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FNAM11 Fundo de Investimento da Amazonia Cotas – Cotação Hoje

🏛️ Fundo Setorial Incentivo Fiscal / Regional

Fundo de Investimento da Amazonia Cotas

Preço Atual
R$ 0,36
-2.70%
Cotação oficial B3 em tempo real

O ativo FNAM11 (Fundo de Investimento da Amazonia Cotas) está sendo negociado hoje a R$ 0,36, acumulando uma variação de -2.70% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 0,33 e a máxima de R$ 0,46.

Abertura
R$ 0,37
Fec. Ant: R$ 0,36
Variação Dia
Min: R$ 0,35
Max: R$ 0,37
52 Semanas
Mín: R$ 0,33
Máx: R$ 0,46
Volume
106.959.000
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: FNAM11

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores de Valuation

R$ 0,00

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

Sobre a FNAM11

Setor
Outros
Indústria / Segmento
Outros
Market Cap
N/A

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KNCR11, BTLG11 e XPML11 lideram recomendações de FIIs para outubro; veja ranking – Money Times
Fundos Imobiliários Brasileiros •

KNCR11, BTLG11 e XPML11 lideram recomendações de FIIs para outubro; veja ranking – Money Times

KNCR11, BTLG11 e XPML11 lideram recomendações de FIIs para outubro; veja ranking (Imagem: MicroStockHub/iStock) Kinea Rendimentos (KNCR11), BTG Pactual Logística (BTLG11) e XP Malls (XPML11) são os fundos imobiliários (FIIs) mais recomendados pelos analistas para outubro, mostrou um levantamento realizado pelo Money Times. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE De 10 carteiras recomendadas de corretoras, casas de análise e bancos acompanhadas pela reportagem, os três veículos apareceram em sete, dividindo a liderança de indicações do mês. Do conjunto, o KNCR11 é considerado um fundo de papel, categoria que investe em títulos de renda fixa ligados ao mercado imobiliário, enquanto os outros dois são classificados como de tijolo, classe que investe em imóveis físicos, mas de setores diferentes: logística e shopping centers. Fundo de recebíveis (papel) No caso do primeiro, trata-se de um veículo que conta com aproximadamente 586 mil cotistas na bolsa de valores (B3), é gerido pela Kinea Investimentos e possui patrimônio líquido na ordem de R$ 10,9 bilhões. Sua carteira é composta principalmente por Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) atrelados ao CDI, característica que favorece o desempenho positivo em um cenário de Selic elevada, como o atual. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Para o BTG Pactual, que mantém o FII entre suas recomendações para outubro, um dos principais pontos positivos é a experiência da Kinea na originação, estruturação e acompanhamento das operações de crédito, o que favorece uma seleção criteriosa dos ativos e o monitoramento próximo dos riscos. Somado a isso, o banco também destaca a “elevada escala e diversificação do portfólio do fundo, com patrimônio líquido próximo de R$ 11 bilhões, além da alta liquidez das cotas”. FIIs de tijolo Já no caso do XPML11, trata-se de um de veículo de tijolo com foco exclusivo em shopping centers. Com aproximadamente 733 mil cotistas, o FII é gerido pela XP Vista e possui um valor patrimonial de aproximadamente R$ 7 bilhões. Seu portfólio reúne participações em 26 centros de compra, que somam cerca de 1 milhão de metros quadrados (m²) de área bruta locável (ABL) e mais de 5.100 lojas. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O fundo segue como a principal indicação do Santander para o segmento de shoppings, apoiado na estratégia de reciclagem do portfólio, com destaque, segundo a casa, para aquisições de participações em empreendimentos voltados ao público de média e alta renda. De acordo com o banco, o FII também segue apresentando consistente resultado operacional líquido e gestão ativa da carteira, com captações de recursos e vendas de ativos com ganho de capital. O Santander lembrou, porém, que, apesar do desempenho operacional, entre os principais riscos está o total de aproximadamente R$ 532 milhões em obrigações financeiras do XPML11 por meio de CRIs. BTLG11 Quanto ao BTLG11, que também divide a liderança das recomendações, trata-se de um FII de tijolo com 34 galpões logísticos, que somam quase 1,4 milhão de m² de ABL. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Para o BB Investimentos, a diversificação é, inclusive, um ponto positivo do fundo: a maior exposição por ativo é de cerca de 10% da receita, enquanto a vacância física permanece em nível saudável, ao redor de 2%. Segundo o banco, os contratos de locação do veículo incluem empresas relevantes como Assaí (8% das receitas), DHL (6%), Unilever (6%) e Amazon (4%), com equilíbrio entre contratos atípicos (34%), que conferem maior previsibilidade, e típicos (66%), mais atrativos em regiões com oferta restrita e demanda resiliente. “Para compensar o menor nível de dividendos decorrente da qualidade do portfólio, o BTLG11 adota uma estratégia recorrente de reciclagem de ativos, geralmente na faixa de 15% do patrimônio líquido (PL). Nesse sentido, em maio de 26, o fundo anunciou um memorando para a venda de três galpões, com lucro estimado de R$ 1,56 por cota, movimento que deve sustentar proventos competitivos à frente”, afirmou o BB. Outros fundos imobiliários O levantamento também mostrou que, entre os fundos imobiliários mais recomendados para este mês, aparecem outros nomes dos segmentos de logística e shopping centers, além de veículos de recebíveis e multiestratégia. Abaixo, confira os FIIs mais indicados pelos analistas para outubro: Ticker Fundo imobiliário Segmento Recomendações KNCR11 Kinea Rendimentos Imobiliários Recebíveis 7 BTLG11 BTG Pactual Logística Logística 7 XPML11 XP Malls Shopping 7 KNHF11 Kinea Hedge Fund Multiestratégia 5 HSML11 HSI Malls Shopping 5 BRCO11 Bresco Logística Logística 4 MCCI11 Mauá Capital Recebíveis Imobiliários Recebíveis 4 VILG11 Vinci Logística Logística 4 PVBI11 VBI Prime Properties Lajes corporativas 4 RBRX11 RBR Plus Multiestratégia Multiestratégia 4 CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O levantamento do Money Times considerou as carteiras recomendadas de BB Investimentos, BTG Pactual, Daycoval, EQI, Genial, Itaú BBA, Rico, Santander, Terra e XP Investimentos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De eleições a grandes fortunas: veja o que o investidor mais leu na semana
Fundos Imobiliários Brasileiros •

