HB

HBOR3 Helbor Empreendimentos S.A. – Cotação Hoje

Construção e Imobiliário 📈 Ação B3

Helbor Empreendimentos S.A.

CNPJ: 49263189000102

Preço Atual
R$ 1,81
-0.55%

Resumo Fundamentalista de HBOR3

O ativo HBOR3 (Helbor Empreendimentos S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 1,81, acumulando uma variação de -0.55% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 1,65 e a máxima de R$ 4,29. A companhia está inserida no setor de Construção e Imobiliário, atuando no segmento de Incorporações. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 53.46x e P/VP de 0.17x. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.

Abertura
R$ 1,82
Fec. Ant: R$ 1,81
Variação Dia
Min: R$ 1,81
Max: R$ 1,84
52 Semanas
Mín: R$ 1,65
Máx: R$ 4,29
Volume
152.100
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

53.46
0.17
R$ 0,03
R$ 10,82
15.27
P/Receita (PSR)
0.22
P/FCO
-4.67
P/FCL
-1.75
EV/Receita Líq.
1.70
EV/FCO
-35.82
EV/FCL
-13.43
Earning Yield
6.55%
Enterprise Value
R$ 1,87 Bi
R$ 243,61 Mi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
11.86
Dív. Líquida/PL
0.58
Dívida Líquida
R$ 1,63 Bi
Liq. Corrente
2.55
PL/Ativos
0.42
Passivos/Ativos
0.58
Liq. Seca
0.74
Liq. Imediata
0.18

Indicadores de Eficiência

Margem EBIT
11.10%

Indicadores de Rentabilidade

4.53%
2.63%
0.97%
Giro do Ativo
0.17

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
-10.85%
CAGR Lucro
-90.93%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 29.90%
Margem EBITDA 12.44%
Margem Operacional 11.10%
Margem Líquida 5.95%
Fluxo de Caixa
FCO R$ -52,20 Mi
FCL R$ -139,28 Mi
Caixa Total R$ 238,55 Mi
Caixa/Ação R$ 1,78
Receita e Dívida
Receita Total R$ 1,10 Bi
Lucro Bruto R$ 329,81 Mi
EBITDA R$ 137,17 Mi
Dívida Total R$ 3,06 Bi
Crescimento
Receita -10.85%
Lucro -90.93%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 1.128,46 Mi R$ 1.270,38 Mi R$ 1.276,09 Mi R$ 906,44 Mi
Lucro Bruto R$ 350,03 Mi R$ 426,15 Mi R$ 378,69 Mi R$ 252,93 Mi
EBITDA R$ 124,95 Mi R$ 240,00 Mi R$ 227,40 Mi R$ 147,28 Mi
Lucro Líquido R$ 92,03 Mi R$ 163,02 Mi R$ 172,84 Mi R$ 107,74 Mi

Sobre a HBOR3

Setor
Construção e Imobiliário
Indústria
Incorporações
Market Cap
R$ 241,50 Mi
Descrição do Negócio

Helbor Empreendimentos S.A. é uma das maiores incorporadoras imobiliárias do Brasil, com forte presença na região metropolitana de São Paulo, que concentra mais de 21 milhões de habitantes. Fundada em 1977 pelo empresário Hélio Borenstein, a Helbor desenvolveu ao longo de seus 42 anos de operação significativa expertise no mercado imobiliário, tendo entregue 265 projetos totalizando mais de 42 mil unidades e mais de 8 milhões de metros quadrados de área construída. A empresa opera com um modelo de negócio focado exclusivamente em desenvolvimento imobiliário, buscando soluções estratégicas para construção e vendas através de parcerias com construtoras e desenvolvedoras experientes. Helbor mantém um portfólio estratégico de terras adquiridas concentrado no município de São Paulo, com valor geral de vendas estimado em R$ 11 bilhões. A companhia está posicionada para aproveitar oportunidades em segmentos diversos do mercado imobiliário, oferecendo soluções customizadas que atendem demandas específicas com forte potencial de retorno aos acionistas.

