FNAM11 Fundo de Investimento da Amazonia Cotas – Cotação Hoje
Fundo de Investimento da Amazonia Cotas
Resumo Fundamentalista de FNAM11
O ativo FNAM11 (Fundo de Investimento da Amazonia Cotas) está sendo negociado hoje a R$ 0,36, acumulando uma variação de +0.00% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 0,33 e a máxima de R$ 0,45.
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Imposto de renda sobre fundos de IA: entenda as regras
O imposto de renda sobre fundos de IA não segue uma regra própria. O tratamento fiscal dessa estratégia de investimento depende da classificação do fundo, da política de investimento, da composição da carteira, do prazo médio dos ativos, quando aplicável, e do local de constituição do fundo. Um fundo com exposição a empresas de inteligência artificial pode ser estruturado como fundo de investimento em ações, multimercado, renda fixa ou outra modalidade prevista na regulamentação. Também é possível acessar a tese de investimento por meio de ETFs, fundos constituídos no exterior ou fundos brasileiros que investem em ativos internacionais. A Receita Federal explica que a tributação incide, em regra, sobre os rendimentos obtidos pelo cotista. O administrador do fundo é responsável pela retenção e pelo recolhimento do imposto, conforme o regime aplicável ao produto. A carteira do fundo, portanto, não é tributada da mesma forma que uma pessoa física. Fundos de investimento em ações Quando o produto é classificado como Fundo de Investimento em Ações, o rendimento positivo obtido pelo investidor pessoa física está sujeito à alíquota de 15% no resgate. A cobrança ocorre exclusivamente na fonte e, em regra, não há incidência do come-cotas semestral. O administrador realiza a retenção e o recolhimento do imposto. O investidor deve observar as orientações da Receita Federal para declarar as cotas, os rendimentos e eventuais resgates na declaração anual. Para ser enquadrado como fundo de ações, o produto precisa cumprir os requisitos regulatórios aplicáveis à categoria. A simples presença de ações de empresas ligadas à inteligência artificial não garante esse tratamento tributário. Entre as companhias que podem aparecer em estratégias relacionadas ao setor estão Nvidia, Microsoft, Alphabet, Amazon, Meta e Broadcom. A participação de cada empresa, no entanto, depende da política de investimento e da composição efetiva da carteira. Fundos multimercado e de renda fixa Alguns fundos associados à inteligência artificial combinam ações de tecnologia com juros, moedas, crédito privado e derivativos. Nesses casos, o tratamento tributário pode seguir as regras gerais aplicáveis aos fundos de curto ou longo prazo, desde que o produto esteja sujeito a esse regime. Nos fundos de longo prazo, a antecipação do Imposto de Renda pelo come-cotas ocorre normalmente à alíquota de 15%. Nos fundos de curto prazo, a alíquota da antecipação é, em regra, de 20%. A cobrança do come-cotas acontece normalmente no último dia útil de maio e novembro. O mecanismo reduz a quantidade de cotas do investidor para antecipar o imposto, mesmo que não tenha ocorrido o resgate da aplicação. No momento do resgate, o administrador calcula eventual diferença entre o imposto já recolhido e a alíquota final correspondente ao prazo do investimento. A incidência do come-cotas não deve ser presumida para todos os fundos. O investidor precisa verificar a categoria do produto, o regulamento e o regime tributário indicado nos documentos do fundo. Alíquotas dos fundos sujeitos ao regime geral Nos fundos sujeitos à tabela regressiva do Imposto de Renda, as alíquotas finais variam de acordo com o prazo de permanência da aplicação. Prazo da aplicação Alíquota Até 180 dias 22,5% De 181 a 360 dias 20% De 361 a 720 dias 17,5% Acima de 720 dias 15% A tabela não se aplica indistintamente a todos os fundos. Fundos de ações, fundos imobiliários, ETFs e outros veículos podem seguir regras próprias. Por isso, a classificação do produto é fundamental para determinar a forma de tributação. Fundos fechados A Lei nº 14.754, de 12 de dezembro de 2023, ampliou a incidência periódica do Imposto de Renda sobre diversos