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EMBJ3 Embraer S.A. – Cotação Hoje

📈 Ação B3 Bens Industriais

Embraer S.A.

CNPJ: 07689002000189

Preço Atual
R$ 98,25
+1.26%
Cotação oficial B3 em tempo real
Análise Fundamentalista • Estratégia de Longo Prazo

Selo de Investimento:

🛡️ Buy and Hold

Atende a 8 de 12 critérios fundamentalistas para estratégias de longo prazo.

Pontuação dos Critérios 8/12 (66.7%)
Mínimo Buy & Hold: 8/12 Status: Aprovado

Checklist Fundamentalista de 12 Critérios

Critérios auditados automaticamente
Dívida Líquida < Lucro Líquido (12M)
Dív. Líq (R$ 3.10 Bi) maior que Lucro (R$ 2.39 Bi)

A dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses

ROE > 5%
ROE atual: 13.36% (Acima de 5%)

Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%

Histórico de Dividendos (> 4% a.a.)
Yield médio: 0.20% a.a. (Abaixo de 4%)

Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.

Crescimento de Receita ou Lucro (> 5%)
CAGR Receita 5A: +16.35%

Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos

P/VP abaixo de 5
P/VP atual: 4.01x (Abaixo de 5)

Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x

Setor com mais de 100 anos
Setor consolidado: Bens Industriais

Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século

Empresa Blue Chip
Blue Chip reconhecida na B3

Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial

Mais de 30 anos de mercado
Fundada em 1969 (57 anos de mercado)

Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado

P/L abaixo de 30
P/L atual: 30.38x (Acima de 30)

Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x

Dív. Líquida/EBITDA < 2
Dív. Líq/EBITDA: 0.58x (Abaixo de 2)

Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x

EV/EBIT abaixo de 7
EV/EBIT atual: 22.65x (Acima de 7)

Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x

Tag Along entre 80% e 100%
Tag Along de 100% (Proteção de 80% a 100%)

Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%

ℹ️ Análise algorítmica fundamentalista calculada em tempo real com base em demonstrativos CVM/B3. Não constitui recomendação de compra ou venda.
💰
Valuation por Dividendos

Método Barsi (Preço Teto)

Acima do Preço Teto

Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 2,25
DPA Médio (5 anos) R$ 0,14
Margem de Segurança -97.71%
Ajustar parâmetros na Calculadora Barsi
Fórmula: DPA Médio ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
📐
Value Investing

Fórmula de Graham (Preço Justo)

Negociando com Ágio (Acima do Valor Intrínseco)

Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.

Preço Justo Intrínseco (Graham)
R$ 41,92
LPA R$ 3,23
VPA R$ 24,18
Margem / Potencial -57.33%
Ajustar parâmetros na Calculadora Graham
Fórmula: √(22,5 × LPA × VPA) Fator 22,5 = P/L 15 × P/VP 1,5
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi e da Fórmula de Graham são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.

O ativo EMBJ3 (Embraer S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 98,25, acumulando uma variação de +1.26% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 68,08 e a máxima de R$ 106,00. A companhia está inserida no setor de Bens Industriais, atuando no segmento de Máquinas, Equipamentos, Veículos e Peças. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 30.38x e P/VP de 4.01x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 0.65%.

Abertura
R$ 98,61
Fec. Ant: R$ 98,41
Variação Dia
Min: R$ 95,45
Max: R$ 99,74
52 Semanas
Mín: R$ 68,08
Máx: R$ 106,00
Volume
8.826.000
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: EMBJ3

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores de Valuation

30.38
4.01
R$ 3,23
R$ 24,18
22.65
21.73
P/Receita (PSR)
1.65
P/FCO
11.58
P/FCL
16.59
EV/Receita Líq.
1.72
EV/FCO
12.07
EV/FCL
17.30
Earning Yield
4.41%
Enterprise Value
R$ 75,85 Bi
R$ 72,75 Bi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
0.58
Dív. Líquida/PL
0.17
Dívida Líquida
R$ 3,10 Bi
Liq. Corrente
1.44
PL/Ativos
0.25
Passivos/Ativos
0.70
Liq. Seca
0.72
Liq. Imediata
0.43

