abertura
R$ 9,14
Fec. Ant: R$ 8,99
Variação Dia
Min: R$ 8,90
Max: R$ 9,20
52 Semanas
Mín: R$ 7,05
Máx: R$ 10,45
Volume
16.400
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

-60.71
1.33
R$ -0,15
R$ 6,79
-29.98
-34.93
-30.90
P/Receita (PSR)
9.54
P/FCO
21.31
P/FCL
17.78
EV/Receita Líq.
9.26
EV/FCO
20.67
EV/FCL
17.25
Earning Yield
-3.34%
Enterprise Value
R$ 840,11 Mi
R$ 866,04 Mi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
1.05
Dív. Líquida/PL
-0.04
Dívida Líquida
R$ -25,94 Mi
Liq. Corrente
0.99
PL/Ativos
0.72
Passivos/Ativos
0.28
Liq. Seca
0.99
Liq. Imediata
1.34

Indicadores de Eficiência

Margem EBIT
-30.88%

Indicadores de Rentabilidade

-2.18%
-3.85%
-1.52%
Giro do Ativo
0.10

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
5.41%
CAGR Lucro
-187.43%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 95.40%
Margem EBITDA -27.32%
Margem Operacional -30.88%
Margem Líquida -15.72%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 40,65 Mi
FCL R$ 48,70 Mi
Caixa Total R$ 94,74 Mi
Caixa/Ação R$ 0,98
Receita e Dívida
Receita Total R$ 90,74 Mi
Lucro Bruto R$ 86,56 Mi
EBITDA R$ -24,79 Mi
Dívida Total R$ 248,23 Mi
Crescimento
Receita 5.41%
Lucro -187.43%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 96,57 Mi R$ 68,33 Mi R$ 91,73 Mi R$ 95,01 Mi
Lucro Bruto R$ 92,29 Mi R$ 63,58 Mi R$ 86,59 Mi R$ 88,22 Mi
EBITDA R$ -0,99 Mi R$ 20,43 Mi R$ 59,43 Mi R$ 56,11 Mi
Lucro Líquido R$ 4,75 Mi R$ 7,33 Mi R$ 35,21 Mi R$ 137,17 Mi

Sobre a LAND3

Setor
Consumo Não Cíclico
Indústria
Agricultura
Market Cap
R$ 866,04 Mi
Descrição do Negócio

Terra Santa Propriedades Agrícolas S.A., identificada no mercado pelo ticker LAND3, teve atuação no agronegócio brasileiro com foco em produção agrícola em larga escala, gestão de terras e desenvolvimento de ativos ligados a culturas como soja, milho e algodão. A companhia operava fazendas em regiões de fronteira agrícola e estruturava sua estratégia com base em produtividade por hectare, eficiência operacional e gestão de portfólio de propriedades rurais. Após movimentos societários no setor, os ativos operacionais e parte relevante das operações foram incorporados por outra plataforma agrícola listada. Assim, o ticker LAND3 passou a refletir um contexto de reestruturação societária e sucessão de atividades, com menor presença operacional independente em relação ao histórico da antiga Terra Santa. A leitura econômica do caso depende de eventos corporativos, termos da combinação de negócios e destinação dos ativos rurais.

Dividendos

DIVIDENDO R$ 0,0724
Pagamento: 29/05/2025
DIVIDENDO R$ 0,0869
Pagamento: 24/05/2024
DIVIDENDO R$ 0,4710
Pagamento: 05/05/2023
DIVIDENDO R$ 0,8835
Pagamento: 28/03/2023
DIVIDENDO R$ 0,2049
Pagamento: 05/05/2022

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O movimento de saída de capital estrangeiro da bolsa de valores brasileira ganhou força em agosto. O saldo líquido dos investidores estrangeiros na B3 (BOV:B3SA3) acumula retirada de R$ 15,63 bilhões até o dia 13, segundo levantamento da Elos Ayta, elaborado com base nos dados da B3 e sem considerar aportes em IPOs e follow-ons. O número não é apenas elevado. Ele já representa a maior saída mensal registrada na série histórica acompanhada pela consultoria desde janeiro de 2022. O fluxo negativo de agosto também supera os R$ 13,28 bilhões registrados em maio deste ano. Na prática, 2026 já concentra os dois maiores episódios de retirada de capital estrangeiro dessa amostra. E há um detalhe que torna o dado ainda mais incômodo para quem acompanha o mercado: agosto está longe de terminar. O levantamento considera os fluxos somente até o dia 13. Ainda não dá para dizer qual será o saldo fechado do mês, mas o ritmo atual já coloca o comportamento dos investidores estrangeiros na B3 em uma zona de atenção. A mudança de percepção também aparece na estratégia do JPMorgan (NYSE:JPM). Na última semana, o banco revisou sua estratégia para a América Latina no segundo semestre de 2026 e reduziu sua recomendação para o mercado brasileiro de overweight (exposição acima da média, equivalente à compra) para neutra, o que também incentivou a saída de capital do país. Para os estrategistas do banco, o Brasil perde atratividade diante da combinação de crescimento mais fraco, deterioração do crédito, juros elevados por mais tempo e aumento da volatilidade em função das eleições presidenciais de outubro. QUER SABER COMO GANHAR MAIS? A ADVFN oferece algumas ferramentas bem bacanas que vão te ajudar a ser um trader de sucesso Monitor - Lista personalizável de cotações de bolsas de valores de vários paíeses. - Lista personalizável de cotações de bolsas de valores de vários paíeses. Portfólio - Acompanhe seus investimentos, simule negociações e teste estratégias. News Scanner - Alertas de notícias com palavras-chave do seu interesse. - Alertas de notícias com palavras-chave do seu interesse. Agenda Econômica - Eventos que impactam o mercado, em um só lugar. Cadastre-se

