GG

GGBR3 Gerdau S.A. – Cotação Hoje

📈 Ação B3 Materiais Básicos

Gerdau S.A.

CNPJ: 33611500000119

Preço Atual
R$ 22,55
+4.88%
Cotação oficial B3 em tempo real
Análise Fundamentalista • Estratégia de Longo Prazo

Selo de Investimento:

🛡️ Buy and Hold

Atende a 9 de 12 critérios fundamentalistas para estratégias de longo prazo.

Pontuação dos Critérios 9/12 (75.0%)
Mínimo Buy & Hold: 8/12 Status: Aprovado

Checklist Fundamentalista de 12 Critérios

Critérios auditados automaticamente
Dívida Líquida < Lucro Líquido (12M)
Dív. Líq (R$ 13.15 Bi) maior que Lucro (R$ 2.24 Bi)

A dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses

ROE > 5%
ROE atual: 4.17% (Abaixo de 5%)

Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%

Histórico de Dividendos (> 4% a.a.)
Yield médio histórico: 9.23% a.a.

Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.

Crescimento de Receita ou Lucro (> 5%)
CAGR Receita 5A: +9.78% | CAGR Lucro 5A: -9.89%

Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos

P/VP abaixo de 5
P/VP atual: 0.79x (Abaixo de 5)

Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x

Setor com mais de 100 anos
Setor consolidado: Materiais Básicos

Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século

Empresa Blue Chip
Blue Chip reconhecida na B3

Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial

Mais de 30 anos de mercado
Fundada em 1901 (125 anos de mercado)

Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado

P/L abaixo de 30
P/L atual: 20.03x (Abaixo de 30)

Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x

Dív. Líquida/EBITDA < 2
Dív. Líq/EBITDA: 1.51x (Abaixo de 2)

Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x

EV/EBIT abaixo de 7
EV/EBIT atual: 11.47x (Acima de 7)

Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x

Tag Along entre 80% e 100%
Tag Along de 80% (Proteção de 80% a 100%)

Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%

ℹ️ Análise algorítmica fundamentalista calculada em tempo real com base em demonstrativos CVM/B3. Não constitui recomendação de compra ou venda.
💰
Valuation por Dividendos

Método Barsi (Preço Teto)

Abaixo do Preço Teto (Margem de Segurança)

Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 33,00
DPA Médio (5 anos) R$ 1,98
Margem de Segurança +46.34%
Ajustar parâmetros na Calculadora Barsi
Fórmula: DPA Médio ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
📐
Value Investing

Fórmula de Graham (Preço Justo)

Negociando com Desconto (Margem de Segurança)

Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.

Preço Justo Intrínseco (Graham)
R$ 26,23
LPA R$ 1,13
VPA R$ 27,07
Margem / Potencial +16.32%
Ajustar parâmetros na Calculadora Graham
Fórmula: √(22,5 × LPA × VPA) Fator 22,5 = P/L 15 × P/VP 1,5
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi e da Fórmula de Graham são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.

O ativo GGBR3 (Gerdau S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 22,55, acumulando uma variação de +4.88% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 15,05 e a máxima de R$ 22,62. A companhia está inserida no setor de Materiais Básicos, atuando no segmento de Siderurgia. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 20.03x e P/VP de 0.79x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 3.50%.

Abertura
R$ 21,50
Fec. Ant: R$ 22,54
Variação Dia
Min: R$ 21,34
Max: R$ 22,55
52 Semanas
Mín: R$ 15,05
Máx: R$ 22,62
Volume
80.600
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: GGBR3

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores de Valuation

20.03
0.79
R$ 1,13
R$ 27,07
11.47
P/Receita (PSR)
0.64
P/FCO
4.89
P/FCL
12.57
EV/Receita Líq.
0.83
EV/FCO
6.34
EV/FCL
16.27
Earning Yield
8.72%
Enterprise Value
R$ 57,75 Bi
R$ 44,60 Bi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
1.51
Dív. Líquida/PL
0.25
Dívida Líquida
R$ 13,15 Bi
Liq. Corrente
2.87
PL/Ativos
0.66
Passivos/Ativos
0.34
Liq. Seca
1.30
Liq. Imediata
0.55

