GR

GRND3 – Cotação Grendene S.A.

Consumo Cíclico

Grendene S.A.

CNPJ: 89850341000160

Preço Atual
R$ 3,56
-1.66%

Resumo Fundamentalista de GRND3

O ativo GRND3 (Grendene S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 3,56, acumulando uma variação de -1.66% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 3,40 e a máxima de R$ 5,68. A companhia está inserida no setor de Consumo Cíclico, atuando no segmento de Calçados. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 5.64x e P/VP de 1.02x. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.

Abertura
R$ 3,62
Fec. Ant: R$ 3,55
Variação Dia
Min: R$ 3,54
Max: R$ 3,64
52 Semanas
Mín: R$ 3,40
Máx: R$ 5,68
Volume
1.327.900
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

5.64
1.02
R$ 0,64
R$ 3,56
10.19
11.54
P/Receita (PSR)
1.28
P/FCO
8.52
P/FCL
3.13
EV/Receita Líq.
1.13
EV/FCO
7.52
EV/FCL
2.76
Earning Yield
9.81%
Enterprise Value
R$ 2,88 Bi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
-1.05
Dív. Líquida/PL
-0.12
Dívida Líquida
R$ -382,08 Mi
Liq. Corrente
3.36
PL/Ativos
0.70
Passivos/Ativos
0.30
Liq. Seca
2.44
Liq. Imediata
0.34

Indicadores de Eficiência

Margem EBIT
11.09%

Indicadores de Rentabilidade

18.04%
8.78%
15.16%
Giro do Ativo
0.57

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
-6.45%
CAGR Lucro
-28.54%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 44.55%
Margem EBITDA 14.22%
Margem Operacional 11.09%
Margem Líquida 22.71%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 383,38 Mi
FCL R$ 1,04 Bi
Caixa Total R$ 452,65 Mi
Caixa/Ação R$ 0,50
Receita e Dívida
Receita Total R$ 2,55 Bi
Lucro Bruto R$ 1,14 Bi
EBITDA R$ 362,77 Mi
Dívida Total R$ 108,91 Mi
Crescimento
Receita -6.45%
Lucro -28.54%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 2.584,34 Mi R$ 2.628,58 Mi R$ 2.433,61 Mi R$ 2.512,66 Mi
Lucro Bruto R$ 1.169,08 Mi R$ 1.241,07 Mi R$ 1.083,68 Mi R$ 1.007,76 Mi
EBITDA R$ 324,89 Mi R$ 557,56 Mi R$ 274,93 Mi R$ 239,12 Mi
Lucro Líquido R$ 644,81 Mi R$ 735,24 Mi R$ 557,67 Mi R$ 568,03 Mi

Sobre a GRND3

Setor
Consumo Cíclico
Indústria
Calçados
Funcionários
20.000
Market Cap
R$ 3,27 Bi
Descrição do Negócio

Grendene S.A. é o maior fabricante de calçados do mundo, com operações especializadas na produção de sandálias e calçados em geral. Fundada em 1971 pelos irmãos Alexandre e Pedro Grendene Bartelle, a empresa começou produzindo peças de plástico e evoluiu para se tornar uma potência global no setor calçadista. A Grendene possui um modelo de negócio totalmente integrado, operando cinco unidades industriais com dez fábricas de calçados com capacidade de produzir 250 milhões de pares de sapatos por ano, além de plantas de produção de PVC e moldes. A companhia é proprietária de marcas renomadas como Melissa, Grendha, Zaxy, Rider, Cartago, Ipanema, Pega Forte, Grendene Kids e Zizou, com presença em mais de 100 países. Suas operações estão distribuídas entre Ceará (Sobral, Fortaleza e Crato) e Rio Grande do Sul (Farroupilha), com distribuição logística própria atendendo varejistas tradicionais e não-tradicionais em todo o Brasil e mercados de exportação.

