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G1PC34 Genuine Parts Company Shs Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.5 Sh – Cotação Hoje

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Genuine Parts Company Shs Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.5 Sh

Preço Atual
R$ 344,50
-3.21%

O ativo G1PC34 (Genuine Parts Company Shs Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.5 Sh) está sendo negociado hoje a R$ 344,50, acumulando uma variação de -3.21% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 240,00 e a máxima de R$ 367,78. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 938.69x.

Abertura
R$ 344,50
Fec. Ant: R$ 344,50
Variação Dia
Min: R$ 344,50
Max: R$ 344,50
52 Semanas
Mín: R$ 240,00
Máx: R$ 367,78
Volume
30
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

938.69
R$ 0,37
R$ 0,00
Enterprise Value
R$ 94,65 Bi
R$ 94,65 Bi

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

Sobre a G1PC34

Setor
Outros
Indústria / Segmento
Outros
Market Cap
R$ 94,65 Bi

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A terceira semana de setembro começou com o mercado global em cautela por diversos motivos, o que afetou a bolsa brasileira. Nesta segunda-feira (14), o Ibovespa B3 recuou 0,91%, aos 185.500,88 pontos, principalmente com peso do exterior. O cenário internacional foi o grande motor do dia, com os investidores receosos com os rumos da guerra no Oriente Médio e seus efeitos, inclusive já na decisão de juros da próxima Super Quarta. Hoje, o petróleo do tipo Brent com vencimento em outubro fechou com alta de 1,02%, a US$ 105,68, enquanto a gasolina nos EUA foi a mais de US$ 4,30 e o diesel a um patamar recorde. Leia também O que é produtividade e por que ela ganhou importância no debate econômico Assim, fica cada vez mais forte a perspectiva de que o Federal Reserve deve voltar a subir os juros norte-americanos, o que afeta os ativos de bolsa pelo mundo. Por sua vez, no cenário local, o Boletim Focus trouxe a expectativa de uma queda na taxa Selic no próximo Copom, na quarta-feira (16). Contudo, as incertezas externas devem afetar direcionamentos mais precisos de próximos passos. + Geopolítica é o novo balanço? Entenda como as relações entre países têm afetado os investimentos Ibovespa hoje Neste cenário, o Ibovespa oscilou entre 187.320,96 pontos na máxima intradiária e 183.813,36 pontos na mínima do dia. O volume negociado na B3 foi de R$ 24,5 bilhões. Maiores altas Ticker Dia (%) Valor (R$) TOTS3 4,34 34,37 HYPE3 3,38 23,53 CSMG3 1,64 56,87 FLRY3 1,61 21,40 ABEV3 1,60 15,87 Maiores baixas Ticker Dia (%) Valor (R$) CMIN3 -6,85 6,26 USIM5 -4,74 7,03 CSNA3 -4,65 6,35 AZZA3 -4,02 15,77 BRAP4 -3,99 21,64 Dólar hoje A aversão a risco global apareceu também no câmbio, com a moeda norte-americana se valorizando. No fim do dia, o dólar comercial subiu 0,43, a R$ 5,14. “A conjuntura internacional se encaminha como elemento principal da movimentação do dólar. O rendimento do Treasury de dez anos rompeu a marca de 5% pela primeira vez desde 2023, ampliando a atratividade relativa do dólar, em um momento em que o petróleo Brent se aproxima de US$ 110 o barril. Às vésperas da decisão do Fed, o mercado, que até a semana passada majoritariamente esperava 2 elevações de juros de 0,25% até o final de 2027, agora espera 4 elevações, segundo o CME Fedwatch, o que levaria o juros nos EUA para o patamar de 4,5-4,75%”, Luca Girardi, analista de investimentos da Nomad. Bolsas de Nova York A alta do petróleo e a previsão de mais altas nos juros dos EUA fizeram com que as bolsas de Nova York caíssem nesta segunda. Assim, no pregão, o Dow Jones caiu 0,29%, o S&P perdeu 0,48% e o Nasdaq cedeu 0,56%. Quer analisar todos os seus investimentos em um só lugar, em uma plataforma intuitiva? Baixe o APP B3

Empresas abertas pedem a presidenciáveis manutenção de títulos isentos de IR
UOL - Notícias

