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CBTC39 21Shares Ltd ETP Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.33333333 ETP – Cotação Hoje

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21Shares Ltd ETP Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.33333333 ETP

Preço Atual
R$ 31,70
+21.32%

O ativo CBTC39 (21Shares Ltd ETP Unsponsored Brazilian Depositary Receipt Repr 0.33333333 ETP) está sendo negociado hoje a R$ 31,70, acumulando uma variação de +21.32% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 24,76 e a máxima de R$ 51,74.

Abertura
R$ 31,35
Fec. Ant: R$ 31,70
Variação Dia
Min: R$ 31,35
Max: R$ 31,80
52 Semanas
Mín: R$ 24,76
Máx: R$ 51,74
Volume
21
Moeda: BRL

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Sobre a CBTC39

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Casas Bahia: Justiça é acionada para travar debêntures
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Casas Bahia: Justiça é acionada para travar debêntures

São Paulo Um acionista do Grupo Casas Bahia e a Associação de Minoritários e Shareholder Activism – Minoritários S.A. protocolaram nesta quinta-feira (10) pedido de tutela de urgência no TJSP (Tribunal de Justiça de São Paulo) para ser suspensa a conversão de debêntures da varejista em novas ações enquanto durar o processo de recuperação judicial. A ação, iniciada pelo escritório Barreto e Dolabella Advogados Associados, representante do acionista Rafael Ferri e da associação, está na 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais. Loja das Casas Bahia em São Caetano do Sul, onde está também a sede da empresa - Felipe Iruatã-18.ago.26/Folhapress A solicitação é sobre as debêntures da 2ª série da 11ª emissão do Grupo Casas Bahia, que fazem parte de uma janela de conversão que termina no próximo dia 30. São 37,9 milhões de papéis que podem ser transformados em ações ordinárias. As conversões estão previstas para dezembro deste ano, março e abril de 2027, até o fim da RJ ou até decisão judicial sobre o tema. Segundo a petição, sem a suspensão, o saldo integral das debêntures também pode ser convertido de uma só vez, caso a companhia declare vencimento antecipado do título. Os autores avaliam que a continuidade da conversão afeta os demais credores e os acionistas minoritários. As debêntures da 2ª série pertencem à classe quirografária, que não tem garantia real e está sujeita às mesmas regras dos demais credores comuns dentro da recuperação judicial. O argumento é que os donos das debêntures vão receber ações negociáveis em bolsa antes da definição da RJ, enquanto outros credores deverão esperar as condições que ainda serão negociadas. O pedido de tutela envolve também a estrutura societária da empresa. O saldo de 189,5 milhões de debêntures da 2ª série corresponde a R$ 703 milhões em valor nominal, e sua conversão resultaria na emissão de novas ações em volume superior ao atual free float, a parcela das ações que circulam livremente no mercado. Os acionistas veem risco de diluição por causa da diferença do preço na data do procolo do pedido de tutela (R$ 0,64) e o fixado em contrato (R$ 3,71) sem possibilidade de recálculo. O pedido é que o Grupo Casas Bahia se abstenha de processar pedidos de conversão e que a B3, o Itaú Corretora, o Bradesco e a Oliveira Trust (instituições responsáveis pelo registro e pela liquidação das ações) sejam notificados para não dar seguimento a essas operações enquanto a medida estiver em vigor.

ETF com renda mensal ligado ao Bitcoin estreia na B3 na terça; entenda como funciona
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ETF com renda mensal ligado ao Bitcoin estreia na B3 na terça; entenda como funciona