Dividendos

DIVIDENDO R$ 0,0013
Pagamento: 29/05/2026
DIVIDENDO R$ 0,0188
Pagamento: 29/05/2026
DIVIDENDO R$ 0,1319
Pagamento: 05/01/2026
DIVIDENDO R$ 0,1011
Pagamento: 30/05/2025
DIVIDENDO R$ 0,0910
Pagamento: 31/05/2024
DIVIDENDO R$ 0,0914
Pagamento: 30/05/2023
DIVIDENDO R$ 0,1807
Pagamento: 31/05/2022
DIVIDENDO R$ 0,0475
Pagamento: 31/05/2021
DIVIDENDO R$ 0,0649
Pagamento: 10/05/2016
DIVIDENDO R$ 0,3962
Pagamento: 11/05/2015

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Fundos Imobiliários Brasileiros 17/08/2026

FIIs sofrem pressão de demanda menor em imóvel de alta renda

Demanda mais fraca para residenciais de média e alta renda começam a atingir fundos expostos ao setor Fundos imobiliários (FIIs) ligados ao crédito residencial de média e alta renda começam a dar sinais de estresse. Desaceleração nas vendas, demora no repasse do financiamento imobiliário e altas nos custos de obras têm colocado pressão no fluxo de caixa de incorporadoras voltadas a esse segmento – e começa a bater em FIIs expostos a eles. Algumas das grandes incorporadoras com foco no segmento nas capitais, como Even e Helbor, relataram em seus resultados e prévias operacionais desaceleração na demanda em comparação com trimestres e anos anteriores. O episódio mais recente de impacto em fundos veio do Mérito Desenvolvimento Imobiliário (MFII11), cuja carteira tem atualmente 16 empreendimentos em obras, espalhadas pelas regiões Sudeste, Sul e Nordeste do país. A maior concentração vem de São Paulo. No fim de julho, o fundo cortou os dividendos mensais em 67%, para R$ 0,30 por cota, e revisou para baixo as expectativas de geração de caixa para 2026 e 2027. Em resposta, as cotas caíram 41% no dia 3 de agosto, na sequência do anúncio. No ano, acumulam baixa de 58%. A projeção do fundo para geração de caixa para 2026 passou de R$ 30,6 milhões no primeiro trimestre para R$ 9,2 milhões ao fim de junho. Para 2027, caiu de R$ 87,1 milhões para R$ 46,5 milhões. Parte da revisão veio da carteira imobiliária. O condomínio Damha Fit II, de médio padrão em Uberaba (MG), passou a registrar vendas abaixo do esperado, enquanto o Reserva da Ilha, de alto padrão, em Sertaneja (PR), vê acumular um estoque resistente às vendas. Juntos, representam 11,1% do portfólio do MFII11. No Cartesia Recebiveis Imobiliarios (CACR11), fundo de papel com exposição em CRIs de empreendimentos em São Paulo, Bahia e Rio Grande do Sul, a gestora voltou a suspender os dividendos em julho. Os problemas ganharam força a partir de abril e, desde então, as cotas acumulam queda de 83%. Segundo a Cartesia, juros e custos maiores, além de atrasos em obras, postergaram a geração de caixa esperada com os projetos. Em maio, a inadimplência também chegou à carteira: uma administradora de imóveis, a Helvetia 5, deixou de pagar as notas comerciais que lastreiam o CRI Helvetia, ligado ao desenvolvimento de um prédio em São Paulo (o Le Jardin). Sem o pagamento da devedora, a operação ficou sem recursos para honrar o repasse aos investidores do CRI na data prevista. No início do ano, outro sinal veio do TG Ativo Real (TGAR11), maior fundo de desenvolvimento imobiliário da bolsa. O fundo reduziu a distribuição mensal de R$ 1 para R$ 0,71 por cota no primeiro semestre (-29%), patamar que foi mantido para o segundo. Justificativa do fundo: juros altos, crédito mais restrito e dificuldades nos repasses. No ano, a cota acumula baixa de 51%. Os episódios têm origens e níveis de gravidade diferentes. Mas mostram a existência de um cenário crítico. O gargalo no repasse Uma trava hoje está no chamado “repasse imobiliário”, ou seja, o momento em que a venda feita na planta precisa se transformar efetivamente em dinheiro para a incorporadora. Durante a construção, quem compra paga parte do valor diretamente à empresa. Na entrega das chaves, costuma financiar com um banco boa parte do saldo restante. Quando o crédito é aprovado, o banco libera os recursos e a incorporadora recebe o dinheiro. O problema é que esse processo ficou mais lento e mais difícil. A Brio, gestora com forte atuação no residencial de alta renda de São Paulo, afirma que as vendas estão mais devagar e que os bancos ficaram mais criteriosos na concessão do financiamento. “O repasse está mais lento, bem mais lento”, diz Vitor Senra, sócio-fundador da Brio. A própria Brio, que tem cerca de R$ 1,5 bilhão sob administração, passou a privilegiar mais operações de crédito no residencial e a exigir que o empreendimento já tenha atingido determinado percentual de vendas antes de colocar capital. Martim Fass, gestor de fundos imobiliários da Daycoval Asset, relata um movimento semelhante. “A gente sentiu uma desaceleração. Há muita reclamação de clientes em relação à obtenção de crédito imobiliário dos bancos”, diz. Segundo ele, uma família que antes conseguia determinado montante de financiamento hoje obtém menos e enfrenta uma liberação mais demorada. Se não tiver os recursos próprios para cobrir a diferença, pode desistir da compra. Enquanto isso, terreno, obra, mão de obra, impostos e juros continuam sendo pagos, claro. O resultado é um descasamento. O dinheiro entra mais tarde para as incorporadoras, mas as despesas continuam vencendo no prazo. Outro fator de pressão é o excesso de oferta. 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Tempo real: Ibovespa recua com 'risco Brasil' no radar; dólar sobe a R$ 5,17 – Money Times
Dólar Hoje 12/08/2026