Empresas abertas pedem a presidenciáveis manutenção de títulos isentos de IR

Brasília As maiores empresas abertas do país vão pedir aos dois principais candidatos à presidência da República a manutenção de títulos isentos de imposto de renda como LCIs e LCAs (letras de crédito imobiliário e do agronegócio). O documento, obtido pela Folha, foi formulado pela Abrasca (Associação Brasileira das Companhias Abertas) e será entregue esta noite ao ministro da Fazenda, Dario Durigan, porta-voz econômico da campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em jantar nesta segunda-feira (14). Ao final do mês, o documento também será entregue à Daniella Marques, que lidera as propostas econômicas de Flávio Bolsonaro (PL). Segundo a entidade, os títulos isentos "foram decisivos" para viabilizar as ofertas realizadas no mercado acionário em 2025, e a manutenção da isenção "segue essencial" para o financiamento de curto e médio prazo das empresas, especialmente do agronegócio. Sede da Bolsa de Valores brasileira, a B3, em São Paulo - Divulgação - 6.jun.25/B3 O governo Lula tentou acabar com a isenção dos títulos neste mandato, mas a proposta não avançou no Congresso Nacional. O Tesouro defende que os títulos, como LCI, LCA, CRA e CRI (certificados de recebíveis imobiliários e do agronegócio) e Fiagro causam uma distorção ao deixar a dívida pública brasileira mais custosa, já que o governo precisa remunerar melhor o investidor para atrair o dinheiro em uma aplicação que é tributada. A defesa da isenção do Imposto de Renda nos títulos incentivados faz parte de uma agenda de propostas da Abrasca para o período de 2027 a 2030. A entidade afirma que o mercado de capitais brasileiro atingiu recorde de R$ 963 bilhões em ofertas públicas em 2025, dos quais R$ 493 bilhões foram captados por meio de debêntures. Para a associação, é preciso ampliar as fontes de financiamento das empresas e criar condições para que mais companhias acessem o mercado de capitais. Nos últimos anos, o volume dos títulos isentos cresceu de forma mais acelerada que o restante do mercado de renda fixa. Além de defender que os títulos causam uma distorção na dívida pública, a equipe econômica também vê o fim da isenção como uma medida de ajuste fiscal, para elevar as receitas da União, reduzindo o gasto tributário. "A isenção do Imposto de Renda sobre CRI, CRA, LCI, LCA e FIAGROs foi decisiva para viabilizar as ofertas de 2025 e segue essencial ao financiamento de curto e médio prazo das empresas — sobretudo do agronegócio — em um cenário de juros reais entre os mais altos do mundo, o que eleva o custo de capital e reforça a relevância desses instrumentos isentos", escreveu a entidade no documento. A Abrasca representa companhias abertas brasileiras. A Abrasca também pede que eventuais mudanças na tributação de instrumentos de financiamento sejam precedidas de análise de seus impactos econômicos. A entidade afirma que alterações nas regras para lucros, dividendos, juros sobre capital próprio e instrumentos de dívida podem afetar decisões de capitalização e o custo de financiamento das empresas. A entidade defende ainda que o mercado de capitais seja tratado como política de Estado e que o próximo governo adote medidas para ampliar o financiamento de longo prazo e reduzir o custo de capital das empresas. Nesse sentido, a Abrasca defende o fortalecimento da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), órgão responsável pela fiscalização e supervisão do mercado de capitais e seus instrumentos, como fundos de investimentos. "Isto inclui viabilizar a autonomia técnica da CVM, orçamento compatível com suas responsabilidades, quadros especializados e capacidade de modernização tecnológica", afirma a associação na carta, ao pedir também uma maior interlocução entre diferentes órgãos reguladores. A associação voltou a defender estabilidade fiscal e macroeconômica. "O crescimento da dívida pública e a incerteza sobre sua trajetória mantêm os prêmios de risco e as taxas de juros de longo prazo muito acima dos observados em países emergentes comparáveis, elevando o custo de oportunidade e o custo de capital das empresas." Por último, avalia que a segurança jurídica e regulatória é essencial para o mercado de capitais. "O Brasil não vai crescer de forma sustentada sem regras estáveis. Empresa nenhuma investe por dez, quinze anos onde tudo muda a cada mandato. Dar previsibilidade é o que faz o investimento acontecer aqui e ficar aqui", disse Cátilo Cândido, presidente-executivo da Abrasca.