Indicadores de Eficiência

Margem EBIT
8.88%

Indicadores de Rentabilidade

13.01%
10.40%
3.52%
Giro do Ativo
0.62

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
16.35%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 17.85%
Margem EBITDA 12.09%
Margem Operacional 8.88%
Margem Líquida 5.46%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 6,28 Bi
FCL R$ 4,39 Bi
Caixa Total R$ 11,17 Bi
Caixa/Ação R$ 15,09
Receita e Dívida
Receita Total R$ 44,13 Bi
Lucro Bruto R$ 7,88 Bi
EBITDA R$ 5,34 Bi
Dívida Total R$ 22,82 Bi
Crescimento (Trimestral YoY)
Receita (YoY) 10.86%
Lucro (YoY) 8.93%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 41.883,23 Mi R$ 35.424,17 Mi R$ 26.110,52 Mi R$ 23.448,77 Mi
Lucro Bruto R$ 7.358,34 Mi R$ 6.382,23 Mi R$ 4.503,39 Mi R$ 4.709,98 Mi
EBIT / Lucro Operacional R$ 3.348,11 Mi R$ 3.772,12 Mi R$ 1.522,61 Mi R$ -555,59 Mi
Lucro Líquido R$ 1.992,04 Mi R$ 1.923,83 Mi R$ 784,36 Mi R$ -1.047,21 Mi

Sobre a EMBJ3

Setor
Bens Industriais
Indústria / Segmento
Máquinas, Equipamentos, Veículos e Peças
Market Cap
R$ 70,13 Bi
JCP R$ 0,2163
Pagamento: 24/05/2027
JCP R$ 0,2810
Pagamento: 24/05/2027
JCP R$ 0,2016
Pagamento: 20/05/2026
DIVIDENDO R$ 0,0107
Pagamento: 20/05/2026
JCP R$ 0,1102
Pagamento: 14/01/2026
DIVIDENDO R$ 0,1107
Pagamento: 22/12/2025
JCP R$ 0,2046
Pagamento: N/A
JCP R$ 0,0926
Pagamento: N/A
DIVIDENDO R$ 0,0701
Pagamento: 23/05/2025
JCP R$ 0,1975
Pagamento: N/A

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e o que isso revela sobre a forma com que o governo Putin enxerga o Brasil
BBC Brasil •