Dividendos

JCP R$ 0,0333
Pagamento: 10/06/2026
DIVIDENDO R$ 0,0285
Pagamento: 10/06/2026
JCP R$ 0,0909
Pagamento: 13/05/2026
DIVIDENDO R$ 0,0012
Pagamento: 13/05/2026
DIVIDENDO R$ 0,1995
Pagamento: 09/09/2026
DIVIDENDO R$ 0,2217
Pagamento: 18/03/2026
DIVIDENDO R$ 0,4434
Pagamento: 14/01/2026
DIVIDENDO R$ 0,0624
Pagamento: 26/12/2025
JCP R$ 0,0499
Pagamento: 26/12/2025
JCP R$ 0,0665
Pagamento: 10/12/2025

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Alto e sempre: as ações com dividendo de mais de 14% com consistência
Selic 18/08/2026

Alto e sempre: as ações com dividendo de mais de 14% com consistência

Estudo mostra as empresas que pagaram bons retornos não apenas nos últimos 12 meses e apresentam mais consistência ao longo dos anos Publicidade Os juros básicos devem continuar altos por um bom tempo, um ambiente adverso para as ações, especialmente para empresas com dívida pesada em CDI e modelos de negócio que dependem de crédito barato. Nesse cenário, os investidores em bolsa costumam buscar empresas pagadoras de dividendos, e crescem os olhos para opções que oferecem ganhos até superiores aos do juro Selic, hoje de 14% ao ano. Mas nem sempre elas serão um bom negócio. Diante da tentação, é importante analisar se esse dividendo gordo é um movimento ocasional ou um resultado regular, alerta a analista de Research da Rico Investimentos Maria Giulia Figueiredo. A analista pesquisou as empresas que apresentam retornos em dividendos superiores a 14% ao ano nos últimos 12 meses, mas foi além e levantou também as que tiveram esse desempenho na média dos últimos três anos, 2023, 2024, 2025. “O critério privilegia a consistência da política de dividendos em vez do retrato de um único ano”, diz a analista em relatório. Foram consideradas ações que integram o Índice Bovespa, o Índice de Dividendos IDIV e o o IBRX-100 e o valor da ação para cálculo do dividend yield (retorno apenas do dividendo) foi o do fechamento de 7 de agosto. O estudo revelou seis empresas com dividend yield médio acima de 14% ao ano de 2023 a 2025: Grendene, Vulcabrás, Petrobras (ordinárias e preferenciais), Metal Leve e Bradespar. Os retornos médios vão de 14,02% até 21,68% (ver tabela). As maiores pagadoras de dividendos de 2023 a 2025: Empresa Código DY médio 23/25 Grendene GRND3 21,68% Vulcabras VULC3 17,38% Petrobras PN PETR4 17,29% Petrobras ON PETR3 16,22% Metal Leve LEVE3 15,64% Bradespar PN BRAP4 14,02% Fonte: Rico Investimentos e Economática. Dados até 7 de agosto de 2026. Ações integram o Ibovespa, o Índice de Dividendos IDIV e o IBRX-100. O Dividend Yield médio foi calculado com média simples e considera a compra do papel na data do levantamento comparado aos dividendos e juros sobre capital dos 12 meses anteriores. Comparando as duas listas, apenas Grendene e Vulcabras aparecem também na lista dos maiores dividendos dos últimos 12 meses. As demais posições do topo da lista de 12 meses “não se sustentam quando se olha o histórico de três anos, sinal de que o yield elevado tem origem pontual”, diz a analista. Já Petrobras e Bradespar, que