Criptomoedas recuperam preços, mas Itaú ainda não vê tendência de alta
Criptomoedas

Criptomoedas recuperam preços, mas Itaú ainda não vê tendência de alta

Criptomoedas recuperam preços, mas Itaú ainda não vê tendência de alta Bitcoin, ether, XRP e solana precisam romper resistências importantes para confirmar movimento mais consistente, segundo análise técnica do Itaú BBA Bitcoin, ether, XRP e solana seguem sem tendência de alta definida no médio prazo, segundo análise técnica do Itaú BBA, apesar da recuperação recente dos preços. Crédito: Valor Econômico. A recuperação recente das principais criptomoedas ainda não foi suficiente para estabelecer uma tendência de alta no médio prazo. Essa é a leitura do Itaú BBA para bitcoin, ether, XRP e solana, que continuam próximos de níveis técnicos considerados decisivos para definir os próximos movimentos do mercado. A análise é conduzida por Lucas Piza, analista de Ações do Itaú BBA. A casa acompanha mensalmente o comportamento dos principais criptoativos e também dos ETFs negociados na B3, utilizando indicadores como médias móveis, suportes e resistências. Leia também Não vou inventar URLs do Paraíba Business. A busca desta vez não recuperou três matérias do portal sobre criptomoedas com segurança. Prefiro deixar o bloco pendente a colocar links inexistentes. Recuperação ainda precisa ser confirmada Segundo o relatório, a forte valorização registrada em agosto teve participação de um short squeeze, movimento provocado pelo fechamento de posições de investidores que apostavam na queda dos ativos. Esse tipo de movimento pode acelerar a valorização no curto prazo, mas não significa necessariamente que uma tendência sustentada de alta tenha sido estabelecida. Para o Itaú BBA, a confirmação dependerá do comportamento dos preços diante de resistências importantes. Bitcoin enfrenta resistência em R$ 421,3 mil No bitcoin, o primeiro nível observado pelo banco está em R$ 421,3 mil. Um rompimento desse patamar abriria espaço, na análise técnica apresentada, para os próximos níveis de R$ 481,31 mil e R$ 523,25 mil. Na direção contrária, R$ 359 mil aparece como suporte relevante. A perda desse nível poderia enfraquecer o movimento de recuperação. Ether aparece em situação mais favorável Entre as altcoins analisadas, o ether apresenta uma configuração relativamente mais favorável. A principal resistência indicada está em R$ 13.135. Caso seja superada, os próximos níveis acompanhados pelo Itaú são R$ 16.175 e R$ 18.625. Isso não representa uma projeção de preço, mas pontos técnicos utilizados para acompanhar a força ou o enfraquecimento dos movimentos do ativo. XRP e solana também encontram barreiras No XRP, a resistência considerada importante está em R$ 8,55. Acima desse nível, os próximos pontos indicados são R$ 10,75 e R$ 13,10. O suporte está em R$ 6,55. Para a solana, a resistência aparece em R$ 569,90. Um rompimento levaria a análise para os níveis seguintes, de R$ 695,90 e R$ 791,65. O suporte indicado é de R$ 496,95. ETFs levam o movimento para a B3 A análise não se limita à compra direta de criptomoedas. O Itaú também acompanha ETFs negociados na B3 que oferecem exposição ao mercado de ativos digitais, incluindo HASH11, BITH11, ETHE11, XRPH11 e SOLH11. Esses produtos permitem ao investidor acessar diferentes segmentos do mercado cripto por meio da Bolsa brasileira e também respondem às oscilações dos ativos aos quais estão expostos. A própria área de investimentos do Itaú mantém acompanhamento específico de criptomoedas e ETFs, com análises de tendências de médio prazo, suportes e resistências. Setembro pode definir a direção A principal mensagem do relatório é de cautela. A recuperação dos preços existe, mas os níveis técnicos ainda precisam ser superados para que o movimento seja interpretado como uma tendência mais consistente. Isso torna setembro importante para observar se a valorização registrada em agosto terá continuidade ou se os criptoativos voltarão a negociar dentro das faixas anteriores. Para investidores, a diferença é relevante: recuperação de preço não significa, necessariamente, mudança de tendência. Em um mercado marcado por elevada volatilidade, suportes e resistências funcionam como referências de análise e não como garantia de comportamento futuro dos ativos. Continue acompanhando O Paraíba Business acompanha os movimentos do mercado financeiro, dos criptoativos e dos investimentos que ajudam empresas e investidores a compreender riscos e mudanças no ambiente econômico. Fonte: Itaú BBA / Íon Itaú. A existência e o escopo do relatório mensal de criptomoedas são confirmados pelo próprio Itaú.

Perguntas Frequentes sobre G1PC34

Qual é a cotação de G1PC34 hoje na B3?
A cotação de G1PC34 hoje está em R$ 344,50. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 344,50 e máxima de R$ 344,50.
Quanto a G1PC34 paga de dividendos?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker G1PC34. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de G1PC34?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de G1PC34 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de G1PC34?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.