De eleições a grandes fortunas: veja o que o investidor mais leu na semana

Confira o resumo que a LE.IA, a IA do Estadão, fez pra você Gerando resumo Abrir o resumo Notícias mais lidas da última semana de setembro (2) Foto: Adobe Stock A proximidade das eleições de 2026 já começou a aparecer nas estratégias de investimento para outubro. Bancos e casas de análise ajustaram suas carteiras para diferentes cenários políticos e fiscais, enquanto a Petrobras (PETR3; PETR4) ganhou espaço entre as ações recomendadas. Juros elevados no Brasil e nos Estados Unidos, FIIs negociados com desconto, estratégias para grandes patrimônios e oportunidades de investimento ligadas à inteligência artificial também estiveram entre os assuntos que mais atraíram os leitores do E-Investidor na semana. Confira abaixo as matérias mais lidas. Publicidade Eleições 2026 Eleições mudam o mapa das carteiras para outubro e Petrobras ganha espaço; veja as recomendações PUBLICIDADE Itaú BBA (ITUB4), Genial, Monte Bravo e Planner fizeram mudanças nas carteiras, enquanto a Á g ora manteve sua seleção. Em comum, a Petrobras (PETR3; PETR4) aparece como principal ponto de convergência entre as recomendações e as estratégias tentam equilibrar oportunidades ligadas à queda dos juros com proteção contra riscos fiscais, eleitorais, cambiais e de commodities O Itaú trocou três das cinco ações e incluiu XP, Sabesp e Petrobras. A Genial montou uma carteira mais equilibrada entre empresas ligadas ao mercado doméstico e companhias com receitas no exterior. A Monte Bravo reduziu a proteção no exterior e aumentou a exposição a empresas brasileiras sensíveis aos juros, como Localiza, Cyrela e BTG, além de incluir Petrobras. A Planner fez apenas duas trocas, adicionando Petrobras e Sabesp, enquanto a Ágora manteve sua Top 10 inalterada. Eleições 2026 dividem estratégias: veja onde Citi, Ágora, Kinea e Nomos enxergam oportunidades Perto das eleições de 2026, instituições financeiras consideraram os riscos do contexto atual e passaram a montar carteiras para diferentes cenários políticos e fiscais. Ágora e Bradesco BBI separaram ações entre papéis historicamente favorecidos pela continuidade do governo, ativos mais sensíveis a uma mudança de gestão e empresas consideradas resilientes. Citi e Nomos, por sua vez, dizem que reeleição de Lula poderia favorecer companhias defensivas, exportadoras e expostas a programas públicos, enquanto uma vitória de Flávio Bolsonaro poderia beneficiar ações cíclicas, estatais e empresas mais sensíveis à queda dos juros. A Kinea adotou uma estratégia menos dependente do resultado eleitoral, combinando empresas de crescimento previsível e setores defensivos com bancos, indústria e varejo, que poderiam se beneficiar de uma eventual melhora fiscal e redução dos juros. Leia mais Eleições mudam o mapa das carteiras para outubro e Petrobras ganha espaço; veja as recomendações Eleições 2026 dividem estratégias: veja onde Citi, Ágora, Kinea e Nomos enxergam oportunidades Onde investir grandes fortunas Publicidade Bancos baixam exigências e disputam fortunas com family offices; entenda o que muda na alta renda Grandes bancos estão reforçando a gestão de patrimônio para clientes de alta renda (private banking) e incorporando serviços típicos dos escritórios independentes de gestão de patrimônio de famílias (multi family offices, MFOs) para disputar clientes de alta renda. Santander e Bradesco, por exemplo, criaram MFOs próprios. Outras instituições ampliaram o atendimento com planejamento tributário e sucessório, investimentos internacionais e gestão discricionária. Embora muitos bancos ainda exijam patrimônio de R$ 10 milhões, BB e C6 Bank já atendem clientes a partir de R$ 5 milhões. Para o investidor, a disputa tende a ampliar serviços e pressionar custos. Bancos passaram a adotar cobrança de taxa sobre o patrimônio (fee), mais