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BRKM5 Braskem S.A. Pfd A – Cotação Hoje

Materiais Básicos 📈 Ação B3

Braskem S.A. Pfd A

CNPJ: 42150391000170

Preço Atual
R$ 5,25
+4.17%

O ativo BRKM5 (Braskem S.A. Pfd A) está sendo negociado hoje a R$ 5,25, acumulando uma variação de +4.17% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 4,70 e a máxima de R$ 13,78. A companhia está inserida no setor de Materiais Básicos, atuando no segmento de Petroquímicos. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de -0.49x e P/VP de -0.32x. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.

Abertura
R$ 5,15
Fec. Ant: R$ 5,26
Variação Dia
Min: R$ 5,11
Max: R$ 5,62
52 Semanas
Mín: R$ 4,70
Máx: R$ 13,78
Volume
7.302.200
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

-0.49
-0.32
R$ -8,32
R$ -15,79
22.07
P/Receita (PSR)
0.06
P/FCO
-0.69
P/FCL
-0.52
EV/Receita Líq.
0.71
EV/FCO
-8.60
EV/FCL
-6.46
Earning Yield
4.53%
Enterprise Value
R$ 49,91 Bi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
6.71
Dív. Líquida/PL
-2.78
Dívida Líquida
R$ 45,89 Bi
Liq. Corrente
0.77
PL/Ativos
-0.20
Passivos/Ativos
1.20
Liq. Seca
0.42
Liq. Imediata
0.15

Indicadores de Eficiência

Margem EBIT
3.20%

Indicadores de Rentabilidade

52.71%
6.40%
-8.37%
Giro do Ativo
0.86

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
-9.17%
CAGR Lucro
-1.84%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 8.92%
Margem EBITDA 9.68%
Margem Operacional 3.20%
Margem Líquida -9.40%
Fluxo de Caixa
FCO R$ -5.803,00 Mi
FCL R$ -7.721,00 Mi
Caixa Total R$ 5,93 Bi
Caixa/Ação R$ 7,44
Receita e Dívida
Receita Total R$ 70,60 Bi
Lucro Bruto R$ 6,30 Bi
EBITDA R$ 6,83 Bi
Dívida Total R$ 63,43 Bi
Crescimento
Receita -9.17%
Lucro -1.84%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 70.717,00 Mi R$ 77.411,00 Mi R$ 70.569,00 Mi R$ 96.519,28 Mi
Lucro Bruto R$ 1.556,00 Mi R$ 5.997,00 Mi R$ 3.021,00 Mi R$ 11.358,74 Mi
EBITDA R$ -1.807,00 Mi R$ -1.079,00 Mi R$ -2.792,00 Mi R$ 4.272,07 Mi
Lucro Líquido R$ -10.961,00 Mi R$ -12.052,00 Mi R$ -4.890,00 Mi R$ -820,39 Mi

Sobre a BRKM5

Setor
Materiais Básicos
Indústria
Petroquímicos
Funcionários
8.126
Market Cap
R$ 3,59 Bi
Descrição do Negócio

A Braskem S.A. é uma companhia petroquímica brasileira com atuação na produção de resinas termoplásticas e petroquímicos básicos. A empresa opera complexos industriais no Brasil e no exterior, com fornecimento para cadeias de embalagens, bens de consumo, infraestrutura e indústria. A plataforma industrial contempla polietileno, polipropileno, PVC e produtos químicos associados, incluindo iniciativas em biopolímeros. O desempenho é sensível a spreads petroquímicos, custos de nafta e etano, e ao ciclo global de demanda por resinas. Na B3, a companhia negocia sob o ticker BRKM5 e integra o setor de materiais básicos no segmento de petroquímicos. A empresa foi fundada em 2002 e reporta 8.126 empregados.

