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28/08/2026
Ibovespa futuro, dólar e notícias corporativas
Ibovespa futuro, dólar e notícias corporativas
Publicado às 9h23 – atualizado às 9h42
Ibovespa futuro
O Ibovespa futuro (INDV26 contrato com vencimento para outubro de 2026) abriu em alta nesta sexta-feira, 28. Às 9h42 subia 0,42% aos 178.380 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h.
O mercado aguarda com expectativa o discurso do presidente do Banco Central dos Estados Unidos, Kevin Warsh, às 11h da manhã desta sexta-feira no tradicional simpósio anual de Jackson Hole.
Dólar
Às 9h41 o dólar comercial tinha leve alta de 0,04% a R$ 5,165 na venda.
Minério, petróleo, ouro e bitcoin (9h15)
Petróleo Brent: -0,40% (US$ 89,3). O Brent é referência para a Petrobras.
Bitcoin futuro: -0,59% (US$ 80.005)
Ouro (contrato para agosto/26 – onça-troy): -0,26% (US$ 4.651)
Minério de ferro em Dalian:
Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,91% a 723 iuanes (US$ 107,5). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.
Futuros de ações em Nova York
Às 9h14 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,09% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,01%. Nasdaq futuro caía 0,26%.
Notícias corporativas
Renovada concessão de usina hidrelétrica da Cemig por mais 30 anos
A Cemig (CMIG4) divulgou nesta sexta-feira, 28, que o Ministério de Minas e Energia decidiu pela prorrogação da concessão da Usina Hidrelétrica de Sá Carvalho.
Em um fato relevante a companhia informou que a prorrogação será pelo prazo de 30 anos, contados a partir de 31 de agosto de 2026. Após a convocação para assinatura, a Cemig terá o prazo de 210 dias para assinatura do novo termo aditivo.
O Grupo SBF (SBFG3) anunciou nesta sexta-feira, 28, que a Fisia celebrou, nesta data, aditamento ao contrato de distribuição firmado com a Nike Global Trading, originalmente celebrado em 1º de dezembro de 2020.
Por meio do aditamento, o prazo do contrato de distribuição foi estendido até 31 de maio de 2034. Em um fato relevante a companhia destaca que o aditamento prevê mecanismo de renovação contínua (rolling basis), por meio do qual as partes se reunirão anualmente para discutir a extensão do prazo do contrato de distribuição por períodos adicionais de 1 (um) ano, mediante a celebração de instrumento formal de prorrogação, o que permite às companhias buscar, a cada ano, a ampliação do horizonte contratual, conferindo previsibilidade de aproximadamente 7 anos de vigência contratual, em comparação aos aproximadamente 5 anos de previsibilidade anteriormente existentes, reforçando a estabilidade e a continuidade da parceria de longo prazo com a Nike.
Ainda de acordo com o documento, as companhias entendem que a celebração do aditamento representa marco relevante no fortalecimento da parceria estratégica com a Nike, ao proporcionar maior previsibilidade e segurança contratual de longo prazo; mecanismo de renovação que possibilita a extensão contínua do relacionamento comercial; e alinhamento estratégico entre as partes para o desenvolvimento sustentável da operação de distribuição de produtos Nike no Brasil.
A operação compreende parceria estratégica por meio da qual a Fisia atua como distribuidora exclusiva de produtos Nike, incluindo vestuário, calçados, acessórios e equipamentos, no território brasileiro, bem como operadora exclusiva do canal de venda eletrônico varejista, e principal varejista de lojas físicas Nike, responsável pela comercialização de produtos ao consumidor final por meio de lojas monobrand Nike no território brasileiro.
Em um fato relevante enviado ao mercado na noite de quinta-feira, 27, a Oncoclínicas (ONCO3) informou que o colegiado da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) estipulou o prazo máximo de 60 dias para a realização da oferta pública de aquisição de ações (OPA) da companhia pela gestora Centaurus. O prazo se encerra em 24 de outubro.
Poderão participar acionistas que tiverem ações da empresa até a véspera da operação.
O colegiado da CVM decidiu que foi definida a data do fato gerador como 04/11/2024, com base na qual deverá ser calculado o preço de aquisição das ações e a subsequente atualização monetária pela Selic, nos termos da regulamentação aplicável.
Estimativas apontam que a OPA poderá movimentar até R$ 14,2 bilhões.
O colegiado da Comissão de Valores Mobiliários decidiu na terça-feira, 25, que a gestora Centaurus precisa realizar uma oferta pública de aquisição na Oncoclínicas.
Por unanimidade, o colegiado da autarquia reconheceu que a reorganização societária envolvendo a gestora acionou a cláusula do estatuto que prevê a OPA quando um investidor ultrapassa 15% do capital da companhia.