Indicadores de Eficiência

Margem EBIT
7.24%

Indicadores de Rentabilidade

4.18%
6.98%
2.78%
Giro do Ativo
0.85

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
9.78%
CAGR Lucro
-9.89%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 13.10%
Margem EBITDA 12.55%
Margem Operacional 7.24%
Margem Líquida 3.27%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 9,12 Bi
FCL R$ 3,55 Bi
Caixa Total R$ 5,44 Bi
Caixa/Ação R$ 2,75
Receita e Dívida
Receita Total R$ 69,54 Bi
Lucro Bruto R$ 9,11 Bi
EBITDA R$ 8,73 Bi
Dívida Total R$ 18,61 Bi
Crescimento (Trimestral YoY)
Receita (YoY) 0.64%
Lucro (YoY) -31.57%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 69.858,53 Mi R$ 67.026,66 Mi R$ 68.916,45 Mi R$ 82.412,21 Mi
Lucro Bruto R$ 7.967,49 Mi R$ 9.203,24 Mi R$ 11.332,45 Mi R$ 18.751,05 Mi
EBIT / Lucro Operacional R$ 3.739,07 Mi R$ 7.487,20 Mi R$ 10.452,73 Mi R$ 17.751,45 Mi
Lucro Líquido R$ 1.418,44 Mi R$ 4.599,06 Mi R$ 7.536,98 Mi R$ 11.479,55 Mi

Sobre a GGBR3

Setor
Materiais Básicos
Indústria / Segmento
Siderurgia
Funcionários
27.383
Market Cap
R$ 46,32 Bi
Descrição do Negócio

A Gerdau S.A., listada na B3 sob os códigos GGBR3 e GGBR4, é uma produtora de aço com operações relevantes no Brasil, América do Norte e demais mercados das Américas. A companhia atua na produção de aços longos, aços especiais e soluções para construção civil, indústria e cadeia automotiva. Seu modelo combina usinas integradas e semi-integradas, rede de transformação, centros de serviço e cadeia de sucata metálica, componente importante do processo produtivo em fornos elétricos. No mercado brasileiro, a empresa figura entre os principais grupos siderúrgicos em capacidade e distribuição. O desempenho financeiro depende de demanda setorial, preço do aço, custo de matérias-primas e energia, além de taxa de câmbio para operações externas. A estratégia corporativa inclui disciplina de capital, eficiência operacional, descarbonização gradual do processo siderúrgico e gestão de portfólio por unidade de negócio, com foco em retorno sobre capital empregado ao longo do ciclo do aço.

DIVIDENDO R$ 0,2300
Pagamento: 11/09/2026
DIVIDENDO R$ 0,1800
Pagamento: 09/06/2026
DIVIDENDO R$ 0,1000
Pagamento: 18/03/2026
DIVIDENDO R$ 0,2800
Pagamento: 11/12/2025
DIVIDENDO R$ 0,1200
Pagamento: 18/08/2025
DIVIDENDO R$ 0,1200
Pagamento: 19/05/2025
DIVIDENDO R$ 0,1000
Pagamento: 14/03/2025
DIVIDENDO R$ 0,3000
Pagamento: 16/12/2024
DIVIDENDO R$ 0,1200
Pagamento: 20/08/2024
DIVIDENDO R$ 0,2800
Pagamento: 27/05/2024

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Ibovespa: “Bolsa tem bom desempenho em três das últimas quatro votações”
B3 •

Ibovespa: “Bolsa tem bom desempenho em três das últimas quatro votações”