comum nos MFOs, enquanto as taxas médias caíram para cerca de 0,75%, chegando a 0,3% ou 0,4% em algumas casas. Bancos e MFOs independentes buscam se diferenciar pelo atendimento, visão integrada do patrimônio, relacionamento, independência e reputação. Quanto R$ 1 milhão, R$ 5 milhões, R$ 10 milhões e R$ 20 milhões rendem por mês? Pela segunda semana consecutiva, as simulações de rendimento chamaram a atenção do leitor. Com a Selic em 13,75% ao ano, um patrimônio milionário pode gerar renda nominal elevada, mas o valor disponível para gasto sustentável é bem menor. Em uma aplicação tributável com imposto de renda (IR) de 15%, R$ 1 milhão renderia cerca de R$ 9,7 mil líquidos por mês; R$ 5 milhões, R$ 48,7 mil; R$ 10 milhões, quase R$ 100 mil; e R$ 20 milhões, cerca de R$ 194,8 mil. Publicidade CONTiNUA APÓS PUBLICIDADE Para preservar o poder de compra do patrimônio, porém, parte desse rendimento precisa continuar investida. Considerando retorno real de 3% a 4% ao ano, R$ 5 milhões permitiriam retiradas mensais de R$ 12,5 mil a R$ 16,7 mil; R$ 10 milhões, de R$ 25 mil a R$ 33,3 mil; e R$ 20 milhões, de R$ 50 mil a R$ 66,7 mil. Assim, mesmo patrimônios elevados exigem controle de gastos para sustentar a renda no longo prazo. Gestora de R$ 49 bi zera infraestrutura, evita crédito agro e revela onde prefere investir A Franklin Templeton, gestora com R$ 49 bilhões, reduziu o risco em crédito privado. A casa vendeu cerca de R$ 200 milhões em ativos de infraestrutura, zerou essa exposição onde pôde e segue sem investir diretamente em crédito rural, além de não ter Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs) nas carteiras. A cautela com o agro vem de riscos ligados a clima, produtividade, commodities e insegurança jurídica, enquanto a exposição a crédito corporativo também caiu de forma relevante. Em contrapartida, os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) ganharam espaço, passando de cerca de 8% para perto de 13% das carteiras de crédito privado. A gestora vê nessas estruturas maior proteção contra inadimplência, com preferência por operações como consignado público, Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e financiamento de veículos, embora mantenha limites por causa da menor liquidez. A postura deve seguir conservadora até haver mais clareza sobre juros, cenário fiscal e atividade econômica em 2027. Publicidade Bolsa e oportunidades de ações Fundos imobiliários estão 16% abaixo do valor patrimonial. É hora de comprar? Os fundos imobiliários negociam com descontos expressivos em 2026: os FIIs do Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários da B3 (Ifix) estão, em média, 16% abaixo do valor patrimonial, segundo a Rio Bravo, e os fundos de tijolo têm desconto médio de 17%. No segmento corporativo, a diferença chega a cerca de 30%. A queda acompanha a alta dos juros longos e pode abrir espaço para valorização caso a curva de juros recue. Em alta E-investidor Resultado da Mega-Sena 3066: confira as dezenas sorteadas neste sábado (3) Previdência privada rende pouco? Veja como mudar de plano sem pagar IR Loteria Federal: resultado do concurso 6106-9 com bilhetes premiados neste sábado (3) O desconto, porém, não significa oportunidade automática. Com a Selic em 13,75%, a renda fixa segue competitiva, e dividendos elevados podem esconder perdas nas cotas. Por isso, especialistas recomendam olhar o retorno total e selecionar os fundos pela qualidade dos ativos, risco de crédito, endividamento e gestão. Uma recuperação mais ampla dos FIIs ainda depende principalmente da queda dos juros de longo prazo. Bradesco abre nova chance de comprar ações com desconto; veja quem pode aproveitar A estratégia de aumento de capital do Bradesco chamou a atenção dos leitores. O banco usou um aumento de capital de até R$ 10 bilhões para fortalecer sua estrutura financeira e financiar