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ETHV39 Valour Inc. Structured Product Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 1 SP – Cotação Hoje

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Valour Inc. Structured Product Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 1 SP

Preço Atual
R$ 12,56
+0.00%

O ativo ETHV39 (Valour Inc. Structured Product Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 1 SP) está sendo negociado hoje a R$ 12,56, acumulando uma variação de +0.00% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 12,56 e a máxima de R$ 12,59.

Abertura
R$ 12,59
Fec. Ant: R$ 12,56
Variação Dia
Min: R$ 12,56
Max: R$ 12,59
52 Semanas
Mín: R$ 12,56
Máx: R$ 12,59
Volume
16
Moeda: BRL

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CEO da Coinbase diz que Bitcoin já atingiu fundo do ciclo e prevê alta
Bitcoin

CEO da Coinbase diz que Bitcoin já atingiu fundo do ciclo e prevê alta

CEO da Coinbase diz que Bitcoin já atingiu fundo do ciclo e prevê alta O CEO da Coinbase Global (NASDAQ:COIN), Brian Armstrong, afirmou acreditar que o Bitcoin atingiu seu ponto mais baixo no atual ciclo de mercado e espera que a criptomoeda apresente uma tendência de alta à medida que o próximo halving se aproxima. “O Bitcoin passa por ciclos de quatro anos. Pessoalmente, acho que já vimos o fundo do poço para o preço do Bitcoin neste ciclo, e ele começará a subir nos próximos um ou dois anos, conforme nos aproximamos do próximo evento de halving”, disse Armstrong em entrevista à Bloomberg Television em Singapura, na quinta-feira. Os comentários de Armstrong representam sua avaliação pessoal da possível direção do Bitcoin e não estabelecem como a criptomoeda irá se comportar. Às 04h52 (horário de Brasília) de quinta-feira, o Bitcoin caiu para US$ 78.033,6. A queda ocorreu em meio à escalada do conflito entre EUA e Irã e à manutenção de rendimentos elevados dos títulos do Tesouro americano, enquanto os preços das criptomoedas em geral também registravam baixa. Armstrong comenta sobre a regulamentação de criptomoedas nos EUA Armstrong também discutiu o ambiente regulatório para a indústria de criptomoedas, afirmando que a clareza regulatória “tem melhorado bastante” e que a Lei da Clareza está “quase pronta” no Senado. Ele afirmou que a aprovação da legislação representaria “um grande marco para as criptomoedas”. “Se não for aprovado, os órgãos reguladores dos EUA, a SEC e a CFTC, já se manifestaram e disseram que estão prontos para publicar regras claras de qualquer maneira. Então, acho que conseguiremos a aprovação do Senado ou dos órgãos reguladores nas próximas uma ou duas semanas”, disse Armstrong. O momento e o resultado descritos por Armstrong representam sua avaliação do processo regulatório. O CEO da Coinbase identifica quatro áreas para 2027 Armstrong disse que espera que ações tokenizadas possam ser introduzidas nos EUA “em breve”. Ele identificou pagamentos com stablecoins, tokenização de ações, mercados de previsão e finanças agenciais como quatro áreas nas quais tem a maior convicção para 2027. Armstrong critica a proposta de imposto sobre a riqueza na Califórnia Armstrong também comentou sobre o imposto sobre grandes fortunas proposto pela Califórnia, dizendo que a medida “seria ruim para a Califórnia”. “Conheço um grande número de fundadores de empresas de tecnologia que já estão planejando deixar o estado ou já o fizeram. Acho que isso poderia gerar um grande déficit orçamentário”, disse ele. “Pessoalmente, acredito que é antiético e contrário aos valores americanos tentar confiscar os bens das pessoas.” Os comentários refletem a opinião de Armstrong sobre a medida proposta. A Coinbase Global também é negociada na B3 por meio da BDR (BOV:C2OI34). Este conteúdo é apenas para fins informativos e não constitui aconselhamento financeiro, de investimento ou de qualquer outra natureza profissional. Não deve ser considerado uma recomendação de compra ou venda de quaisquer valores mobiliários ou instrumentos financeiros. Todos os investimentos envolvem riscos, incluindo a potencial perda do principal. O desempenho passado não é indicativo de resultados futuros. Você deve conduzir sua própria pesquisa e consultar um consultor financeiro qualificado antes de tomar qualquer decisão de investimento. Algumas partes deste conteúdo podem ter sido geradas ou assistidas por ferramentas de inteligência artificial (IA) e revisadas por nossa equipe editorial para garantir precisão e qualidade. © Adobe Stock Images QUER SABER COMO GANHAR MAIS? A ADVFN oferece algumas ferramentas bem bacanas que vão te ajudar a ser um trader de sucesso Monitor - Lista personalizável de cotações de bolsas de valores de vários paíeses. - Lista personalizável de cotações de bolsas de valores de vários paíeses. Portfólio - Acompanhe seus investimentos, simule negociações e teste estratégias. News Scanner - Alertas de notícias com palavras-chave do seu interesse. - Alertas de notícias com palavras-chave do seu interesse. Agenda Econômica - Eventos que impactam o mercado, em um só lugar. Cadastre-se