e o que isso revela sobre a forma com que o governo Putin enxerga o Brasil

Como a imprensa russa vê a eleição brasileira - e o que isso revela sobre a forma com que o governo Putin enxerga o Brasil Crédito, Getty Images Legenda da foto, Brasil é visto como parceiro comercial da Rússia que poderia possivelmente ajudar a contornar sanções internacionais Author, Role, Da BBC News Brasil em Londres Published Há 10 minutos Tempo de leitura: 12 min Um importante aliado do Sul Global em oposição às potências ocidentais, um possível parceiro econômico para contornar sanções relacionadas à guerra da Ucrânia e um importante mercado para exportações russas. É assim que o Brasil vem sendo retratado em coberturas na imprensa russa — nas vésperas da eleição que será realizada em primeiro turno no próximo domingo (4/10). Para o analista de Mídia da Rússia da BBC Monitoring, o jornalista Vitaly Shevchenko, a eleição brasileira vem ganhando pouco destaque na imprensa russa. Segundo ele, até o momento, o pleito não foi notícia em nenhum grande telejornal do país. A grande maioria dos russos se informa pela televisão. A BBC Monitoring é uma divisão especializada da BBC que monitora, traduz e analisa mais de 3 mil veículos em mais de 150 países e 100 línguas. Shevchenko monitora a mídia russa e produz relatórios de análise. Na avaliação de Shevchenko, o fato de a imprensa russa ser amplamente controlada pelo Kremlin e de haver pouca cobertura sobre a eleição brasileira indica que o governo russo não está interessado em se manifestar sobre o pleito. "Eu imagino que existam departamentos nas entranhas do Ministério das Relações Exteriores, da inteligência externa ou algo do gênero, preparando relatórios sobre qual candidato traria mais benefícios à Rússia", disse Shevchenko à BBC News Brasil. "A ausência de ampla repercussão na mídia sobre as eleições brasileiras sinaliza apenas uma coisa: o Kremlin não tem interesse em que o público, dentro e fora da Rússia, tome conhecimento da sua visão sobre o pleito." "Mas isso não significa que eles não tenham opiniões." A cobertura da imprensa russa está voltada na sua maioria para o conflito na Ucrânia — e o fato de o Brasil ter pouco envolvimento com a guerra contribui para o pouco espaço dado ao pleito brasileiro na imprensa russa. Mas o analista da BBC Monitoring afirma que, apesar disso, o Brasil ocupa uma posição dentro da política internacional de Vladimir Putin. "O Brasil é importante por causa do Brics. E, há anos — talvez décadas —, Putin vem tentando promover a ideia de que a antiga ordem mundial, dominada pelo que a máquina de mídia do Kremlin gosta de chamar de 'anglo-saxões', chegou ao fim", diz Shevchenko. "O que a está substituindo é o que eles gostam de chamar de Sul Global — alianças como o Brics, do qual o Brasil é membro." Famil Ismailov, editor da BBC News Russia (o serviço de notícias em russo da BBC), diz que analistas russo vêem a corrida eleitoral brasileira como muito apertada e não indicam um favorito — mas que qualquer que seja o vencedor, provavelmente não haverá grandes mudanças nas relações entre Brasil e Rússia. "O Brasil precisa dos fertilizantes e do diesel russos, e a Rússia precisa da carne, da soja e do café brasileiros. Não houve nenhum apoio visível a nenhum dos dois candidatos por parte das autoridades russas. Seja quem for o próximo presidente, o Kremlin parece estar satisfeito", diz Ismailov. Crédito, Getty Images Legenda da foto, Putin defende que a velha ordem mundial será substituída por uma nova, que incluirá o Sul Global e os Brics Ainda assim, diferentes jornais — todos ligados de alguma forma ao Kremlin, já que a Rússia é um dos países com menor liberdade de imprensa do mundo (veja mais abaixo) — vêm noticiando alguns aspectos da eleição brasileira recentemente. O jornal financeiro Vedomosti cita analistas que dizem que a Rússia "se sentirá confortável" interagindo tanto com Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como Flávio Bolsonaro (PL) — os dois candidatos que lideram as intenções de voto, como mostra o Agregador de Pesquisas da BBC News Brasil. O jornal sugere, no entanto, que a Rússia estaria "um pouco mais confortável" com Lula, dado que Flávio Bolsonaro possui maior ligação com Washington e pode vir a afastar o Brasil dos Brics. O jornal oficial do Kremlin, o Rossiyskaya