Da redaçãoi Da redação https://istoedinheiro.com.br/autor/da-redacao 02/10/2026 - 9:34 Para compartilhar: Copie a URL: Copiar A proximidade das eleições coloca os ativos brasileiros no radar dos investidores. Contudo, um levantamento da Economatica revela que a volatilidade política não se traduz necessariamente em desempenho negativo para a Bolsa, com a maioria das eleições presidenciais recentes registrando ganhos para as ações brasileiras. O que aconteceu Ações na eleição: Estudo da Economatica mostra que em três das últimas quatro eleições, a Bolsa teve mediana positiva em outubro. Setores como transporte e logística, bens industriais e imobiliário registraram os maiores retornos médios durante o mês eleitoral. Treze ações, incluindo Simpar (SIMH3), Tegma (TGMA3) e Itaúsa (ITSA4), apresentaram desempenho positivo em outubro nas quatro eleições presidenciais analisadas. O levantamento, que considera empresas negociadas desde 2010, mostra ainda uma vantagem expressiva para setores mais ligados à economia doméstica. Na média das eleições de 2010, 2014, 2018 e 2022, transporte e logística registrou retorno mediano de 14% no mês da votação. Bens industriais veio em seguida, com 11,3%, enquanto imobiliário e construção avançou 10,9%. Na direção oposta aparece mineração e siderurgia. Foi o único dos 11 setores analisados a registrar queda em outubro nas quatro eleições consideradas, acumulando retorno médio negativo de 3,3%. O estudo mostra que, considerando as 81 ações, a mediana dos retornos ficou em 4,9% em outubro de 2010, disparou 18,3% em 2018 e alcançou 4,6% em 2022. A única exceção foi 2014, quando houve recuo de 1,6%. Setores domésticos lideram resultados A liderança de transporte, indústria e imóveis coloca entre os destaques históricos justamente segmentos mais sensíveis às perspectivas para atividade econômica e juros. Os retornos mais elevados, contudo, também vieram acompanhados de maior oscilação: bens industriais e imobiliário registraram volatilidades semanais de 2,80% e 2,63%, respectivamente. Saúde e educação foi o setor mais estável, com volatilidade de 1,74%, mas também apresentou retorno mais moderado, de 3,9%. O padrão, porém, está longe de ser uniforme entre uma eleição e outra. Em 2018, por exemplo, sete dos 11 setores subiram mais de 10% em outubro. Imobiliário e construção disparou 39,8%, transporte avançou 37,4% e bens industriais ganhou 35,5%. Já em 2014, sete setores fecharam o mês em baixa, enquanto o financeiro se destacou positivamente, com valorização de 6,7%. Em 2022, transporte voltou à liderança, avançando 12,1%, seguido por tecnologia e telecom, com ganho de 9,7%. Imobiliário e construção, que havia liderado quatro anos antes, recuou 1,9%. Ações com desempenho consistente nas urnas Quando o levantamento sai dos setores e chega às empresas, um grupo chama atenção pela consistência. Treze ações avançaram em outubro nas quatro eleições presidenciais analisadas pela Economatica. Nenhuma das 81 ações da amostra caiu em todas as disputas. Entre os papéis com histórico positivo estão Simpar (SIMH3), com retorno médio de 22,7%, Tegma (TGMA3), com 14,9%, e Motiva (MOTV3), com 13,3%. O grupo inclui ainda Equatorial (EQTL3), Valid (VLID3), Multiplan (MULT3), Veste (VSTE3), Itaúsa (ITSA4), Itaú Unibanco (ITUB4), Isa Energia (ISAE4), Bradesco (BBDC4), Grendene (GRND3) e Telefônica Brasil (VIVT3). A presença de bancos também se destaca: Itaúsa registrou retorno médio de 8,2% nos quatro outubros eleitorais, enquanto Itaú Unibanco teve 7,8% e Bradesco, 7,6%. Considerando os maiores retornos médios de toda a amostra, Viver aparece na liderança, com 36,5%, seguida por PDG, com 31,7%. Os números foram fortemente influenciados por 2018, quando os papéis avançaram 141% e 132%, respectivamente. Na ponta negativa, Lupatech teve retorno médio de 8% negativo, enquanto Eneva caiu, em média, 4%. Entre as ações de pior desempenho também aparecem cinco empresas de mineração e siderurgia, incluindo Vale (VALE3), CSN (CSNA3) e Gerdau (GGBR4). Bolsa: Ações estatais ampliam volatilidade em eleições Além do retorno, a Economatica analisou como a volatilidade muda durante o período eleitoral. Nesse quesito, algumas das maiores companhias com histórico de controle estatal aparecem entre as ações que mais ampliaram suas oscilações no mês das eleições. Na Axia Energia (AXIA3), ex-Eletrobras, a volatilidade de outubro ficou, em média, em 1,95 vez a registrada em setembro. Na Petrobras (PETR4), a relação foi de 1,54 vez e, no Banco do Brasil (BBAS3), de 1,52 vez. Na outra ponta, empresas de setores mais defensivos aparecem entre as mais estáveis da amostra. Isa Energia registrou volatilidade semanal média de 1,29%, seguida por Engie Brasil, com 1,46%, e M. Dias Branco, com 1,56%. Qual a expectativa para a bolsa na eleição de 2026? Os primeiros movimentos de 2026 repetem, ao menos parcialmente, alguns padrões históricos. Na semana encerrada em 27 de setembro, a mediana das ações acompanhadas pela Economatica ficou praticamente estável, com queda de 0,1%, enquanto a volatilidade estava 20% abaixo da observada na mesma janela das eleições anteriores. Transporte e logística, justamente o setor de maior retorno histórico em outubro eleitoral, já aparecia na liderança, com alta mediana de 5,9%. Entre as ações, Even (EVEN3) acumulava ganho de 22,1%, Simpar avançava 9% e Americanas subia 8,9%. Do outro lado estavam Natura (NATU3), com queda de 10,3%, Braskem (BRKM5), com recuo de 8,2%, e Banco do Brasil, com baixa de 6,9%. O primeiro turno das eleições de 2026 está marcado para 4 de outubro. O estudo considera 81 ações listadas na B3 desde 2010, com presença em pregão superior a 90% e dados disponíveis ao longo de todo o período. A Economatica analisou tanto os retornos ajustados por proventos quanto a volatilidade nas eleições de 2010, 2014, 2018 e 2022. Nos cálculos setoriais, foram utilizadas as medianas dos papéis de cada segmento. Leia mais Embaixada dos EUA suspende atendimento presencial no Brasil Bolsa reage a eleições: histórico aponta retornos positivos em outubro Decisões judiciais cancelam debate presidencial da Globo Aposta de Fortaleza acerta quina da Mega-Sena e leva R$ 49 mil Para compartilhar:

Mercado reduz apostas e Ibovespa avança antes do primeiro turno
B3 •

Mercado reduz apostas e Ibovespa avança antes do primeiro turno

Reuters – O Ibovespa fechou em alta nesta quinta-feira, sustentada principalmente pelas ações da Petrobras, com o pregão já entrando em modo espera para o primeiro turno das eleições no Brasil. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,46%, a 187.197,46 pontos. Na máxima do dia, chegou a 187.436,73 pontos. Na mínima, recuou a 184.767,78 pontos. Pesquisas eleitorais têm mostrado uma disputa acirrada entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), elevando a probabilidade de que o pleito seja definido apenas no segundo turno, no final de outubro. De acordo com estrategistas, porém, o primeiro turno no próximo domingo pode servir como um termômetro, com investidores analisando a diferença entre as pesquisas e o resultado real do primeiro turno para inferir quem deve ser o próximo presidente. “Caso Lula tenha mais votos que os cerca de 40% indicados nas pesquisas, é bem provável que ele seja visto como o grande favorito”, afirmou o estrategista-chefe da Eleven Research, Fernando Siqueira, em relatório nesta semana. “Caso Flávio tenha mais votos que os cerca de 37% a 38% das pesquisas, ele será visto como o grande favorito”, acrescentou, avaliando que o pós-eleição deve trazer bastante volatilidade. Nova pesquisa Datafolha deve ocupar as atenções no começo da noite nesta quinta-feira, que ainda reserva debate entre os candidatos a presidente na TV Globo, embora sem a presença de Lula, que participará do podcast Flow. Estrategistas do BTG Pactual avaliam que, se Flávio vencer, as ações brasileiras poderiam voltar rapidamente à sua média histórica de 10 anos, o que implicaria um potencial de upside entre 11% e 20% em reais. “Se o Ibovespa subir até um desvio-padrão acima da média, o ‘upside’ poderia variar entre 32% e 45%”, escreveram em relatório com recomendações de ações para outubro. Na visão da equipe do BTG, se Flávio for eleito, os participantes do mercado devem esperar medidas mais decisivas para enfrentar os desequilíbrios fiscais urgentes do país, o que deve desencadear um rali. Por outro lado, eles avaliam que a reeleição de Lula pode provocar alguma correção de mercado, com o Ibovespa recuando cerca de 10%, voltando aos 170 mil pontos. No exterior, o norte-americano S&P 500 fechou o primeiro pregão do mês com alta de 0,19% e o rendimento do título de 10 anos do Tesouro dos Estados Unidos marcava 5,2365% no final da tarde, de 5,283% na véspera. DESTAQUES • PETROBRAS PN subiu 1,32% e PETROBRAS ON avançou 1,8%, endossadas pela alta dos preços do petróleo no mercado internacional. A ANP divulgou nesta quinta-feira que a produção de petróleo do Brasil somou um recorde de 4,615 milhões de barris por dia (bpd) em agosto, alta de 2,6% ante julho e de 18,4% na comparação com o mesmo mês do ano passado. A Petrobras também informou que aumentou em 11,8% o preço médio de venda de querosene de aviação (QAV) para as distribuidoras a partir desta quinta-feira, diante da disparada de preços do petróleo e de seus derivados no mercado internacional em setembro. • VALE ON subiu 0,56%, descolando do movimento de mineradoras no exterior, em pregão sem a referência do mercado na China por feriado naquele país. No setor, CSN MINERAÇÃO ON caiu 2%, mas CSN ON avançou 3,64%, GERDAU PN subiu 3,34% e USIMINAS PNA fechou em alta de 1,14%. • ITAÚ UNIBANCO PN recuou 0,26%, em dia de acomodação após desempenho robusto do setor na véspera. BRADESCO PN subiu 0,32%, mas BANCO DO BRASIL ON cedeu 0,22% e SANTANDER BRASIL UNIT caiu 2,96%. NUBANK, que é listada em Nova York, subiu 4,98%, após afirmar que não está buscando uma transação com a fintech britânica Monzo, dias depois de reportagens na imprensa afirmarem que o maior banco digital da América Latina estava negociando uma potencial aquisição da empresa do Reino Unido. • AZZAS 2154 ON avançou 7,02%, em meio a expectativas envolvendo uma alternativa para sua unidade FARM Rio. Na véspera, o jornal Valor Econômico publicou que as negociações em torno da venda da Farm envolvem 15 propostas não legalmente vinculativas já formalizadas para representantes da companhia até o momento e as partes envolvidas têm que entregar em outubro uma proposta vinculante pelo ativo. • BRASKEM PNA, que não está no Ibovespa, recuou 3,3%, após alta de quase 14% na véspera, enquanto investidores seguem acompanhando as negociações da petroquímica com credores.