Tempo real: Ibovespa recua com 'risco Brasil' no radar; dólar sobe a R$ 5,17 – Money Times

Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli) Resumo: O Ibovespa (IBOV) opera em baixa ainda com efeitos do ‘risco Brasil’ no radar dos investidores, na esteira das perdas de ontem. O dólar à vista destoa do exterior e avança. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Nos Estados Unidos, índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) dos Estados Unidos (EUA) avançou 0,1% no mês de julho, após subir 0,4% em junho. Nos termos anualizados, o CPI desacelerou de 3,5% para 3,4%. O dado reforça a perspectiva de um Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) menos agressivo na política monetária no curto prazo. Destaques: 10h43 Por que o ETF IHI pode ser uma aposta estratégica na revolução da saúde e da oncologia O setor de equipamentos médicos (MedTech) reúne uma combinação atraente de fundamentos em recuperação e valuations ainda deprimidos após anos de desempenho mais fraco. A estabilização do volume de procedimentos, a correção de gargalos operacionais, o lançamento de novos produtos e o envelhecimento da população contribuem para uma perspectiva mais construtiva para o segmento. Leia mais. 10h30 >> Direcional (DIRR3) sai de leilão e recua 6,81% 10h29 >> CSN Mineração (CMIN3) e CSN (CSNA3) figuram entre as maiores altas do Ibovespa antes de divulgar o balanço do 2T26 10h28 >> Cury (CURY3) cai 2% após resultados do 2T26 10h20 >> Direcional (DIRR3) recua 5,90% e lidera perdas do Ibovespa 10h20 Abertura do Ibovespa O Ibovespa opera em alta de 0,25%, aos 168.298,08 pontos, nesta quarta-feira (12) logo após a abertura dos negócios da B3. 10h15 Ibovespa opera perto da estabilidade com CPI dos EUA, mas petróleo pesa; 5 coisas para saber antes de investir hoje (12) O Ibovespa (IBOV) opera com ligeira alta, perto da estabilidade, acompanhando o bom humor no exterior e o dado em linha com o esperado da inflação ao consumidor nos Estados Unidos, o que corrobora um cenário de um banco central dos Estados Unidos menos agressivo. O petróleo, no entanto, pode pesar nos ativos brasileiros. Por volta de 10h10 (horário de Brasília), o principal índice da bolsa brasileira operava em leve alta de 0,07%, aos 167.984,17 pontos. Pouco depois, o Ibovespa inverteu o sinal e passou a recuar, ainda como reflexo do “risco Brasil”. Leia mais. 10h09 Taesa (TAEE11), PagBank (PAGS34), Cury (CURY3) e outros destaques desta quarta (12) Os balanços do segundo trimestre de 2026 da Taesa (TAEE11) e do PagBank (PAGS34), e a aprovação de dividendos da Cury (CURY3) são alguns dos destaques corporativos desta quarta-feira (12). Confira o Radar do Mercado Taesa (TAEE11) tem queda de 28,5% no lucro do 2º trimestre; empresa anuncia R$ 207 milhões em proventos A Taesa (TAEE11) registrou lucro líquido regulatório de R$ 206,8 milhões no segundo trimestre de 2026, queda de 28,5% na comparação anual. Leia mais. 10h03 Gerdau (GGBR4): XP fixa preço-alvo em R$ 30 no fim de 2027 A XP atualizou as estimativas para as ações da Gerdau (GGBR4) e fixou preço-alvo de R$ 30 no fim de 2027, o que implica em um potencial de valorização de 24% sobre o preço de fechamento de ontem. “Embora os investidores continuem debatendo a sustentabilidade do momentum atual, as indicações mais recentes apontam para um fortalecimento adicional no mercado siderúrgico dos EUA, com backlogs saudáveis e sem sinais concretos de um acordo iminente entre os Estados Unidos e o México/Canadá”, destacaram os analistas. A recomendação de compra foi mantida. A XP também rolou o preço-alvo de Metalúrgica Gerdau (GOAU4) para o fim de 2027. A casa projeta a ação a R$ 13,30, o que representa um potencial de valorização de 25% sobre o preço de fechamento anterior. A recomendação também é de compra. 