seu plano de transformação. Com as ações BBDC3 e BBDC4 acima dos preços da oferta, as sobras passaram a permitir a compra dos papéis com desconto em relação ao mercado. Além disso, o UBS BB estima que a operação pode elevar o índice de capital principal do banco em cerca de 70 a 90 pontos-base, aumentando sua capacidade de absorver perdas e crescer. Para o investidor, porém, o desconto deve ser analisado junto com o nível de exposição ao Bradesco e a confiança na estratégia do banco. Bradesco anuncia leilão na B3 com sobras dos R$ 10 bilhões de aumento de capital; entenda a operação Na etapa seguinte da operação, o Bradesco já havia captado R$ 9,7 bilhões, valor próximo do teto de R$ 10 bilhões. Foram R$ 6,5 bilhões na primeira fase e mais R$ 3,2 bilhões no rateio de sobras. As ações restantes, equivalentes a 2,65% dos papéis emitidos, foram então levadas a leilão na B3, com preços mínimos de R$ 15,43 para BBDC3 e R$ 17,64 para BBDC4. A medida marcou a fase final do aumento de capital, antes da conversão dos recibos em ações após a aprovação da operação pelo Banco Central. Publicidade Leia mais Com juros altos nos EUA e no Brasil, veja como montar sua carteira, segundo especialistas Foto: Adobe Stock Como os juros altos influenciam as carteiras Com juros altos nos EUA e no Brasil, veja como montar sua carteira, segundo especialistas Nos Estados Unidos, a alta dos juros pelo Federal Reserve mantém a renda fixa americana mais atraente e reforça o papel do Tesouro americano, os Treasuries, como alternativa de segurança e liquidez. Ao mesmo tempo, juros elevados por lá tendem a manter pressionada a curva de juros no Brasil e podem dificultar cortes mais rápidos da Selic. Nesse cenário, os especialistas defendem uma carteira mais diversificada. No Brasil, pós-fixados, títulos cuja rentabilidade acompanha taxas como Selic ou CDI, seguem como base, com espaço para IPCA+ e prefixados de forma seletiva. No exterior, a recomendação é combinar renda fixa e Bolsa, com exposição aos EUA, especialmente a Treasuries e ações de tecnologia, sem depender apenas do dólar ou de uma única economia. Mercado e novas oportunidades Quem ganha com a IA além das big techs? Banco com R$ 1,2 trilhão sob gestão vê oportunidades O EFG, banco suíço com mais de R$ 1,2 trilhão sob gestão, vê oportunidades no avanço da inteligência artificial (IA) fora das gigantes de tecnologia dos EUA. A aposta está em pequenas e médias empresas suíças que fornecem componentes e infraestrutura essenciais para chips, data centers e geração de energia, como VAT Group e Accelleron. Publicidade A estratégia busca investir nos “parafusos” da IA: companhias menos conhecidas, mas importantes para a expansão de empresas como Nvidia, Amazon e Apple. Além de indicadores financeiros, o banco considera inovação, patentes e investimentos em pesquisa e desenvolvimento. Caso Master pressiona CVM: ex-presidente espera órgão mais forte para ‘dar resposta à sociedade’ João Pedro Nascimento, ex-presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), avalia que o aumento de recursos garantido pelo STF pode abrir uma nova fase para a autarquia, desde que se traduza em processos mais rápidos, regras mais simples e fiscalização mais eficiente. A discussão ganhou força após o caso Banco Master, que elevou a pressão sobre a CVM por respostas mais ágeis e redução do estoque de processos. Nascimento também defende uma CVM mais forte para tornar o mercado de capitais brasileiro mais competitivo e conter a migração de empresas e investidores para o exterior. Entre as frentes citadas estão mudanças nas regras de Brazilian Depositary Receipts (BDRs), recibos negociados no Brasil que representam ativos emitidos no exterior, além da simplificação para investidores estrangeiros, do Regime Fácil para empresas menores e da expansão de produtos regulados ligados a criptoativos.