Carteira Safra Top 10 Ações para outubro de 2026
B3 •

Carteira Safra Top 10 Ações para outubro de 2026

Resumo O Banco Safra recomenda B3, Rede D'Or e Iguatemi para outubro, substituindo BTG Pactual, Direcional e Multiplan para equilibrar o portfólio ante maior volatilidade esperada. B3 lidera a alocação com 15% do portfólio devido à expectativa de aceleração da atividade no mercado de capitais e negociação abaixo da média histórica de múltiplos. A carteira acumulou retorno de 17,45% em 2026 até setembro, superando o Ibovespa em 1,80 ponto percentual, com revisão mensal automática pelos especialistas do banco. Resumo supervisionado por jornalista. A Carteira Safra Top 10 Ações para outubro incorpora B3 (B3SA3), Rede D’Or (RDOR3) e Iguatemi (IGTI11). As mudanças buscam equilibrar o portfólio diante da expectativa de aumento da volatilidade associada ao período eleitoral. A seleção, revisada mensalmente pelos especialistas do Banco Safra, combina ações de diferentes setores e oferece ao investidor uma alternativa de acompanhamento contínuo das recomendações. A estratégia considera fundamentos das companhias, cenário macroeconômico, valuation e potenciais catalisadores para os papéis. Em setembro, a carteira avançou 5,21%, acima dos 5,03% do Ibovespa. No acumulado de 2026 até setembro, o retorno foi de 17,45%, ante 15,65% do principal índice da Bolsa brasileira. O que mudou na carteira em outubro O Safra retirou Banco BTG Pactual (BPAC11), Direcional Engenharia (DIRR3) e Multiplan (MULT3) da composição. Em seus lugares, entraram B3 (B3SA3), Rede D’Or (RDOR3) e Iguatemi (IGTI11). A saída de Banco BTG Pactual (BPAC11) ocorreu após a valorização superior a 15% registrada em setembro. A B3 (B3SA3) passa a representar a exposição ao mercado de capitais, com expectativa de melhora nos volumes e nas receitas no quarto trimestre. Já a substituição de Direcional Engenharia (DIRR3) por Rede D’Or (RDOR3) reduz a exposição ao segmento de habitação de baixa renda e adiciona uma empresa de saúde com expansão hospitalar e ganhos de escala. No setor de shoppings, Iguatemi (IGTI11) entra no lugar de Multiplan (MULT3), apoiada por valuation considerado mais atrativo e por possíveis gatilhos relacionados à política de dividendos. Composição da Carteira Safra Top 10 Ações Empresa Setor Peso atual Destaque da tese WEG (WEGE3) Bens de capital 12% Aceleração esperada do crescimento, demanda externa e avanço da capacidade produtiva. B3 (B3SA3) Serviços financeiros 15% Perspectiva de maior atividade nos mercados e desconto frente à média histórica de negociação. Caixa Seguridade (CXSE3) Serviços financeiros 10% Perfil mais defensivo para o portfólio e expectativa de dividendos atrativos. Rede D’Or (RDOR3) Saúde 8% Expansão hospitalar, ganhos de escala e tese associada ao crescimento estrutural do setor. Vale (VALE3) Siderurgia e mineração 10% Perspectiva mais favorável para produção e custos, além de política voltada ao acionista. Petrobras (PETR4) Petróleo e gás 10% Geração de caixa, resultados operacionais e valuation descontado frente a pares internacionais. Iguatemi (IGTI11) Shoppings centers 10% Portfólio premium, desconto relativo e possível anúncio de guidance de dividendos. Gerdau (GGBR4) Siderurgia e mineração 5% Exposição ao mercado de aço dos Estados Unidos e expectativa de margens resilientes. Copel (CPLE3) Utilidades básicas 10% Maior exposição à geração de energia, dividendos e crescimento de EBITDA. Equatorial (EQTL3) Utilidades básicas 10% Histórico de alocação