BO

BOVA11 iShares Ibovespa Fundo de Indice – Cotação Hoje

📊 ETF

iShares Ibovespa Fundo de Indice

Preço Atual
R$ 168,33
+2.02%

O ativo BOVA11 (iShares Ibovespa Fundo de Indice) está sendo negociado hoje a R$ 168,33, acumulando uma variação de +2.02% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 134,17 e a máxima de R$ 195,73.

Abertura
R$ 166,11
Fec. Ant: R$ 168,04
Variação Dia
Min: R$ 165,71
Max: R$ 169,25
52 Semanas
Mín: R$ 134,17
Máx: R$ 195,73
Volume
7.474.451
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

Enterprise Value
R$ 0,00 Mi

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

Indicadores de Eficiência

Indicadores de Rentabilidade

Indicadores de Crescimento

Sobre a BOVA11

Setor
Outros
Indústria / Segmento
Outros
Market Cap
N/A

Nenhum dividendo
encontrado

Notícias relacionadas

Materiais básicos puxam valorização dos índices da B3
B3 19/08/2026

Materiais básicos puxam valorização dos índices da B3

247 – O desempenho dos índices ligados a materiais básicos, empresas estatais e instituições financeiras marcou a valorização dos indicadores calculados pela B3 em julho de 2026. O movimento foi liderado pelo Índice de Materiais Básicos B3, que avançou 9,37% no mês, em um cenário de alta das commodities metálicas no mercado internacional. O levantamento mostra que o Índice Bovespa B3 Estatais ficou na segunda colocação, com alta de 7,22%, enquanto o Índice Financeiro B3 registrou o terceiro melhor resultado, ao subir 4,77%. Materiais básicos lideram ranking O IMAT B3 reúne empresas dos segmentos de mineração, siderurgia, metalurgia, produtos químicos, madeira, papel, embalagens e outros materiais. A valorização de 9,37% colocou o indicador no topo do ranking mensal da B3. A alta ocorreu paralelamente ao avanço das commodities metálicas no exterior, fator que contribuiu para o desempenho das companhias relacionadas à extração e à transformação de materiais básicos. Na segunda posição, o Ibov B3 Estatais, composto por empresas estatais listadas na bolsa, acumulou ganho de 7,22%. Já o IFNC B3, que acompanha bancos, seguradoras e instituições de previdência, encerrou julho com valorização de 4,77%. Outros índices também registraram ganhos Entre os demais destaques do mês está o Índice Futuro de Boi Gordo B3, com alta de 4,64%. O indicador foi seguido pelo Índice de Bancos B3, que avançou 4,56%. O Índice Bovespa B3 BR+ teve aumento de 4,44%, enquanto o Índice MidLarge Cap B3 subiu 3,86%. Na sequência, o Índice Brasil 50 B3 registrou valorização de 3,73%. Também fecharam julho no campo positivo o Ibov BR+ Cap 5% B3, com alta de 3,62%; o Índice Carbono Eficiente B3, com avanço de 3,58%; e o Ibovespa B3, que terminou o mês com crescimento de 3,47%. Ranking dos índices que mais subiram em julho de 2026 1º — IMAT B3: 9,37% 2º — Ibov B3 Estatais: 7,22% 3º — IFNC B3: 4,77% 4º — IFBOI B3: 4,64% 5º — IB3 Bancos: 4,56% 6º — Ibovespa B3 BR+: 4,44% 7º — MLCX B3: 3,86% 8º — IBrX 50 B3: 3,73% 9º — Ibov BR+ Cap 5% B3: 3,62% 10º — ICO2 B3: 3,58% 11º — Ibovespa B3: 3,47%. Índices servem de referência para ETFs Os indicadores calculados pela B3 também são usados como referência para ETFs, fundos negociados em bolsa que procuram replicar o desempenho de determinadas carteiras de ativos. Ao investir em um ETF, o participante adquire exposição a uma cesta diversificada em uma única aplicação. Dessa forma, não precisa comprar individualmente cada ação ou título incluído no índice seguido pelo fundo. Entre os exemplos estão os ETFs que acompanham o Ibovespa e o IBrX 50, dois dos principais indicadores do mercado acionário brasileiro. O levantamento da B3 também lista produtos vinculados a outros índices, como: IFNC B3: FIND11 IFBOI B3: BBOI11 IB3 Bancos: BNKS11 Ibovespa B3 BR+: NBOV11, B3BR11 e BRAZ11 IBrX 50 B3: PIBB11 Ibov BR+ Cap 5% B3: CAPE11 ICO2 B3: ECOO11 Ibovespa B3: BOVA11, BBOV11, XBOV11, BOVB11, BOVV11, BOVX11, IBOV11 e BOVS11. Além dos produtos atrelados a índices amplos, há ETFs voltados a segmentos específicos e à renda fixa. Segundo a B3, essa variedade amplia as alternativas de diversificação e pode oferecer custos geralmente inferiores aos de fundos de gestão ativa. À medida que determinados indicadores ganham atenção dos investidores, eles também podem servir de base para o desenvolvimento de novos ETFs e de outras estratégias negociadas em bolsa. A expansão desses produtos aumenta o acesso a carteiras e abordagens de investimento antes mais concentradas entre investidores institucionais.