fundos constituídos sob a forma de condomínio fechado. Nesses casos, a tributação pode ocorrer antes do resgate, da amortização ou da distribuição das cotas, conforme a estrutura do fundo e o regime aplicável. A legislação prevê regras específicas para a tributação periódica e para situações de distribuição, amortização, resgate ou alienação de cotas. A aplicação dessas regras exige a análise da natureza do fundo, da composição da carteira, do prazo médio dos ativos, quando relevante, e das exceções previstas na legislação. Portanto, não é correto afirmar que todos os fundos fechados seguem exatamente o mesmo tratamento fiscal. Fundos brasileiros com ativos no exterior O investidor pode acessar empresas de tecnologia e inteligência artificial por meio de um fundo constituído no Brasil que mantenha ativos internacionais na carteira. Nesse caso, a tributação tende a seguir o regime aplicável ao fundo brasileiro, e não necessariamente as regras destinadas a uma pessoa física que investe diretamente no exterior. O investidor deve verificar onde o veículo foi constituído e qual ativo adquiriu efetivamente. A compra de cotas de um fundo brasileiro, a aquisição direta de cotas de um fundo ou ETF estrangeiro e o investimento em um instrumento negociado no mercado brasileiro são operações diferentes. Cada estrutura pode ter regras próprias de tributação e declaração. Aplicações financeiras diretamente no exterior Quando uma pessoa física residente no Brasil investe diretamente em uma aplicação financeira no exterior, os rendimentos seguem as regras previstas na Lei nº 14.754/2023. A legislação estabelece, em regra, a tributação desses rendimentos à alíquota de 15%, com apuração na declaração anual do Imposto de Renda. A norma considera aplicações financeiras no exterior, entre outros ativos, determinadas cotas de fundos de investimento e outros investimentos mantidos fora do país. A regra, contudo, não deve ser aplicada automaticamente a qualquer investimento internacional. O tratamento depende do ativo, do local de constituição, da forma de aquisição e da situação fiscal do investidor. O que analisar antes de investir Antes de aplicar em um fundo de IA, o investidor deve verificar: A classificação do fundo, como ações, multimercado, renda fixa ou outra categoria. O local de constituição do fundo. A política de investimento e a parcela da carteira exposta a empresas de tecnologia. A existência ou não do come-cotas. O prazo de cotização e liquidação do resgate. As alíquotas aplicáveis ao produto. O tratamento tributário descrito no regulamento, na lâmina e no informe de rendimentos. As obrigações de declaração no Imposto de Renda. Também é importante considerar os custos da aplicação. Taxa de administração, taxa de performance, custos operacionais e eventual exposição cambial podem afetar o retorno líquido, assim como a tributação. Tributação não deve ser o único critério O imposto de renda influencia o retorno final, mas não deve ser o único critério usado na escolha de um fundo de IA. O investidor também precisa avaliar a volatilidade, a concentração da carteira, o horizonte de investimento, os riscos regulatórios e a capacidade de suportar perdas temporárias. Empresas como Nvidia, Microsoft, Alphabet, Amazon, Meta e Broadcom atuam em diferentes segmentos e podem apresentar comportamentos distintos no mercado. A valorização de uma companhia não depende apenas do crescimento da inteligência artificial, mas também de resultados financeiros, concorrência, inovação, regulação e condições econômicas. Por isso, a decisão deve considerar o equilíbrio entre risco, retorno, diversificação e liquidez. A tributação deve ser analisada como parte da avaliação do investimento, e não como substituta da análise da carteira e do regulamento do fundo. As regras tributárias podem ser alteradas por novas leis, medidas provisórias ou regulamentações. Antes da publicação, a redação deve ser conferida com base na legislação vigente em 21 de agosto de 2026. Para uma decisão individual, o investidor deve consultar o regulamento do produto, o informe de rendimentos e, quando necessário, um profissional habilitado.