Gazeta, afirma que as eleições estão bastante indefinidas e provavelmente serão decididas no segundo turno. Uma reportagem afirma que tanto Lula quanto Flávio Bolsonaro foram afetados pelo escândalo do Banco Master — e que ambos representam propostas muito distintas para o futuro da economia brasileira. Já o jornal Izvestia, ligado a aliados do presidente Vladimir Putin, afirma que uma vitória de Lula poderia facilitar um projeto de aumentar as transações comerciais entre Brasil e Rússia nas moedas nacionais (real e rublo) — algo que potencialmente ajudaria Moscou a contornar sanções ocidentais. Confira abaixo como a imprensa russa está cobrindo o pleito. Ajuda do Brasil para contornar sanções Uma longa reportagem no sábado (26/09) do jornal Izvestia — que é controlado por aliados do presidente Vladimir Putin — destaca a importância da eleição brasileira para os interesses econômicos russos, em um momento em que o país sofre sanções pesadas do Ocidente por causa da invasão da Ucrânia. O Izvestia noticiou que o Brasil e Rússia querem expandir o seu comércio em suas moedas (real e rublo), hoje limitado a apenas 10% das transações. Segundo o Izvestia, quem manifestou interesse nessa expansão foi o embaixador brasileiro na Rússia, Sergio Rodrigues dos Santos. "A ideia de expandir o comércio em moedas nacionais parece uma continuação lógica da atual política econômica da Rússia e do Brasil: ambos os lados querem tornar os pagamentos mais baratos, mais estáveis ​​e menos dependentes da infraestrutura cambial externa", afirma a reportagem do Izvestia. O objetivo seria favorecer as trocas de produtos agrícolas entre os dois países. A Rússia é o maior fornecedor de fertilizantes minerais ao Brasil. Segundo a reportagem, a Rússia tem interesse de aumentar transações em rublos e reais para contornar sanções internacionais que o país sofre por causa da guerra na Ucrânia. E esse modelo já estaria em funcionamento entre a Rússia e outros países dos Brics, como China e Índia. "A transição para moedas nacionais ajuda a Rússia a proteger seu comércio das sanções ocidentais: esses pagamentos são diretos e não podem ser bloqueados por bancos americanos ou europeus", diz a reportagem. "O abandono do dólar e do euro permite que as transações contornem o sistema SWIFT e os bancos correspondentes americanos, eliminando o risco de congelamento de fundos. Esse modelo já está funcionando com grande sucesso com outros parceiros dos Brics: as liquidações com a China foram quase totalmente (99%) convertidas para rublos e yuans, enquanto a participação do dólar e do euro no comércio com a Índia diminuiu drasticamente." O obstáculo para transações nas moedas nacionais é que os exportadores russos receberiam pagamentos em reais — e não teriam onde gastar a moeda brasileira. "Esse problema pode ser resolvido utilizando os planos que a Rússia já elaborou com a Índia. A Rússia poderia investir seu excedente de reais diretamente no Brasil — por exemplo, em logística portuária local ou na agricultura. Outra opção é expandir as compras: o país é conhecido não apenas pela soja, mas também por sua avançada indústria de engenharia mecânica, incluindo a produção de aeronaves Embraer e autopeças", afirma o jornal russo. "Por fim, a moeda brasileira acumulada poderia ser usada para pagar países terceiros (por exemplo, China ou Emirados Árabes Unidos), que têm grandes projetos na América Latina e necessitam de reais." Crédito, Reprodução Legenda da foto, Reportagem do jornal Izvestia destaca: "Brasil pretende expandir o comércio em moedas nacionais com a Rússia" O futuro desse projeto de uso de reais e rublos em transações depende também das eleições brasileiras, segundo o jornal russo. "O atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, defende o fortalecimento dos BRICS, a cooperação com os países do Sul Global e a transição para moedas nacionais. Seu principal adversário, o senador Flávio Bolsonaro, por outro lado, está focado na reaproximação com os Estados Unidos", afirma a reportagem. O jornal destaca uma declaração dada por Flávio Bolsonaro em junho de que, se for eleito, vai reavaliar "no seu primeiro dia na cadeira de presidente" se o Brasil deve ficar nos BRICS — "um bloco que é muito ideológico, usado para provocar os EUA". No entanto, o programa de governo do candidato do PL não faz menção ao