Ibovespa BDRs 2027: Nubank, XP e JBS podem entrar
B3

Ibovespa BDRs 2027: Nubank, XP e JBS podem entrar

A B3, bolsa de valores brasileira, anunciou que os Brazilian Depositary Receipts (BDRs) de empresas brasileiras poderão compor a carteira do Ibovespa no primeiro semestre de 2027, em data ainda a ser definida. A decisão abre caminho para que companhias como Nubank, XP e JBS, que hoje negociam BDRs na B3, passem a integrar o principal índice de ações do país. O ingresso, no entanto, estará condicionado aos critérios do índice, que são focados em liquidez e não devem mudar. Para empresários e comerciantes do noroeste paulista, a mudança pode parecer distante, mas ela afeta diretamente a percepção de risco e o fluxo de investimentos no mercado de capitais brasileiro. Um Ibovespa mais representativo tende a atrair mais capital estrangeiro e a reduzir a volatilidade, o que beneficia indiretamente o crédito e o ambiente de negócios local. O que são BDRs e por que importam BDRs são recibos de ações de empresas estrangeiras negociados na B3. No caso de Nubank, XP e JBS, trata-se de companhias com operação relevante no Brasil, mas listadas no exterior. A inclusão desses papéis no Ibovespa permitiria que o índice refletisse de forma mais fiel a economia brasileira, incorporando setores e empresas que hoje ficam de fora. A B3 vinha mantendo há meses conversas com o mercado para modernizar a metodologia de seu principal índice e fazer com que o Ibovespa passasse a representar melhor o mercado brasileiro, como antecipou o Brazil Journal. A expectativa é que a mudança traga mais liquidez e visibilidade para essas empresas, além de ampliar as opções para investidores locais. Quem são os candidatos naturais Os principais candidatos a entrar no Ibovespa são do setor financeiro: NU (Nubank), XP, Stone e PagBank. A JBS, gigante do setor de proteínas, também está entre os BDRs mais negociados. Essas empresas já possuem alta liquidez e grande participação no mercado brasileiro, o que as coloca na linha de frente para a inclusão. A principal dúvida é sobre o Mercado Livre, que tem boa parte das receitas no Brasil, mas a sede corporativa em Montevidéu. A B3 não detalhou se a nacionalidade da sede será um impeditivo, mas o critério de liquidez deve prevalecer. Para o comércio local, a entrada de empresas de tecnologia e serviços financeiros no índice pode sinalizar uma economia mais digitalizada e integrada. O peso do setor financeiro no índice No EWZ – o ETF mais líquido de empresas brasileiras no exterior – o setor financeiro tem peso de 35,8%; enquanto no Ibovespa, hoje, a participação é de cerca de 29%. Essa diferença reflete a ausência de fintechs e bancos digitais no índice local. Com a inclusão dos BDRs, essa lacuna tende a diminuir, aproximando o Ibovespa da realidade do mercado. No EWZ, somente o NU já tem peso de 9,32% – sozinho, ele tem quase o limite adotado para todos os BDRs no Ibovespa. O NU está abaixo apenas da Vale, com 9,8%. O peso do Itaú no EWZ é de 7,84%; e a XP responde por 1,5%. Esses números mostram o potencial de impacto que a entrada desses papéis pode ter na composição do índice. Impacto para investidores e empresas locais Para investidores de Araçatuba e região, a inclusão de BDRs no Ibovespa amplia as opções de diversificação sem a necessidade de abrir conta no exterior. Fundos de índice e carteiras que replicam o Ibovespa passarão a incluir esses papéis, o que pode aumentar a demanda e a liquidez. Para as empresas, estar no índice significa maior visibilidade e acesso a capital. Além disso, a modernização do Ibovespa pode atrair mais investidores estrangeiros, que hoje utilizam o EWZ como referência para o mercado brasileiro. Com um índice local mais alinhado ao exterior, a tendência é que haja maior convergência de preços e redução de arbitragens. Para o comércio e a indústria do interior paulista, isso se traduz em um ambiente de negócios mais estável e previsível. O que esperar até 2027 A B3 não definiu a data exata da mudança, mas o anúncio indica que a inclusão ocorrerá no primeiro semestre de 2027. Até lá, a bolsa deve publicar os critérios detalhados e a lista de BDRs elegíveis. A expectativa é que o processo seja gradual, com revisões periódicas da carteira. Para os empresários da região noroeste paulista, o importante é acompanhar a evolução do índice e entender como a maior representatividade do setor financeiro e de tecnologia pode influenciar o custo de capital e as oportunidades de investimento. A modernização do Ibovespa é um passo relevante para a integração do mercado brasileiro ao cenário global. Perguntas Frequentes Quando Nubank, XP e JBS devem entrar no Ibovespa? Os BDRs de empresas brasileiras, incluindo Nubank, XP e JBS, poderão compor a carteira do Ibovespa no primeiro semestre de 2027, em data ainda a ser definida pela B3. Quais são os principais candidatos a entrar no Ibovespa? Os principais candidatos são do setor financeiro: NU (Nubank), XP, Stone e PagBank. A JBS também está entre os BDRs mais negociados. Qual é o peso do Nubank no EWZ em comparação com outras empresas? No EWZ, o Nubank (NU) tem peso de 9,32%, abaixo apenas da Vale (9,8%). O Itaú tem 7,84% e a XP responde por 1,5%. Fonte