9h49 Juiz flagrado bebendo vinho e fumando em audiência diz que ‘STJ, STF e Moraes são corruptos’ Alvo de investigação da Corregedoria do Tribunal de Justiça de Minas Gerais por fumar e entornar uma garrafa de vinho durante uma audiência virtual, o juiz Milton Lívio Lemos Salles gravou um vídeo nesta terça-feira (11) em que acusa a Corte mineira de “difamação” e afirma que o Tribunal estadual, o Superior Tribunal de Justiça (STJ), o Supremo Tribunal Federal (STF) e o ministro Alexandre de Moraes “são todos corruptos”. Há 36 anos na carreira, Salles diz ter “conhecimento de causa” sobre as acusações. O Estadão pediu manifestação dos três tribunais citados e do ministro Alexandre de Moraes sobre as acusações de Milton Lívio Lemos Salles. O espaço está aberto para manifestação. Leia mais. 9h45 Auren (AURE3): Safra rebaixa recomendação para neutra O Banco Safra rebaixou a recomendação de Auren (AURE3) de compra para neutro e cortou o preço-alvo de R$ 14,10 para R$ 11,50, o que implica um upside de 9% e justifica o rebaixamento. Após os dados mais fracos do primeiro semestre e um ambiente macroeconômico mais desafiador, o Safra enxerga uma perspectiva pior para a companhia. “As taxas de juros mais elevadas têm um impacto significativo sobre o fluxo de caixa da Auren, dado seu elevado nível de alavancagem (5,3x dívida líquida/EBITDA no final de 2026). Além disso, as menores margens na comercialização de energia, combinadas ao forte impacto do curtailment (redução/corte compulsório da geração de energia) e ao GSF persistentemente baixo, em meio a um cenário ainda volátil para os preços de energia, devem continuar se traduzindo em desafios significativos para a companhia”, detalha. Outro fator que pesa negativamente para o Safra é o potencial limitado para o pagamento de dividendos, o que também reduz a atratividade da tese de investimento. 9h45 Day trade: Compre B3 (B3SA3) e venda Auren (AURE3) para ganhar até 1,47% hoje (12), segundo a Ágora A B3 (B3SA3) é uma das recomendações de compra em day trade da Ágora Investimentos para esta quarta-feira (12). As ações da empresa fecharam a sessão da última terça-feira (11) cotadas a R$ 14,29. O potencial de ganho é de 1,47% e o stop sugerido é de R$ 14,21. Leia mais. 9h41 CPI: Inflação dos EUA sobe 0,1% em julho e acumula alta anual de 3,4% O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) dos Estados Unidos (EUA) avançou 0,1% no mês de julho, informou o Departamento do Trabalho nesta quarta-feira (12). Para comparação, em maio, o índice recuou 0,4%. A inflação norte-americana no acumulado dos últimos 12 meses soma 3,4%, em linha com o esperado pelo mercado. Com isso, os preços ainda estão acima da meta de 2% perseguida pelo Federal Reserve (Fed). Leia mais. 9h37 Orizon (ORVR3): Safra ajusta preço-alvo para R$ 24 Em 10 de agosto, a Orizon (ORVR3) aprovou um desdobramento de ações na proporção de 1:4. Como resultado, o Banco Safra ajustou o preço-alvo para R$ 24,00 por ação, ante R$ 98, para refletir esse evento, sem alterações na tese de investimento ou nas estimativas. A nova precificação implica um potencial de valorização de 46% em relação ao fechamento anterior. A recomendação de compra para o papel foi mantida pelo Safra. 9h31 >> CPI: Inflação dos EUA sobe 0,1% em julho 9h29 Ibovespa futuro sobe aos 168 mil pontos após dado de serviços e espera pelo CPI dos EUA O Ibovespa futuro (INDFUT) subiu 0,16%, aos 168.610 pontos, após a abertura, às 9h (horário de Brasília), com os dados do volume de serviços domésticos e o índice de preços ao consumidor (CPI, em inglês) dos Estados Unidos. Dólar à vista abriu a R$ 5,1537, com queda de 0,14%. 