bloco. "Uma possível mudança de poder em Brasília poderia congelar completamente as negociações sobre a transição para o rublo e o real", afirma o Izvestia. "Mesmo que o Brasil reduza seu interesse no BRICS após as eleições, a tendência de desdolarização do bloco global continuará. Rússia, China e Índia, que respondem pela maior parte do comércio intrabloco, permanecem os principais motores econômicos desse processo." Vorcaro: 'trunfo e problema' para Lula e Flávio Bolsonaro O jornal Rossiyskaya Gazeta — jornal oficial do Kremlin — destacou que as eleições estão bastante acirradas no Brasil e que ainda não se sabe "para onde afinal penderá o pêndulo do humor do eleitorado brasileiro". "Os dados mais recentes das pesquisas de opinião mostram uma situação praticamente de empate técnico entre os candidatos", diz o jornal russo. A reportagem destaca que até recentemente Lula vinha liderando as pesquisas de opinião, sobretudo após a divulgação do escândalo Dark Horse em maio, que afetou a intenção de voto em Flávio Bolsonaro. "Parecia que tudo corria da melhor forma possível para Lula", diz o Rossiyskaya Gazeta. Mas então, segundo o jornal, os desdobramentos do escândalo do Banco Master passaram a afetar também o presidente — primeiro com a citação do líder do governo no Senado, Jacques Wagner, e depois com as menções ao ministro do STF Alexandre de Moraes no caso. O jornal destaca que Alexandre de Moraes é visto como um antagonista aos Bolsonaro — e que seu desgaste acaba afetando também a intenção de voto em Lula. O jornal compara o banqueiro Daniel Vorcaro, do Master, a Ostap Bender, um trapaceiro fictício de livros da era soviética, famoso por golpes elaborados e por seu carisma. "No fim, ele [Vorcaro] acabou se tornando simultaneamente um trunfo e um problema tanto para Lula quanto para Bolsonaro. De qualquer modo, até o momento, Flávio alcançou o adversário e, segundo algumas pesquisas, até o ultrapassou em um provável segundo turno, cuja realização parece cada vez mais provável." Segundo os dados do Agregador de Pesquisas da BBC News Brasil, Flávio aparece à frente de Lula em um eventual segundo turno. Crédito, Reprodução/PF Legenda da foto, O jornal oficial Rossiyskaya Gazeta afirma que Daniel Vorcaro é um "trunfo e um problema" tanto para Lula como para Flávio Bolsonaro O Rossiyskaya Gazeta afirma que Lula e Flávio Bolsonaro propõem modelos econômicos bastante distintos à população. Sobre Lula, o jornal diz que ele "aposta na manutenção do atual arcabouço fiscal combinada com o aumento dos investimentos públicos, projetos de infraestrutura, política industrial, programas sociais e novos aumentos do salário mínimo". "Para conquistar votos adicionais, em setembro ele adotou uma medida social de grande impacto: anunciou a elevação do valor mínimo do Bolsa Família de R$ 600 para R$ 691 por mês, um aumento de aproximadamente 15%. Além disso, o presidente apoia o fim da jornada de seis dias de trabalho com apenas um dia de descanso, defendendo uma semana de trabalho mais curta." Sobre Flávio Bolsonaro, o Rossiyskaya Gazeta diz que ele "propõe reduzir os gastos com a máquina pública, criar um novo teto de gastos mais restritivo e retomar a privatização de empresas estatais". "O candidato defende a diminuição da carga tributária, especialmente sobre o setor de energia, e promete endurecer significativamente o combate ao crime organizado e ao tráfico de drogas", diz o texto. Rússia 'mais confortável' com Lula Uma longa reportagem do jornal Vedomosti publicada em julho afirma que "a eleição presidencial brasileira está se tornando um ponto de convergência para os interesses de outros países" e que a Rússia "está um pouco mais confortável com o atual presidente do país". O Vedomosti foi fundado nos anos 1990 por grupos de mídia ocidentais — incluindo participação do grupo Dow Jones, que publica o americano Wall Street Journal — e já foi uma das publicações independentes mais influentes sobre economia russa, mas em 2020 acabou vendido a aliados de Vladimir Putin. A reportagem ouve analistas de consultorias políticas. Um dos analistas afirma que "qualquer um dos dois candidatos que se torne presidente, a Rússia se sentirá confortável interagindo com ele". Já outro aponta que, caso Bolsonaro vença, "devemos esperar um endurecimento da retórica em relação à Rússia e à China". "Ao