Ibovespa futuro, dólar, notícia da Aura Minerals e de outras companhias
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Ibovespa futuro, dólar, notícia da Aura Minerals e de outras companhias

Ibovespa futuro, dólar, notícia da Aura Minerals e de outras companhias Publicado às 9h25 – atualizado às 9h40 Ibovespa futuro O Ibovespa futuro (INDV26 contrato com vencimento para outubro de 2026) abriu em alta nesta sexta-feira, 2. Às 9h40 subia 1,72% aos 191.065 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h. Foi divulgado nesta manhã o relatório do emprego nos Estados Unidos. O Payroll de setembro mostrou a criação de 29 mil vagas, abaixo da expectativa de 89 mil vagas. Vale lembrar que o Payroll é o mais importante relatório sobre o mercado de trabalho nos Estados Unidos. É esse relatório que o Banco Central norte-americano (Federal Reserve) mais leva em conta para fins de sua política monetária. No Brasil, os agentes financeiros digerem pesquisa eleitoral, o cancelamento do debate na tv Globo e suas consequências nas eleições presidenciais. Dólar Às 9h38 o dólar comercial tinha queda de 0,20% cotado a R$ 5,211 na venda. Petróleo, minério, ouro e bitcoin (9h36) Petróleo Brent: -2,48% (US$ 99,8). O Brent é referência para a Petrobras. Bitcoin futuro: +2,66% (US$ 87.297) Ouro (contrato para dezembro/26 – onça-troy): +1,15% (US$ 4.248) Minério de ferro em Dalian: devido ao feriado na China, não houve negociação na bolsa de Dalian. Futuros de ações em Nova York Às 9h35 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,95% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,88%. Nasdaq futuro subia 1,23%. Notícias corporativas A Petrobras (PETR3, PETR4), em continuidade ao comunicado divulgado em 14 de agosto, informou nesta sexta-feira, 2 de outubro, que alcançou mais um intervalo portador de petróleo no poço Morpho (1-BRSA1405-APS), o que caracteriza uma nova descoberta no bloco FZA-M-59, localizado em águas ultra profundas da costa do estado do Amapá, em lâmina d’água de 2.886 metros. “A continuidade da operação da perfuração do poço, após a descoberta divulgada em agosto de 2026, teve o objetivo de avaliar intervalos exploratórios mais profundos e permitiu a realização dessa nova descoberta, identificada por meio de perfis elétricos, indícios em rocha e amostras de fluidos obtidos durante as operações”, explicou a petroleira estatal. A nova descoberta amplia o conhecimento sobre o potencial exploratório da área e fornecerá informações adicionais para a avaliação dos sistemas petrolíferos e do potencial de recursos da Bacia Sedimentar da Foz do Amazonas. Segundo a Petrobras, as análises continuam em curso e as informações coletadas serão posteriormente caracterizadas por meio de análises laboratoriais e integradas ao conjunto de dados adquiridos durante a perfuração. No caso da descoberta divulgada em agosto, as análises já realizadas permitem confirmar a boa qualidade do petróleo encontrado, afirmou a companhia. A atuação da Petrobras no bloco FZA-M-59 está alinhada à estratégia de longo prazo da companhia, visando à recomposição das reservas de petróleo e gás por meio da exploração de novas fronteiras, contribuindo para o atendimento à demanda energética do país. RD Saúde (RADL3) anuncia o pagamento de R$ 159,8 milhões em juros sobre o capital A RD Saúde (RADL3) anunciou nesta sexta-feira, 2, que seu conselho de administração deliberou pela distribuição de juros sobre o capital próprio no montante total bruto de R$ 159,8 milhões. O valor bruto a ser pago por ação é de R$ 0,091390728 e não sofrerá atualização monetária. Tem direito quem detiver ações da companhia em 7 de outubro de 2026. A partir de 8 de outubro as ações serão negociadas “ex juros sobre capital próprio”. O pagamento ocorrerá até o dia 31 de maio de 2027, em data a ser oportunamente fixada pela administração. Embraer registra 66 aeronaves entregues no terceiro trimestre, alta de 6% na comparação