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O indicador, que reúne pedidos realizados por produtores rurais que atuam como pessoa física e jurídica, além de empresas relacionadas à cadeia produtiva, mostrou um aumento também na comparação com o quarto trimestre de 2025 (4T25), quando as solicitações de RJ somaram 408. Leia mais. 8h40 Helbor (HBOR3) tem lucro líquido de R$ 5,3 milhões no 2T26, queda de 74% A Helbor (HBOR3), incorporadora focada no segmento de médio e alto padrão, registrou lucro líquido consolidado de R$ 5,3 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26), queda de 74% em relação aos R$ 20,3 milhões apurados no mesmo período de 2025. No número atribuível aos sócios controladores, o lucro totalizou R$ 600 mil, recuo de 62,5% em um ano, segundo balanço divulgado nessa terça-feira (11). Leia mais. 8h40 Assaí (ASAI3) nega potencial combinação de negócios com o Grupo Muffato; entenda O Assaí (ASAI3) prestou esclarecimentos ao mercado após circular na mídia uma potencial combinação de negócios entre a companhia e o Grupo Muffato. À Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a varejista negou o andamento de negociação ou consideração envolvendo uma combinação de negócios, fusão, incorporação ou transferência de controle. Em comunicado divulgado na noite de terça-feira (13), o Assaí ressalta ainda que a companhia não conta com acionista ou grupo de acionistas controlador em sua composição societária. Leia mais. 8h32 Irã e EUA não discutiram prorrogação do cessar-fogo, diz autoridade de alto escalão iraniana à Reuters Não houve discussões entre o Irã e os Estados Unidos para prorrogar o cessar-fogo porque, na perspectiva de Teerã, o acordo não tinha data de início e, portanto, não havia nada a ser prorrogado, disse uma fonte iraniana de alto escalão à Reuters nesta quarta-feira (12). — Com informações de Reuters 8h30 Bitwise corta 14% da equipe em meio a pausa do mercado de criptomoedas e aceleração da inteligência artificial nos negócios A Bitwise Asset Management cortou 14% de sua equipe em meio à desaceleração do mercado de criptomoedas, enquanto o CEO da empresa afirmou que as demissões ainda deixam a companhia bem posicionada para crescer. O CEO da Bitwise, Hunter Horsley, disse ao portal The Block, em uma declaração enviada por e-mail, que a gestora de criptoativos reduziu sua equipe global para cerca de 155 funcionários na semana passada. Leia mais. 8h30 Por que os preços das commodities agrícolas acompanham cada vez mais os combustíveis? A relação entre o mercado de energia e o agronegócio está ficando cada vez mais estreita. À medida que petróleo e biocombustíveis ganham importância na matriz energética, os preços das commodities agrícolas passam a responder não apenas à oferta e à demanda por alimentos, mas também às condições do mercado de combustíveis. Essa é a principal conclusão de uma análise da equipe de agricultura do Goldman Sachs, que aponta os biocombustíveis como um vetor cada vez mais relevante para a formação dos preços de grãos, açúcar e óleos vegetais. Leia mais. 8h23 Mini índice entra em zona crítica após forte queda; BTG aponta próximos níveis de atenção O mini índice (WINQ26) aprofundou o movimento de baixa e pode estender as perdas caso não consiga sustentar a região dos 168.000 pontos, segundo relatório de análise técnica do BTG Pactual divulgado nesta quarta-feira (12). De acordo com os analistas Lucas Costa e Gabriela Sporch, o contrato futuro do Ibovespa (IBOV) encerrou