Ibovespa Futuro Recua e Dólar Supera R$ 5,20 com Disparada dos Treasuries nos EUA
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Ibovespa Futuro Recua e Dólar Supera R$ 5,20 com Disparada dos Treasuries nos EUA

Da redaçãoi Da redação https://istoedinheiro.com.br/autor/da-redacao 18/08/2026 - 15:35 Para compartilhar: Copie a URL: Copiar Abertura dos negócios é marcada pela fuga de capital dos mercados emergentes e busca por proteção na renda fixa americana, pressionando os ativos locais. O que aconteceu Bolsa sob Pressão: O Ibovespa futuro engatou nova trajetória de baixa nesta terça-feira, 18 de agosto de 2026, acompanhando o movimento de venda nos mercados acionários mundiais. Câmbio Aquecido: O dólar comercial acelerou ganhos frente ao real e rompeu o patamar de R$ 5,20, refletindo a demanda global por liquidez em moeda americana. Treasuries nas Máximas: Os rendimentos dos títulos de dívida do Tesouro dos EUA atingiram picos recentes, aumentando a atratividade da renda fixa norte-americana livre de risco. Desafio para a Selic: A alta simultânea do dólar e das commodities internacionais eleva os riscos de inflação importada no Brasil, mantendo o ambiente de taxa Selic a 14% ao ano por tempo prolongado. A Força das Treasuries e a Drenagem de Liquidez dos Emergentes O estresse nos mercados globais ganhou tração nas primeiras horas de negócio deste dia 18 de agosto de 2026. O contrato futuro do Ibovespa recuou firme na B3, enquanto o dólar comercial renovou máximas ao ser negociado acima do patamar de R$ 5,20. O motor central desse ajuste é a disparada nos rendimentos dos Treasuries — os títulos públicos do governo dos Estados Unidos. Com as taxas das Treasuries atingindo seus níveis mais altos do ano, o custo de oportunidade global sofre uma forte recalibragem. Grandes fundos de investimento e alocadores institucionais reduzem a exposição a ativos de maior risco em países emergentes, como o Brasil, para garantir retornos expressivos e seguros em dólar na renda fixa americana. Esse fluxo de saída de capital estrangeiro pressiona diretamente o real. A desvalorização da moeda brasileira eleva o custo de insumos importados para a indústria nacional, reacendendo o alerta sobre o repasse inflacionário nos preços ao consumidor final. O ambiente de aversão externa ao risco encontra um mercado doméstico já bastante sensível ao nível das taxas de juros. Com a taxa Selic mantida no nível de 14% ao ano pelo Banco Central do Brasil para conter as expectativas inflacionárias, o crédito para as companhias locais segue custoso, comprimindo margens operacionais e desacelerando investimentos produtivos. No pregão da B3, o recuo do Ibovespa futuro afeta principalmente empresas do setor de consumo, varejo e tecnologia, cujas avaliações de mercado (valuations) são mais penalizadas pela alta da curva de juros futuros. Em contrapartida, empresas exportadoras de commodities e geradoras de receita em dólar encontram relativo suporte nas cotações, amenizando um recuo ainda mais severo do índice de referência. Guia do Investidor Para proteger a carteira de investimentos e gerenciar o risco em momentos de alta do dólar e recuo das ações, considere as seguintes estratégias: Mantenha Proteção Cambial (Hedge): Alocações em ativos atrelados ao dólar ou em fundos internacionais ajudam a mitigar as perdas da parcela de renda variável doméstica em momentos de desvalorização do real. Aproveite a Liquidez Pós-Fixada: Diante da manutenção da Selic a 14% ao ano, mantenha a reserva de oportunidade em títulos pós-fixados de alta liquidez (como Tesouro Selic) para realizar aportes táticos em ações durante fortes correções do mercado. Priorize Empresas Exportadoras e Desalavancadas: Companhias com receita atrelada a moedas fortes e baixos níveis de endividamento em CDI enfrentam ciclos de instabilidade global com maior resiliência de caixa. Evite Giro Excessivo de Carteira: Movimentos bruscos impulsionados por ruídos de curto prazo costumam gerar perdas definitivas de capital. Avalie a qualidade dos fundamentos das empresas antes de tomar decisões de venda. Leia mais Pix Mais Rígido: As Regras do Banco Central que Impõem Limites e Aumentam a Segurança em 2026 Reforma Tributária: O Novo Papel do Contador e ERP na Transição do IVA Dual em 2026 Liquidação Global de Títulos: Por Que a Alta dos Juros nos EUA e Japão Ameaça os Mercados em 2026 Chilli Beans Avança em Fintech: Rede Lança Maquininha Própria e Prepara Oferta de Crédito para Franqueados 99 Amplia Benefícios e Lança Financiamento de Veículos Elétricos para Motoristas em 2026 Dólar e Ibovespa Hoje: Mercado Abre Atento a Commodities e Juros Globais Mega-Sena hoje (18) com prêmio de 45 milhões: veja como jogar online e o valor do rendimento mensal do prêmio Os tentáculos da Chery: conheça os alvos das novas marcas chinesas de carro que vêm ao Brasil Para compartilhar:

B3 tem segundo pior desempenho em agosto entre bolsas estrangeiras
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A Bolsa de Valores de São Paulo (B3) teve o pior desempenho em dólares em agosto dentre 21 bolsas internacionais , conforme levantamento feito pela consultoria Elos Ayta divulgado, nesta terça-feira (18/8), com base no fechamento até ontem. De acordo com a consultoria, o Índice Bovespa (IBovespa), principal indicador da B3, acumulava queda em dólares de 8,54% em agosto até segunda-feira (17/8), ficando à frente apenas do Índice Merval, da Argentina, que recuou 10,47% no mesmo período. Por volta das 13h55 de hoje, a B3 recuava 0,07%, aos 166.660 pontos. De acordo com o sócio fundador da Elos Ayta, Einar Rivero, o resultado do levantamento coloca o mercado acionário brasileiro entre os destaques negativos do mês no cenário internacional. A conversão dos resultados para dólares amplia a dimensão da queda do mercado brasileiro. “No período, o dólar registra valorização de 2,44% frente ao real, enquanto o IBovespa acumula queda de 6,30% em moeda brasileira. Assim, além da desvalorização das ações, o investidor estrangeiro enfrenta o efeito cambial, que aprofunda a perda registrada pelo principal índice da bolsa brasileira”, informou. A consultoria informou ainda que, entre os quatro piores desempenhos da amostra, dois são de mercados latino-americanos: o Merval argentino, com queda de 10,47%, e o IBovespa, com recuo de 8,54%. Na sequência aparecem o FTSE China 50, da China, com baixa de 2,55%, e o IPC México, que recuou 2,29%. O comportamento negativo, portanto, é particularmente concentrado nos mercados latino-americanos de maior porte. Por outro lado, os mercados europeus e asiáticos apresentaram os melhores resultados em agosto. O Euro Stoxx 50 liderou a amostra, com alta de 7,02%, seguido pelo Índice Nikkei 225, do Japão, com avanço de 6,77%. O Índice Nasdaq, a bolsa das empresas de tecnologia dos Estados Unidos, apresentou valorização de 5,01%. Entre os mercados latino-americanos, Colômbia e Peru destoam do movimento negativo, com altas de 2,68% e 2,65%, respectivamente. Fuga de dólares Vale lembrar que a debandada de investidores estrangeiros na B3 está sendo forte no mês de agosto, apesar do forte fluxo de entrada que ocorreu no começo do ano. Até o dia 13, a saída de capital estrangeiro somou R$ 15,63 bilhões, segundo o levantamento da Elos Ayta. O resultado representa a maior retirada mensal registrada pela série histórica acompanhada pela consultoria desde janeiro de 2022, superando inclusive o saldo negativo de R$ 13,28 bilhões observado em maio deste ano, segundo Rivero. A saída de capital estrangeiro da B3 nas últimas semanas não tem uma causa única, mas é resultado a soma de vários fatores, alguns estruturais, de acordo com Rafael Minotto, analista da Ciano Investimentos. “No pano de fundo, seguem a guerra entre Irã e EUA, sem prazo definido para acabar, elevando a aversão a risco global e fortalecendo o dólar frente a moedas emergentes. Os juros brasileiros, que mesmo com perspectiva de cortes futuros permanecem em patamar elevado, a combinação entre preocupação fiscal e uma eleição, que segue acirrada, o mercado precifica que a atual gestão carrega um histórico de política fiscal voltada a gasto público, o que soma incerteza à indefinição eleitoral”, explicou. Segundo o analista, um fator que tem pesado para a debandada é a inflação norte-americana que ficou abaixo do esperado no mês passado, fazendo o capital acabar sendo direcionado para as empresas dos EUA, e fez as bolsas norte-americanas baterem recordes seguidos em agosto. “Com isso, cresce a perspectiva de que o Fed (Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos) mantenha os juros estáveis até setembro e abra espaço para corte no quarto trimestre, o que torna os ativos americanos ainda mais atrativos frente aos emergentes”, acrescentou Minotto.

Perguntas Frequentes sobre LAND3

Qual é a cotação de LAND3 hoje na B3?
A cotação de LAND3 hoje está em R$ 9,02. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 8,90 e máxima de R$ 9,20.
Quanto a LAND3 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de LAND3?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de LAND3 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de LAND3?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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