anual A Embraer (B3: EMBJ3 / NYSE: EMBJ) entregou 66 aeronaves no 3T26, registrando o melhor desempenho em um terceiro trimestre na história da companhia. O resultado representa crescimento de 2% na comparação sequencial (trimestre contra trimestre) e 6% na comparação anual (ano contra ano). No período de 9 meses em 2026, a Embraer entregou o total de 175 aeronaves, 14% a mais do que as 153 aeronaves entregues nos 9 meses em 2025, dado o progresso contínuo das iniciativas da companhia para o nivelamento da produção. A Aviação Comercial entregou 22 novas aeronaves durante o 3T26, sendo 11 entregas do modelo E175 e 11 da família E2. O volume da unidade de negócios cresceu 10% trimestre contra trimestre e ano contra ano em comparação com os 20 jatos entregues nos períodos anteriores. A Aviação Executiva entregou 41 jatos durante o trimestre, estável ano contra ano, refletindo o progresso contínuo do programa de nivelamento da produção ao longo dos últimos 2 anos, que vem reduzindo gradualmente a concentração das entregas nos segundos semestres. Em Defesa & Segurança, a companhia entregou 1 KC-390 Millennium, aeronave de transporte militar multimissão, e 2 A-29 Super Tucanos, totalizando 3 aeronaves entregues no trimestre, versus 1 entrega no mesmo período do ano anterior. A Embraer permanece com a expectativa de entregar entre 80 e 85 aeronaves na Aviação Comercial (ponto médio com crescimento de 6% ao ano) e entre 160 e 170 aeronaves na Aviação Executiva (ponto médio com crescimento anual de 6%) em 2026. A Aura Minerals (B3: AURA33, Nasdaq: AUGO) anunciou nesta sexta-feira, 2, que assinou um acordo definitivo para adquirir uma empresa (Newco) que deterá a frota de mina, os respectivos contratos de leasing de equipamentos e a mão de obra dedicada atualmente operados por contratados terceirizados em três de suas operações de ouro no Brasil — Apoena, Almas e Borborema — e para internalizar a operação e a manutenção da frota, com transição prevista para janeiro de 2027. Em Mineração Serra Grande (MSG), a companhia já opera a frota da mina diretamente. “A internalização deve conferir à Aura maior controle operacional e gerar sinergias entre suas unidades de negócio no Brasil”, explicou a mineradora em um comunicado ao mercado. O momento está alinhado ao crescimento da companhia no país, onde atualmente opera quatro minas de ouro e planeja expandir a capacidade de produção em algumas destas operações. Ainda segundo a Aura, a internalização dará o controle direto sobre o dimensionamento da frota, sobre a estratégia de manutenção e a utilização nas três operações, devendo melhorar a disponibilidade e a confiabilidade dos equipamentos e reduzir os custos unitários de mineração ao longo do tempo. Como parte da transação, a Aura também absorverá a mão de obra atualmente dedicada à operação e à manutenção da frota nas três operações, assegurando continuidade e evitando qualquer interrupção das operações após a conclusão da aquisição. Com base em suas estimativas internas, a companhia espera que a internalização reduza o custo total de sustentação (AISC) entre US$ 150 e US$ 200 por onça de ouro vendida, em base ponderada entre as três operações, a partir de 2027. O fechamento da transação está sujeito às condições precedentes usuais, incluindo a aprovação antitruste do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). “Nos últimos três anos, crescemos de uma para quatro operações no Brasil, incluindo MSG, adquirida já com frota própria. Internalizar as operações da mina é um passo natural dessa estratégia de crescimento e do nosso foco contínuo na redução de custos”, comentou Rodrigo Barbosa, CEO e presidente da companhia. A Vale (VALE3) divulgou a agenda de divulgação dos resultados do terceiro trimestre de 2026 (3T26). Os resultados do 3T26 serão apresentados no dia 29 de outubro (quinta-feira), após o fechamento do mercado. Em um comunicado enviado ao mercado nesta quinta-feira a