o pregão com queda de 2,34%, rompendo suportes relevantes e intensificando a pressão vendedora no curto prazo. No gráfico de 60 minutos, o ativo opera abaixo de todas as médias móveis visíveis, confirmando uma estrutura técnica mais fragilizada. Leia mais. 8h12 Minério de ferro fecha com leve alta na China Os contratos futuros de minério de ferro permaneceram em uma faixa estreita nesta quarta-feira (12), já que o tufão Dolphin interrompeu dezenas de projetos de construção na região central da China, embora o aumento previsto nas compras de aço tenha oferecido algum suporte aos preços. O contrato de minério de ferro para setembro, o mais negociado na Bolsa de Commodities de Dalian (DCE), encerrou o pregão diurno com alta de 0,14%, a 720,5 iuanes (US$ 106,80) por tonelada métrica. Leia mais. 7h49 Bitcoin (BTC) aguarda dados de inflação dos Estados Unidos; veja preços das criptomoedas nesta quarta-feira (12) O bitcoin (BTC) é negociado na casa dos US$ 64 mil na manhã desta quarta-feira (12), sem variações relevantes no preço nas últimas 24h. O mercado global de criptomoedas opera em alta, com os investidores de olho na publicação dos dados de inflação dos Estados Unidos, que deve acontecer na manhã de hoje. Leia mais. 7h44 Fundo imobiliário conclui venda de imóvel por R$ 1,16 milhão; IFIX aprofunda perdas O fundo imobiliário Banrisul Novas Fronteiras (BNFS11) anunciou, por meio de fato relevante, que concluiu a venda de um imóvel comercial localizado em Sapucaia do Sul (RS), por R$ 1,166 milhão. Segundo o comunicado divulgado ao mercado, o veículo celebrou, em 28 de julho, a escritura pública do empreendimento. A compradora é a C&C Negócios Imobiliários Ltda. Leia mais. 7h13 Negociações sobre guerra no Irã chegam a novo impasse em meio a novos ataques à navegação Os Estados Unidos e os houthis do Iêmen, alinhados ao Irã, relataram ataques separados à navegação na terça-feira, enquanto as expectativas de um fim à guerra no Irã pareciam diminuir, com Teerã afirmando que o Estreito de Ormuz permaneceria fechado a menos que Washington aceitasse suas condições. Os ataques, ocorridos no Golfo de Omã — que dá acesso ao estreito — e na entrada do Mar Vermelho — ambos pontos estratégicos vitais para o abastecimento global de petróleo — ocorrem em um momento em que a guerra não dá sinais de que vai acabar, apesar das repetidas afirmações do presidente dos EUA, Donald Trump, de que um acordo está iminente. Leia mais. 7h03 CPI dos EUA e balanço do BB dominam as atenções do mercado; Ibovespa em dólar sobe hoje (12) O mercado acompanha a divulgação do Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) dos Estados Unidos. As projeções indicam que a inflação norte-americana deve avançar 0,1% na comparação mensal e atingir 3,4% em 12 meses. Embora não seja o indicador de inflação preferido do Federal Reserve, o CPI é acompanhado de perto por investidores, pois ajuda a calibrar as expectativas para os próximos passos da política monetária, especialmente após a divulgação de um payroll mais fraco. Leia mais. 7h00 Santander (SANB11): Obrigado ou não a fechar o capital? A questão jurídica por trás da OPA A OPA (oferta pública de aquisição de ações) do Santander (SANB11) era uma bola cantada diante da diferença gritante entre as ações brasileiras e as da sua matriz espanhola. Porém, a saída encontrada pelo banco desagradou e frustrou parte dos investidores. Isso porque o banco recorreu a uma OPA não obrigatória que não envolve dinheiro, mas BDRs. Leia mais. 7h00 Armor Capital vê a Bolsa num preço justo e tem outra aposta para os próximos meses A Bolsa brasileira já não está “barata” e faltam gatilhos para