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DLTR34 Dollar Tree, Inc. Shs Unsponsored Brazilian Depository Receipt Repr 1/2 Sh – Cotação Hoje

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Dollar Tree, Inc. Shs Unsponsored Brazilian Depository Receipt Repr 1/2 Sh

Preço Atual
R$ 303,49
+1.01%

O ativo DLTR34 (Dollar Tree, Inc. Shs Unsponsored Brazilian Depository Receipt Repr 1/2 Sh) está sendo negociado hoje a R$ 303,49, acumulando uma variação de +1.01% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 231,84 e a máxima de R$ 352,15. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 14.12x.

Abertura
R$ 303,49
Fec. Ant: R$ 303,49
Variação Dia
Min: R$ 303,49
Max: R$ 303,49
52 Semanas
Mín: R$ 231,84
Máx: R$ 352,15
Volume
158
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

14.12
R$ 21,49
R$ 0,00
Enterprise Value
R$ 115,44 Bi
R$ 115,44 Bi

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

Sobre a DLTR34

Setor
Outros
Indústria / Segmento
Outros
Market Cap
R$ 115,44 Bi

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Preços deprimidos e volumes de negociação estagnados estão levando um número cada vez maior de empresas brasileiras a fechar capital, enfraquecendo ainda mais um mercado que já se tornou coadjuvante nas carteiras globais de ações. A B3 registrou a saída de 33 empresas desde 2024, segundo dados compilados pela Bloomberg. Pelo menos seis novas ofertas públicas de aquisição de ações já foram anunciadas, incluindo Banco Santander Brasil, Companhia Brasileira de Alumínio e Helbor Empreendimentos. Banqueiros, investidores e os próprios executivos da B3 atribuem o êxodo a diversos fatores. O principal deles são os juros persistentemente altos no Brasil. Com a Selic acima de 10% desde 2022, há pouco incentivo para que investidores tolerem a volatilidade das ações. A instabilidade decorrente da guerra no Oriente Médio e o boom da inteligência artificial nos EUA e na Ásia também são vistos como fatores que desviam recursos do país. — O mercado de ações brasileiro vem passando por um período particularmente desafiador — disse André Milanez, diretor financeiro da B3, em entrevista. Em teste: Coreia testa interesse de investidores globais com horário de negociação de ações estendido A eleição presidencial do próximo mês traz uma complicação adicional, acrescentou: — É natural que os agentes de mercado prefiram esperar antes de fazer movimentos. A lista de problemas inclui ainda o fato de que o pipeline de IPOs brasileiros está praticamente vazio há anos. Em maio, a empresa de gás e energia Compass tornou-se a primeira a realizar uma oferta pública inicial de ações desde 2021. Segundo banqueiros, nenhuma empresa deve estrear na bolsa ainda este ano. Aquisições também explicam parte da tendência, disse Fabio Nazari, sócio responsável pela área de mercado de capitais de renda variável do BTG Pactual. Pela legislação brasileira, quando um novo acionista assume o controle de uma empresa, precisa fazer uma oferta pública de aquisição para comprar as ações de todos os minoritários nas mesmas condições. É o caso da Companhia Brasileira de Alumínio, que está sendo adquirida pela chinesa Chinalco (Aluminum Corporation of China) e pela Rio Tinto. O Santander Brasil, cujas avaliações estão em mínimas históricas em comparação com as