não aparecem na lista de 12 meses recentes, mostram tendência histórica, mas distribuíram menos nos últimos meses do que sua própria média. As maiores pagadoras de dividendos dos últimos 12 meses: Empresa Código DY 12 meses SYN Prop Tech SYNE3 64,53% Grendene GRND3 43,19% Vulcabras VULC3 32,62% Log Com. Prop. LOGG3 27,54% LAVVI Empreend. LAVV3 27,26% Marcopolo POMO3 22,42% União Pet Part AUAU3 21,06% Marcopolo POMO4 20,89% Even EVEN3 20,09% Moura Dubeux Eng MDNE3 19,13% MBRF Global Foods MBRF3 17,49% BB Seguridade BBSE3 16,98% Unipar Carbocloro UNIP6 16,92% Tegma Gestão TGMA3 14,87% Azzas 2154 AZZA3 14,55% Fonte: Rico Investimentos e Economática. Dados até 7 de agosto de 2026. Ações integram o Ibovespa, o Índice de Dividendos IDIV e o IBRX-100. O Dividend Yield médio foi calculado com média simples e considera a compra do papel na data do levantamento comparado aos dividendos e juros sobre capital dos 12 meses anteriores. Segundo Figueiredo, empresas com geração de caixa estável, baixo endividamento e setores menos sensíveis ao ciclo econômico, como prestadoras de serviços públicos ou utilities, bancos bem capitalizados e concessões, conseguem manter distribuições relevantes de lucros mesmo em ambientes restritivos. A Selic alta, por sua vez, cria um fenômeno interessante, diz a analista: os preços das ações em geral tendem a ser pressionados para baixo pelo custo de oportunidade elevado da renda fixa, o que eleva o retorno em dividendos sem que a distribuição de lucros cresça. “Isso pode representar tanto um ponto de entrada quanto um sinal de alerta”, afirma Figueiredo. Continua depois da publicidade “A diferença está nos fundamentos”, diz, explicando que, em momentos de correção mais forte, mais empresas podem refletir um “dividend yield” mais elevado, mesmo sem uma melhora em seus fundamentos. “A armadilha é a mesma de qualquer ativo de renda: quando o preço cai, o retorno em dividendos sobe, mesmo que o dividendo continue o mesmo”, afirma Figueiredo. “Mas o acionista que entrou antes está com um ativo desvalorizado e, às vezes, com uma empresa em deterioração”, alerta. Por isso, a analista acredita que o retorno em dividendo acima da Selic deve ser o ponto de partida, não a conclusão, e que o investidor deve fazer três perguntas antes de decidir: Se os dividendos pagos no período têm caráter recorrente ou incluem eventos extraordinários, como juros sobre capital acumulados, venda de ativos ou resultado não operacional; Se a queda de preço da ação reflete um problema estrutural da empresa ou um ajuste de mercado que tende a se reverter; Se o nível de endividamento da empresa é compatível com a manutenção dessas distribuições em um ambiente de crédito ainda caro. Figueiredo defende que uma análise do retorno em dividendos médios dos últimos anos, e não de apenas um exercício, costuma complementar bem a leitura do “dividend yield” dos últimos 12 meses. “A Selic elevada pede mais seletividade no curto prazo e foco em empresas de qualidade, resilientes, com boa geração de caixa e menor sensibilidade ao ciclo de juros”, diz.