Com galpões cheios e cotas descontadas, FIIs de logística desafiam juros altos; vale a pena investir?
Enquanto boa parte do mercado de fundos imobiliários ainda apanha da Selic a 14% ao ano, um segmento dos FIIs de tijolo tem conseguido nadar contra a maré, o de galpões logísticos. Levantamento da Quantum Finance mostra que, entre os dez fundos de tijolo com maiores retornos em julho de 2026, três são de logística. O HSI Logística (HSLG11) ficou em segundo lugar do ranking, com alta de 4,41% no mês, atrás apenas de um fundo de lajes corporativas. Também aparecem o Zagros Renda Imobiliária (GGRC11), com 2,45%, e o Bresco Logística (BRCO11), com 1,19%. O desempenho chama atenção porque juro alto deixa os fundos de tijolo menos atrativos. No caso dos galpões, contudo, há uma resiliência maior que segurou a valorização das cotas. Mas será que esse bom desempenho tende a continuar até dezembro? O Bora Investir consultou alguns analistas e traz os detalhes. Leia também FIIs buscam espaço em índices e ETFs internacionais Como funciona um FII de logística O bom desempenho dos fundos de logística está relacionado a classe de ativos que possui e facilita a geração de renda recorrente. Este tipo de FII compra ou desenvolve galpões, imóveis localizados geralmente às margens das rodovias que são alugados para varejistas, empresas de e-commerce, transportadoras e indústrias. Este aluguel é repassado mensalmente aos cotistas. Grandes empresas como Mercado Livre, Amazon e Shopee hoje representam os maiores inquilinos deste tipo de fundo. O aluguel é repassado mensalmente aos cotistas sob a forma de dividendos. Mansur Miranda, sócio da Convexa Investimentos e head de FIIs/FIPs, estima que a mediana de dividend yield (retorno em proventos) do segmento deve ficar em 9,8% nos próximos 12 meses. Por que os FIIs de logística continuam valorizando Por se tratar de um fundo de tijolo, a tendência diante dos juros em dois dígitos, seria a desvalorização das cotas, contudo os FIIs de logística parecem ir na contramão. Jonata Tribioli, especialista em operações imobiliárias, destaca a importância do investidor separar o comportamento da cota na bolsa de valores com o que acontece nos imóveis de fato. “A vacância dos galpões de alto padrão está em níveis historicamente baixos, existe procura forte por novas áreas e os aluguéis vêm apresentando valorização em várias regiões”, explica. Os números comprovam esta teoria. Segundo a consultoria Colliers, a vacância dos condomínios logísticos de alto padrão caiu para 5% no segundo trimestre de 2026, a menor da série histórica. Em São Paulo, dados do BTG Pactual apontam absorção líquida de 506,8 mil m² no período, contra apenas 210 mil m² de novo estoque entregue. “Sempre que a demanda supera a oferta, isso faz preço”, destaca Leandro Nogueira, head de renda variável e sócio da Cordier Investimentos. Para ele, o juro alto ainda tem um efeito colateral pouco comentado, este trava novos projetos especulativos. Nogueira reforça que, com custo de obra e de capital elevados, quase ninguém constrói galpão sem locatário contratado. O resultado é uma oferta futura comprimida. Do lado da demanda, o motor é o comércio eletrônico. Na visão de Egbert Chaves, analista de fundos imobiliários da Dica de Hoje Research, o cliente aprendeu a comprar mais online e passou a demandar prazos menores para entrega, fazendo com que a malha de centros de distribuição das empresas aumentasse. É por este motivo que o setor de logística já é o segundo maior do IFIX (Índice de Fundos Imobiliários), representando 17% do índice. Segundo Priscilene Nunes, analista de fundos listados da Ticker Research, este crescimento vem sendo sustentado por fundamentos operacionais fortes e resilientes. “Gestores como a Vinci relataram, pela primeira vez, revisões de aluguel para cima em alguns galpões. O preço médio em São Paulo chegou a R$ 33,8/m² por mês, alta de 4,4% em 12 meses”, comenta a analista. Já para Mansur