SLC Agrícola (SLCE3) vira top pick do JP Morgan e lidera altas da B3; para analistas, agro se aproxima do fim da crise – Money Times
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SLC Agrícola (SLCE3) vira top pick do JP Morgan e lidera altas da B3; para analistas, agro se aproxima do fim da crise – Money Times

Banco elevou a recomendação para as ações da SLC Agrícola de neutra para compra e aumentou o preço-alvo do papel. (Foto: ME Produtora) As ações da SLC Agrícola (SLCE3) lideravam as altas da B3 nesta quarta-feira (9), após o JP Morgan elevar a recomendação para os papéis de neutra para overweight, equivalente à compra, e escolher a companhia como sua nova favorita no agronegócio. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Por volta das 11h30, SLCE3 avançava 6,71%, cotada a R$ 17,98. No mesmo horário, o Ibovespa operava em queda de 0,7%, aos 186.086 pontos. O banco também aumentou o preço-alvo para dezembro de 2027 de R$ 18 para R$ 23. O novo valor representa potencial de valorização de aproximadamente 36% em relação ao fechamento de terça-feira (8), de R$ 16,85. Na avaliação dos analistas, o setor agrícola brasileiro pode estar próximo de encerrar uma crise de aproximadamente três anos, período marcado pela compressão das margens e pelo aumento da alavancagem das empresas. Apesar dos riscos relacionados ao El Niño, o JP Morgan enxerga uma combinação mais favorável entre os preços das commodities agrícolas e os custos de produção, capaz de sustentar a recuperação das margens. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A melhora, porém, não deve ocorrer de maneira uniforme. O banco ressalta que as condições de rentabilidade e endividamento permanecem bastante diferentes entre as empresas do setor. Nesse ambiente, a SLC estaria mais bem posicionada por ter antecipado a compra de fertilizantes e realizado operações de proteção de preços em momentos considerados favoráveis. Com a revisão, a ordem de preferência do JP Morgan entre as companhias do agronegócio passou a ser SLC Agrícola, 3tentos (TTEN3), São Martinho (SMTO3) e Adecoagro (AGRO). O que esperar da SLC Agrícola em 2027? O JP Morgan projeta Ebitda ajustado de R$ 3,2 bilhões para a SLC em 2027, montante 11% superior à estimativa anterior. A margem Ebitda ajustada deve alcançar 34,2%, avanço de 3,1 pontos percentuais em um ano e acima da média de 33% registrada pela companhia nos últimos dez anos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Segundo o banco, a recente valorização dos grãos ainda não está refletida no preço das ações. Caso as cotações permaneçam em patamares mais elevados, o Ebitda de 2027 poderá superar em aproximadamente 10% o consenso do mercado, atualmente em R$ 2,9 bilhões. O JP Morgan também elevou suas projeções para o lucro por ação da SLC. A estimativa para 2026 subiu 9,7%, de R$ 1,20 para R$ 1,32, enquanto a previsão para 2027 aumentou 6,3%, de R$ 1,34 para R$ 1,42. A revisão das projeções considera aumentos de 10% a 22% nas estimativas médias para os preços agrícolas, além da redução dos custos diante da queda dos fertilizantes para níveis anteriores à guerra entre Rússia e Ucrânia. Grãos mais caros ajudam a tese Para a soja, o JP Morgan projeta preço de US$ 13 por bushel em 2027. A SLC já protegeu quase metade da produção da safra 2026/27 a aproximadamente US$ 12 por bushel. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Embora os estoques globais permaneçam relativamente confortáveis, o balanço norte-americano está mais apertado. A demanda das esmagadoras dos Estados Unidos e a recuperação das margens de processamento na China podem sustentar as importações e os preços. No milho, o banco trabalha com uma cotação de R$ 59 por saca para 2027. A companhia ainda não havia iniciado as operações de hedge da safra 2026/27. Os analistas enxergam risco de quebra na produção brasileira diante de uma janela mais estreita para o plantio da segunda safra nos estados do Norte. Ao mesmo tempo, a expansão do etanol de milho deve elevar o consumo doméstico e limitar os volumes disponíveis para exportação. Para o algodão, o JP Morgan estima um preço de US$ 0,85 por libra-peso em 2027. A SLC já protegeu aproximadamente 55% da produção da próxima safra a cerca de US$ 0,79 por libra-peso. Fertilizantes comprados antecipadamente CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A estratégia de compra de insumos é um dos principais pilares da visão positiva do JP Morgan. Ao final do segundo trimestre, a SLC havia adquirido 70% dos fertilizantes nitrogenados necessários para a próxima safra, ante nenhuma compra registrada no primeiro trimestre. A empresa também já havia garantido 90% das necessidades de potássio, 100% de fosfato e 96% dos defensivos agrícolas. Fertilizantes e defensivos representam, juntos, aproximadamente 40% dos custos da SLC nas diferentes culturas. O avanço das compras oferece maior visibilidade para a expectativa da administração de aumento de apenas 2,4% nos custos desembolsáveis da safra 2026/27. Com os preços agrícolas avançando mais do que os custos unitários, o JP Morgan considera razoável a perspectiva de melhora das margens em 2027 — movimento que, segundo o banco, ainda não está incorporado às estimativas do mercado. El Niño ainda preocupa SLCE3 CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O El Niño permanece como o principal risco para a tese. O JP Morgan projeta quedas anuais de produtividade de 7% para o algodão, 8% para a soja e 15% para o milho de segunda safra. As estimativas consideram um desempenho ligeiramente melhor do que o observado durante o forte El Niño de 2015/16, devido à maior participação de áreas maduras e irrigadas no portfólio da empresa. Mesmo assim, o banco avalia que parte do impacto climático já está precificada nas ações. As chuvas previstas para setembro em Mato Grosso também devem favorecer a umidade do solo e o início do plantio. Queda da alavancagem e risco de short squeeze O JPMorgan espera que a alavancagem da SLC caia para aproximadamente duas vezes ao final de 2027, apoiada pela melhora operacional e pela redução dos investimentos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O capex deve recuar de R$ 1,5 bilhão em 2026 — incluindo cerca de R$ 600 milhões destinados à expansão — para R$ 900 milhões em 2027. Com os principais projetos de crescimento próximos da conclusão, devem restar aproximadamente R$ 200 milhões em investimentos de expansão ligados à irrigação. O banco calcula uma geração de caixa próxima de R$ 500 milhões em 2027, equivalente a um rendimento de fluxo de caixa livre de 6,2%. A ação negocia a 5,9 vezes o Ebitda projetado para o período, ligeiramente abaixo de sua média histórica. Além da recuperação dos fundamentos, o JPMorgan destaca a possibilidade de um short squeeze. As posições vendidas correspondem a cerca de 27% das ações da SLC em circulação no mercado, a segunda maior proporção entre as companhias negociadas na bolsa brasileira. Caso os resultados mostrem uma melhora, mesmo que moderada, investidores que apostam na queda de SLCE3 podem ser obrigados a recomprar as ações, criando uma pressão adicional de alta sobre os papéis. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Perguntas Frequentes sobre ETHV39

Qual é a cotação de ETHV39 hoje na B3?
A cotação de ETHV39 hoje está em R$ 12,56. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 12,56 e máxima de R$ 12,59.
Quanto a ETHV39 paga de dividendos?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker ETHV39. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de ETHV39?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de ETHV39 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de ETHV39?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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