Estratégia de Renda: As ações que pagam mais de 14% e superam a barreira da Selic
Selic 18/08/2026

Estratégia de Renda: As ações que pagam mais de 14% e superam a barreira da Selic

Da redaçãoi Da redação https://istoedinheiro.com.br/autor/da-redacao 18/08/2026 - 8:32 Para compartilhar: Copie a URL: Copiar Com a taxa básica de juros nas alturas, levantamento exclusivo aponta quais empresas entregam proventos gordos de forma consistente e ensina como fugir das armadilhas do “dividend yield” ilusório no curto prazo. O que aconteceu Competição de Peso: Com a taxa Selic estacionada em 14% ao ano, o mercado de renda variável exige um prêmio de risco maior, forçando os investidores a buscarem ações com distribuição de lucros superior à taxa básica para justificarem a alocação. O Valor da Consistência: Um estudo da Rico Investimentos isolou o ruído do mercado e listou os ativos da B3 que mantiveram um retorno em dividendos ( dividend yield ) médio acima de 14% no período histórico entre 2023 e 2025. As Seis Campeãs: Apenas as empresas Grendene, Vulcabras, Petrobras, Metal Leve e Bradespar conseguiram comprovar essa solidez de longo prazo, escapando da volatilidade de pagamentos pontuais e mantendo retornos reais atraentes. O Alerta Vermelho: O mercado alerta que o investidor não deve basear suas compras apenas nos proventos distribuídos nos últimos 12 meses, sob o grave risco de adquirir fatias de empresas desvalorizadas e estruturalmente endividadas em meio ao crédito caro. No atual cenário macroeconômico brasileiro de agosto de 2026, a taxa Selic mantida no patamar restritivo de 14% ao ano atua como um verdadeiro aspirador de liquidez da Bolsa de Valores. O custo de oportunidade para o investidor pessoa física é altíssimo: por que arriscar capital no mercado acionário se a renda fixa conservadora garante uma rentabilidade robusta de dois dígitos sem solavancos? A resposta está em uma palavra de ordem cobiçada entre os acionistas da B3: os dividendos. A busca por uma remuneração extra tem levado milhares de investidores a caçarem ativos que prometam lucros polpudos capazes de não apenas empatar, mas superar a linha de corte definida pelo Banco Central. No entanto, em um ambiente de juros altos que pune implacavelmente as companhias alavancadas em CDI e sufoca os modelos de negócios dependentes de crédito barato, o canto da sereia do dividend yield (taxa que mede a relação entre os dividendos pagos e o preço atual da ação) pode camuflar abismos financeiros profundos. As Campeãs da Consistência: O Triênio 2023–2025 Em levantamento focado e minucioso conduzido por Maria Giulia Figueiredo, analista de Research da Rico Investimentos, ficou comprovado que o verdadeiro diferencial de uma carteira voltada para a renda não é o pico ocasional de uma temporada de balanços, mas sim a previsibilidade da máquina de gerar lucro. Ao analisar as empresas componentes do Índice Bovespa (Ibovespa), do Índice de Dividendos (IDIV) e do IBRX-100, a metodologia foi além da fotografia estática do último ano, calculando o peso médio das distribuições entre 2023, 2024 e 2025. O rigor do filtro revelou um grupo extremamente restrito. Apenas seis ativos mantiveram, em sua média histórica de três anos, um provento superior à marca exigente de 14% ao ano: Grendene (GRND3): A gigante do setor calçadista lidera o ranking com um expressivo retorno médio de 21,68% ao ano na janela analisada. Vulcabras (VULC3): Validando a força do setor de vestuário e calçados, ocupa a segunda posição entregando robustos 17,38% no período. Petrobras PN (PETR4): As ações preferenciais da estatal de economia mista garantiram a medalha de bronze, cravando 17,29% de média. Petrobras ON (PETR3): As ações ordinárias com direito a voto acompanharam o ritmo e distribuíram 16,22%. Metal Leve (LEVE3): A tradicional fabricante de autopeças consolidou a marca de 15,64%, escorada em um mercado consumidor cativo. Bradespar PN (BRAP4): A holding com forte presença no setor de mineração fechou o pelotão de elite com rentabilidade média de 14,02%. O saldo do estudo é cristalino: companhias com geração de caixa livre estável, balanços pouco endividados e modelos menos suscetíveis às retração dos ciclos econômicos conseguem sustentar, sem comprometer suas margens, distribuições volumosas mesmo em anos onde a economia pisa no freio. O maior vilão para a alocação de capital em épocas de “dinheiro caro” é a miopia financeira. Quando o mesmo levantamento trocou as lentes históricas por um recorte imediatista — focando apenas nos últimos 12 meses encerrados em agosto de 2026 —, a lista se inflou vertiginosamente com números quase surreais. Neste curto prazo de análise, o estudo apurou retornos estratosféricos