Miranda o segmento de logística é o porto seguro da indústria de fundos imobiliários. Ele destaca que enquanto lajes corporativas sofrem com vacância e alavancagem ou fundos de crédito enfrentam desafios, o investidor ainda consegue se refugir na logística. O que esperar do segundo semestre Para Nogueira, o cenário é otimista porque boa parte do resultado já está contratado. O especialista da Cordier Investimentos cita levantamento da JLL no qual Mercado Livre e Shopee têm juntos cerca de 1,1 milhão de m² pré-locados para o segundo semestre. “Isso é receita que vai entrar para o fundo independentemente do que o mercado decidir sobre a curva de juros”, destaca e acrescenta que a revisão dos contratos, com vacância de 5% tende a favorecer os proprietários. Já Nunes, da Ticker, aponta que apesar do varejo físico estar enfraquecido, a venda online continua em ampla expansão, impulsionando a demanda por espaços logísticos. Já alguns especialistas pedem seletividade do investidor. É o caso de Tribioli, que acredita que nem todos os fundos vão valorizar juntos. Para ele, a qualidade dos imóveis, localização, contratos, endividamento e preço da cota continuarão fazendo a diferença no desempenho. Ainda vale a pena investir? Diante de um bom desempenho, os investidores se questionam se ainda vale a pena investir em FIIs de logística ou se o timing se perdeu. Para Nogueira, da Cordier, o fundamento já ficou para trás, porque a vacância está no mínimo histórico. Mas, reforça que o timing de preço ainda não. “Quem esperava comprar antes da virada operacional chegou tarde”, pontua. Os principais fundos logísticos do mercado ainda negociam abaixo do valor patrimonial, segundo o especialista. O BTLG11 fechou julho com cota patrimonial de R$ 107,04 e negociada perto de R$ 100, desconto de 6,5%, após uma reavaliação que valorizou os ativos. “O imóvel valorizou e a cota não acompanhou”, diz Nogueira. Segundo Nunes, da Ticker, ainda é possível achar FIIs de logística com dividend yield próximo de 10% e alavancagem controlada. Os especialistas lembram ainda que as cotas estão sendo penalizadas por incertezas eleitorais e a frustração com o ritmo de corte de juros. Mas destacam que as melhores compras surgem nestes cenários. Há, contudo, riscos concretos. Um deles é o risco de crédito do inquilino. O setor sentiu isso na pele com a recuperação judicial das Casas Bahia que pressionou fundos como o HSLG11. Outro fator de atenção é a concentração de demanda em poucos nomes do e-commerce. E o terceiro é a oferta futura que, segundo a Colliers, aponta para um pipeline de 3,4 milhões de m² para os próximos 24 meses e projeta vacância entre 6% e 7% no fim de 2026. “Se essa oferta chegar em um momento de demanda mais fraca, a conta muda”, diz Nogueira. No entanto, Tribioli alerta que desconto não é sinônimo de oportunidade. Isso porque um fundo estar negociado abaixo do valor patrimonial pode não significar que ele esteja barato e sim algum problema por trás daquele desconto. Selic em queda favorece o segmento? O consenso dos especialistas consultados pelo Bora Investir é que novos cortes de juros ajudariam os FIIs de logística e a indústria de fundos imobiliários como um todo, mas o efeito é maior no preço da cota do que no dividendo. “Com a queda dos juros, o retorno aceito pelos investidores fica menor, fazendo com que o dividend yield caia e a cotação suba, efeito similar à marcação a mercado dos títulos de renda fixa”, explica Chaves, do Dica. O analista aponta que o rendimento ficará estável, mas o investidor que comprar os FIIs nos preços atuais terá um ganho de capital. Já Nogueira destaca que o preço do aluguel dos galpões não diminui porque a Selic caiu e sim é reajustado pela inflação e redução de vacância. Por este motivo, a queda dos juros tende a valorizar mais a conta do que aumentar os proventos. Para Nunes, uma taxa de desconto menor eleva o valor presente dos galpões logísticos e o patrimônio dos