que tudo indica, embora Flávio Bolsonaro mantenha relações econômicas com Moscou e Pequim, retórica e ideologicamente ele se inclinará cada vez mais para Washington do que seu pai", afirma a reportagem do Vedomosti. "Nesse contexto, Flávio Bolsonaro poderá aumentar a pressão sobre os instrumentos tradicionais de soft power da China, como os Institutos Confúcio no Brasil. Além disso, Flávio Bolsonaro será menos ativo na cooperação com o Brics — uma continuação lógica da abordagem de seu pai." Crédito, Reprodução Instagram/Eduardo Bolsonaro Legenda da foto, Jornal Vedomosti acredita que Flávio Bolsonaro se inclinaria mais na direção de Washington do que de Moscou e Pequim, se fosse eleito Brasil frustra nova Doutrina Monroe, diz jornal comunista Um dos jornais que dedicou espaço maior à eleição brasileira foi o Pravda, lendária publicação que já foi a mais importante do país na era da União Soviética. O jornal ainda existe e é ligado ao Partido Comunista da Rússia — no entanto, é pouco lido e sem influência no país, segundo analistas de mídia. O Pravda afirma que "o Brasil está frustrando os objetivos dos EUA de implementar integralmente a nova versão da Doutrina Monroe". "As eleições de outubro estão sendo usadas para restaurar a complacência política. Ameaças, chantagens e manipulação estão sendo empregadas", diz o jornal. "Muita coisa foi feita desde o retorno dos republicanos [à Casa Branca]. Fantoches da Casa Branca chegaram ao poder no Chile, na Colômbia, no Peru e em Honduras. Trump, cinicamente (e, infelizmente, não sem razão), chama a Venezuela de 'o 51º estado dos EUA'. Cuba definha sob o peso de um bloqueio, sem apoio externo efetivo." "No entanto, os planos mais ousados ​​de Washington não se realizarão enquanto o Brasil permanecer fora de sua influência. O país, que representa um terço da população da América Latina e 43% do território da região, segue uma política independente. Isso basta para colocá-lo na lista de inimigos dos EUA." O Pravda diz que o governo de Lula "não precisa recorrer a discursos de ódio e mentiras" e que "em menos de quatro anos, mais de 28 milhões de pessoas saíram da pobreza". Já sobre o candidato do PL, a publicação comunista diz que "todas as forças da reação, tanto interna quanto internacional, estão sendo mobilizadas na luta pela vitória de Flávio Bolsonaro" e que "a direita tem pouco a mostrar em termos de resultados". "Sua plataforma se baseia em clichês sobre o combate ao crime", afirma o Pravda. Rússia e liberdade de imprensa A Rússia é o 9º pior colocado em um ranking de 180 países sobre liberdade de imprensa no mundo, publicado pela organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF). O país está a frente de países como Afeganistão, Arábia Saudita, Irã, China e Coreia do Norte — mas atrás de Cuba, Venezuela e Iraque. Nesse ranking, que é liderado pela Noruega, o Brasil ocupa a 52ª posição e os EUA, a 64ª. A RSF destaca que a liberdade de imprensa se deteriorou na Rússia depois da invasão da Ucrânia em 2022 — com quase a totalidade dos órgãos independentes hoje banidos, bloqueados ou declarados "agentes estrangeiros" (o que impõe restrições burocráticas a empresas) ou "organizações indesejadas" (o que criminaliza os veículos). Todos os canais de TV independentes de propriedade privada são banidos, com exceção dos canais de entretenimento a cabo. Muitos veículos de mídia ocidentais — como BBC, Euronews e France 24 e BBC — não estão mais acessíveis no país. O órgão regulador de mídia russa, Roskomnadzor, censurou a maioria dos sites de notícias independentes: os mais populares, como Meduza e TV Rain, foram declarados "organizações indesejáveis". Segundo a RSF, quem cita esses veículos pode ser processado no país. "Os demais veículos de mídia pertencem ao Estado ou a aliados do Kremlin. Seus funcionários devem seguir ordens do gabinete presidencial sobre assuntos a serem evitados e praticar uma rigorosa autocensura. As estações de rádio estão na mesma situação", afirma relatório da RSF. Jornalistas têm sido cada vez mais indiciados por "extremismo" ou por "compactuar com o terrorismo", segundo a organização. A RSF diz que o governo russo usa penas severas, multas, detenções de curta duração e até mesmo tortura para intimidar jornalistas. A organização afirma que nem mesmo jornalistas russos no exílio estão seguros.