como o da SYN Prop Tech, apontando para quase 65% de yield. Outros papéis listados — como Log Commercial Properties, Lavvi Empreendimentos, Marcopolo, Even, BB Seguridade e até a recém-criada gigante varejista Azzas 2154 (fruto da fusão entre Arezzo&Co e Grupo Soma) — despontaram ostentando proventos que variavam na larga faixa de 14,5% a quase 30%. Ao cruzar os balanços, percebe-se o colapso: entre os grandes nomes, apenas a dupla calçadista Grendene e Vulcabras figurou em ambas as listagens (na rentável janela de 3 anos e no retrovisor recente de 12 meses). Papéis como Petrobras e Bradespar, embora ostentem excelentes faturamentos históricos consolidados, chegaram a registrar menos distribuições nesse último ano imediato se comparados à própria curva de longo prazo. A grande maioria dos demais super-pagadores de curto prazo repassou dividendos que, essencialmente, não se originam da eficiência operacional sustentável, mas de injeções excepcionais e não repetíveis. O perigo da métrica puramente anual baseia-se na mais elementar distorção matemática de Wall Street. O investidor deve lembrar que a Selic alta penaliza o apetite a risco, forçando o preço das ações para baixo na tela de negociação. Como o dividend yield é uma simples fração (Dividendo Pago em R$ / Preço Atual da Ação em R$), uma queda abrupta no valor da cotação faz o percentual de rentabilidade disparar no sistema da corretora. O dividendo parece atrativo, mas o acionista está se associando a um papel completamente desvalorizado ou a uma companhia em franca deterioração orgânica. As Três Perguntas de Ouro do Analista Partindo da premissa de que o retorno numérico superior à Selic é apenas uma isca para olhar o papel de perto, não uma recomendação automática de compra, as casas de análise sugerem cautela extremada. O investidor precisa submeter as empresas candidatas a um verdadeiro interrogatório corporativo: A Origem do Dinheiro: Esse volume de lucros que pingou na conta da corretora provém de faturamento recorrente diário ou a empresa precisou liquidar filiais, repassar fatias do negócio ou queimar um acúmulo anormal de Juros sobre Capital Próprio (JCP) para produzir esse número? O Motivo da Queda na Tela: A ação perdeu valor apenas porque os fundos institucionais reajustaram o portfólio de risco em função da inflação e dos juros (ajuste de mercado temporário), ou o negócio está perdendo sistematicamente market share, clientes e margens de lucro (problema estrutural crônico)? O Fardo do CDI: Em um ambiente de crédito tóxico orbitando os 14%, a empresa está cometendo a loucura de esvaziar o caixa com os acionistas enquanto deveria estar abatendo suas próprias dívidas de curto e médio prazo? Guia do Investidor Se você planeja montar uma máquina de renda consistente ou realocar seu capital neste cenário austero de 2026, adote rigorosamente os seguintes critérios práticos: Evite o Filtro Cego de Curtíssimo Prazo: Exclua das suas buscas por empresas ações classificadas unicamente pelo DY dos últimos 12 meses. Configure seu sistema para exigir médias consolidadas de pelo menos três a cinco anos ininterruptos de pagamento. Examine o Payout (Taxa de Distribuição): Avalie qual é o repasse percentual de lucro da empresa. Pagamentos que excedem de forma contínua o lucro líquido gerado (payout acima de 100%) representam uma queima letal das reservas operacionais para agradar investidor no presente, sacrificando inovações futuras. Passe um Pente Fino no Endividamento: Empresas excessivamente alavancadas em taxas pré e CDI são engolidas por juros como a Selic de 14%. Priorize corporações “desalavancadas”, como as listadas pelos analistas na matéria de hoje. Balanceamento Baseado em ‘Utilities’: Considere ancorar sua carteira em setores menos maleáveis ao pânico financeiro. Energia (geração/transmissão), saneamento e bancos de grande escala possuem proteção natural de contratos longos, conseguindo escoar seus fluxos de caixa aos sócios sem depender do otimismo macroeconômico. Leia mais Quina sorteia R$ 7,6 milhões hoje (18); veja o guia de apostas e rendimento Mega-Sena hoje (18) com prêmio de 45 milhões: veja como jogar online e o valor do rendimento mensal do prêmio Lotofácil acumulou R$ 5 milhões e sorteia hoje (18); confira regras, custos e probabilidades IBC-Br cai 0,6% e mercado aposta em cortes da Selic Novo imposto sobre imóveis: entenda as regras, alíquotas e deduções de IBS e CBS Fila do INSS: mutirão com 10 mil vagas acelera concessão do BPC e auxílio-doença Simples Híbrido na Reforma Tributária: MPEs têm até setembro para escolher modelo de impostos para 2027 Os tentáculos da Chery: conheça os alvos das novas marcas chinesas de carro que vêm ao Brasil Para compartilhar:

Dividendos acima de 14%: 6 ações que podem superar a Selic – Money Times
Selic 16/08/2026

Dividendos acima de 14%: 6 ações que podem superar a Selic – Money Times

(iStock.com/Andrzej Rostek) Com a Selic ainda em patamar elevado, as ações pagadoras de dividendos voltam ao radar dos investidores em busca de retornos acima da renda fixa. Em relatório, a Rico aponta que algumas companhias da Bolsa oferecem dividend yield superior à taxa básica de juros, mas alerta que a sustentabilidade dos pagamentos é tão importante quanto o percentual de retorno. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Segundo os analistas, mesmo com os juros acima de 14% ao ano, ainda existem empresas capazes de entregar dividendos que superam o rendimento dos investimentos conservadores. Antes de se guiar apenas pelo dividend yield, no entanto, é fundamental avaliar se os proventos são recorrentes e se a companhia tem condições financeiras de mantê-los ao longo do tempo. O Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Selic pela quarta reunião consecutiva, em 0,25 ponto percentual. Embora a decisão já fosse amplamente esperada pelo mercado, o comunicado adotou um tom mais cauteloso sobre os próximos passos da política monetária. No cenário-base da Rico, a expectativa é de uma pausa no ciclo de cortes após a redução deste mês, enquanto o Banco Central acompanha a evolução da inflação e os impactos dos cerca de R$ 200 bilhões em estímulos fiscais e parafiscais anunciados pelo governo. A projeção da corretora é de que a Selic encerre 2027 em 11,50%. Ações resilientes ganham destaque em ambiente de juros altos CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE De acordo com a Rico, juros elevados tendem a pressionar empresas mais endividadas ou dependentes de crédito para financiar suas operações. Em contrapartida, companhias com geração de caixa robusta e histórico consistente de distribuição de dividendos costumam atravessar esse cenário com menor impacto. Além disso, a renda fixa se torna mais atrativa quando os juros estão altos, o que pode reduzir o apetite por ações e pressionar suas cotações. Nesse contexto, o dividend yield pode subir mesmo sem um aumento nos dividendos pagos, simplesmente porque o preço da ação caiu. Por essa razão, os analistas ressaltam que um DY elevado pode representar tanto uma oportunidade quanto um sinal de alerta. Na avaliação da corretora, um dividend yield acima da Selic, por si só, não é suficiente para caracterizar um bom investimento. Além do indicador, é importante analisar a recorrência dos pagamentos, o nível de endividamento da empresa e a origem dos recursos distribuídos aos acionistas. Eventos extraordinários, como vendas de ativos ou reduções de capital, podem inflar temporariamente o rendimento dos dividendos sem indicar uma capacidade sustentável de geração de caixa. Estas ações pagam mais dividendos do que a Selic CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Um levantamento da Economatica, com data-base de 7 de agosto de 2026, identificou as ações do Ibovespa, do Idiv e do IBrX 100 que apresentam dividend yield superior à taxa básica de juros, considerando os proventos distribuídos nos últimos 12 meses. Entre os principais destaques estão a Syn Prop & Tech (SYNE3), com DY de 64,53%; a Grendene (GRND3), com 43,19%; a Vulcabras (VULC3), com 32,62%; a Log Commercial Properties (LOGG3), com 27,54%; e a Lavvi (LAVV3), com 27,26%. Os analistas, porém, fazem uma ressalva: o dividend yield dos últimos 12 meses pode ser influenciado por distribuições extraordinárias e, por isso, nem sempre reflete a capacidade recorrente de remuneração da companhia. Para minimizar esse efeito, o estudo também considerou a média do DY registrada entre 2023 e 2025, buscando identificar empresas com histórico mais consistente de pagamentos aos acionistas. A partir desse critério, apenas seis ações superaram 14%. Confira: Ticker Setor DY Médio 3 Anos GRND3 Têxtil 21,68% VULC3 Têxtil 17,38% PETR4 Petróleo e Gás 17,29% PETR3 Petróleo e Gás 16,22% LEVE3 Veículos e peças 15,64% BRAP4 Outros 14,02% CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE *Com supervisão de Juliana Américo CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Perguntas Frequentes sobre GRND3

Qual é a cotação de GRND3 hoje na B3?
A cotação de GRND3 hoje está em R$ 3,56. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 3,54 e máxima de R$ 3,64.
Quanto a GRND3 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de GRND3?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de GRND3 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de GRND3?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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