da controladora na Espanha, também será alvo de uma OPA por meio de troca de ações no primeiro semestre de 2027. O próprio BTG comprou as ações remanescentes de sua subsidiária Banco Pan em janeiro. O Grupo Indiana está incorporando sua unidade Neogrid, empresa de tecnologia e software, enquanto a companhia imobiliária HBR Realty Empreendimentos Imobiliários está tornando a Helbor Empreendimentos sua subsidiária e retirando-a da bolsa. — Se uma ação está sendo negociada abaixo do valor patrimonial, o melhor uso do dinheiro do acionista controlador é comprar a participação que está nas mãos do mercado, que deixou de ser um bom sócio — disse Daniel Wainstein, sócio-fundador da boutique de banco de investimento Seneca Evercore.— Uma cotação baixa impede a empresa de levantar mais capital por meio de ações e, além disso, permanecer como companhia aberta exige uma enorme quantidade de trabalho. Claudia Mesquita, responsável pelo negócio de mercado de capitais de renda variável do Brasil no UBS BB Investment Banking, vê os fechamentos de capital como “uma consequência natural” do boom de 2020 e 2021, que trouxe IPOs de “emissores em vários estágios de maturidade”. A negociação de ações brasileiras diminuiu desde o pico de 2021, com o giro médio diário caindo quase 32%, para R$ 20,7 bilhões em 2025, segundo dados da B3. Os volumes se recuperaram neste ano antes da eleição e à medida que investidores estrangeiros diversificaram seus recursos para fora dos EUA, com média de R$ 26,8 bilhões até julho, mas permanecem cerca de 15% abaixo dos níveis em 2021. A redução no número de empresas mantém os traders confinados a um pequeno grupo de ações líquidas, que tende a gerar apenas retornos medianos, disse Christian Keleti, CEO na Alpha Key Capital. —Quando os gestores de recursos têm os mesmos nomes em suas carteiras, eles perdem sua vantagem competitiva— disse Keleti. Tendências semelhantes vêm ocorrendo nos principais mercados da América Latina. O número de empresas listadas no México e na Colômbia caiu cerca de 3% desde 2024, enquanto no Chile a queda foi de 1,6%, segundo dados das bolsas compilados pela Bloomberg. Mercados menores, na Argentina e no Peru, registraram crescimento de pelo menos 3,7% no período. No Brasil, a queda foi mais acentuada, 9%. — A onda mais recente de fechamentos de capital é mais um fenômeno brasileiro, porque os valuations estão mais deprimidos aqui — disse Bruno Saraiva, co-responsável pelo banco de investimento do Bank of America no Brasil e responsável pela área de mercado de capitais de renda variável para a América Latina. As ações brasileiras vêm sendo negociadas com avaliações inferiores aos da maioria de seus pares latino-americanos há bem mais de quatro anos. Atualmente, são negociadas a 8,88 vezes o lucro estimado, cerca de 26% abaixo da média regional e aproximadamente 11% abaixo de sua média de 10 anos. O baixo preço do mercado levou estrangeiros a investir pesadamente em ações brasileiras no início de 2026 — fluxo que rapidamente se reverteu quando a guerra no Irã fez os preços do petróleo dispararem e reformulou as apostas sobre os juros globais. 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Fundo imobiliário recebe aluguel atrasado com multa e juros; IFIX volta a cair – Money Times
Fundos Imobiliários Brasileiros