Embraer renova recorde de entregas no 3º tri, com retomada de aeronaves militares
UOL - Notícias •

Embraer renova recorde de entregas no 3º tri, com retomada de aeronaves militares

São Paulo A Embraer entregou 66 aeronaves no terceiro trimestre deste ano, renovando o recorde atingido no período imediatamente anterior, de 65, informou a empresa em comunicado ao mercado nesta sexta-feira (2). O desempenho foi impulsionado pela entrega de três aeronaves de uso militar. Após passar o segundo trimestre em branco, a categoria de defesa e segurança teve três entregas entre julho e setembro: dois caças A-29 Super Tucano para a Força Aérea do Paraguai, que estavam em atraso, e um cargueiro KC-390 Millennium para a Força Aérea do Uzbequistão. As entregas de aeronaves comerciais também cresceram. Foram 22 no período, duas a mais que as 20 registradas tanto no trimestre anterior quanto no terceiro trimestre de 2025. Publicidade A categoria de aviação executiva entregou 41 aeronaves entre julho e setembro, quatro a menos que as 45 reportadas entre abril e junho, mas estável em relação ao período homólogo do ano anterior. Caça A-29 Super Tucano, da Embraer, utilizado pela Força Aérea do Paraguai - Cesar Olmedo - 30.jun.25/Reuters No balanço anterior, referente ao segundo trimestre, a Embraer registrou crescimento anual de 25% no seu lucro líquido e uma carteira de pedidos recorde de US$ 34,5 bilhões (R$ 175,4 bilhões na cotação da época). Publicidade Após divulgar os resultados, em agosto, a companhia aumentou sua projeção de margem Ebit ajustada, que representa a margem de lucro das operações antes do pagamento de juros e tributos. A projeção foi para a faixa entre 10% e 10,6%, acima da perspectiva anterior, de 8,7% a 9,3%. C-Level Uma newsletter com informações exclusivas para quem precisa tomar decisões As expectativas de entregas para aviação comercial e executiva e a projeção de receita ficaram inalteradas e permaneceram assim após o anúncio desta sexta-feira. A Embraer segue projetando entregar entre 80 e 85 aeronaves na aviação comercial e entre 160 e 170 aeronaves na executiva. O ponto médio das duas projeções indica crescimento anualizado de 6%. A companhia deve apresentar seu balanço financeiro do terceiro trimestre em 10 de novembro, segundo informações do site de relações com investidores.

Embraer registra recorde de entregas no terceiro trimestre
UOL - Notícias •

Embraer registra recorde de entregas no terceiro trimestre

Indústria Embraer entrega 66 aeronaves no terceiro trimestre de 2026, melhor resultado para o período, e chega a 175 unidades no acumulado de 2026 A Embraer anunciou nesta sexta-feira (2), que entregou 66 aeronaves no terceiro trimestre de 2026, o maior volume registrado pela companhia em um terceiro trimestre. O resultado representa alta de 2% em relação ao trimestre anterior e de 6% na comparação com o mesmo período de 2025. Entre janeiro e setembro, a fabricante entregou 175 aeronaves, ante 153 no mesmo intervalo de 2025. O crescimento de 14% no acumulado do ano ocorre em meio às iniciativas da companhia para distribuir de forma mais uniforme o ritmo de produção e das entregas. Aviação comercial A aviação comercial respondeu por 22 entregas no terceiro trimestre, divididas igualmente entre os jatos E175 e a família E2. Foram onze E175 e onze E2 entregues no período. O volume representa crescimento de 10% tanto na comparação com o trimestre anterior quanto em relação ao terceiro trimestre de 2025. Nos dois períodos de referência, a unidade havia entregue vinte aeronaves. No acumulado de 2026, a Embraer mantém a previsão de entregar entre oitenta e 85 aeronaves comerciais. Considerando o ponto médio da faixa, a projeção corresponde a crescimento anual de 6%. Aviação de negócios A aviação negócios entregou 41 jatos no terceiro trimestre, mantendo o mesmo volume registrado no mesmo período do ano anterior. Segundo a Embraer, o resultado está relacionado ao avanço do programa de nivelamento da produção, implementado ao longo dos últimos dois anos. A iniciativa busca reduzir gradualmente a concentração das entregas de jatos de negócios no segundo semestre. Para 2026, o fabricante mantém a previsão de entregar entre 160 e 170 aeronaves na aviação de negócios. O ponto médio da estimativa representa crescimento anual de 6%. Defesa e segurança A área de defesa e segurança entregou três aeronaves no terceiro trimestre. O volume foi composto por um KC-390 Millennium, aeronave de transporte militar multimissão, e dois A-29 Super Tucano. No mesmo período de 2025, a unidade havia registrado uma entrega.

Perguntas Frequentes sobre EMBJ3

Qual é a cotação de EMBJ3 hoje na B3?
A cotação de EMBJ3 hoje está em R$ 98,25. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 95,45 e máxima de R$ 99,74.
Quanto a EMBJ3 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de EMBJ3?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de EMBJ3 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de EMBJ3?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

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