DIVIDENDO R$ 1,6963
Pagamento: 01/05/2022
DIVIDENDO R$ 7,5390
Pagamento: 20/12/2021
DIVIDENDO R$ 0,6060
Pagamento: 08/12/2021
DIVIDENDO R$ 0,8386
Pagamento: 29/12/2019
DIVIDENDO R$ 0,6063
Pagamento: 03/10/2019
DIVIDENDO R$ 1,8857
Pagamento: 09/05/2018
DIVIDENDO R$ 1,2567
Pagamento: 12/12/2017
DIVIDENDO R$ 0,6063
Pagamento: 01/12/2017
DIVIDENDO R$ 1,2572
Pagamento: 11/10/2016
DIVIDENDO R$ 1,2567
Pagamento: 14/04/2016

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Casas Bahia e outras “Casas” em recuperação judicial acendem a luz vermelha da economia brasileira

Casas Bahia e outras “Casas” em recuperação judicial acendem a luz vermelha da economia brasileira Juros altos e crédito restrito são alguns dos fatores que levaram o Brasil a bater recorde de recuperações judiciais no primeiro trimestre de 2026. Segundo levantamento do Monitor RGF de Recuperação Judicial foram registrados 5.931 pedidos no período, o maior volume da série história do indicador. Como os casos só continuam crescendo, fortalecem a evidente onda de quebradeira no Brasil. Notadamente, o País vive uma epidemia de recuperação judicial, registrada no primeiro semestres do ano e, nos últimos dias, com o escandaloso caso da Casas Bahia que fechou 300 lojas e demitiu 3 mil pessoas, tentando administrar uma dívida de R$ 17,3 bilhões. Na esteira da Casas Bahia, no dia 17 ultimo, a rede de lojas Marabrás também entrou com o pedido de recuperação judicial, para negociar uma dívida de R$ 140 bilhões. A Rede de móveis e eletrodomésticos atribui a decisão ao cenário difícil do varejo, à dificuldade de acesso ao crédito e a questões familiares, mas afirma que as lojas seguirão funcionando normalmente durante o processo, Mas a onda de quebradeira não parou por ai: este ano várias famosas do varejo também entraram em recuperação judicial, como é o caso do Grupo Toky, controlador daTok&Stok e da Mobly, que teve seu pedido de recuperação judicial aceito pela Justiça de São Paulo em junho de 2026, com dívidas superiores a R$ 1 bilhão. As lojas físicas e os sites continuam operando normalmente para tentar reestruturar o passivo do grupo. Seguiram pelo mesmo caminho, o Grupo Pão de Açúcar e a Estrela de brinquedos pediram recuperação judicial em março. No ano passado quem entrou em recuperação judicial foi a Polishop, a Bombril, e a Casa do Pão de Queijo, todos com dívidas significativas, e o cenário só tem se agravado. A Oncoclínicas, por exemplo, não está em recuperação judicial tradicional, mas teve o processamento de sua recuperação extrajudicial deferido em agosto de 2026 pela 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo. O processo visa reorganizar aproximadamente R$ 5,1 bilhões em dívidas financeiras sem interromper as operações médicas ou o atendimento aos pacientes. Semelhantemente a Braskem S.A. não