o retorno do Ibovespa (IBOV) aos níveis recordes, na avaliação da Armor Capital. “A Selic está em patamar elevado, então a bolsa precisa ter um desconto para compensar esse custo de carrego. Por isso, a gente está vendo a Bolsa brasileira muito ‘fair’, em um fair value“, afirmou Paula Moreno, co-CIO e sócia da gestora, em entrevista ao Money Times. Leia mais. 6h51 Automob (AMOB3) amplia prejuízo ajustado para R$ 87,5 mi no 2º trimestre A Automob (AMOB3) registrou um prejuízo líquido ajustado de R$ 87,5 milhões no segundo trimestre de 2026, em comparação com um prejuízo de R$ 36,8 milhões no mesmo período do ano anterior. O grupo teve resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado de R$ 137,8 milhões, expansão de 24,8% ano a ano. Leia mais. 6h39 >> Bitcoin (BTC) cai 0,5%, a US$ 63.965,83; Ethereum (ETH) recua 0,6%, a US$ 1.904,80 6h38 >> Petróleo tipo Brent cai 0,35%, a US$ 88,60 por barril; WTI recua 0,49%, a US$ 82,79 por barril 6h38 Espaçolaser (ESPA3) reverte lucro e tem prejuízo ajustado de R$ 134 mil no 2º trimestre A Espaçolaser (ESPA3) reportou na noite de terça-feira (11) prejuízo líquido ajustado de R$ 134 mil no segundo trimestre do ano, ante um lucro de R$ 8,8 milhões no mesmo período de 2025, segundo balanço apresentado pela empresa. O resultado financeiro líquido ficou negativo em R$ 32,3 milhões no período, ante desempenho também negativo de R$ 32,2 milhões um ano antes, devido à “estabilidade das despesas financeiras na comparação anual, mesmo em um ambiente de juros ainda elevados”, a par da “otimização do perfil do endividamento” da empresa. Leia mais. 6h37 >> Wall Street: Futuros operam em alta com S&P 500 (+0,31%), Dow Jones (+0,16%) e Nasdaq (+0,70%) 6h36 >> ADR da Petrobras (PBR) sobe 0,06% a US$ 17,94 no pré-market nos EUA 6h35 >> ADR da Vale (VALE) sobe 0,35% a US$ 14,37 no pré-market nos EUA 6h34 >> Ibovespa em dólar (EWZ) sobe 0,32% a US$ 34,09 no pré-market nos EUA 6h19 Lula usa chapéu pela primeira vez em foto de urna; TSE flexibilizou regra em 2022 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registrou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a foto que vai identificá-lo na urna eletrônicas nas eleições de 2026. Lula concorre à Presidência desde 1989 e, pela primeira vez, usará um chapéu na imagem. A regra eleitoral, em princípio, veda o uso de adornos na foto de urna. Uma resolução do TSE, de 2019, proíbe elementos cênicos e adereços que possam dificultar o reconhecimento do candidato pelo eleitor. Leia mais. 6h14 Taesa (TAEE11) tem queda de 28,5% no lucro do 2º trimestre; empresa anuncia R$ 207 milhões em proventos A Taesa (TAEE11) registrou lucro líquido regulatório de R$ 206,8 milhões no segundo trimestre de 2026, queda de 28,5% na comparação anual, segundo balanço divulgado na noite desta terça-feira (11). O resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) regulatório ficou em R$ 577,2 milhões, crescimento de 10,6% na comparação com o mesmo período de 2025. Leia mais. 6h04 Bolsas da Ásia fecham majoritariamente em alta, lideradas por Seul As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta quarta-feira (12), lideradas pela Coreia do Sul, novamente impulsionada por ações de semicondutores. O índice Kospi subiu 3,68% em Seul, a 6.579,04 pontos. As gigantes de chips Samsung Electronics e SK Hynix, que respondem por mais de 50% da capitalização do índice sul-coreano, saltaram 6,7% e 5,5%, respectivamente. Leia mais. 5h52 Lucro líquido da Vamos (VAMO3) tem alta de 9% e soma R$ 101,1 milhões no 2º trimestre A companhia de aluguel e gestão de frotas de veículos pesados Vamos (VAMO3) reportou lucro líquido de R$ 