de capital, diversificação de ativos e avaliação atrativa. B3 lidera a alocação do portfólio A B3 (B3SA3) passa a ter o maior peso da carteira, com 15%. A escolha reflete a expectativa de aceleração da atividade no mercado de capitais durante o quarto trimestre, período que historicamente tende a registrar maior dinamismo nas negociações. Além disso, o Safra destaca que a companhia negocia abaixo de seu múltiplo médio dos últimos cinco anos. A tese também considera o potencial de retorno com proventos, em um ambiente no qual a atividade de mercado pode favorecer a geração de receitas. Rede D’Or reforça a exposição à saúde A entrada de Rede D’Or (RDOR3) adiciona uma tese de crescimento estrutural à carteira. A companhia se destaca pela qualidade dos ativos e pelo histórico de execução, segundo a análise do Safra. A expansão da rede hospitalar tende a ampliar ganhos de escala e a alavancagem operacional. O banco também aponta que a ação negocia a múltiplos inferiores à média histórica, em meio a uma trajetória de crescimento associada à dinâmica demográfica e à demanda por serviços de saúde. Iguatemi substitui Multiplan no setor de shoppings No segmento de shoppings centers, Iguatemi (IGTI11) ocupa o espaço de Multiplan (MULT3). A troca considera o desconto relativo de valuation e a visibilidade de eventos que podem movimentar a ação. O Safra destaca o caráter premium do portfólio da Iguatemi (IGTI11) e a possibilidade de um guidance de dividendos atuar como catalisador para o papel. A empresa passa a representar 10% da composição recomendada. Copel ganha espaço entre as utilities O Safra reduziu marginalmente a participação de Equatorial (EQTL3), de 12% para 10%, e elevou a de Copel (CPLE3), de 8% para 10%. Com isso, as duas companhias passam a ter o mesmo peso na carteira. O ajuste aumenta a exposição ao segmento de geração de energia por meio da Copel (CPLE3). A análise aponta uma combinação de potencial de dividendos, crescimento de EBITDA e desconto de valuation. A Equatorial (EQTL3), por sua vez, permanece na seleção devido ao histórico de execução e à diversificação dos negócios. Carteira supera o Ibovespa em setembro A Carteira Safra Top 10 Ações registrou alta de 5,21% em setembro, ligeiramente acima dos 5,03% do Ibovespa. No ano, a estratégia acumulou valorização de 17,45%, contra 15,65% do índice. Nos últimos 12 meses, a carteira subiu 24,50%, enquanto o Ibovespa avançou 27,42%. Desde o início da série, em janeiro de 2012, a valorização acumulada alcançou 396,13%, ante 219,22% do Ibovespa. Desempenho passado não representa garantia de resultados futuros. Revisão mensal traz acompanhamento contínuo A Carteira Safra Top 10 Ações conta com revisão mensal automática pelos especialistas do Banco Safra. A composição é atualizada conforme mudanças no cenário econômico, nos setores e nas perspectivas para as empresas acompanhadas, o que dá comodidade ao investidor. A estratégia busca oferecer praticidade ao investidor que deseja acompanhar uma seleção de ações com alocação definida e monitoramento recorrente.

Perguntas Frequentes sobre GGBR3

Qual é a cotação de GGBR3 hoje na B3?
A cotação de GGBR3 hoje está em R$ 22,55. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 21,34 e máxima de R$ 22,55.
Quanto a GGBR3 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de GGBR3?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de GGBR3 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de GGBR3?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.