Em 2024 o Josephina III, veículo ligado à Centaurus, apareceu com 16,05% da Oncoclínicas. Os acionistas minoritários sustentaram que o limite havia sido ultrapassado e acionaram a proteção prevista no estatuto.
A decisão do colegiado da CVM, que contrariou a posição dos técnicos do órgão, é uma vitória para a gestora Latache que defendia a tese da OPA junto à autarquia.
O conselho de administração da Bemobi (BMOB3) aprovou submeter à apreciação de seus acionistas, em assembleia geral extraordinária a ser realizada em 30 de setembro de 2026, a incorporação, pela Bemobi, de sua subsidiária integral 7AZ, com a transferência de todo o acervo líquido da 7AZ para a Bemobi e a consequente extinção da 7AZ.
“Com isso, pretende-se otimizar e simplificar as estruturas existentes promovendo aumento de eficiência, redução de custos, ganho de sinergias e melhor eficácia operacional e administrativa, financeira, contábil e de gestão para as partes”, destacou a Bemobi em um fato relevante.
A 7AZ realiza atividades de cobranças extrajudiciais e informações cadastrais, desenvolvimento de programas de computador sob encomenda, customizáveis e não-customizáveis, suporte técnico, manutenção, consultoria e serviços em tecnologia da informação e tratamento de dados.
O Banco Bmg (BMGB4) divulgou nesta quinta-feira, 27, que foi encerrada a oferta pública de distribuição de cotas da primeira emissão pela classe A do Fundo de Investimento em Direitos Creditórios Consig Premium II – Responsabilidade Limitada, no montante total de R$ 1,5 bilhão. “Encerrada a referida oferta, o Banco Bmg efetuou a transferência ao Fundo, sem retenção de riscos e benefícios, de determinados direitos creditórios oriundos das operações realizadas com os cartões de crédito consignado e os cartões de crédito consignado benefício, cujo pagamento, como regra geral, é efetuado pelo INSS”, destacou o banco.
O banco informou em 30 de julho que seu conselho de administração havia aprovado a realização da transferência, pela companhia, à classe A do Fundo de direitos creditórios oriundos das operações realizadas com os cartões de crédito consignado e os cartões de crédito consignado benefício.
Os acionistas da Natura (NATU3) aprovaram as mudanças necessárias para a entrada da gestora Advent no conselho de administração da companhia.
Foram realizadas nesta quinta duas assembleias. Uma delas aprovou a dispensa da obrigação de uma oferta pública de aquisição para o Lotus Fundo de Investimento, veículo ligado à Advent. Outra assembleia aprovou a alteração do Estatuto Social da Natura para prever que o conselho de administração seja formado por, no mínimo, 7 e, no máximo, 10 membros; a fixação do número de membros do conselho de administração da companhia em 10 membros para o mandato atualmente em curso; e a eleição de Juan Pablo Zucchini e Rafael Patury Carneiro Leão para compor o mandato unificado em vigor do colegiado. Os dois foram indicados pela Advent para o conselho de administração.
A HBR Realty Empreendimentos Imobiliários (HBRE3) recebeu proposta da SPX Real Estate Gestão de Recursos para uma potencial operação de aquisição de parcela da participação da HBR nos empreendimentos Mogi Shopping, Suzano Shopping, Patteo Olinda Shopping e Lead Corporate Faria Lima, a ser realizada através de fundos sob gestão da SPX RE. A informação foi divulgada nesta quinta-feira, 27.
A HBR celebrou um memorando de entendimentos concedendo à SPX RE um prazo de exclusividade para avaliar a operação.
“A eventual concretização da venda dos empreendimentos dependerá de acordo entre as partes quanto aos termos e condições comerciais, bem como da conclusão satisfatória da auditoria dos empreendimentos e da obtenção das aprovações societárias e da autoridade antitruste brasileira”.
A autoridade antitruste brasileira é o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
A companhia destacou que a negociação de empreendimentos é parte do curso normal dos seus negócios, cujo sucesso depende de múltiplos fatores e condições.
A Vale (VALE3) informou que seu conselho de administração aprovou a nova composição do Comitê de Auditoria e Riscos. Heloísa Belotti Bedicks permanece como coordenadora e assume a posição de especialista financeira, nos termos do regimento interno do Comitê. Rachel de Oliveira Maia e Reinaldo Duarte Castanheira Filho permanecem como membros.
Manuel Lino Silva de Sousa Oliveira (Ollie) deixa de integrar o Comitê e permanece no exercício de suas funções como membro e presidente do Conselho de Administração da Vale.
Dessa forma, o Comitê continua composto integralmente por membros independentes, agora com um total de três membros.
O Comitê é um órgão estatutário de assessoramento ao Conselho de Administração, e tem como principal objetivo supervisionar a qualidade e a integridade dos relatórios financeiros, a aderência às normas legais, estatutárias e regulatórias, a adequação dos processos relativos à gestão de riscos e as atividades dos auditores internos e independentes.