mineradora informou ainda que a partir do 3T26, passará a consolidar suas informações operacionais, de vendas e financeiras no Relatório de Desempenho. “Como parte dessa evolução, as informações anteriormente divulgadas em um Relatório de Produção e Vendas independente passarão a integrar esse relatório, proporcionando ao mercado uma visão mais completa e integrada dos resultados da companhia”, afirmou a Vale. A divulgação das demonstrações financeiras permanece inalterada. No dia 30 de outubro (sexta-feira) será realizada a teleconferência com webcast. O horário será às 11h (Brasília). A webcast será realizada em inglês com tradução simultânea para o português. As informações de acesso serão anunciadas próximo à data de realização no site de relações com investidores da companhia (www.vale.com/investidores). A Axia Energia (AXIA3) informou a realização da conversão de 24.670.388 ações preferenciais classe “C” (PNC ) em ações ordinárias (ON) de emissão da companhia, na proporção de 1:1. A data do pagamento do 4º resgate será em 8 de outubro. A quantidade de ações PNC resgatadas e canceladas é 46.012.639. Os detentores de American Depositary Receipts (ADRs) receberão o valor do resgate em até 7 dias úteis após o dia 8 de outubro de 2026. Após a conclusão da operação, o capital social da companhia será dividido da seguinte forma: 2.441.805.426 ações ordinárias (ON) e 386.839.004 ações preferenciais classe “C” (PNC). Também há uma (1) ação especial da União (golden share). A MRV (MRVE3) divulgou que a Luggo concluiu a venda da totalidade das quotas das sociedades de propósito específico proprietárias de três empreendimentos Luggo a um fundo de investimento imobiliário estruturado em conjunto com a Mauá Capital, na qualidade de gestora, e administrado pela Vórtx Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários. A transação foi concluída pelo valor de R$ 166 milhões. Segundo a MRV, a operação está alinhada à estratégia de geração de caixa, desalavancagem e simplificação operacional da MRV&Co. Com a transação, a Luggo seguirá com sua operação de administração de ativos, sem outros empreendimentos prontos ou em construção no momento, dado o contexto de juros atual, afirmou a MRV. A geração de caixa da transação será de R$ 144 milhões; o restante será recebido quando o fundo vender os ativos ou no prazo máximo de 7 anos. Além dessa transação, a MRV liquidou, em julho de 2026, a venda dos empreendimentos Ten Oaks e Rayzor Ranch, da Resia. Somadas, essas vendas totalizam aproximadamente R$ 590 milhões em geração de caixa com venda de ativos da MRV&Co. A Claro concluiu a aquisição do controle da Desktop (DESK3). Por meio da Claro NXT Telecomunicações, a companhia comprou 84,7 milhões de ações ordinárias, equivalentes a 72,83% do capital da provedora, por R$ 1,747 bilhão, sujeito aos ajustes previstos no contrato. Agora a Claro NXT tornou-se acionista controladora da Desktop. Também nesta quinta-feira foi realizada uma reunião do conselho de administração da Desktop com o propósito de tomar conhecimento da renúncia de Débora Vizeu, Bernardo Varela Mello e Ana Regina Roson aos cargos de membros do colegiado. Foram nomeados José Antônio Guaraldi Felix, Rodrigo Marques de Oliveira e Roberto Catalão Cardoso como novos membros do conselho de administração da Desktop. O conselho aprovou a eleição de Rodrigo Marques de Oliveira, para o cargo de diretor presidente, e Roberto Catalão Cardoso, para os cargos de diretor financeiro e de relações com investidores, ambos com mandato unificado até a Assembleia Geral que vai deliberar sobre as demonstrações financeiras do exercício social a ser encerrado em 31 de dezembro de 2026. O Fleury (FLRY3) anunciou a aquisição da Unilab Laboratório Clínico. O valor da aquisição é de R$ 55 milhões. O laboratório atua nos serviços de análises clínicas e laboratoriais nos municípios de Atibaia, Bragança Paulista, Itatiba, Jarinu, Bom Jesus dos