entrou com pedido de recuperação judicial no Brasil, mas obteve uma tutela cautelar de urgência para suspender cobranças de credores financeiros e negocia uma recuperação extrajudicial. No entanto, sua subsidiária no exterior, a Braskem Idesa (no México), entrou com pedido de proteção contra falência (Chapter 11) nos Estados Unidos. No Brasil, a empresa obteve uma Tutela Cautelar concedida pela Justiça de São Paulo, em junho de 2026, para suspender execuções financeiras por 60 dias, ganhando fôlego para reestruturar uma dívida global de cerca de US$ 10 bilhões. Os motivos da quebradeira são os mesmos. E neste cenário devastador, a pergunta que nos vem é: quem será a próxima vitima? Esse crescimento de pedidos de recuperação judicial, na visão do sócio fundador da Ipê Avaliações, Fábio Murad, é devido a um cenário macroeconômico desfavorável, o qual combina pressões financeiras que impactam de forma direta a capacidade de pagamentos das organizações. Para ele, existem alguns fatores que são intrínsecos a esse cenário, como: Taxas de juros elevadas: elas são responsáveis pelo aumento do custo do crédito e reduzem a capacidade de refinanciamento de dívidas; elas são responsáveis pelo aumento do custo do crédito e reduzem a capacidade de refinanciamento de dívidas; Restrição de crédito: isso torna o acesso a novos financiamentos mais seletivo; isso torna o acesso a novos financiamentos mais seletivo; Inflação persistente: esse cenário pressiona os custos operacionais e encurta as margens de lucro; esse cenário pressiona os custos operacionais e encurta as margens de lucro; Cenário exterior: com a alta nos preços das commodities e a volatilidade cambial, há um aumento de custos que pressiona o fluxo de caixa das empresas. Por sua vez, o especialista em finanças Pabro Spyer, CEO da Vai Tourinho, e comentarista da Jovem Pan, sentencia que o cenário começa a lembrar as crises de 2014 /2016, quando uma combinação de recessão, juros altos, desemprego e queda do consumo, colocaram grandes empresas contra a parede. “Serão esses os primeiros sinais de uma onda de quebradeira no Brasil? Será que o pior ainda está por vir? Se esses forem só os primeiros corpos a aparecerem na água, pode vir muita coisa podre por ai,” diz o especialista. Fábio Murad vai ainda mais longe em sua análise. Para ele os indicadores macroeconômicos desfavoráveis, como juros altos, crédito seletivo e pressão inflacionária, são os principais fatores que puxam esse índice para uma ascensão contínua no futuro próximo. “A estabilização só deve ocorrer quando houver relaxamento consistente das condições de crédito, queda de juros ou melhoria significativa no fluxo de caixa corporativo”, conclui Murad. 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Análise: Receio com 2027 afasta estrangeiros de ativos
B3 19/08/2026