A Multiplan (MULT3) concluiu a captação de R$ 300 milhões por meio da oferta pública de certificados de recebíveis imobiliários (CRIs) da 627ª emissão, em série única, da Opea Securitizadora, lastreados em debêntures simples, não conversíveis em ações, da espécie quirografária, em série única, para colocação privada, da 17ª emissão da companhia.
A emissão recebeu rating “brAAA(sf)” atribuído pela Standard & Poor’s Ratings do Brasil.
Os recursos líquidos obtidos pela Multiplan com a emissão serão integralmente utilizados para o pagamento de gastos, custos e despesas ainda não incorridos diretamente atinentes à construção, expansão, desenvolvimento, reforma ou aquisição de participação, de determinados imóveis e/ou empreendimentos imobiliários descritos na escritura de emissão.
A Elektro Redes (EKTR4) divulgou que a partir de 10 de setembro será realizado o pagamento de dividendos adicionais e juros sobre o capital próprio (JCP).
Os dividendos adicionais foram aprovados pela assembleia da companhia em 10 de abril de 2026, no valor de R$ 195,5 milhões. Esse valor corresponde a R$ 0,9589529761 por ação ordinária e R$ 1,0548482737 por ação preferencial. A data de corte para ter direito foi 10 de abril de 2026. Desde 13 de abril as ações passaram a ser negociadas ex-proventos.
Os JCP foram aprovados pelo conselho de administração em 19 de dezembro de 2025. O valor bruto é de R$ 26,7 milhões, correspondentes a R$ 0,1309849502 por ação ordinária e R$ 0,1440834452 por ação preferencial. A data de corte foi em 30 de dezembro de 2025. A partir de 2 de janeiro de 2026 as ações passaram a ser negociadas ex-JCP.
Também em 10 de setembro a companhia irá pagar os JCP aprovados em 5 de março de 2026, no valor de R$ 30,3 milhões, correspondentes a R$ 0,1486316836 por ação ordinária e R$ 0,1634948520 por ação preferencial. A data de corte foi em 10 de março de 2026.
Ainda em 10 de setembro irá pagar os JCP aprovados em 19 de junho de 2026 no valor de R$ 25,6 milhões, correspondentes a R$ 0,1257777174 por ação ordinária e R$ 0,1383554891 por ação preferencial. A data de corte foi em 24 de junho de 2026.
Agenda de provento desta sexta, 27:
O Itaú paga nesta sexta-feira, 28, os juros sobre o capital próprio (JCP) anunciados em 26 de fevereiro de 2026 e 28 de maio de 2026. O JCP anunciado em 26 de fevereiro é no valor líquido de R$ 0,28 por ação e teve data de corte em 19/03/2026. O JCP anunciado em 28 de maio é no valor líquido de R$ 0,29 por ação e teve data de corte em 18/06/2026.
A Eztec paga nesta sexta-feira, 28, dividendo no valor de R$ 26,2 milhões, correspondente a R$ 0,09 por ação ordinária. O dividendo será pago com base na posição acionária de 13 de agosto de 2026.
O BR Partners paga nesta sexta-feira, 28, dividendos intercalares no valor de R$ 18,8 milhões. O valor por unit é R$ 0,18 (dezoito centavos). O pagamento dos dividendos terá como beneficiários os acionistas que estiverem inscritos nos registros da companhia na data de 14 de agosto de 2026. As ações são negociadas ex-dividendos desde 17 de agosto, inclusive.
A Itaúsa paga nesta sexta-feira, 28, os juros sobre capital próprio relativos ao exercício social de 2026 no montante bruto de R$ 2,8 bilhões (R$ 0,254 por ação). O montante líquido é de R$ 2,3 bilhões (R$ 0,20955 por ação), considerando a retenção de 17,5% de imposto de renda na fonte (IRRF). O valor de R$ 1,3 bilhão ou R$ 0,116 (R$ 0,0957 líquido de IRRF) por ação foi declarado em 16 de março de 2026 e tem como data-base a posição acionária final do dia 19 de março de 2026. O valor de R$ 1,5 bilhão ou R$ 0,138 (R$ 0,11385 líquido de IRRF) por ação foi declarado em 15 de junho de 2026 e tem como data-base a posição acionária final do dia 18 de junho de 2026.
A Bemobi Mobile paga nesta sexta-feira, 28, juros sobre capital próprio aprovados em 11 de agosto. O valor total da distribuição é de R$ 16 milhões, correspondente ao valor bruto de R$ 0,19 por ação, e ao valor líquido de R$ 13,2 milhões, correspondente a R$ 0,15 por ação. Tem direito ao recebimento acionistas da companhia no fechamento do pregão de 14 de agosto de 2026. As ações são negociadas na condição “ex-juros sobre o capital próprio” desde 17 de agosto.
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