Fundo imobiliário recebe aluguel atrasado com multa e juros; IFIX volta a cair – Money Times

Fundo imobiliário recebe aluguel atrasado com multa e juros; IFIX volta a cair (Imagem: Canva) O fundo imobiliário Torre Rio Claro Offices (TRCO11) recebeu o aluguel referente ao mês de agosto de 2026 da locatária BM Varejo Empreendimentos, mostra fato relevante divulgado ao mercado. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE De acordo com o documento, o pagamento foi realizado na última sexta-feira (11), com a inclusão de multa de 5% e juros de 1% ao mês previstos no contrato de locação. O recebimento ocorre depois de o FII ter informado, em comunicado publicado em 8 de setembro, que o aluguel ainda não havia sido pago pela inquilina. Apesar da regularização, cabe destacar que o atraso ocorreu poucas semanas após um episódio semelhante. Isso porque, no mês passado, o TRCO11 já havia comunicado que o aluguel referente a julho de 2026 não havia sido pago pela mesma locatária. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O valor acabou sendo regularizado posteriormente, em 28 de agosto, também com aplicação de multa de 5% e juros de 1% ao mês, segundo informou a administradora. Portfólio do fundo imobiliário Atualmente, o portfólio do TRCO11 é composto apenas pela Torre Rio Claro Offices, um edifício boutique de padrão AAA, com cinco andares, dos quais três pertencem ao fundo, localizado no Complexo Cidade Matarazzo, na região da Avenida Paulista, em São Paulo (SP). O complexo abriga também um hotel da rede internacional Rosewood, além de torre residencial, restaurantes, wellness center, auditório, salas de concertos e exposições. De acordo com o relatório gerencial mais recente, o contrato de locação com a BM Varejo vence em 2032 e prevê reajuste pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Desempenho do IFIX CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Ainda no mercado de FIIs, o IFIX, principal índice da indústria na bolsa de valores brasileira (B3), encerrou a segunda-feira (14) aos 3.731,62 pontos, com queda de 0,45%, após dois pregões consecutivos de alta. Desde o início de setembro, o indicador acumula desvalorização de 0,83%, enquanto, no acumulado de 2026, recua 1,16%. Destaques do último pregão (14) O MFII11 liderou as altas, com valorização de 4,01%. Na sequência, o TRBL11 ganhou 2,45%, enquanto o KORE11 subiu 1,94%. Ticker Variação Último MFII11 +4,01% R$ 39,99 TRBL11 +2,45% R$ 50,55 KORE11 +1,94% R$ 66,26 HSML11 +1,47% R$ 84,23 RBRL11 +1,44% R$ 74,68 O BTCI11 liderou as quedas, com recuo de 5,64%. Na sequência, o HSLG11 caiu 3,43%, enquanto o BTHF11 recuou 3,39%. Ticker Variação Último BTCI11 -5,64% R$ 8,53 HSLG11 -3,43% R$ 78,52 BTHF11 -3,39% R$ 8,56 PSEC11 -2,91% R$ 51,02 PVBI11 -2,76% R$ 67,00 CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na montanha-russa dos juros, Tesouro IPCA+ 2040 rende 460% do CDI em 6 semanas
Selic