fundos. Miranda, da Convexa, lembra também que juros menores estimulam o consumo, exigindo um maior número de galpões, e como a construção destes demora, pressionam o aluguel para cima. Desta forma, a combinação de galpões cheios, aluguéis com espaço para reajuste real e juros em queda podem beneficiar o investidor nas duas pontas: renda recorrente e valorização das cotas. Como escolher um FII de logística Os especialistas recomendam sempre escolher pelo imóvel e não pelo dividendo. A localização é um dos itens que mais explica o retorno de longo prazo. Quanto mais próximo das grandes cidades, melhor. Nogueira exemplifica que um galpão de até 30 km de São Paulo tem dinâmica completamente diferente de um galpão localizado em rodovia distante. A dica é escolher fundos com galpões que estejam entre 15 km e 30 km dos grandes centros consumidores. Outro ponto que deve ser observado são os inquilinos e contratos. Segundo os especialistas, é importante ficar atento a concentração de receita em um único nome, prazo médio das locações, vencimento de contratos nos próximos 24 meses e indexador de correção dos alugueis. O histórico da gestora por trás da gestão dos fundos de logística também conta, assim como a diversificação geográfica. Chaves, do Dica, recomenda ainda evitar fundos com ativos mais velhos, que podem demandar muito capital para modernização. Por último, a alavancagem não deve ser ignorada, segundo os especialistas. A dica é evitar fundos com dívida relevante, atrelada ao CDI (principal indexador da renda fixa), que pode corroer os dividendos. Nogueira reforça que a armadilha mais comum para o investidor é apenas escolher um FII de logística pelo dividend yield. Um retorno em dividendos elevado sempre traz uma história por trás, na visão dele, como receita não recorrente, garantia de renda vencendo ou o risco de crédito do locatário. 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Um novo jeito de investir na Amazônia: Conheça o ETF AMAB11
A busca por investimentos que aliem retorno e impacto ganhou uma nova alternativa. O AMAB11, ETF da BTG Asset, gestora de recursos do grupo BTG Pactual, oferece exposição a uma estratégia relacionada ao desenvolvimento sustentável da Amazônia Legal, com cotas a partir de R$ 10. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Negociado na B3 desde a última quarta-feira (12), o fundo acompanha o Teva Amazônia Bonds Index e investe majoritariamente em debêntures de 20 companhias economicamente relacionadas à região amazônica. Juntos, esses títulos representam cerca de 85% da carteira. Outros 10% são destinados a títulos públicos, enquanto os 5% restantes estão alocados em dois Amazon Bonds, títulos de dívida sustentável. A proposta é permitir que investidores tenham exposição a empresas e projetos ligados à Amazônia Legal, região que reúne Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e parte do Maranhão. Ao mesmo tempo, também contribuem para iniciativas relacionadas ao desenvolvimento sustentável. Um ETF com foco em impacto e acessibilidade O AMAB11 foi desenvolvido com o selo da iniciativa Amazônia para Todos do Grupo Banco Interamericano de Desenvolvimento (Grupo BID). CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O fundo é o primeiro ETF do mercado a receber essa certificação, criada para ampliar o acesso a investimentos capazes de contribuir para o desenvolvimento da região amazônica. Leia Também “Ao alinhar-se com as diretrizes do Grupo BID, esse ETF combina potencial de retorno e impacto, em uma solução acessível, transparente e eficiente do ponto de vista tributário, permitindo o acesso de investidores locais e globais a uma nova estratégia”, afirma Rubens Henriques, CEO da BTG Asset. Na prática, a carteira reúne debêntures de empresas de diferentes setores, como energia, saneamento, telecomunicações, saúde e educação. A composição será rebalanceada trimestralmente e, segundo a gestora, a expectativa é que os Amazon Bonds ganhem participação no ETF conforme novos títulos desse tipo sejam emitidos no mercado. Além do valor inicial de R$ 10 por cota, o produto conta com características que podem torná-lo uma alternativa interessante para quem busca praticidade na hora de investir. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O AMAB11 tem taxa de administração de 0,40%, não possui come-cotas e é enquadrado na menor alíquota de Imposto de Renda aplicável aos ETFs de renda fixa: 15% sobre o ganho de capital somente na venda das cotas. A liquidação da venda também ocorre em D+1, ou seja, o valor é disponibilizado na conta do investidor no dia útil seguinte. Como o BTG amplia sua atuação no mercado de ETFs Os ETFs vêm ganhando espaço entre os investidores brasileiros por oferecerem uma forma prática de acessar diferentes estratégias e classes de ativos. Em julho, a B3 alcançou a marca de mais de 200 ETFs listados, enquanto o mercado brasileiro ainda apresenta amplo espaço para expansão. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O BTG Pactual também vem ampliando sua atuação nesse segmento. Segundo dados da instituição, a BTG Asset tinha cerca de R$ 1 bilhão sob gestão em ETFs em dezembro de 2024. Em junho de 2026, esse volume já havia chegado a R$ 20 bilhões distribuídos em mais de 30 ETFs e com presença Latam. Com o AMAB11, o banco amplia esse portfólio com uma estratégia que une exposição à renda fixa, acessibilidade e uma proposta de impacto positivo na Amazônia. Invista no AMAB11 com o BTG Pactual O AMAB11 já está disponível para negociação na B3 e pode ser acessado por investidores interessados em diversificar a carteira e, ao mesmo tempo, direcionar recursos para uma estratégia ligada ao desenvolvimento sustentável da Amazônia. E ele é apenas uma das alternativas disponíveis no BTG Pactual. Na plataforma do maior banco de investimentos da América Latina, é possível encontrar milhares de produtos e diferentes classes de ativos para construir uma carteira de acordo com seus objetivos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Abra sua conta de investimentos no BTG Pactual e descubra as oportunidades disponíveis para você. Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability). Os Exchange Traded Funds (ETFs) são fundos de investimento que buscam refletir o desempenho de um índice de referência. Embora negociados em bolsa como ações, os ETFs apresentam riscos específicos, tais como variações no valor das cotas, diferença entre o desempenho do ETF e do índice (“tracking error”), liquidez variável no mercado secundário, e, quando aplicável, riscos associados à exposição internacional, cambial ou setorial. ETFs que utilizam derivativos, replicação sintética, alavancagem ou estratégias ativas podem apresentar riscos adicionais, que devem ser compreendidos previamente pelo investidor. A negociação de cotas em bolsa pode ocorrer por valores superiores ou inferiores ao valor patrimonial das cotas (NAV). Aspectos tributários podem variar conforme o tipo de ETF, a jurisdição do índice de referência e o perfil do investidor. A rentabilidade passada não representa garantia de resultados futuros. Assim, não é possível prever o desempenho futuro de um investimento a partir da variação de seu valor de mercado no passado. A RENTABILIDADE DIVULGADA NÃO É LÍQUIDA DE IMPOSTOS. O BTG Pactual não assume que os investidores vão obter lucros, nem se responsabiliza pelas perdas. FUNDOS DE INVESTIMENTO NÃO CONTAM COM GARANTIA DO ADMINISTRADOR, DO GESTOR, DE QUALQUER MECANISMO DE SEGURO OU FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO – FGC. LEIA O PROSPECTO E O REGULAMENTO ANTES DE INVESTIR. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Perguntas Frequentes sobre FNAM11
Qual é a cotação de FNAM11 hoje na B3?
Quanto a FNAM11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de FNAM11?
O que significa o P/L e o P/VP de FNAM11?
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