Perdões, Aparecida, Pindamonhangaba e Piracaia, todos no Estado de São Paulo, e no município de Extrema, no Estado de Minas Gerais. A Receita Operacional Bruta dos últimos 12 meses, findo em maio de 2026, atingiu R$ 65 milhões. A aquisição foi aprovada pelo conselho de administração da companhia em 1 de outubro de 2026, não ensejando deliberação em assembleia da Companhia, nem conferindo a seus acionistas o direito de recesso, afirmou o Fleury em fato relevante. A Marisa Lojas (AMAR3) divulgou que seu conselho de administração deliberou pela destituição de Adilvo Souza do cargo de diretor financeiro e administrativo. O conselho elegeu Guilherme de Biagi Pereira para os cargos de diretor financeiro e administrativo e de diretor de relações com investidores. Guilherme de Biagi Pereira possui 15 anos de experiência nas áreas de finanças corporativas, relação com investidores, novos negócios e reestruturação financeira no setor de varejo. Exerceu posições de liderança e diretoria no Grupo Ri Happy, Veste e Arezzo&Co, além de atuação em assessoria de reestruturação empresarial e investment banking. A Celesc (CLSC4) informou que o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) divulgou a aprovação da operação de empréstimo financeiro Programa BID II, financiamento destinado à Celesc Distribuição. Segundo um comunicado, o objetivo é apoiar o crescimento econômico do estado de Santa Catarina por meio de melhorias em seu sistema elétrico. Em maio de 2026 o conselho de administração da Celesc aprovou a contratação do programa, que prevê financiamento no montante de US$ 243 milhões, complementado por US$ 62,6 milhões em recursos de contrapartida da Celesc, totalizando investimentos estimados em US$ 305,6 milhões. A expectativa da companhia é que o contrato de empréstimo relativo ao Programa BID II seja assinado com o BID nos próximos meses. Agenda de provento desta sexta, 2: A Allos paga nesta sexta-feira, 2, a primeira parcela do dividendo aprovado em 15 de setembro. O valor da parcela é de R$ 0,29 por ação. A data de corte foi em 22 de setembro. A 2ª tranche tem data de corte em 22/10/2026 e data de pagamento em 04/11/2026. A 3ª tranche tem data de corte em 19/11/2026 e data de pagamento em 02/12/2026. A Alupar Investimento paga nesta sexta, 2 de outubro, o dividendo aprovado em 6 de agosto de 2026. O montante é de R$ 69,2 milhões e equivale a R$ 0,07 por ação ordinária (ALUP3); R$ 0,07 por ação preferencial (ALUP4); e R$ 0,21 por Unit (ALUP11). Terão direito ao recebimento desses dividendos acionistas que se encontravam inscritos como tal nos registros da companhia ao final do dia 13 de agosto de 2026. A partir de 14 de agosto de 2026, as ações passaram a ser negociadas ex-dividendos. A JSL (JSLG3) paga nesta sexta-feira, 2, uma parcela do dividendo aprovado em 22 de dezembro de 2025 no valor de R$ 0,74 por ação. A outra parcela será paga em 28 de dezembro de 2026. Tem direito quem detinha ações da JSL em 26 de dezembro de 2025, sendo que as ações de emissão da companhia são negociadas “ex-dividendos” desde 29 de dezembro de 2025, inclusive. A data de corte para ter direito aos juros sobre o capital da CSU Digital, anunciados em 29 de setembro, é nesta sexta-feira, 2. As ações serão negociadas ex-JCP a partir de 5 de outubro inclusive. O valor por ação é de R$ 0,41. A data de pagamento será em 14 de outubro de 2026.

Perguntas Frequentes sobre FNAM11

Qual é a cotação de FNAM11 hoje na B3?
A cotação de FNAM11 hoje está em R$ 0,36. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 0,35 e máxima de R$ 0,37.
Quanto a FNAM11 paga de dividendos?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker FNAM11. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de FNAM11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de FNAM11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de FNAM11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

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