Análise: Receio com 2027 afasta estrangeiros de ativos

Saída de capital estrangeiro da B3 chega a R$ 18,1 bilhões em agosto, impulsionada por incertezas fiscais e eleitorais A percepção dos investidores estrangeiros sobre o Brasil deteriorou-se de forma significativa nas últimas semanas. Somente no mês de agosto, esses investidores retiraram R$ 18,1 bilhões em ações da B3, incluindo R$ 2,5 bilhões apenas no pregão do dia 14 de agosto, quando o Ibovespa registrou queda de 0,1%. O movimento resultou em 10 pregões consecutivos de queda do índice até aquela data. Movimento vai além da Bolsa A analista Lucinda Pinto destacou que a fuga de capital não se restringe ao mercado acionário. "O que está acontecendo é que, além dessa saída toda de dinheiro da Bolsa, a gente está vendo uma piora também de preços, por exemplo, de bonds, que são os títulos de dívida emitidos pelas companhias no exterior", afirmou. Segundo ela, gestores com quem conversou confirmaram uma perda de valor desses papéis no mercado secundário desde a última sexta-feira (14). Lucinda Pinto apontou que episódios envolvendo empresas como Raízen e Braskem contribuíram para abalar a confiança dos investidores internacionais nas companhias brasileiras. A Raízen, classificada como high grade, passou por sérios problemas com sua dívida e iniciou um processo de reestruturação com venda de ativos. "Depois desses episódios, parece que o investidor deixou de dar o benefício da dúvida para as companhias brasileiras", avaliou a analista. Mais recentemente, o pedido de recuperação judicial das Casas Bahia também foi citado como um evento emblemático desse cenário de dificuldades. Cenário para 2027 preocupa mercado De acordo com Lucinda Pinto, o mercado está operando com um cenário consideravelmente mais pessimista para 2027. A combinação de incertezas eleitorais, ausência de perspectiva de ajuste fiscal robusto e juros elevados por um período prolongado está afastando o capital estrangeiro dos ativos brasileiros. "Eleição é uma dúvida muito grande, não tem sinais de que vai ter um ajuste fiscal suficiente para mudar a dinâmica da dívida do Brasil e, portanto, esse cenário de juros altos deve permanecer por mais tempo", explicou a analista. O impacto dos juros elevados já começa a ser sentido na atividade econômica, com o IBC-Br registrando variação negativa. Lucinda Pinto ressaltou que, mesmo títulos atrelados ao IPCA oferecendo juro real próximo de 8% ao ano, os investidores demonstram cautela e preferem papéis de prazo mais curto. "A aversão a risco ficou mais instalada", afirmou. Além disso, um leilão de títulos prefixados realizado na quinta-feira anterior movimentou apenas R$ 1 bilhão, volume considerado baixo diante das necessidades de rolagem da dívida pelo Tesouro Nacional. Investidores buscam alternativas em outros mercados Segundo Lucinda Pinto, o investidor estrangeiro conta com opções atrativas em outros mercados neste momento, como ações de tecnologia e países emergentes que oferecem juros relativamente altos com menor grau de incerteza. "Para o investidor estrangeiro, no fim das contas, o problema é a imprevisibilidade", disse a analista. Ela acrescentou que o ambiente atual leva empresas e investidores a adiar decisões, mantendo recursos em caixa à espera de um cenário mais previsível. Apesar da intensa saída de capital em agosto, o saldo acumulado de investimentos estrangeiros no ano ainda permanece positivo em R$ 18,2 bilhões. No entanto, caso o ritmo de retiradas se mantenha até as eleições, previstas para o final de outubro, esse saldo positivo pode ser rapidamente consumido. "A palavra que eu tenho ouvido muito é desânimo. Parece que o investidor como um todo está olhando e sentindo um desânimo", concluiu Lucinda Pinto.