Depois de onze quedas, Ibovespa volta ao patamar do início do ano. É hora de voltar para a bolsa?
B3 18/08/2026

Depois de onze quedas, Ibovespa volta ao patamar do início do ano. É hora de voltar para a bolsa?

Publicidade Lembra no início do ano quando os estrangeiros entraram maciçamente na bolsa brasileira? Foi um movimento que buscou aproveitar as ações vistas como pechinchas por aqui. A recente sangria de recursos estrangeiros da B3 recolocou o mercado acionário local entre os mais descontados da América Latina. Após registrar a décima-primeira queda seguida nesta terça-feira (18), o Ibovespa voltou para os patamares vistos em janeiro, em termos de múltiplo preço por lucro (P/L). O referencial passou a negociar com um P/L de 8,4 vezes. Essa métrica basicamente diz que, ao preço atual, o investidor está pagando o equivalente a 8,4 anos de lucro das empresas que compõem o indicador para “recuperar” esse investimento via lucros das companhias do índice. Quanto mais alto o múltiplo, mais caro o ativo. No caso do Ibovespa, os 8,4x indicam que a bolsa, praticamente, voltou ao mesmo nível do início do ano. Além disso, está significativamente abaixo da média histórica dos últimos 10 anos, de 10,5 vezes. No auge da valorização neste ano, em 14 de abril, quando fechou em sua máxima histórica aos 198.657 pontos, o principal índice da bolsa brasileira exibia um P/L de mais de 11 vezes. De lá para cá, o Ibovespa saiu de uma alta de 23,74% até abril para um avanço acumulado de apenas 3,5% agora em agosto. O referencial “devolveu” quase 20 pontos percentuais nos últimos 5 meses e está pouco menos de 4% acima da pontuação com a qual começou o ano. A bolsa está barata? Mas então a bolsa ficou barata de novo? A saída dos estrangeiros reabriu a janela para investir em ações? Do ponto de vista puramente dos múltiplos, o Ibovespa parece barato. O referencial tem P/L abaixo dos pares latino-americanos. Publicidade O IPC do México, o IPSA do Chile, e o Colcap da Colômbia, por exemplo, apresentam múltiplos bem mais elevados. Os referenciais apresentam atualmente P/L de 14,4 vezes, 13,5 vezes e 10,4 vezes, respectivamente. Parte do “desconto” do Ibovespa, no entanto, vem do custo de capital doméstico mais alto, com a Selic em 14% ao ano. É esperado que o índice acionário negocie com múltiplo estruturalmente mais baixo comparado a mercados com juro real menor. Porém, isso não é tudo. O quadro geral mostra que o recuo do índice brasileiro ocorre devido a uma combinação de fatores que podem permanecer até, ao menos, o fim do ano. Ou além. Maré financeira mudou O principal ponto é a inversão do fluxo de recursos de fora. No início do ano, a entrada de mais de R$ 50 bilhões sustentou a valorização da bolsa brasileira. Porém, desde o fim de abril, os investidores vem desacelerando a alocação no país. E, no últimos meses, o fluxo passou a ser negativo. Ou seja, saem mais recursos que entram no mercado acionário nacional. Apenas em agosto até o dia 13, os estrangeiros retiraram R$ 15,6 bilhões. Essa inversão de maré financeira veio a reboque da volta da força gravitacional dos mercados americanos. As bolsas de Nova York, por exemplo, operam perto das máximas, sustentadas pelos lucros e receitas recordes das gigantes de tecnologia. A renda fixa americana também começa a drenar recursos de outros mercados com as taxas no maior nível em vários anos. O retorno título público de 30 anos do Tesouro dos EUA, por exemplo, tem oscilado em torno de 5,3% ao ano, o que representa o maior patamar em quase duas décadas. Cenário doméstico também preocupa Existem ainda fatores locais. No Brasil, a aproximação das eleições reforça a cautela dos investidores internacionais. O dinheiro de fora prefere esperar um desfecho definitivo. Publicidade Ainda mais em um cenário no qual existe uma grande indefinição sobre quem vai vencer o pleito entre outubro e novembro. Esse pé atrás se repetiu nas últimas corridas presidenciais e reflete o pragmatismo do capital de fora. Os investidores preferem aguardar definições das políticas econômica e fiscal do futuro governo antes de assumir qualquer posição. A concorrência com a renda fixa também representa um desafio para o mercado acionário brasileiro. Com um juro real – acima da inflação – superior a 9% ao ano, os investidores locais têm pouco incentivo para assumir riscos na renda variável. O que o investidor pode fazer? Para o investidor, o momento pede uma escolha defensiva de ações, como as de companhias de utilidades públicas. Entre as ações mais resillientes neste ano, aparecem companhias de energia e petróleo, como Eneva, Prio e Petrobras. A lista inclui ainda empresas de saneamento e mineração. Os mais arrojados, que conseguem aguentar o sobe-e-desce da bolsa, que tende a ficar mais intenso até as eleições, podem começar a se posicionar para uma retomada da renda variável em algum momento após o pleito. Ainda que exista um cenário indefinido, a experiência de votações anteriores mostra que a saída de cena das incertezas relacionadas à votação costuma trazer períodos de maior otimismo mesmo que temporário com a bolsa independentemente de quem vencer a disputa política. Nesse sentido, os ETFs de Ibovespa, que seguem o principal índice da bolsa, são uma forma de acrescentar o mercado acionário local ao portfólio – é o caso dos fundos BOVA11 (da BlackRock), e BOVV11 (do Itaú). Outra opção é NBOV11, da Nu Asset. Ele replica a carteira do Ibovespa mais uma seleção de empresas que negociam em Nova York mas estão expostas à economia brasileira, como Mercado Livre, Nubank e XP.