Na montanha-russa dos juros, Tesouro IPCA+ 2040 rende 460% do CDI em 6 semanas

Publicidade Quem comprou títulos de longo prazo do Tesouro Direto no fim de julho tem motivos para comemorar. Em seis semanas, o Tesouro IPCA+ 2040 acumula uma valorização de 7,16% – um retorno equivalente a 458% do CDI (que avança 1,56% no mesmo período). Na prática, quem investiu R$ 10 mil nesses papéis em 31 de julho viu seu patrimônio saltar para R$ 10,7 mil na segunda-feira, 14. No CDI, o mesmo tanto teria virado R$ 10,2 mil. Os valores são brutos, antes de impostos e taxas. O movimento acompanha a queda do juro real exigida pelo mercado para emprestar dinheiro ao governo no longo prazo. E ele faz isso principalmente via títulos do Tesouro IPCA+, e uma parte via prefixados. O “juro longo” reflete a expectativa para o futuro da Selic. Quando o mercado passa a apostar que ela vai cair, isso se materializa na queda dos juros longos. E essa queda eleva o saldo de quem tem títulos IPCA+ e prefixados nas mãos. No fim de julho, o Tesouro IPCA+ 2040 pagava inflação mais 7,78%. Nesta segunda, era negociado a IPCA mais 7,29%, uma queda de 0,49 ponto percentual. Parece pouco, mas faz uma diferença grande no preço de um título que só vence em 2040. No IPCA+ 2040, nas condições atuais, cada queda de 0,1 ponto percentual na taxa representa 1,3% de valorização no preço do papel. É esse efeito que potencializou o ganho das últimas semanas. Sempre vale lembrar: a valorização de 7,16% que mencionamos é na chamada “marcação a mercado”. Só é retorno efetivo para quem comprou o título em julho e vendeu neste momento. Quem carrega o IPCA+ até o vencimento, em 2040, recebe a inflação mais a taxa real contratada no momento da compra (que era de 7,78% ao ano no dia 31 de julho), independentemente das oscilações de preço no caminho. O mesmo movimento favorece o Tesouro Prefixado 2032, embora em intensidade menor – já que títulos de vencimento mais curto respondem com menos intensidade às oscilações dos juros longos. No fim de julho, o papel pagava 14,63% ao ano. Em 8 de setembro, atingiu 14,04%, no menor patamar desde maio, e fechou nesta segunda a 14,24%. Com a queda das taxas, a valorização no preço até hoje foi de 3,48%, ou cerca de 2,2 vezes o CDI no período, o que transformaria um investimento inicial de R$ 10 mil em R$ 10,3 mil em cerca de seis semanas. Publicidade Ou seja, o Tesouro Prefixado 2032 também bateu o CDI, mas ficou com o ganho aquém do papel mais longo. Nas condições atuais, uma queda de 0,1 ponto percentual nos juros desses papéis representa algo próximo de 0,46% de valorização do título, bem menos de cerca de 1,3% do IPCA+ 2040. O que está por trás do movimento O gatilho para a melhora do mercado é o mesmo que levou o Ibovespa a subir 11,5% desde a mínima de 18 de agosto: as pesquisas eleitorais e as expectativas para os juros. As pesquisas presidenciais divulgadas nas últimas semanas mexem com a percepção de risco fiscal para os próximos anos e provocam movimentos relevantes na curva de juros. “Os resultados aumentaram a percepção de uma eleição aberta e levaram os investidores a revisarem as probabilidades atribuídas aos diferentes cenários econômicos para 2027”, afirmou Fábio Murad, consultor da Wiser Asset. Foi um dos fatores que ajudaram a derrubar as taxas nas últimas semanas, mas também mostra como esse ganho pode mudar rapidamente. Além disso, o pano de fundo macro no país também contribuiu com a melhora do ânimo dos investidores. O IPCA de agosto veio em -0,32%, na maior deflação em quatro anos, e derrubou o índice acumulado em 12 meses para 4,22%, no terceiro recuo seguido. Na bolsa, as opções de Copom da B3 passaram a apontar 94% de chance de o Banco Central cortar a Selic mais uma vez, de 14% para 13,75% desta quarta. Ainda assim, o exterior segue trazendo preocupações, servindo como contraponto ao otimismo do mercado e um limitador para possíveis ganhos futuros. Teremos esta semana a “super quarta”, com decisões sobre juros no Brasil e Estados Unidos. Enquanto por aqui é esperado um corte, nos EUA, a ferramenta CME FedWatch, que segue o posicionamento dos investidores sobre os rumos futuros da política monetária americana, mostra uma probabilidade de 87% de que o Fed suba os juros em 0,25 ponto. Um ciclo de alta de juros nos Estados Unidos que possa avançar até início de 2027 pode fortalecer o dólar, aumentar a pressão sobre os preços no Brasil e reduzir o espaço para novos cortes da Selic. Nesse cenário, a perspectiva de juros altos por mais tempo elevaria a volatilidade dos títulos IPCA+ e prefixados – trazendo eventuais perdas para quem entrar agora: títulos que sobe muito num cenário cai com a mesma intensidade quando a chave vira. Publicidade Para quem quer travar as taxas atuais sem passar por tanta montanha-russa, gestores têm indicado o meio-termo. Vencimentos próximos a cinco anos ainda são negociados a um juro elevado até o resgate e ainda podem capturar parte da valorização caso o cenário fiscal melhore, sem tanta sensibilidade quanto um papel que vence em 2040. Já para quem não tolera ver o saldo oscilar e precisa do recurso em prazos menores, as alternativas são o Tesouro Selic e fundos DI, que ainda rendem perto de 14% ao ano – o equivalente a um gordo IPCA+9% hoje.

Perguntas Frequentes sobre DLTR34

Qual é a cotação de DLTR34 hoje na B3?
A cotação de DLTR34 hoje está em R$ 303,49. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 303,49 e máxima de R$ 303,49.
Quanto a DLTR34 paga de dividendos?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker DLTR34. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de DLTR34?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de DLTR34 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de DLTR34?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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