Ibovespa vira e cai pela 11ª sessão seguida; dólar sobe a R$ 5,22
Dólar Hoje 18/08/2026

Ibovespa vira e cai pela 11ª sessão seguida; dólar sobe a R$ 5,22

Segundo semestre vai começar com menos otimismo no mercado 2:23 Crédito: Luiza Lanza Confira o resumo que a LE.IA, a IA do Estadão, fez pra você O Ibovespa deve reagir ao IPC-S Capitais da FGV e à produção industrial dos EUA, influenciando expectativas de inflação e juros. O petróleo e tensões no Oriente Médio também são foco, com impacto nas ações de energia e inflação global. O Ibovespa caiu 0,09% na segunda-feira, com Petrobras limitando perdas. Casas Bahia despencou 33,33% após pedido de recuperação judicial, enquanto Magazine Luiza subiu 8,18%. No exterior, petróleo WTI e Brent subiram, mas Dow Jones, Nasdaq e S&P 500 caíram. Abrir o resumo O Ibovespa hoje virou e encerrou em baixa pela 11ª sessão seguida, depois de subir quase 1% nas primeiras horas de negociação. A principal referência da B3 caiu 0,27%, para 166.334,86 pontos. Já o dólar fechou em alta de 0,39% sobre o real, cotado a R$ 5,2216. PUBLICIDADE A virada do índice acompanhou o enfraquecimento da Petrobras (PETR3;PETR4) na sessão. Depois de oscilarem entre altas e baixas nas primeiras horas do pregão, os papéis preferenciais da petroleira subiram 0,31%, enquanto os ordinários valorizaram 0,15% neste fim de tarde. Com a queda de hoje, o Ibovespa registrou a maior sequência negativa desde as 13 baixas seguidas de 1º a 17 de agosto de 2023. Publicidade Os contratos futuros de petróleo, por outro lado, fecharam em valorização: o Brent para outubro teve ganhos de 0,17%, a US$ 91,02 por barril, enquanto o WTI para setembro subiu 0,38%, a US$ 84,06 por barril. Além do desempenho da commodity, o ambiente fiscal e político permaneceu entre os principais fatores que influenciaram os preços dos ativos. A perspectiva de um ciclo menor de cortes da Selic (taxa básica de juros), a trajetória da dívida pública e a proximidade das eleições continuam pesando sobre as expectativas para a economia e para a Bolsa. O fluxo estrangeiro também levanta preocupações depois de uma sequência de retiradas de recursos da B3. No mês de agosto, até o dia 14, houve saída de R$ 18,147 bilhões por parte dos “gringos”, resultado de compras acumuladas de R$ 167,644 bilhões e vendas de R$ 185,791 bilhões. Publicidade Braskem tomba com recuperação judicial da Idesa A Braskem (BRKM5) figurou entre as principais perdas do Ibovespa, com tombo de 3,08%, após a joint venture da companhia e do grupo mexicano Idesa, a Braskem Idesa, entrar com um pedido de recuperação judicial na Justiça dos Estados Unidos e anunciar uma reestruturação para reduzir o endividamento. O dia também foi negativo para varejistas. A C&A (CEAB3) recuou 5,87% e liderou as perdas da sessão. Fora do Ibovespa, a Casas Bahia (BHIA3), que afundou mais de 30% na última sessão, desvalorizou 6,82%. Na outra ponta, a Hapvida (HAPV3) subiu 3,08%, registrando a maior alta do índice. Ao Broadcast, serviço do Grupo Estado de informações em tempo real para o mercado financeiro, o especialista em ações da Axia Investing, Felipe Sant´Anna, afirmou que a alta do papel parece ser parte de um movimento mais comprador, com investidores buscando “pequenos trades” em ações que tiveram queda firme recentemente. Publicidade Bolsas de NY caem e mercado acompanha dados do setor imobiliário nos EUA Em Nova York, o S&P 500 cedeu 0,69%, enquanto o Dow Jones e o Nasdaq registravam perdas de 0,22% e 1,33%, respectivamente. O pregão foi marcado por dados do mercado imobiliário dos Estados Unidos. As construções de moradias iniciadas no país recuaram 12,4% em julho ante a estimativa revisada de junho, para a taxa anualizada de 1,239 milhão, segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira pelo Departamento do Comércio. Analistas consultados pela FactSet previam queda menor, de 6,6%. O indicador ajuda a medir a atividade do setor imobiliário e pode contribuir para a avaliação sobre o ritmo da economia americana. Publicidade Além disso, foi divulgada pela manhã a produção industrial dos EUA de julho, que subiu 0,2% ante o mês anterior, segundo pesquisa divulgada hoje pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano). O resultado ficou ligeiramente abaixo da expectativa de analistas ouvidos pela FactSet, que previam avanço de 0,3% no período. XP tem lucro recorde de R$ 1,38 bilhão No noticiário corporativo, ganhou atenção o balanço do segundo trimestre da XP Investimentos, que registrou lucro líquido ajustado de R$ 1,384 bilhão, alta de 5% em doze meses e de mesmo percentual frente ao primeiro trimestre. O lucro antes dos impostos (EBT) ajustado alcançou R$ 1,565 bilhão, representando um aumento de 15% frente ao segundo trimestre do ano passado e de 10% em relação ao primeiro trimestre. Tanto o lucro líquido quanto o EBT foram recordes. Publicidade O mercado financeiro reagiu bem ao resultado: em Nova York, a ação da XP subiu 0,89%. Produção industrial dos EUA, petróleo e notícias corporativas ditam o ritmo dos mercados nesta terça-feira (17). Foto: Adobe Stock Leia mais

Perguntas Frequentes sobre BRKM5

Qual é a cotação de BRKM5 hoje na B3?
A cotação de BRKM5 hoje está em R$ 5,25. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 5,11 e máxima de R$ 5,62.
Quanto a BRKM5 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de BRKM5?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de BRKM5 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de BRKM5?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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