ETF da OranjeBTC estreia na B3 com proposta de renda mensal em reais e aposta em ações de empresas do ecossistema Bitcoin Um novo ETF ligado ao ecossistema Bitcoin estreia na B3 na próxima terça-feira (15) com uma proposta diferente dos fundos tradicionais de cripto negociados no Brasil. O produto é o Digital Yield ETF (DIGY11), da OranjeBTC (OBTC3), empresa brasileira de tesouraria de Bitcoin, e terá como diferencial a busca por renda mensal em reais a partir de ações preferenciais internacionais emitidas por empresas com tesouraria em Bitcoin. A OranjeBTC anunciou nesta sexta-feira (11) que o Itaú BBA será o estruturador e distribuidor do DIGY11. Segundo a companhia, a parceria com o banco reforça a solidez do produto e amplia seu alcance entre investidores pessoa física e institucionais. A estreia será marcada por uma cerimônia na sede da B3, em São Paulo, a partir das 9h, com o tradicional toque do sino. Além do Itaú BBA, o fundo terá gestão da 3R Investimentos, índice de referência da MarketVector, empresa do grupo VanEck, e administração fiduciária do Banco Daycoval. Diferentemente de um ETF tradicional de Bitcoin, o DIGY11 não investe diretamente na criptomoeda. A carteira inicial será composta por ações preferenciais da Strategy, por meio do STRC, e da Strive, por meio do SATA. As duas empresas mantêm Bitcoin como parte relevante de suas reservas e emitiram papéis estruturados para realizar distribuições recorrentes em dólar. O fundo já havia sido anunciado pela OranjeBTC em agosto como o primeiro ETF listado na B3 dedicado a ações preferenciais internacionais emitidas por companhias do ecossistema Bitcoin. Na ocasião, a empresa informou que o produto teria taxa de gestão de 0,90% ao ano, custo total estimado em 1,30% ao ano e tributação das distribuições pela alíquota de 15%. Como o ETF pretende pagar renda mensal A proposta do DIGY11 é transformar os rendimentos recebidos no exterior em distribuições mensais para investidores brasileiros. Os pagamentos gerados pelos ativos internacionais da carteira serão convertidos e distribuídos em reais aos cotistas, depois do desconto de despesas e demais condições do fundo. Nas condições atuais de mercado, a OranjeBTC estima distribuições anuais equivalentes ao CDI acrescido de aproximadamente 3% a 5%. A companhia ressalta, porém, que a projeção não considera a variação do valor das cotas e não representa garantia de rentabilidade. O ETF também terá proteção cambial e liquidez diária. A ideia é oferecer ao investidor local acesso a instrumentos negociados no exterior, remunerados em dólar, mas dentro de um produto listado na bolsa brasileira e com distribuições em reais. O índice de referência do fundo será o OranjeBTC MarketVector Bitcoin Treasury Preferred Equity BRL Hedged Index ETF, desenvolvido pela OranjeBTC em parceria com a MarketVector. A metodologia seleciona ações preferenciais de companhias abertas do ecossistema Bitcoin com foco em instrumentos listados, de longo prazo ou sem vencimento, estruturados para distribuições recorrentes em dólar. Na prática, o produto tenta levar para a B3 uma tese ainda pouco conhecida pelo investidor brasileiro: a de ações preferenciais emitidas por empresas de tesouraria em Bitcoin. Esses papéis não são o mesmo que comprar BTC, mas permitem exposição indireta ao ecossistema da criptomoeda por meio de companhias que mantêm Bitcoin em seus balanços. Apesar da proposta de renda mensal, o DIGY11 é um ETF de renda variável. A própria OranjeBTC destaca que o fundo não conta com garantia do FGC e está sujeito a riscos de mercado, crédito, liquidez e às políticas de distribuição dos emissores dos ativos da carteira. Isso significa que tanto o valor das cotas quanto as distribuições podem variar ao longo do tempo. Como o fundo investe em ações preferenciais de empresas ligadas ao ecossistema Bitcoin, seu desempenho também pode ser afetado por mudanças no preço da criptomoeda, nas condições de mercado e na capacidade dos emissores de manter os pagamentos. Quer investir na maior criptomoeda do mundo? No MB, você começa em poucos cliques e de forma totalmente segura e transparente. Não adie uma carteira promissora e faça mais pelo seu dinheiro. Abra sua conta e invista em bitcoin agora!

Maior deflação em quatro anos aumenta chance de mais um corte na Selic – nos EUA, a perspectiva é o oposto
Selic

Maior deflação em quatro anos aumenta chance de mais um corte na Selic – nos EUA, a perspectiva é o oposto