101,1 milhões no segundo trimestre de 2026, alta de 9,0% em relação ao mesmo período do ano passado. A empresa, que é parte da holding Simpar, viu o Ebitda de abril a junho avançar 6,6%, na comparação anual, para R$ 971,5 milhões. A receita líquida, por sua vez, somou R$ 1,56 bilhão, alta de 10,8% em um ano. Leia mais. 5h38 Anac amplia restrição à Flybondi e suspende venda de passagens para rota Rio-Buenos Aires A Agência Nacional da Aviação Civil (Anac) ampliou a restrição à comercialização de passagens aéreas da argentina Flybondi no Brasil e suspendeu também a venda de novas passagens para a rota Buenos Aires – Rio de Janeiro (Galeão). Segundo a Anac, a Flybondi não apresentou informações suficientes para demonstrar a superação dos riscos operacionais identificados pela reguladora. A empresa havia recebido prazo adicional até 10 de agosto para comprovar capacidade de manter a prestação regular e contínua do serviço na rota suspensa, mas a documentação encaminhada foi considerada insuficiente. Leia mais. 5h13 Preço agrícola competitivo do Brasil deve incitar barreiras externas, diz presidente da Abag O preço competitivo da produção agrícola brasileira e a busca por soberania alimentar tendem a intensificar as barreiras internacionais contra o País. A avaliação é do presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Ingo Plöger, em apresntação no 15º Congresso Andav, em São Paulo, nesta terça-feira (11). “Dentro de uma geopolítica de abundância, cada país vai olhar o seu prato para não ter fome ou necessidade. Muitos reclamam do Brasil não por causa do volume, mas por causa do nosso preço competitivo. E isso só vai aumentar”, afirmou Plöger. Leia mais. 5h08 Petróleo sobe com dúvidas sobre acordo entre EUA e Irã e preocupações com abastecimento Os preços do petróleo sobem nesta quarta-feira (12), à medida que as dúvidas sobre um acordo de paz entre EUA e Irã e os ataques contra dois navios alimentaram as preocupações com interrupções no abastecimento do Oriente Médio, embora dados do setor tenham mostrado um aumento nos estoques de petróleo bruto dos EUA. Os contratos futuros do Brent subiam 89 centavos, ou 1%, para US$ 89,80 por barril às 5h07 (horário de Brasília), enquanto o petróleo West Texas Intermediate (WTI) dos EUA avançava 87 centavos, ou 1,05%, para US$ 84,07. Ambos os contratos haviam subido mais de US$ 1 no início da sessão. Leia mais. 4h38 Senado aprova plano para fabricação de fertilizantes no Brasil e texto vai para sanção de Lula O Senado Federal aprovou proposta que cria o Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes (Profert). A votação ocorrida nesta terça-feira (11) no Senado foi simbólica e, como a matéria já foi aprovada pela Câmara dos Deputados, vai agora para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com o projeto, sob a relatoria da senadora Tereza Cristina (PP-MS), o objetivo é reduzir a dependência externa do Brasil em relação a fertilizantes, garantir a segurança alimentar, diminuir os custos da cadeia de valor agropecuária e assegurar o suprimento estável de fertilizantes e suas matérias-primas para a atividade agropecuária. Leia mais.

Perguntas Frequentes sobre HBOR3

Qual é a cotação de HBOR3 hoje na B3?
A cotação de HBOR3 hoje está em R$ 1,81. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 1,81 e máxima de R$ 1,84.
Quanto a HBOR3 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de HBOR3?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de HBOR3 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de HBOR3?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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