ETFs: os dois ativos que mais atraem os investidores
B3 16/08/2026

ETFs: os dois ativos que mais atraem os investidores

Conforme informações do Forbes, o mercado de ETFs no Brasil está em plena expansão, com um crescimento de 16,6% nos últimos seis meses. Atualmente, a B3 conta com 204 ETFs listados, totalizando um estoque financeiro de R$ 126 bilhões. Este cenário atrai 870 mil investidores, que já possuem custódia desses ativos. Dados que Impressionam O expressivo crescimento do mercado de ETFs reflete a tendência global, onde os ETFs ativos representam 60% do mercado mundial. Segundo a análise da JP Morgan, os ativos sob gestão globais de ETFs alcançaram aproximadamente $23 trilhões, com uma previsão de crescimento que pode levar esse número a $35 trilhões até 2030, com uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) entre 10% e 14%. Oportunidades e Tendências no Brasil entre os ETFs De acordo com a XP Investimentos, a maioria dos ETFs, como BOVA11 e COIN11, mostra uma tendência de alta. O mercado brasileiro de ETFs continua a demonstrar resiliência e potencial, especialmente em setores como tecnologia e energia renovável. Impacto e Considerações Esse crescimento acentuado é um sinal claro de que os investidores estão cada vez mais buscando maneiras de diversificar suas carteiras. A análise da Bravus Trader destaca a importância dos ETFs na mitigação de riscos, sugerindo alocações estratégicas em setores em crescimento. Monitore o consenso do mercado Investir em ETFs pode ser uma estratégia promissora, especialmente em um ambiente de crescimento dinâmico como o atual. Para acompanhar as recomendações do consenso que elimina o viés da opinião isolada e rastrear oportunidades, você pode contar com as ferramentas do Clube Acionista, que oferecem análises e alertas sobre o mercado. Fontes Texto elaborado com base na fonte e com uso de inteligência artificial – a Lya do Clube Acionista.

Perguntas Frequentes sobre BOVA11

Qual é a cotação de BOVA11 hoje na B3?
A cotação de BOVA11 hoje está em R$ 168,33. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 165,71 e máxima de R$ 169,25.
Quanto a BOVA11 paga de dividendos?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker BOVA11. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de BOVA11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de BOVA11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de BOVA11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.