Fed e BC do Brasil vão decidir o rumo dos juros na superquarta da próxima semana. Chances de subida nos EUA e corte por aqui estão em 90% O enredo da superquarta da próxima semana parece que ficou melhor definido após a divulgação dos índices de inflação aqui e nos EUA nesta sexta-feira (11). No Brasil, o IPCA de agosto veio em -0,32%, deflação, e maior do que as estimativas – o levantamento da Broadcast apontava para -0,29%. Também se trata da deflação mais profunda em quatro anos – a última maior do que essa, olhando para todos os meses do ano, foram os -0,36% de agosto de 2022 . Esse movimento de agora vem na sequência de um IPCA basicamente estável em julho (0,07%) e em junho (0,16%). Na taxa em 12 meses, aquela que o BC olha para levar para à meta de 3% ao ano, estamos em 4,22%. É o terceiro mês seguido de queda – desde maio, quando o IPCA em 12 meses estava em 4,72%. Essa leitura mais favorável da inflação traz a expectativa de que o BC vá cortar os juros novamente, para 13,75% ao ano, dos 14% atuais. No Tesouro Direto, as taxas IPCA+ e prefixadas responderam à deflação de agosto com quedas relevantes. O Tesouro Prefixado 2032 recuou de 14,18% ao ano do fechamento na quinta-feira (10) para 14,08%. Como na renda fixa quando as taxas caem os preços dos papéis sobem, o recuo do prefixado de 2032 trouxe um ganho de 0,40% em reais para o detentor do título. O Tesouro IPCA+ 2040 saiu de 7,30% ontem para 7,22% nesta sexta-feira. A queda das taxas trouxe um aumento de 1% no saldo em reais de quem tem esse papel. Lá fora Nos EUA, o CPI (“IPCA” deles) subiu 0,4%, em linha com as projeções. O ponto de atenção ficou para o comportamento do chamado núcleo do índice, ou seja, a medida de inflação ao consumidor americano sem considerar categorias ” voláteis”, como energia e alimentos. O núcleo nos EUA veio em 0,3% – 0,1 ponto percentual acima das expectativas. No caso do Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA), a visão que fica mais consolidada é a de uma alta potencial de 0,25 ponto percentual para as taxas de curto prazo que subiriam para a faixa entre 3,75% a 4% ao ano. A ferramenta CME FedWatch, que segue o posicionamento dos investidores sobre os rumos futuros da política monetária americana, mostra uma probabilidade de 87% de que o Fed suba os juros em 0,25 ponto. Antes do CPI de agosto, os investidores enxergavam 70% de chances de elevação. Já as opções de Copom da B3, de função semelhante ao FedWatch, mas voltada ao Brasil, apontam para 94% de possibilidade de o BC cortar a Selic mais uma vez. O consenso do mercado é de queda de 0,25 ponto. Após os resultados, às 10h35, o Ibovespa apresentava queda de 0,79% aos 186.790 pontos – uma resposta mais ao dado americano que ao brasileiro, como vamos ver mais adiante. O dólar operava estável, em -0,07%, a R$ 5,09. Efeitos das próximas decisões de juros O investidor local tem de ficar atento aos efeitos da superquarta. Uma alta lá fora combinada com queda de juros aqui pode provocar um fortalecimento do dólar. Além disso, uma potencial saída de recursos estrangeiros da bolsa pode levar a uma queda do Ibovespa, uma vez que os investidores internacionais representam cerca de 60% do volume negociado na B3. Por outro lado, uma queda de taxas no Brasil ajuda algumas ações. É o caso dos bancos, que se beneficiam de um custo menor de capital, e das companhias de infraestrutura, como energia e saneamento, um grupo com receitas previsíveis que, com a redução dos juros, veem o valor estimado pelo mercado do fluxo de caixa futuro subir. Na renda fixa, o cenário fica um pouco mais confuso. Enquanto a queda da Selic tende a distencionar a pressão sobre as taxas de mercado, o conjunto de forças que têm influenciado o mercado de juros pode manter as taxas de longo prazo em alta. A forma como esses movimentos ocorrem pode parecer contraintuitivo, porque com Selic e CDI menores o esperado é uma menor propensão de investidores de aplicar nos produtos atrelados às taxas pós-fixadas. Porém, uma sinalização de início de um ciclo de alta de juros nos Estados Unidos que possa avançar até início de 2027 pode fortalecer o dólar, aumentar a pressão sobre os preços no Brasil e limitar o espaço para novos cortes da Selic. Entenda como os juros altos no exterior afetam os investimentos no Brasil. Nesse caso, a perspectiva de juros altos por mais tempo elevaria a volatilidade dos títulos IPCA+ e prefixados. O Brasil ainda vive um aquecimento do momento eleitoral altamente polarizado. A divulgação de pesquisas e o noticiário político têm influenciado tanto a bolsa quanto os juros de longo prazo, que balizam os títulos IPCA+ e prefixados. O chamado “trade” eleitoral pode, inclusive, se sobrepor às pressões vindas de fora, como ocorreu na quinta-feira (10), em que o Ibovespa subiu 1,42% reagindo a pesquisas que mostravam um enfraquecimento da candidatura de Lula – um movimento na contramão dos mercados globais, que viveram um dia mais negativo com a forte alta dos preços do petróleo.

Perguntas Frequentes sobre CBTC39

Qual é a cotação de CBTC39 hoje na B3?
A cotação de CBTC39 hoje está em R$ 31,70. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 31,35 e máxima de R$ 31,80.
Quanto a CBTC39 paga de dividendos?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker CBTC39. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de CBTC39?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de CBTC39 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de CBTC39?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.